Questões de EFAF Português - Gramática
1.745 Questões
Questão 2 10375590
CPM 2019Analise o texto da imagem a seguir para responder a esta questão sobre fonética.

https://g1.globo.com/sp/bauru-marilia/noticia/2018/08/29/bilete-feito-por-menino-para-faltar-a-escola-vira-meme-e-ganha-versoes-feitas-por-bichos-e-famosos.ghtml
Este ano, um recado feito por um menino para tentar faltar à escola virou meme e ganhou diferentes versões. No trecho: “É verdade esse bilete”, há um erro de norma culta escrita que não prejudica a compreensão da mensagem.
Isso ocorre porque há, na palavra bilhete,
Questão 37 10253266
EFOMM 1º Dia 2019Assinale a opção em que, conforme a norma culta, NÃO é possível acrescentar vírgula ao período.
Questão 33 10253227
EFOMM 1º Dia 2019Mas não consigo imaginá-la assim; talvez se na praia ainda houver pitangueiras... (4º parágrafo)
Assinale a opção em que a expressão sublinhada tem uma circunstância diferente da palavra sublinhada no fragmento acima.
Questão 27 10253195
EFOMM 1º Dia 2019O adjetivo é na essência um termo modificador do substantivo e pode se antepor ou pospor a este.
Assinale a opção em que se percebe mudança de sentido quanto à posição do adjetivo.
Questão 5 10134516
CMSM 1° Ano - Prova de Língua Portuguesa 2019Leia o texto abaixo para responder ao item
Texto
O Tempo
[1] A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa,
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
[5] Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
[10] Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará
Mario Quintana
Nos versos 2 a 7, repete-se a mesma estrutura no início de cada verso. A ela damos o nome de :
Questão 5 10113697
CMRJ 1° Ano - Prova de Português 2019COM BASE NO TEXTO I, RESPONDA A QUESTÃO.
Texto
Imaginemos uma situação. Há muitos e muitos anos. Alguém chega a uma terra estranha e
inexplorada. Trata de se situar, ver onde há água, de onde vem o vento, que animais e plantas existem
nas redondezas. Após algumas tentativas fracassadas, conclui que certo ponto é o local mais
adequado para providenciar um abrigo. Trata de construí-lo e torná-lo o mais confortável possível.
[5] Depois encontra alguns vizinhos distantes, com outras vivências diferentes. Trocam experiências,
fazem amizade, incorporam mutuamente as descobertas um do outro. Em mais algum tempo,
constitui-se um novo núcleo familiar. A casa cresce, ganha uma plantação, um cercadinho para os
animais. Faz-se uma estradinha e uma ponte para facilitar o convívio com os amigos. Novas e
crescentes conquistas e aquisições. E assim por diante. Por várias gerações.
[10] Alguns descendentes podem resolver explorar outros lugares. Mas levam a memória da casa,
da plantação, das comidas, da ponte. Levam as ferramentas inventadas, os utensílios desenvolvidos,
as lembranças acumuladas. E tudo se torna muito mais simples para eles graças a isso. Sua trajetória
parte do zero, mas de vitórias e realizações anteriores.
Se um desses descendentes sofrer de uma forma de amnésia total, não conseguirá aproveitar
[15] nada do que seus ancestrais fizeram. Ele não terá a memória das outras experiências. Vai ter que
começar do nada. Chegando a uma terra estranha e inexplorada, pode nem ao menos tratar de se
situar, ver onde há água, de onde vem o vento, que animais e plantas existem nas redondezas... Talvez
procure um abrigo na areia onde a cheia do rio o carregue ou onde as feras vêm beber água. Não
aprendeu com quem viveu antes. Não tem uma experiência anterior que lhe informe nada. Não sabe
[20] pescar nem cozinhar, não maneja uma ferramenta, desconhece armas e utensílios. Pior ainda, pode
estar em frente à casa que herdou e não saber para que serve aquilo. Pode ouvir o chamado de seus
vizinhos e não entender o que lhe dizem.
Reduzido ao instinto, o pobre desmemoriado terá sua própria sobrevivência ameaçada. Um
caso de trágico desperdício.
[25] Ou então, pode-se imaginar alguém que deseja muito melhorar de vida e tem na sala uma arca
cheia de tesouros que os avós e os pais lhe deixaram. Mata-se de trabalhar, mas nunca supôs que
aquele baú fosse mais do que uma caixa vazia. Jamais teve o impulso de arrombá-lo ou a curiosidade
de procurar uma chave que o abrisse. Todo aquele patrimônio, ali pertinho, ao seu alcance, não lhe
serve para nada. Um monumento à inutilidade.
[30] De alguma forma, toda a humanidade passa por riscos semelhantes. Temos de herança o
imenso patrimônio da leitura de obras valiosíssimas que vêm se acumulando pelos séculos afora. Mas
muitas vezes nem desconfiamos disso e nem nos interessamos pela possibilidade de abri-las, ao
menos para ver o que há lá dentro. É uma pena e um desperdício.
Talvez essa seja a primeira razão pela qual eu sempre quis explorar tudo o que eu pudesse
[35] nessa arca e, mais tarde, aproximar meus filhos dos clássicos. Porque eu sei que é um legado
riquíssimo, que se trata de um tesouro inestimável que nós herdamos e ao qual temos direito. Seria
uma estupidez e um absurdo não exigir nossa parte ou simplesmente abrir mão da parte que nos
pertence e deixar que os outros se apoderem de tudo sem dividir conosco.
Ah, sim, porque esse risco também sempre esteve presente na história da humanidade.
[40] Tradicionalmente, a leitura devia ser para poucos porque ela é sempre um elemento de poder e podia
ameaçar as minorias que controlavam os livros (e o conhecimento, o saber, a informação). Esses ideais
de alfabetização para todos e acesso amplo aos livros são muito recentes na História. Mas como
estão aí e não há mais jeito para conseguir manter a massa na ignorância total, até parece que surgiu
outra tática de propósito: distrair a maioria da população com outras coisas, para que ela nem
[45] perceba que tem uma arca cheia de um rico tesouro bem à sua disposição, pertinho, ali no canto da
sala. (...)
Assim, à minha reivindicação de ler literatura (o que, evidentemente, inclui os clássicos),
porque é nosso direito, vem se somar uma determinação de ler porque é uma forma de resistência.
Esse patrimônio está sendo acumulado há milênios, está à minha disposição, uma parte é minha e
[50] ninguém tasca. (...)
Direito e resistência são duas boas razões para a gente chegar perto dos clássicos. Mas há
mais. Talvez a principal seja o prazer que essa leitura nos dá.
(MACHADO. Ana Maria. Como e por que ler os clássicos universais desde cedo. Rio de Janeiro: Objetiva, 2002. p. 16-19. Texto adaptado.)
Ana Maria Machado utiliza a construção “Mas há mais” (l. 51-52) para concluir sua lista de “boas razões para a gente chegar perto dos clássicos”.
Os termos destacados têm semelhança sonora e diferença de sentido, e correspondem, respectivamente, a
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