Questões de EFAF Português - Morfologia
903 Questões
Questão 9 10542401
SENAI 1º Ano - CGE 2086 2014/2O poema abaixo se refere à questão
Quando a manhã vier
Quando a manhã vier
com um sol maduro
ofertando beijos
aos órfãos da ternura
quando a manhã vier
em apoteose de luz
a semear no vento
risos de alegria
quando a manhã vier
definitivamente
em alvorecer róseo
de paz e tranquilidade
de mãos nas mãos
saberemos chegado o nosso dia.
Fonte: ROCHA, J. Disponível em: www.astormentas.com. Acesso em: 21 ago. 2012.
O verso que se repete no poema – Quando a manhã vier – é introduzido por uma conjunção.
A oração que ela introduz é classificada como
Questão 11 10207122
IFCE* 1° Ano - Complementar 2014/2A palavra cultural, no texto, é um(a):
Questão 20 168928
IFRS 2014Sobre a cadeia alimentar: hortaliças → grilo → sapo, em que sapos se alimentam de grilos e esses, de hortaliças, é correto afirmar que
Questão 10 167911
IFMA 2014Mais de dez anos depois de sua morte, é bom lembrar um pouco de Chico Mendes, o seringueiro cultuado internacionalmente como mártir da causa ecológica. Nos rincões da Amazônia, ele foi a voz do chamado povo da floresta, um contingente de brasileiros que hoje vive praticamente numa espécie de faroeste, à margem das grandes discussões econômicas do país. Mendes e sua gente precisam voltar à berlinda, a fim de que a história não se repita.
www.Terra.com.br/dinheironaweb/155/seções /coll155editorial.htm
De acordo com o texto, na última linha, a expressão a fim de que poderia ser substituída, sem perder o sentido, por:
Questão 6 11132578
Concursos P. santana do ipanema 2013A questão referem-se ao texto seguinte.
Tudo
Renata Pallottini
O mar tem tudo o que eu quero:
Ondas, espuma e, lá longe,
Uma linha chamada horizonte
Que nunca foge...
(Pallottini, Renata. Poemas do mar. Literatura em minha casa. Rio de Janeiro, Objetiva, 2003).
No verso “Que nunca foge...”, o termo “nunca” é classificado gramaticalmente como um advérbio de
Questão 4 11132530
Concursos P. santana do ipanema 2013A questão refere-se ao texto seguinte.
Poema 16
Arriete Vilela
Lua ou pedregulho
evidência ou disfarce
poder ou submissão
sobrevoo ou captura
unção ou intriga
herança ou conquista
desejo ou temor,
a Palavra
é sempre pedra de moinho
em olhos intransitivos.
(Vilela, Arriete. Obra poética reunida. Maceió, Poligraf, 2010).
A poeta alagoana apresenta, na primeira estrofe do poema (composta pelos sete primeiros versos), uma relação de alternância entre termos classificados gramaticalmente como
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