Questões de EFAF Português - Morfologia
903 Questões
Questão 12 399837
IFSulDeMinas 2015
Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/cartum/cartunsdiarios
A classe de palavras à qual pertence a palavra “puxa”, empregada no cartum é:
Questão 4 399806
IFSulDeMinas 2015Um mundo de blocos para você explorar, enfrentar monstros e soltar sua imaginação
Minecraft é um game em primeira pessoa que dá a você a chance de explorar um mundo completamente feito por blocos – sejam eles de terra, pedra, areia ou outros elementos encontrados na natureza – e criar sua própria aventura.
Para jogar Minecraft, é preciso possuir uma conta Mojang. Caso não tenha uma, clique aqui e preencha os dados para se cadastrar. Vale lembrar também que o game é pago, embora tenha uma versão demonstrativa.
Criar ou explorar? Você escolhe
Como dito logo acima, Minecraft traz um universo gigantesco para você, mas o que fazer com ele cabe ao jogador. Para isso, o game possui dois modos distintos de jogo, sendo eles o “Survival” e o “Creative”. Há também um terceiro modo, chamado “Hardcore”, que é idêntico ao “Survival”, com a diferença de possuir um sistema de morte permanente.
Survival
O primeiro modo do Minecraft coloca você em um desafio de sobrevivência extrema. Deixado sozinho em um mundo repleto de perigos, seu objetivo inicial aqui é continuar vivo, coletando alimentos e se abrigando dos perigos da noite, como zumbis, aranhas gigantes, esqueletos e o temível Creeper.
Ao mesmo tempo, você tem a oportunidade de explorar e criar todo o tipo de construção, se for habilidoso o suficiente. Isso porque todos os blocos em Minecraft (com exceção de um único) são quebráveis e coletáveis, com a ajuda das ferramentas certas, permitindo a montagem não apenas de estruturas, como utensílios e ferramentas.
A partir disso, é possível usar, por exemplo, pedregulhos e madeira para construir uma eficiente picareta de pedra ou erguer um imponente castelo com pedras polidas. E que tal usar algumas barras de ferro para construir espadas e uma armadura, para assim partir em um embate mortal contra o lendário Ender Dragon?
Creative
Se o que atraiu você ao mundo de blocos de Minecraft foi apenas a possibilidade de construir monumentos incríveis, o modo “Creative” é a solução. Aqui não há qualquer limitação de vida, recursos ou movimentação: seu personagem voa, é invencível, destrói qualquer bloco com um clique e tem blocos ilimitados de qualquer tipo ao alcance.
Fonte: http://www.baixaki.com.br/download/minecraft.htm
Leia a sentença: “Minecraft é um game em primeira pessoa que dá a você a chance de explorar um mundo completamente feito por blocos – sejam eles de terra, pedra, areia ou outros elementos encontrados na natureza – e criar sua própria aventura.”
O verbo criar expressa ação sendo o agente dessa ação o termo
Questão 6 170227
CEFET MG 2015A questão refere-se ao texto a seguir.
O rolezinho da juventude nas ruas do consumo e do protesto
por Renato Souza de Almeida
Os jovens têm criado formas cada vez mais interessantes de manifestação. Desde as jornadas de junho de 2013 – que levou às ruas milhares de brasileiros – até os chamados “rolezinhos” – que também vêm colocando centenas em circulação – se instalou uma crise na análise daqueles que insistiam em afirmar uma possível apatia dessa geração juvenil.
“Sair de rolê...” significa dar uma circulada despretensiosa pela vila ou pela cidade. É possível dar um rolê de trem, de ônibus ou a pé. Geralmente, o rolê está ligado ao lazer ou a alguma prática cultural. Sai de rolê o pichador, o skatista, o caminhante... O que vem chamando a atenção de muita gente é como um simples gesto de sair e circular de forma livre tem ocupado um papel central nas principais mobilizações juvenis na cidade de São Paulo nos últimos tempos.
[...] Quem não é mais jovem e sempre morou nas periferias de São Paulo, com raras exceções, vai se recordar que a rua era o espaço por excelência da sociabilidade, do lazer e da convivência. Com a chegada do asfalto, vieram também muitos carros e se instituiu como verdade o discurso de que a rua é lugar perigoso e violento. Para muitos adultos, as políticas culturais só se justificam se for para “tirar os jovens das ruas”. Para os jovens, ao contrário, suas ações culturais só têm força e sentido quando acontecem na rua, no espaço público.
A condenação da rua como espaço da violência veio acompanhada da chegada dos shopping centers também às periferias. Muita gente vai ao shopping tentar encontrar um vazio deixado pelo “fim” das ruas. Para além do consumo, busca-se num shopping um passeio mais livre, solto, e a possibilidade de encontro com pessoas de fora do círculo mais próximo, familiar. No entanto, esse encontro não acontece. Tampouco a livre circulação. As pessoas só encontram uma multidão “sem rosto e coração” – nos dizeres dos Racionais MC’s –, e a circulação no interior do shopping não pode ocorrer de forma livre e espontânea. Ela tem regras claras e rígidas: os pobres podem circular pelo shopping, contanto que finjam pertencer a outra classe social. Mesmo que circulem no shopping sem recursos para consumir, eles devem desejar consumir. Da mesma forma, os negros podem circular pelo shopping tranquilamente, desde que finjam ser brancos nas vestimentas, nos cabelos, no comportamento etc.
Os rolezinhos em shoppings – da periferia ou das áreas abastadas –, que se tornaram um fenômeno neste verão, têm características muito semelhantes com os pancadões de rua realizados de forma espontânea e congregam um número significativo de jovens que se reúnem, sobretudo, em torno da expressão cultural do funk. O polêmico e famigerado funk é um dos principais mobilizadores dos jovens na metrópole paulistana. E um dos segredos da sua força não está necessariamente no apelo sexual de algumas músicas ou na sua batida envolvente, mas na forma como ressignificou as ruas para esses jovens. “No dia em que tem pancadão, a rua é nossa!” E se a rua é “nossa”, pode-se fazer qualquer coisa, inclusive não fazer nada... E, se o “som é de preto, de favelado e, quando toca, ninguém fica parado”, não há necessidade de fingir ser outra coisa, como exigem os shoppings centers. Ao contrário, é um momento de afirmação dessa mesma identidade periférica.
Nesse sentido, estar no shopping – no local que a sociedade estabeleceu para substituir a rua – é bastante provocador. Os rolezinhos levaram para dentro do paraíso do consumo a afirmação daquilo que esse mesmo espaço lhes nega: sua identidade periférica. Se quando o jovem vai ao shopping namorar ou consumir com alguns amigos ele deve fingir algo que não é, com os rolezinhos ele afirma aquilo que é! E quando faz essa afirmação ele revela a contradição na lógica dos shopping centers. Ou seja, os rolezinhos põem por terra a aparente circulação livre e o espaço aberto que os shoppings dizem proporcionar. Quando o jovem afirma, por meio do rolezinho, sua identidade de negro e pobre, a contradição se evidencia e a polícia é acionada, e tão logo o paraíso do consumo e do prazer se revela como o inferno do preconceito racial e da violência.
Esses jovens que hoje mobilizam os rolezinhos são intitulados “geração shopping center”, consumista, por parte dos mais velhos. Porém a prática dos rolezinhos nos shoppings está revelando a contradição mais aguda desse espaço que tentou tomar o locus simbólico da rua. Nos rolezinhos, os jovens não são consumidores, mas produtores. Produzem um novo jeito de circular pelo shopping. Produzem uma prática cultural que se contradiz com esse lugar. Produzem contradição e desordem no sistema. E produzem uma nova gramática política ao afirmar sua classe num espaço que existe para negá-la. [...]
Disponível em: < http://www.diplomatique.org.br>. Acesso em: 29 ago. 2014 - Artigo publicadoem 03 fev. 2014 (fragmento de texto)
No trecho, “...os pobres podem circular pelo shopping, contanto que finjam pertencer a outra classe social”, a locução em destaque tem sentido de
Questão 8 169230
IFPE 2015O candidato honesto
Na trama, Hassum vive José Ernesto, um candidato à presidência da República que se vê no segundo turno das eleições e com larga vantagem sobre o seu opositor. Sua popularidade é imensa, mas o deputado é tudo o que o povo não gostaria que seu representante no poder fosse: corrupto e mentiroso. Tudo parecia perfeito quando, na reta final de sua campanha, Ernesto recebe um comunicado de que sua avó está à beira da morte e gostaria de vê-lo uma última vez. O que ele não esperava é que, como último ato em vida, ela lhe joga uma praga, fazendo-o prometer que nunca mais mentiria, seja dentro de casa ou na vida política. (...)
Acostumado com um mundo de lavagem de dinheiro, helicópteros e secretárias sensuais, o deputado se vê como um peixe fora d'água, sem conseguir ambientar-se novamente ao lado de seus colegas no Palácio. (...)
No final, o filme nos apresenta uma grande discussão: a culpa de ser corrupto é apenas do indivíduo ou do sistema como um todo? A tentativa de Santucci de tratar um tema quente dentro de um longa de humor é bem-sucedida, apesar de alguns exageros característicos das comédias brasileiras. E serve como um leve toque para o espectador pensar muito bem antes de apertar o botão "confirmar" na hora de votar.
ZULIANI, André Disponível em: Acesso em: 01 out. 2014 (adaptado).
A palavra “Acostumado”, que aparece no início do segundo parágrafo, é formada por parassíntese, ou seja, pelo acréscimo simultâneo de prefixo e sufixo. Com base nessa afirmação, em qual das alternativas há um vocábulo formado por derivação parassintética?
Questão 9 165581
IFGO 2015Texto 02
Pneu furado
Luís Fernando Veríssimo
O carro estava encostado no meio-fio, com um pneu furado. De pé, ao lado do carro, olhando desconsoladamente para o pneu, uma moça muito bonitinha. Tão bonitinha que atrás parou outro carro e dele desceu um homem dizendo: “Pode deixar”. Ele trocaria o pneu.
- Você tem macaco?
– perguntou o homem.
- Não – respondeu a moça.
- Tudo bem, eu tenho
– disse o homem.
– Você tem estepe?
- Não – disse a moça.
- Vamos usar o meu
– disse o homem.
E pôs-se a trabalhar, trocando o pneu, sob o olhar da moça. Terminou no momento em que chegava o ônibus que a moça estava esperando. Ele ficou ali, suando, de boca aberta, vendo o ônibus se afastar. Dali a pouco chegou o dono do carro.
- Puxa, você trocou o pneu pra mim. Muito obrigado.
- É. Eu … Eu não posso ver pneu furado. Tenho que trocar.
- Coisa estranha.
- É uma compulsão. Sei lá.
Disponível em: . Acesso em: 19 Nov. 2014.
A palavra “furado” é classificada como
Questão 12 15478279
EPSJV Técnico em Saúde 2014TEXTO
A escola dos meus sonhos
(...) Na escola dos meus sonhos, os professores são obrigados a fazer periódicos treinamentos e cursos de capacitação, e só são admitidos se, além da competência, comungam com os princípios fundamentais da proposta pedagógica e didática. Porque é uma escola com ideologia, visão de mundo e perfil definido do que seja democracia e cidadania. Essa escola não forma consumidores, mas cidadãos.
Ela não briga com a TV, mas leva-a para a sala de aula: são exibidos vídeos de anúncios e programas e, em seguida, analisados criticamente. A publicidade do iogurte é debatida; o produto, adquirido; sua química, analisada e comparada com a fórmula declarada pelo fabricante; as incompatibilidades denunciadas, bem como os fatores porventura nocivos à saúde. O programa de auditório de domingo é destrinchado: a proposta de vida subjacente; a visão de felicidade; a relação animador-platéia, os tabus e preconceitos reforçados etc. Em suma, não se fecha os olhos à realidade; muda-se a ótica de encará-la. (...)
É mais importante educar que instruir; formar pessoas que profissionais; ensinar a mudar o mundo que a ascender à elite. (...) Pois essa é a escola de uma sociedade onde educação não é privilégio, mas direito universal, e o acesso a ela, dever obrigatório.
(BETTO, Frei. A escola dos meus sonhos. In: SADER, Emir e BETTO, Frei. Contraversões: civilização ou barbárie na virada do século. São Paulo: Boitempo Editorial, 2001:210-212)
“Ela não briga com a TV, mas leva-a para a sala de aula”. Nesse trecho, a substituição é uma estratégia utilizada para retomada de termos.
Os pronomes destacados equivalem, respectivamente, a:
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