Questões de EFAF Português - Ortografia
329 Questões
Questão 7 421575
IFSul - Rio-Grandense 2014/1Leia o texto, o qual servirá de base para a questão.
Por que quem dirige mal é chamado de “barbeiro”?
Relacionar o ofício a quem dirige mal tem a ver com as múltiplas funções exercidas pelos barbeiros até o fim do século 19. Nessa época, tanto no Brasil como na Europa, barbeiros eram profissionais que, além de cortar e aparar pelos, faziam pequenos trabalhos médicos e odontológicos por falta de mão de obra especializada. Ou seja, os profissionais da navalha (palavra que também designa maus motoristas em português) também arrancavam dentes e faziam pequenas cirurgias e sangrias (retirada do sangue para eliminação de doenças). Por causa das condições de trabalho precárias e da falta de conhecimento, os barbeiros faziam trabalhos com pouca qualidade e que não agradavam muito aos seus pacientes. Tudo isso estimulou o uso, em Portugal, da expressão “barbeiro” para classificar quem fazia coisas malfeitas. Ao vir para o Brasil, a gíria passou a ser usada especificamente para bobagens cometidas no trânsito.
Revista Mundo Estranho. São Paulo: Editora Abril, set. 2013, p.43.
Leia o texto, o qual servirá de base para a questão.
POR QUE OS TRIATOMÍNEOS SÃO CHAMADOS DE “BARBEIROS”?
[1] O inseto transmissor do Trypanoswoma cruzi, causador da doença de Chagas, recebeu no
[2] Brasil, em linguagem popular sertaneja, vários nomes, conforme a região geográfica. De todos
[3] eles, o mais comum nas regiões sudeste e centro oeste, e o de barbeiro, onde a doença de
[4] Chagas passou a ser conhecida popularmente como “a doença do barbeiro”. O próprio Chagas
[5] usou a expressão “doença do barbeiro” em uma de suas publicações.
[6] É de admitir que a denominação popular de “barbeiro” tenha sido inspirada no
[7] comportamento do inseto, relacionando-o com a profissão de barbeiro.
[8] Duas interpretações são encontradas na literatura médica: a primeira, mais difundida, e
[9] de que o triatomíneo suga o sangue das pessoas principalmente na face, por ficar esta parte do
[10] corpo descoberta e, portanto, mais acessível ao ataque. Estabelece-se, assim, uma relação de
[11] face com barba e, desta, com a profissão de barbeiro. A segunda interpretação é de que, sendo o
[12] triatomíneo inseto hematófago, ao sugar o sangue das suas vítimas a noite, enquanto estas
[13] dormem, pratica verdadeiras sangrias.
[14] Até o século XIX, os profissionais barbeiros, além de cortar o cabelo e a barba, tinham
[15] outras atribuições, dentre as quais a de fazer sangrias por indicação médica e, até mesmo, por
[16] conta própria. A sangria era, então, uma panaceia universal que se aplicava a todas as doenças.
[17] Esta atribuição conferida aos barbeiros vem desde a Idade Média e era comum a todos os países
[18] europeus.
Disponível em: Acesso em: 7 set. 2013.
Observe o título dos dois textos. Em ambos, há um questionamento.
Se você fosse responder a essas perguntas, empregaria, de maneira correta,
Questão 6 421573
IFSul - Rio-Grandense 2014/1Leia o texto, o qual servirá de base para a questão.
POR QUE OS TRIATOMÍNEOS SÃO CHAMADOS DE “BARBEIROS”?
[1] O inseto transmissor do Trypanoswoma cruzi, causador da doença de Chagas, recebeu no
[2] Brasil, em linguagem popular sertaneja, vários nomes, conforme a região geográfica. De todos
[3] eles, o mais comum nas regiões sudeste e centro oeste, e o de barbeiro, onde a doença de
[4] Chagas passou a ser conhecida popularmente como “a doença do barbeiro”. O próprio Chagas
[5] usou a expressão “doença do barbeiro” em uma de suas publicações.
[6] É de admitir que a denominação popular de “barbeiro” tenha sido inspirada no
[7] comportamento do inseto, relacionando-o com a profissão de barbeiro.
[8] Duas interpretações são encontradas na literatura médica: a primeira, mais difundida, e
[9] de que o triatomíneo suga o sangue das pessoas principalmente na face, por ficar esta parte do
[10] corpo descoberta e, portanto, mais acessível ao ataque. Estabelece-se, assim, uma relação de
[11] face com barba e, desta, com a profissão de barbeiro. A segunda interpretação é de que, sendo o
[12] triatomíneo inseto hematófago, ao sugar o sangue das suas vítimas a noite, enquanto estas
[13] dormem, pratica verdadeiras sangrias.
[14] Até o século XIX, os profissionais barbeiros, além de cortar o cabelo e a barba, tinham
[15] outras atribuições, dentre as quais a de fazer sangrias por indicação médica e, até mesmo, por
[16] conta própria. A sangria era, então, uma panaceia universal que se aplicava a todas as doenças.
[17] Esta atribuição conferida aos barbeiros vem desde a Idade Média e era comum a todos os países
[18] europeus.
Disponível em: http:/usuarios.cultura.com.br/jmrezende/barbeiros.hm Acesso em: 7 set. 2013.
Quanto à classe gramatical, que palavra NÃO se transformaria em verbo ao colocar-se um acento agudo?
Questão 11 421537
IFSudesteMinas 2014A questão seguinte é baseada em excertos do texto, mas não é questão de interpretação. Sua resolução, porém, deve ser feita considerando os fragmentos no contexto do texto.
Assinale a alternativa em que as palavras destacadas são acentuadas pela mesma razão:
Questão 3 170287
CEFET MG 2014A questão refere-se ao texto a seguir.
Jovem escritora “quase” famosa
Catarinense de 21 anos é a verdadeira autora de texto que correu mundo como se fosse de Luis Fernando Verissimo
Felipe Lenhart
Quem usa o correio eletrônico com frequência já pode ter recebido um texto que começa com a frase “Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase” e é assinado por um certo Luiz Fernando Veríssimo. Os erros de ortografia e acentuação no nome do cronista denunciam a falsa autoria. De fato,quem redigiu a crônica Quase, que rodou o mundo com o “selo de qualidade” do escritor gaúcho e acabou em uma antologia de prosa e versos brasileiros traduzidos para o francês, foi a florianopolitana Sarah Westphal Batista da Silva, 21.
A garota, que foi publicada em um livro na França em meio a textos de Clarice Lispector, Carlos Drummond de Andrade, Manuel Bandeira e outros craques, só que com o nome de Verissimo, mora na Capital, estuda Medicina em Blumenau e gostaria mesmo é de passar o resto da vida escrevendo.
– Não sou muito de ler, não. Como também não vejo televisão, fico meio alienada. Mas o tipo de literatura de que gosto é bem o do Verissimo, como em As Mentiras que os Homens Contam – afirma.
O périplo de seu texto começou em abril de 2002, numa sala de aula em Florianópolis. E a “inspiração” para a escrita não foi das melhores: “um grande fora” de um rapaz com quem ficava havia três semanas. No dia seguinte à separação, durante uma aula de Português no cursinho, a professora escreveu no quadro a transcrição fonética da palavra quase: /kwaze/.
– Na hora em que olhei aquilo escrito no quadro-negro pensei: “meu Deus! eu odeio esta palavra!” – afirma.
Um segundo depois, pôs-se a escrever a crônica Quase, como um desabafo e para expurgar a palavra maldita. Afinal, quase houvera um namoro, quase tudo dera certo. Terminado o texto, Sarah passou o caderno às amigas, que leram e gostaram. Um mês depois, encorajada por elogios, deu o mesmo caderno para o professor de redação ler a crônica em voz alta para a turma. Foi um sucesso. As pessoas começaram a pedir o texto. Sarah o enviou por e-mail. A partir daí, não se sabe mais nada.
– O que eu sei é que um ano depois, mais ou menos, uma amiga apareceu lá em casa com o texto com a assinatura do Verissimo! Achei aquilo esquisitíssimo. Em seguida, um monte de gente veio dizer que tinha recebido um e-mail com o Quase assinado pelo Verissimo – afirma.
Sarah conta que ficou envergonhada, pois, depois de um certo tempo, já não gostava mais do texto e não o achava digno de um escritor do talento de Luis Fernando Verissimo. Hoje, mantém a opinião, com arroubos de autocrítica, apesar do elogio que o próprio cronista fez à redação na coluna do dia 24 de março.
– Acho o texto primário, previsível e o fim é meio brega. O português é muito caseiro, breguinha. Mas, quando o escrevi, fez muito sentido para mim. Era muito bonito – diz Sarah.
Certo dia, entrou na comunidade do escritor gaúcho no Orkut e viu o relato de uma leitora. A internauta dizia que só passara a acompanhar Verissimo na imprensa depois de ter lido o Quase. Sarah respondeu ao comentário afirmando ser ela a autora do texto. A maioria não acreditou.
O fato é que ela já nem liga mais por não receber os elogios do famoso texto. Há poucos meses, caiu-lhe em mãos o diploma de formatura de 2004 do antigo colégio, o mesmo em que tempos atrás escrevera Quase. A crônica estava impressa no diploma, com a assinatura de Verissimo.
– O pior é que continuo encalhada. Eu já poderia ter escrito uma Bíblia sobre os foras que já recebi – brinca.
Disponível em <http://www.observatoriodaimprensa.com.br>. Acesso em: 05 set. 2013.
As aspas foram empregadas para separar trecho em discurso direto na passagem transcrita em:
Questão 19 164329
IFAM 2014Durante a * parlamentar, uma * do partido do Prefeito manifestou-se contrária à * de terras aos interioranos.
A alternativa que completa adequadamente o período é:
Questão 4 10787363
Concursos P.M. Palminópolis 2013Complete as lacunas com as letras s, ss, sc, c, conforme o caso, e marque a alternativa correspondente:
conde__a, so__ego, a__esso, a__ensão, a__imétrico.
06
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