Questões de EFAF Português - Leitura e Interpretação de Texto
7.497 Questões
Questão 1 10737966
SENAI 1ºAno - CGE 2133 2017/1O texto abaixo se refere à questão.
A linguagem é um instrumento eficaz para atingir objetivos em um mundo marcado pela complexidade das relações humanas. Ela nos permite entrar em relação com outras pessoas, trocar informações, expressar afetos e emoções, solicitar o auxílio do outro, levar o outro a agir, influenciá-lo em suas decisões e ações. É através da linguagem que materializamos nossas intenções em relação ao outro. Segundo Peter Drucker, (...), 60% de todos os problemas administrativos resultam da ineficiência e falhas na comunicação. Não só na área empresarial, mas também em todos os outros domínios (...), a comunicação é importante e sua ineficiência pode causar prejuízos materiais, afetivos e pessoais.
Fonte: EMEDIATO, W. A fórmula do texto – redação, argumentação e leitura. São Paulo: Geração Editorial, 2004
De acordo com o trecho, a linguagem é
Questão 20 10732870
COLÉGIO SÓLIDO* 1° Ano 2017O tenebroso mundo das “novas” festas infantis
POR LAIS FONTENELLE PEREIRA | 01/03/2016

Bolo, balão, brigadeiro, amigos, familiares e parabéns. Onde encontramos todas essas coisas? Em festas de aniversário, especialmente nas de crianças, é claro! Infelizmente essa afirmação já não é tão óbvia assim nos dias atuais, quando as festas, nas classes médias e elites, ganharam espaços e formatos bem singulares – na maioria das vezes inadequados para os pequenos e massificados pelo mercado.
Sem tempo de preparar as festas dos filhos com a devida atenção os pais, hoje, acabam recorrendo a um mercado extremamente rentável de festas infantis customizadas que fazem tudo sob medida para o aniversariante.
A festa se desenrola, na maioria das vezes, em horário e com músicas, comidinhas ou brincadeiras nada adequadas à faixa etária convidada. No decorrer da comemoração, o pequeno aniversariante é estimulado, incansavelmente, por animadores que a todo momento nos fazem lembrar que hoje é o seu dia – e não do personagem famoso, geralmente licenciado, estampado nos quatro cantos do salão tentando roubar a cena das crianças.
A decoração em geral não foge ao padrão princesas para as meninas e super heróis para os meninos – como dita Walt Disney. Enquanto isso os pais, aqueles que conseguiram acompanhar seus filhos, ficam geralmente tomando uma bebidinha e jogando conversa fora, num merecido momento de descontração. Mas quem acompanha as crianças nas festas são, muitas vezes, as ditas folguistas – as babás de fim de semana –, que formam um séquito de branco de olhos atentos nos pequenos.
No fim da festa, a criança geralmente volta para casa exausta com tantos estímulos sonoros, visuais e gustativos, e um saco cheio de presentes, com uma ressalva para as famílias que pedem doações para crianças carentes no lugar de presentes ao homenageado. Ainda assim, somos levados a questionar o que foi celebrado ali: as conquistas de mais um ano de vida entre amigos e familiares – ou o consumo?
É claro que os bufês infantis foram se modernizando e ganharam novos conceitos que acompanham as tendências das classes mais favorecidas, tais como alimentação mais light, sucos verdes, brigadeiros gourmet, brinquedos mais orgânicos, brindes inovadores e decoração ligada à natureza. Contudo, a essência consumista não mudou em nada e segue impregnada nesse rentável modelo de negócios.
Disponível em: http://outraspalavras.net/posts/o-tenebroso-mundo-das-novas-festas-infantis/ (Adaptado)
Através da leitura do texto, é possível perceber que a autora não aprova os novos modelos de festas infantis.
Dentre as alternativas abaixo a que NÃO demonstra essa desaprovação é
Questão 19 10732849
COLÉGIO SÓLIDO* 1° Ano 2017Infância
Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.
Minha mãe ficava sentada cosendo.
Meu irmão pequeno dormia.
Eu sozinho menino entre mangueiras
lia a história de Robinson Crusoé,
comprida história que não acaba mais.
No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu
a ninar nos longes da senzala – e nunca se esqueceu
chamava para o café.
Café preto que nem a preta velha
café gostoso
café bom.
Minha mãe ficava sentada cosendo
olhando para mim:
— Psiu... Não acorde o menino.
Para o berço onde pousou um mosquito.
E dava um suspiro... que fundo!
Lá longe meu pai campeava
no mato sem fim da fazenda.
E eu não sabia que minha história
era mais bonita que a de Robinson Crusoé.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Antologia poética, Record, 2001.
Em dois momentos do poema, Drummond cita o personagem do livro que lia. Veja:
Eu sozinho menino entre mangueiras
lia a história de Robinson Crusoé,
comprida história que não acaba mais.
[...]
E eu não sabia que minha história
era mais bonita que a de Robinson Crusoé.
Robinson Crusoé é o personagem-título da obra criada pelo inglês Daniel Defoe, publicada originalmente em 1719. Nela, relata-se a história de um náufrago que passou 27 anos, dois meses e dezenove dias em uma remota ilha deserta, ao largo da costa venezuelana. As ferramentas, cordas, tábuas e outros utensílios que retira do navio acidentado o ajudam a enfrentar o desamparo e a solidão que viveu nesse período.

O menino lê as aventuras de Robinson Crusoé. Enquanto sua vida é pacata, a do aventureiro é movimentada.
No entanto, o menino identifica-se com o personagem porque
Questão 20 10732834
IFSP 2017/2Os enunciados abaixo apresentam palavras em sentido conotativo, EXCETO.
Questão 16 10732827
IFSP 2017/2TEXTO

(Disponível: http://www.deliriosdaalma.com.br/2014/06/selfie-selfish-adeus-liberdade-adeus.html).
A respeito dos recursos gramaticais usados nessa tirinha, assinale a alternativa INCORRETA.
Questão 14 10732825
IFSP 2017/22a LADAINHA
Por que o raciocínio,
os músculos, os ossos?
A automação, ócio dourado.
O cérebro eletrônico, o músculo
mecânico
mais fáceis que um sorriso.
Por que o coração?
O de metal não tornará o homem
mais cordial,
dando-lhe um ritmo extracorporal?
Por que levantar o braço
para colher o fruto?
A máquina o fará por nós.
Por que labutar no campo, na cidade?
A máquina o fará por nós.
Por que pensar, imaginar?
A máquina o fará por nós.
Por que fazer um poema?
A máquina o fará por nós.
Por que subir a escada de Jacó?
A máquina o fará por nós.
Ó máquina, orai por nós.
(Cassiano Ricardo. In: Seleta em prosa e verso. Rio de Janeiro).
Em relação aos aspectos formais do poema, analise as afirmativas:
I. O poema é constituído de quatro estrofes e vinte e dois versos.
II. Há uma preocupação do poeta com a combinação de rimas em todas as estrofes.
III. A linguagem do poema é pouco expressiva, predominando assim a denotação.
IV. Há uma voz coletiva expressa pelo eu lírico. Isso se confirma com a menção do pronome nós.
Está correto o que se afirma em
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