Questões de EFAF Português
15.488 Questões
Questão 8 11476094
IFPA Integrado 2019Leia o texto:
Educação no Brasil
[...] Logo, agora não mais pelo bom senso e
sim pelo costume, a “culpa” tenderia a cair sobre
o profissional docente. Dessa forma, se tornam
alvos os professores, que ficam no fogo cruzado
de muitas esperanças sociais e políticas em crise
nos dias atuais. As críticas externas ao sistema
educacional cobram dos professores cada vez
mais trabalho, como se a educação, sozinha,
tivesse que resolver todos os problemas sociais.
Já sabemos que não basta, como se pensou
nos anos 1950 e 1960, dotar professores de
livros e de novos materiais pedagógicos. Nesta
época, essa era a tese mais aceita. O fato é que
a qualidade da educação está fortemente aliada
à qualidade da formação dos professores. Outro
fato é que o que o professor pensa sobre o
ensino determina o que o professor faz quando
ensina. O desenvolvimento dos professores é
uma precondição para o desenvolvimento da
escola e, em geral, a experiência demonstra que
os docentes são maus executores das ideias
dos outros. Nenhuma reforma, inovação ou
transformação – como queira chamar – perdura
sem o docente. [...]
BRUINI, Eliane da Costa. Adaptação de Educação no Brasil. Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/educacao/ educacao-no-brasil.htm. Acesso em: 14 set. 2018
“Já sabemos que não basta, como se pensou nos anos 1950 e 1960, dotar professores de livros e de novos materiais pedagógicos. Nesta época, essa era a tese mais aceita.”
Acerca da sentença em destaque, a coerência é ajustada e a correção do segmento acima é feita na seguinte alternativa:
Questão 7 11475957
IFPA Integrado 2019Leia o texto:
As possibilidades perdidas
Fiquei sabendo que um poeta mineiro que
eu não conhecia, chamado Emilio Moura, teria
completado 100 anos neste mês de agosto, caso
vivo fosse. Era amigo de outro grande poeta,
Drummond. Chegaram a mim alguns versos dele,
e um em especial me chamou a atenção: “Viver
não dói. O que dói é a vida que não se vive”.
Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa
dor não advém das coisas vividas, mas das coisas
que foram sonhadas e não se cumpriram.
Por que sofremos tanto por amor? O certo
seria a gente não sofrer, apenas agradecer por
termos conhecido uma pessoa tão bacana, que
gerou em nós um sentimento intenso e que
nos fez companhia por um tempo razoável, um
tempo feliz. Sofremos por quê?
Porque automaticamente esquecemos o que
foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas
projeções irrealizadas, por todas as cidades
que gostaríamos de ter conhecido ao lado do
nosso amor e não conhecemos, por todos os
filhos que gostaríamos de ter tido junto e não
tivemos, por todos os shows e livros e silêncios
que gostaríamos de ter compartilhado, e não
compartilhamos. Por todos os beijos cancelados,
pela eternidade interrompida.
Sofremos não porque nosso trabalho é
desgastante e paga pouco, mas por todas as
horas livres que deixamos de ter para ir ao
cinema, para conversar com um amigo, para
nadar, para namorar. Sofremos não porque
nossa mãe é impaciente conosco, mas por
todos os momentos em que poderíamos estar
confidenciando a ela nossas mais profundas
angústias se ela estivesse interessada em nos
compreender. Sofremos não porque nosso time
perdeu, mas pela euforia sufocada. Sofremos
não porque envelhecemos, mas porque o futuro
está sendo confiscado de nós, impedindo assim
que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas
com as quais sonhamos e nunca chegamos a
experimentar.
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A
resposta é simples como um verso: se iludindo
menos e vivendo mais.
MEDEIROS, Martha. As possibilidades perdidas. RevistaPazes: 2016. Disponível em: https://www.revistapazes.com/ perdidasmarthamedeiros. Acesso em: 13 set. 2018.
Nos textos em que há predomínio da linguagem literária, é comum o uso de figuras de linguagem, pois são recursos utilizados para alcançar maior expressividade.
Nesse sentido, no texto, pode-se afirmar que há uma metáfora em:
Questão 5 11475928
IFPA Integrado 2019Leia o texto:
As possibilidades perdidas
Fiquei sabendo que um poeta mineiro que
eu não conhecia, chamado Emilio Moura, teria
completado 100 anos neste mês de agosto, caso
vivo fosse. Era amigo de outro grande poeta,
Drummond. Chegaram a mim alguns versos dele,
e um em especial me chamou a atenção: “Viver
não dói. O que dói é a vida que não se vive”.
Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa
dor não advém das coisas vividas, mas das coisas
que foram sonhadas e não se cumpriram.
Por que sofremos tanto por amor? O certo
seria a gente não sofrer, apenas agradecer por
termos conhecido uma pessoa tão bacana, que
gerou em nós um sentimento intenso e que
nos fez companhia por um tempo razoável, um
tempo feliz. Sofremos por quê?
Porque automaticamente esquecemos o que
foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas
projeções irrealizadas, por todas as cidades
que gostaríamos de ter conhecido ao lado do
nosso amor e não conhecemos, por todos os
filhos que gostaríamos de ter tido junto e não
tivemos, por todos os shows e livros e silêncios
que gostaríamos de ter compartilhado, e não
compartilhamos. Por todos os beijos cancelados,
pela eternidade interrompida.
Sofremos não porque nosso trabalho é
desgastante e paga pouco, mas por todas as
horas livres que deixamos de ter para ir ao
cinema, para conversar com um amigo, para
nadar, para namorar. Sofremos não porque
nossa mãe é impaciente conosco, mas por
todos os momentos em que poderíamos estar
confidenciando a ela nossas mais profundas
angústias se ela estivesse interessada em nos
compreender. Sofremos não porque nosso time
perdeu, mas pela euforia sufocada. Sofremos
não porque envelhecemos, mas porque o futuro
está sendo confiscado de nós, impedindo assim
que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas
com as quais sonhamos e nunca chegamos a
experimentar.
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A
resposta é simples como um verso: se iludindo
menos e vivendo mais.
MEDEIROS, Martha. As possibilidades perdidas. RevistaPazes: 2016. Disponível em: https://www.revistapazes.com/ perdidasmarthamedeiros. Acesso em: 13 set. 2018.
Ao longo do texto, é possível perceber que há, de forma recorrente, o uso do adjetivo como elemento modificador do substantivo.
Tal afirmativa só NÃO pode ser validada em:
Questão 2 11475902
IFPA Integrado 2019Leia o texto:
As possibilidades perdidas
Fiquei sabendo que um poeta mineiro que
eu não conhecia, chamado Emilio Moura, teria
completado 100 anos neste mês de agosto, caso
vivo fosse. Era amigo de outro grande poeta,
Drummond. Chegaram a mim alguns versos dele,
e um em especial me chamou a atenção: “Viver
não dói. O que dói é a vida que não se vive”.
Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa
dor não advém das coisas vividas, mas das coisas
que foram sonhadas e não se cumpriram.
Por que sofremos tanto por amor? O certo
seria a gente não sofrer, apenas agradecer por
termos conhecido uma pessoa tão bacana, que
gerou em nós um sentimento intenso e que
nos fez companhia por um tempo razoável, um
tempo feliz. Sofremos por quê?
Porque automaticamente esquecemos o que
foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas
projeções irrealizadas, por todas as cidades
que gostaríamos de ter conhecido ao lado do
nosso amor e não conhecemos, por todos os
filhos que gostaríamos de ter tido junto e não
tivemos, por todos os shows e livros e silêncios
que gostaríamos de ter compartilhado, e não
compartilhamos. Por todos os beijos cancelados,
pela eternidade interrompida.
Sofremos não porque nosso trabalho é
desgastante e paga pouco, mas por todas as
horas livres que deixamos de ter para ir ao
cinema, para conversar com um amigo, para
nadar, para namorar. Sofremos não porque
nossa mãe é impaciente conosco, mas por
todos os momentos em que poderíamos estar
confidenciando a ela nossas mais profundas
angústias se ela estivesse interessada em nos
compreender. Sofremos não porque nosso time
perdeu, mas pela euforia sufocada. Sofremos
não porque envelhecemos, mas porque o futuro
está sendo confiscado de nós, impedindo assim
que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas
com as quais sonhamos e nunca chegamos a
experimentar.
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A
resposta é simples como um verso: se iludindo
menos e vivendo mais.
MEDEIROS, Martha. As possibilidades perdidas. RevistaPazes: 2016. Disponível em: https://www.revistapazes.com/ perdidasmarthamedeiros. Acesso em: 13 set. 2018.
“Chegaram a mim alguns versos dele, e um em especial me chamou a atenção.”.
O termo destacado nessa passagem do texto faz referência a:
Questão 1 11475870
IFPA Integrado 2019Leia o texto:
As possibilidades perdidas
Fiquei sabendo que um poeta mineiro que
eu não conhecia, chamado Emilio Moura, teria
completado 100 anos neste mês de agosto, caso
vivo fosse. Era amigo de outro grande poeta,
Drummond. Chegaram a mim alguns versos dele,
e um em especial me chamou a atenção: “Viver
não dói. O que dói é a vida que não se vive”.
Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa
dor não advém das coisas vividas, mas das coisas
que foram sonhadas e não se cumpriram.
Por que sofremos tanto por amor? O certo
seria a gente não sofrer, apenas agradecer por
termos conhecido uma pessoa tão bacana, que
gerou em nós um sentimento intenso e que
nos fez companhia por um tempo razoável, um
tempo feliz. Sofremos por quê?
Porque automaticamente esquecemos o que
foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas
projeções irrealizadas, por todas as cidades
que gostaríamos de ter conhecido ao lado do
nosso amor e não conhecemos, por todos os
filhos que gostaríamos de ter tido junto e não
tivemos, por todos os shows e livros e silêncios
que gostaríamos de ter compartilhado, e não
compartilhamos. Por todos os beijos cancelados,
pela eternidade interrompida.
Sofremos não porque nosso trabalho é
desgastante e paga pouco, mas por todas as
horas livres que deixamos de ter para ir ao
cinema, para conversar com um amigo, para
nadar, para namorar. Sofremos não porque
nossa mãe é impaciente conosco, mas por
todos os momentos em que poderíamos estar
confidenciando a ela nossas mais profundas
angústias se ela estivesse interessada em nos
compreender. Sofremos não porque nosso time
perdeu, mas pela euforia sufocada. Sofremos
não porque envelhecemos, mas porque o futuro
está sendo confiscado de nós, impedindo assim
que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas
com as quais sonhamos e nunca chegamos a
experimentar.
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A
resposta é simples como um verso: se iludindo
menos e vivendo mais.
MEDEIROS, Martha. As possibilidades perdidas. RevistaPazes: 2016. Disponível em: https://www.revistapazes.com/ perdidasmarthamedeiros. Acesso em: 13 set. 2018.
O trecho que justifica o título do texto é:
Questão 17 11344156
IFMS 2019Observe a tirinha para responder à questão:


(Tirinha disponível em: http://turmadamonica.uol.com.br/tirinhas/. Acesso em 28/09/2018.)
Qual das palavras / termos indicados abaixo está na posição de vocativo nas falas das personagens?
06
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