Questões de EFAF Português
15.488 Questões
Questão 9 10763725
COLTEC 2020Assinale a alternativa INCORRETA a partir da análise de Policarpo Quaresma como protagonista de Triste Fim de Policarpo Quaresma.
Questão 8 10763721
COLTEC 2020Assinale a alternativa CORRETA tendo em vista a obra literária Triste Fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto, na história da Literatura Brasileira.
Questão 7 10763716
COLTEC 2020Releia este trecho observando as repetições em destaque.
Consequentemente, se um cidadão cumpridor da lei foi machucado ou morto como resultado desta política do governo, então o governo é o culpado pela violação do direito à vida deste cidadão.
Assinale a alternativa que apresenta reescrita que eliminou CORRETAMENTE as repetições do trecho original sem alteração de sentido e violação da norma padrão.
Questão 34 10738220
COLÉGIO SÓLIDO* 1º Ano 2020Em comemoração ao dia internacional da mulher, um município organizou palestras e debates com o tema saúde da mulher. Na questão existe imagem do espaço físico onde acontecerá o evento já com alocação de alguns entretenimentos.
Dessa forma ajude na organização e descubra as medidas desconhecidas em cada situação.

Visualizando o espaço com duas praças circulares tangentes exteriormente, deseja-se saber qual a distância que as mulheres do evento irão percorrer do ponto C ao D, sabendo que AC e BD possuem medidas de 4m e 9m respectivamente.

Questão 18 10738124
COLÉGIO SÓLIDO* 1º Ano 2020AS MULHERES E A DISPUTA PELOS ESPAÇOS DE PODER
O dia 24 de fevereiro de 1932 foi um marco na história da mulher brasileira, que foi consolidado na Constituição de 1934

A primeira eleitora registrada no Brasil foi em 1927, no estado do Rio Grande do Norte
Yanne Teles
Brasil de Fato/ Recife (PE), 21 de março de 2017 às 10:09.
Ainda sob os ecos do 8 de março, O Dia Internacional da Mulher, na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual.
O dia 8 de março é o resultado de uma série de fatos, lutas e reivindicações das mulheres por melhores condições de trabalho e direitos sociais e políticos.
Por conta dessas lutas é que as garantias dos espaços para as mulheres têm sido alcançadas. Mas vale salientar que isso tem acontecido em passos lentos.
A grande batalha da mulher é ainda a ocupação de espaços de poder.
No Brasil, o poder é um domínio ocupado hegemonicamente ainda por homens. As decisões públicas do país são essencialmente masculinas, e nesse contexto, as decisões quanto às relações de gênero não carregam sensibilidade.
A sociedade tem que entender que a participação da mulher na política em um país democrático é fundamental para o alcance da igualdade e do desenvolvimento, e consequentemente da paz.
Acabamos de completar 85 anos da conquista do direito ao voto. O dia 24 de fevereiro de 1932 foi um marco na história da mulher brasileira, que foi consolidado na Constituição de 1934. Porém, já era uma luta antiga.
A primeira eleitora registrada no Brasil foi em 1927, no estado do Rio Grande do Norte que passou na frente de todo o país.
[...]
Já quanto à representatividade, de acordo com dados captados na biblioteca do Senado, elegemos a primeira deputada em 1934 no estado de São Paulo. A primeira deputada negra foi eleita em Santa Catarina no ano de 1935. A primeira senadora no ano de 1981, Governadora, apenas em 1994, Roseana Sarney no estado do Maranhão.
E em outubro de 2010 tivemos a primeira presidenta eleita, Dilma Roussef.
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na composição atual da Câmara, das 513 cadeiras, somente 55 são ocupadas por mulheres (10,7%). No Senado, o percentual é um pouco maior. Das 81 cadeiras, 12 são ocupadas por mulheres (14,8%).
São 67 mulheres entre os 594 deputados e senadores (11,2%).
Nesse cenário, o Brasil ocupa a 154ª posição em um ranking internacional, elaborado pela União Interparlamentar que listou 190 países, sobre a participação da mulher nos parlamentos.
O direito de votar e ser votada sem dúvida foi uma grande representatividade das mulheres nos espaços de poder.
E vale lembrar que a mulher negra ainda é sub-representada no parlamento.
Através de políticas afirmativas, se conseguiu instituir cotas no sistema político para inclusão das mulheres na política.
A legislação eleitoral brasileira passou a estimular a participação feminina na política estabelecendo um percentual mínimo de 30% de candidaturas de cada sexo (artigo 10, parágrafo 3º, da Lei 9.504, de 1997).
[...]
Porém, mesmo com as cotas, o percentual de mulheres eleitas é muito baixo, e embora representem 7 milhões a mais de votos, as mulheres ainda não têm representação proporcional a esse número no Parlamento.
Toda a sociedade perde com essa falta de representação. A política fica com visões distorcidas sobre os problemas sociais, fica com visões estreitas sobre a realidade e visões parciais sobre o projeto de desenvolvimento do país.
Nessa conjuntura, percebemos então, que mesmo as estatísticas detecta vários setores, o lugar da mulher brasileira ainda reflete o domínio do homem sobre a vida dela.
TELES,Yanne. As mulheres e as disputas pelos espaços de poder. Brasil de fato, 21 mar. 2017. Disponível em: www. brasildefato.com.br/2017/03/21.
O artigo de opinião é um tipo de texto dissertativo-argumentativo no qual o autor assume e defende um ponto de vista em relação ao assunto.
A posição ou tese defendida pelo autor no texto é a de que
Questão 14 10738092
COLÉGIO SÓLIDO* 1º Ano 2020Time feminino conquista título contra garotos.
Pais dos meninos não aceitam.

Participar de um campeonato masculino foi revelador para o time feminino do Centro Olímpico de São Paulo. As atletas de até 14 anos descobriram que os garotos se sentiam menores em perder para meninas. Os pais deles também não aceitavam a derrota. E até brigaram com os filhos.
“Existia uma cobrança de certa forma exagerada em relação às derrotas dos meninos para as meninas. Eu acho que também é uma coisa que a gente cutucou uma ferida que, no Brasil, ainda não é coisa bem explicada. A gente invadiu um campeonato que [achavam que] a gente não tinha, talvez, que se meter naquilo e causou um certo mal-estar”, afirma Lucas Piccinato, treinador do Centro Olímpico.
A ideia de se inscrever num torneio masculino sub-13 ocorreu por um motivo simples: não há competições nesta faixa etária para times femininos. A Copa Moleque Travesso é um campeonato tradicional de São Paulo e os outros sete participantes foram consultados em aceitar a equipe. Houve uma objeção.
O time do Centro Olímpico pediu e entrou na disputa autorizado a ter sete atletas de 14 anos para equilibrar a diferença física. A campanha foi de três vitórias, duas derrotas e dois empates, obtendo o terceiro lugar na classificação e vaga nas semifinais. “Eu não condeno, eu acho que todo o Brasil tem que melhorar em relação ao preconceito. A gente
acabou invadindo o espaço de uma competição masculina. [...]”
O treinador declarou que pais dos jogadores diziam que os meninos não entravam forte por medo de machucar as adversárias. O pico da discórdia ocorreu quando foi dito que futebol não era coisa de meninas.
Na partida valendo o lugar na decisão, a equipe pegou o Olímpia, o time que não aceitou a participação das atletas e para quem havia perdido por 2 a 1 na fase de grupos. Lucas conta que havia certa rivalidade pelo histórico e um mal-entendido ocorrido nas arquibancadas no jogo anterior.
As meninas ganharam a semifinal por 3 a 1. [...] Nas arquibancadas, os pais das garotas ouviram mais uma vez que havia medo de machucar as atletas e que futebol não é para elas. Também escutaram que o resultado ocorreu por causa das atletas de 14 anos.
"Em alguns momentos, os pais das outras equipes - principalmente nos jogos da final e semifinal - usaram isso como muleta. Só que ao mesmo tempo essas duas mesmas equipes durante a competição nos jogos da fase regular venceram a gente com essas mesmas sete meninas jogando".
A vitória na final contra o São Paulo Piloto foi por 3 a 0 e rendeu mais que o troféu. A zagueira Lauren Leal foi eleita a melhor jogadora da decisão. Outra premiação individual coube a Marcelli, escolhida melhor goleira da Copa Moleque Travesso.
O que chamou atenção também foi o engajamento dos pais das meninas. Não apenas por fazerem camisetas para as fases finais, mas pela defesa do direito das mulheres jogarem bola.
“Acabava que os pais passavam para nossas atletas uma certa luta, uma resistência contra todo o preconceito em volta", concluiu o técnico.
Felipe Pereira. Time feminino conquista título contra garotos. Pais dos meninos não aceitam. UOL, 25 jul. 2016.
Considere o fragmento da reportagem:
“Existia uma cobrança de certa forma exagerada em relação às derrotas dos meninos para as meninas. Eu acho que também é uma coisa que a gente cutucou uma ferida que, no Brasil, ainda não é coisa bem explicada. A gente invadiu um campeonato que [achavam que] a gente não tinha, talvez, que se meter naquilo e causou um certo mal-estar”.
Uma característica da composição que constitui o relato do treinador do time do Centro Olímpico de São Paulo como modalidade falada da língua é
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