Questões de EFAF Português
15.488 Questões
Questão 7 14900137
OP 8 e 9 Ano - 1 Fase 2025João propôs a seus alunos um exercício criativo: imaginar uma cidade construída apenas com palavras. Cada elemento da cidade seria feito de termos que o nomeiam ou que indicam sua função, seu uso ou suas características. Assim, o telhado de uma casa seria formado por palavras como proteção, cobertura, teto e antichuva; já o chão seria composto de palavras como piso, solo, base e sustentação.
Nessa cidade, construída com o próprio sentido das palavras, qual das opções abaixo não serviria para construir um muro?
Questão 6 14900133
OP 8 e 9 Ano - 1 Fase 2025Leia a frase abaixo:

Com as letras que estão faltando, podemos formar que palavra?
Questão 4 14900112
OP 8 e 9 Ano - 1 Fase 2025Inspirado, com os olhos marejados, Enzo declarou diante da turma:
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Imediatamente, surgiram várias contestações por parte dos colegas — todas contrárias à afirmação, exceto uma:

Questão 3 14900110
OP 8 e 9 Ano - 1 Fase 2025Em Passadolândia, tudo já aconteceu. Os habitantes vivem presos às lembranças e jamais fazem planos ou pensam no futuro — não agem, não criam, apenas recontam o que foi e, vez ou outra, refletem sobre a vida que já passou.
Das frases abaixo, qual é a menos provável de ser dita por um cidadão de Passadolândia?
Questão 1 14900096
OP 8 e 9 Ano - 1 Fase 2025
Na pacata Vila das Regras, o governo estava criando uma série de normas para proteger a população. A ideia parecia boa, mas logo as coisas começaram a ficar um pouco estranhas.
Certo dia, Léo, enquanto caminhava descalço pela grama de um parque, escorregou e machucou o joelho. No dia seguinte, apareceu uma placa: “Proibido andar descalço na grama”.
Marta, ao descascar uma manga, cortou levemente o dedo. No outro dia, surgiu mais uma placa: “Proibido cortar frutas sem luvas de segurança”.
No restaurante, Paulinha estava rindo de uma história engraçada e acabou se engasgando. No dia seguinte, apareceu outra placa: “Proibido dar risada em restaurantes”.
Que placa provavelmente veríamos na Vila das Regras, se um cidadão levasse uma bolada no nariz jogando futebol?
Questão 7 10108343
recategorização 2025/2TEXTO
Melhorando as relações
Tania Zagury
Jovens queixarem-se do que chamam de conservadorismo dos pais, e nem
sempre de forma muito delicada, é bem comum.
Realmente, certas aprendizagens que fazemos na infância acabam se
transformando em uma espécie de “segunda pele” na vida adulta. O que não quer dizer
[5] que todas elas são, necessariamente, ultrapassadas ou erradas. Embora algumas sejam
repetidas mecanicamente e não se justifiquem nos dias atuais, muitas representam
posturas que queremos realmente preservar. Crianças pequenas dificilmente criticam as
regras da família, mas, à medida em que crescem, essa aceitação diminui.
Atualmente, as contestações começam bem mais cedo: tanto pela liberdade que
[10] os pais dão, como pela ação das mídias. Ainda assim, questionamentos devem ser vistos
como normais nas relações e não devem ser confundidos com desrespeito, nem com
agressão: simplesmente porque nem sempre o são. E isso vale para qualquer tipo de
relacionamento, porque conflitos mal resolvidos podem causar rupturas insuperáveis.
Mas, não precisa ser assim, basta que cada parte tenha boa vontade e queira mesmo o
[15] entendimento. Não há dúvida, porém, de que o caminho é tortuoso e demanda
habilidade.
Espera-se que essa habilidade negociadora seja dos adultos, na relação entre pais
e filhos. Mas, não creio que deva ser só dos adultos. Os pais devem definir, como ponto
de partida, que qualquer reivindicação tem de ser feita com polidez. quem dese a
[20] mudanças tem de compreender que s muda quem quer mudar e quem está
convencido de que a mudança lhe será benéfica. É preciso saber, também, que cabe a
quem está incomodado dar o primeiro passo; e não a quem está achando tudo ótimo. E o
que muitos não percebem é que nem sempre os dois lados querem mudar.
A resistência à mudança surge daí. Além disso, a tendência do ser humano é
[25] sempre achar que o outro está sempre errado e, por isso, cada um luta para que o outro
mude. Dá para entender porque tanto desentendimento.
No caso dos pais e filhos, a iniciativa poderia, perfeitamente, partir dos jovens.
No entanto, embora adolescentes, em geral, considerem-se supermaduros, dificilmente
agem de forma a contribuir para a paz familiar. Parecem acreditar que os pais sempre
[30] estão errados, cabendo, pois, aos filhos somente reclamar ou ficar de cara feia. Ocorre
que, a partir dos doze anos, os jovens já têm capacidade de análise e podem,
perfeitamente, identificar causas de desentendimentos, bem como tentar atenuar
conflitos. Por outro lado, pais que desejam minorar brigas precisam ter equilíbrio,
paciência e trabalhar no sentido de dar responsabilidades aos filhos desde cedo,
[35] compreendendo também que, embora algumas atitudes soem como desrespeito (e, às
vezes, são mesmo!), sempre se pode ensinar e aprender a conversar e a reivindicar
adequadamente.
A postura liberal gerou espaços para os filhos explicitarem desejos e objetivos,
portanto, nada impede que a iniciativa parta deles. Quem quer mudanças, porém, deve
[40] conversar de forma educada e argumentar embasadamente. Quanto aos adultos, cabe-
lhes acreditar na capacidade dos jovens e, assim, atuar de forma a não lhes retardar
atitudes maduras.
Resumindo: quem deseja mudanças deve lutar por elas, mas, para ter sucesso, a
batalha deve se revestir de educação, reflexão e autocrítica.
Zagury, Tania. Melhorando as relações. Fonte: Família: Construção e Reconstrução. Belo Horizonte: Escola de Pais do Brasil. Seccional Belo Horizonte (2016/17). 46º Seminário. Texto adaptado.
A posição do pronome, em relação ao verbo, só não pode ser alterada em:
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