Questões de EFAF Português - Leitura e Interpretação de Texto
7.497 Questões
Questão 16 10727606
CMC 6º Ano - Português 2015
WATTERSONm Bill. O melhor de Calvin. O Estado de S. Paulo. São Paulo, 14 maio 2007.
No primeiro quadrinho da tira, Calvin empregou o termo isto para se referir à comida, porque o prato estava:
Questão 8 10726734
CMJF 6° Ano - Prova de Língua Portuguesa (Prova 1) 2015TEXTO








Leia o trecho do texto "Baixou foi só aquele espírito de porco, mesmo!".
O uso da expressão destacada no fragmento acima tem como consequência:
Questão 5 10726718
CMJF 6° Ano - Prova de Língua Portuguesa (Prova 1) 2015TEXTO








No segundo quadrinho do texto, a palavra "CABRUUUM" indica:
Questão 19 10719817
COLÉGIO SÓLIDO* Colégio Sólido 1°ano 2015ENCONTRO DE GERAÇÕES
Há alguns meses, eu me toquei de que meu filho de 4 anos ainda não conhecia a bisavó, que vai fazer
90 anos e mora no interior do Rio Grande do Sul. Não é uma viagem fácil para se fazer com crianças, mas
nenhuma desculpa é suficiente para adiar esse encontro. Seguir a viagem até a casa da avó, a cerca de duas
horas e meia de carro a partir de Porto Alegre, foi como voltar no tempo. As curvas, a sinalização, os campos e
plantações a perder de vista eram algo tão familiar para mim que senti o conforto de estar pisando em um lugar
de onde parecia nunca ter saído. E provavelmente não, afinal, nossas raízes estão sempre conosco.
Já no centro da cidade, o apartamento do prédio frio e pouco iluminado da minha avó reluziu quando
os bisnetos entraram. Toda a família estava por lá, numa intensa celebração do encontro. Primos e seus filhos,
tios, avós, pais, esposa, uma profusão de gente da família e que imediatamente nos conecta com o que é
importante. Nenhuma realização do trabalho é tão importante quanto isso. Pensei naquilo ao olhar para o
espelho do banheiro daquele apartamento onde vivi por um tempo há quase 30 anos.
Enquanto fitava meu rosto já com alguns sinais do tempo, lembrava-me de mim levantando os pés para
poder alcançar o olhar no espelho. E percebi que, como diz Heráclito, um homem nunca poderá entrar duas
vezes no mesmo rio, porque, quando ele passar de novo por ali, o rio já não será o mesmo, assim como o
homem também não será. A estrada até a casa da minha avó continua com 190 quilômetros, mas está tão
mudada quanto eu. A busca da felicidade era uma naqueles anos e hoje é outra.
(Rodrigo Vieira da Cunha. http://vidasimples.abril.com.br. Adaptado.)
O termo isso, em destaque no segundo parágrafo, faz referência
Questão 18 10719815
COLÉGIO SÓLIDO* Colégio Sólido 1°ano 2015ENCONTRO DE GERAÇÕES
Há alguns meses, eu me toquei de que meu filho de 4 anos ainda não conhecia a bisavó, que vai fazer
90 anos e mora no interior do Rio Grande do Sul. Não é uma viagem fácil para se fazer com crianças, mas
nenhuma desculpa é suficiente para adiar esse encontro. Seguir a viagem até a casa da avó, a cerca de duas
horas e meia de carro a partir de Porto Alegre, foi como voltar no tempo. As curvas, a sinalização, os campos e
plantações a perder de vista eram algo tão familiar para mim que senti o conforto de estar pisando em um lugar
de onde parecia nunca ter saído. E provavelmente não, afinal, nossas raízes estão sempre conosco.
Já no centro da cidade, o apartamento do prédio frio e pouco iluminado da minha avó reluziu quando
os bisnetos entraram. Toda a família estava por lá, numa intensa celebração do encontro. Primos e seus filhos,
tios, avós, pais, esposa, uma profusão de gente da família e que imediatamente nos conecta com o que é
importante. Nenhuma realização do trabalho é tão importante quanto isso. Pensei naquilo ao olhar para o
espelho do banheiro daquele apartamento onde vivi por um tempo há quase 30 anos.
Enquanto fitava meu rosto já com alguns sinais do tempo, lembrava-me de mim levantando os pés para
poder alcançar o olhar no espelho. E percebi que, como diz Heráclito, um homem nunca poderá entrar duas
vezes no mesmo rio, porque, quando ele passar de novo por ali, o rio já não será o mesmo, assim como o
homem também não será. A estrada até a casa da minha avó continua com 190 quilômetros, mas está tão
mudada quanto eu. A busca da felicidade era uma naqueles anos e hoje é outra.
(Rodrigo Vieira da Cunha. http://vidasimples.abril.com.br. Adaptado.)
A alternativa que pode parafrasear a mensagem do trecho “E provavelmente não, afinal, nossas raízes estão sempre conosco” é:
Questão 16 10719806
COLÉGIO SÓLIDO* Colégio Sólido 1°ano 2015Antes que elas cresçam
Affonso Romano de Sant'Anna

Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos. É que as crianças crescem. Independentes de nós, como árvores tagarelas e pássaros estabanados, eles crescem sem pedir licença. Crescem como a inflação, independente do governo e da vontade popular, entre os estupros dos preços, os disparos dos discursos e os assaltos das estações. Crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância.
Mas não crescem todos os dias, de igual maneira; crescem de repente. Um dia, sentam-se perto de você no terraço e dizem uma frase com tal maturidade, que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.
Onde é que andou crescendo aquela danadinha, que você não percebeu? Cadê aquele cheirinho de leite sobre a pele? Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços, amiguinhos e o primeiro uniforme do maternal?
A criança está crescendo num ritual de obediência orgânica, desobediência civil. E você agora está ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça. Ali estão muitos pais, ao volante, esperando que saiam esfuziantes sobre patins, cabelos soltos.
Entre hambúrgueres e refrigerantes lá estão nossos filhos, com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros nus, ou, então, com blusa amarrada na cintura. Está quente, achamos que vão estragar a blusa, mas não tem jeito, é o emblema da geração.
Pois ali estamos, com os cabelos já embranquecidos. Esses são os filhos que conseguimos gerar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas das notícias e das ditaduras das horas. E eles crescem meio amestrados, observando nossos muitos erros.
Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.
Não mais os colheremos nas portas das discotecas e festas, quando surgiam entre gírias e canções. Passou o tempo do balé, do inglês e da natação, do judô. Saíram do banco de trás e passaram para o volante das próprias vidas.
Deveríamos ter ido mais à cama deles ao anoitecer, para ouvirmos sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância e os adolescentes cobertores, naquele quarto cheio de adesivos, posters, agendas coloridas e discos ensurdecedores. Não, não os levamos suficientes vezes ao maldito playcenter, ao shopping, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas merecidas.
Eles cresceram sem que esgotássemos neles todo o nosso afeto.
No princípio, subiam a serra ou iam à casa de praia, entre embrulhos, bolachas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhos. Sim, havia as brigas dentro do carro, disputa pela janela, pedido de chicletes e sanduíches, e cantorias infantis. Depois chegou a idade em que viajar com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível largar a turma e os primeiros namorados. Os pais ficaram, então, exilados dos filhos. Tinham a solidão que sempre desejaram, mas, não de repente, morriam de saudades daquelas pestes.
O jeito é esperar. Qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco. Por isso, os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável afeição. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto.
Por isso, é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que eles cresçam.
Assinale a alternativa em que a nova redação apresenta erro de concordância.
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