Questões de EFAF Português - Leitura e Interpretação de Texto
7.497 Questões
Questão 37 10783635
Liceu-SP 2015Leia o texto a seguir para responder à questão:
O POETA DESCOBRE-SE NO SEBO
Lindolf Bell
O poeta ansioso, silencioso, vaidoso
como sempre,
caminha no centro da cidade.
Em busca de si mesmo, considera o poeta,
em busca de mim
e também do povo
que tanto precisa de mim.
Encontra o sebo:
no mesmo lugar
o sebo de sempre
no mesmo lugar.
O sebo que liquida livros de poesia
como sempre,
como sempre anuncia o cartaz
escrito a pincel atômico
que a luz consome.
Quer dizer: o sebo liquida duplamente
a poesia,
pensa o poeta
sem revolta
nem meta.
O poeta abre caminho entre os títulos.
Polvo de curiosidade.
Mil dedos
entre mil páginas.
E o poeta, herdeiro dos deuses,
hierático, enigmático como sempre
mas de suor frio na testa,
entre tantos livros empilhados
pilhou-se em flagrante
folheando o próprio livro.
Leu comovido a dedicatória.
O que sobra de um tempo feliz, pensa.
Esta íntima dedicatória, amiga, íntegra entrega:
ofereço estas palavras
para que a ponte da amizade
cresça perfeita entre nós
seres humanos.
O poeta deixa o sebo
e sente o ruidoso bafo da vida.
E neste instante começa a escrever
o próprio epitáfio.
FARIA, Álvaro Alves de; MOISÉS, Carlos Felipe (org). Antologia Poética da Geração 60. São Paulo: Nankin Editorial, 2000, p.145-6.
A apresentação _____ versatilidade comprovei, mostrou a todos os presentes o talento artístico _____ me referi em nossa conversa. Por que você não assiste à peça também? Amanhã, será a última vez em São Paulo, na mesma sala _____ já se apresentaram grandes nomes do teatro brasileiro. Meu gosto, _____ qualidade você não pode duvidar, é apurado!
As lacunas ficam corretas e respectivamente preenchidas com
Questão 36 10783634
Liceu-SP 2015Leia o texto a seguir para responder à questão:
O POETA DESCOBRE-SE NO SEBO
Lindolf Bell
O poeta ansioso, silencioso, vaidoso
como sempre,
caminha no centro da cidade.
Em busca de si mesmo, considera o poeta,
em busca de mim
e também do povo
que tanto precisa de mim.
Encontra o sebo:
no mesmo lugar
o sebo de sempre
no mesmo lugar.
O sebo que liquida livros de poesia
como sempre,
como sempre anuncia o cartaz
escrito a pincel atômico
que a luz consome.
Quer dizer: o sebo liquida duplamente
a poesia,
pensa o poeta
sem revolta
nem meta.
O poeta abre caminho entre os títulos.
Polvo de curiosidade.
Mil dedos
entre mil páginas.
E o poeta, herdeiro dos deuses,
hierático, enigmático como sempre
mas de suor frio na testa,
entre tantos livros empilhados
pilhou-se em flagrante
folheando o próprio livro.
Leu comovido a dedicatória.
O que sobra de um tempo feliz, pensa.
Esta íntima dedicatória, amiga, íntegra entrega:
ofereço estas palavras
para que a ponte da amizade
cresça perfeita entre nós
seres humanos.
O poeta deixa o sebo
e sente o ruidoso bafo da vida.
E neste instante começa a escrever
o próprio epitáfio.
FARIA, Álvaro Alves de; MOISÉS, Carlos Felipe (org). Antologia Poética da Geração 60. São Paulo: Nankin Editorial, 2000, p.145-6.
O padrão escrito da norma culta foi respeitado em:
Questão 35 10783632
Liceu-SP 2015Leia o texto a seguir para responder à questão:
O POETA DESCOBRE-SE NO SEBO
Lindolf Bell
O poeta ansioso, silencioso, vaidoso
como sempre,
caminha no centro da cidade.
Em busca de si mesmo, considera o poeta,
em busca de mim
e também do povo
que tanto precisa de mim.
Encontra o sebo:
no mesmo lugar
o sebo de sempre
no mesmo lugar.
O sebo que liquida livros de poesia
como sempre,
como sempre anuncia o cartaz
escrito a pincel atômico
que a luz consome.
Quer dizer: o sebo liquida duplamente
a poesia,
pensa o poeta
sem revolta
nem meta.
O poeta abre caminho entre os títulos.
Polvo de curiosidade.
Mil dedos
entre mil páginas.
E o poeta, herdeiro dos deuses,
hierático, enigmático como sempre
mas de suor frio na testa,
entre tantos livros empilhados
pilhou-se em flagrante
folheando o próprio livro.
Leu comovido a dedicatória.
O que sobra de um tempo feliz, pensa.
Esta íntima dedicatória, amiga, íntegra entrega:
ofereço estas palavras
para que a ponte da amizade
cresça perfeita entre nós
seres humanos.
O poeta deixa o sebo
e sente o ruidoso bafo da vida.
E neste instante começa a escrever
o próprio epitáfio.
FARIA, Álvaro Alves de; MOISÉS, Carlos Felipe (org). Antologia Poética da Geração 60. São Paulo: Nankin Editorial, 2000, p.145-6.
Leia o texto a seguir:
Quando eu lhe telefonei, a surpresa foi imensa, pois ambos não conseguiam balbuciar uma palavra. Sequer pisquei. Depois de algum tempo, um dos dois tomou coragem e, tremulamente, eu confessei a você minha grande saudade e o incontrolável desejo de revê-lo.
As classes gramaticais das palavras sublinhadas são, respectivamente,
Questão 34 10783631
Liceu-SP 2015Leia o texto a seguir para responder à questão:
O POETA DESCOBRE-SE NO SEBO
Lindolf Bell
O poeta ansioso, silencioso, vaidoso
como sempre,
caminha no centro da cidade.
Em busca de si mesmo, considera o poeta,
em busca de mim
e também do povo
que tanto precisa de mim.
Encontra o sebo:
no mesmo lugar
o sebo de sempre
no mesmo lugar.
O sebo que liquida livros de poesia
como sempre,
como sempre anuncia o cartaz
escrito a pincel atômico
que a luz consome.
Quer dizer: o sebo liquida duplamente
a poesia,
pensa o poeta
sem revolta
nem meta.
O poeta abre caminho entre os títulos.
Polvo de curiosidade.
Mil dedos
entre mil páginas.
E o poeta, herdeiro dos deuses,
hierático, enigmático como sempre
mas de suor frio na testa,
entre tantos livros empilhados
pilhou-se em flagrante
folheando o próprio livro.
Leu comovido a dedicatória.
O que sobra de um tempo feliz, pensa.
Esta íntima dedicatória, amiga, íntegra entrega:
ofereço estas palavras
para que a ponte da amizade
cresça perfeita entre nós
seres humanos.
O poeta deixa o sebo
e sente o ruidoso bafo da vida.
E neste instante começa a escrever
o próprio epitáfio.
FARIA, Álvaro Alves de; MOISÉS, Carlos Felipe (org). Antologia Poética da Geração 60. São Paulo: Nankin Editorial, 2000, p.145-6.
Penso que_____ muitos anos não _____ vejo e apenas daqui _____ três meses, reencontrá- _____ -ei no lugar _____ nos conhecemos.
As lacunas ficam corretas e respectivamente preenchidas com
Questão 31 10783624
Liceu-SP 2015Leia o texto a seguir para responder à questão:
O POETA DESCOBRE-SE NO SEBO
Lindolf Bell
O poeta ansioso, silencioso, vaidoso
como sempre,
caminha no centro da cidade.
Em busca de si mesmo, considera o poeta,
em busca de mim
e também do povo
que tanto precisa de mim.
Encontra o sebo:
no mesmo lugar
o sebo de sempre
no mesmo lugar.
O sebo que liquida livros de poesia
como sempre,
como sempre anuncia o cartaz
escrito a pincel atômico
que a luz consome.
Quer dizer: o sebo liquida duplamente
a poesia,
pensa o poeta
sem revolta
nem meta.
O poeta abre caminho entre os títulos.
Polvo de curiosidade.
Mil dedos
entre mil páginas.
E o poeta, herdeiro dos deuses,
hierático, enigmático como sempre
mas de suor frio na testa,
entre tantos livros empilhados
pilhou-se em flagrante
folheando o próprio livro.
Leu comovido a dedicatória.
O que sobra de um tempo feliz, pensa.
Esta íntima dedicatória, amiga, íntegra entrega:
ofereço estas palavras
para que a ponte da amizade
cresça perfeita entre nós
seres humanos.
O poeta deixa o sebo
e sente o ruidoso bafo da vida.
E neste instante começa a escrever
o próprio epitáfio.
FARIA, Álvaro Alves de; MOISÉS, Carlos Felipe (org). Antologia Poética da Geração 60. São Paulo: Nankin Editorial, 2000, p.145-6.
Leia o verso a seguir:
“o sebo liquida duplamente a poesia”.
O duplo sentido do termo grifado é explicitado por
Questão 30 10783622
Liceu-SP 2015Leia o texto a seguir para responder à questão:
O POETA DESCOBRE-SE NO SEBO
Lindolf Bell
O poeta ansioso, silencioso, vaidoso
como sempre,
caminha no centro da cidade.
Em busca de si mesmo, considera o poeta,
em busca de mim
e também do povo
que tanto precisa de mim.
Encontra o sebo:
no mesmo lugar
o sebo de sempre
no mesmo lugar.
O sebo que liquida livros de poesia
como sempre,
como sempre anuncia o cartaz
escrito a pincel atômico
que a luz consome.
Quer dizer: o sebo liquida duplamente
a poesia,
pensa o poeta
sem revolta
nem meta.
O poeta abre caminho entre os títulos.
Polvo de curiosidade.
Mil dedos
entre mil páginas.
E o poeta, herdeiro dos deuses,
hierático, enigmático como sempre
mas de suor frio na testa,
entre tantos livros empilhados
pilhou-se em flagrante
folheando o próprio livro.
Leu comovido a dedicatória.
O que sobra de um tempo feliz, pensa.
Esta íntima dedicatória, amiga, íntegra entrega:
ofereço estas palavras
para que a ponte da amizade
cresça perfeita entre nós
seres humanos.
O poeta deixa o sebo
e sente o ruidoso bafo da vida.
E neste instante começa a escrever
o próprio epitáfio.
FARIA, Álvaro Alves de; MOISÉS, Carlos Felipe (org). Antologia Poética da Geração 60. São Paulo: Nankin Editorial, 2000, p.145-6.
A terceira estrofe do poema tem como centrais as ideias de
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