Questões de EFAF Português
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Questão 14 15469455
EPSJV Técnico em Saúde 2020A questão refere-se aos poemas “O bicho” (TEXTO I), de Manuel Bandeira, e “Gente miúda” (TEXTO II), de Sérgio Vaz:
TEXTO I
O bicho
Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
Manuel Bandeira (do livro Belo Belo de 1947)
TEXTO II
Gente Miúda
Daniel não tinha documentos,
RG, certidão ou carteira profissional.
Não tinha sobrenome,
não tinha número, nem cidade natal.
Quase um bicho, dormia na rua sobre as notícias
e acordava na sarjeta, na calçada ou no lixo.
Os dentes, em intervalos,
mastigavam as migalhas do mundo,
as sobras do planeta.
Era soldado
das tropas dos famintos.
Os trapos — fardas dos miseráveis —
cobriam-lhe apenas o peito, a bunda e o pinto.
Sangrava de dia
o açoite do abandono.
Amigos? Só os cães,
que o protegiam dos seres humanos.
Morreu
velho e abatido
depois de viver, todos os dias,
durante trinta e sete anos,
como se nunca tivesse existido.
Sérgio Vaz (do livro Colecionador de Pedras de 2013)
Pode-se afirmar que o título do poema “Gente Miúda” de Sérgio Vaz refere-se a:
Questão 13 15468739
EPSJV Técnico em Saúde 2020A questão refere-se aos poemas “O bicho” (TEXTO I), de Manuel Bandeira, e “Gente miúda” (TEXTO II), de Sérgio Vaz:
TEXTO I
O bicho
Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
Manuel Bandeira (do livro Belo Belo de 1947)
TEXTO II
Gente Miúda
Daniel não tinha documentos,
RG, certidão ou carteira profissional.
Não tinha sobrenome,
não tinha número, nem cidade natal.
Quase um bicho, dormia na rua sobre as notícias
e acordava na sarjeta, na calçada ou no lixo.
Os dentes, em intervalos,
mastigavam as migalhas do mundo,
as sobras do planeta.
Era soldado
das tropas dos famintos.
Os trapos — fardas dos miseráveis —
cobriam-lhe apenas o peito, a bunda e o pinto.
Sangrava de dia
o açoite do abandono.
Amigos? Só os cães,
que o protegiam dos seres humanos.
Morreu
velho e abatido
depois de viver, todos os dias,
durante trinta e sete anos,
como se nunca tivesse existido.
Sérgio Vaz (do livro Colecionador de Pedras de 2013)
Podemos afirmar que no poema “O Bicho” de Manuel Bandeira cada uma das quatro estrofes foca em uma perspectiva:
Questão 12 15468737
EPSJV Técnico em Saúde 2020A questão refere-se aos poemas “O bicho” (TEXTO I), de Manuel Bandeira, e “Gente miúda” (TEXTO II), de Sérgio Vaz:
TEXTO I
O bicho
Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
Manuel Bandeira (do livro Belo Belo de 1947)
TEXTO II
Gente Miúda
Daniel não tinha documentos,
RG, certidão ou carteira profissional.
Não tinha sobrenome,
não tinha número, nem cidade natal.
Quase um bicho, dormia na rua sobre as notícias
e acordava na sarjeta, na calçada ou no lixo.
Os dentes, em intervalos,
mastigavam as migalhas do mundo,
as sobras do planeta.
Era soldado
das tropas dos famintos.
Os trapos — fardas dos miseráveis —
cobriam-lhe apenas o peito, a bunda e o pinto.
Sangrava de dia
o açoite do abandono.
Amigos? Só os cães,
que o protegiam dos seres humanos.
Morreu
velho e abatido
depois de viver, todos os dias,
durante trinta e sete anos,
como se nunca tivesse existido.
Sérgio Vaz (do livro Colecionador de Pedras de 2013)
A imagem do cão aparece em ambos os poemas. Em “O Bicho”, de Manuel Bandeira, o cão não é o bicho referido no título do poema, apesar de comumente ser identificado como um animal que pode ser visto “catando comida entre os detritos”.
No caso de “Gente Miúda”, de Sérgio Vaz, podemos afirmar que os cães no poema:
Questão 11 15468043
EPSJV Técnico em Saúde 2020A questão refere-se aos poemas “O bicho” (TEXTO I), de Manuel Bandeira, e “Gente miúda” (TEXTO II), de Sérgio Vaz:
TEXTO I
O bicho
Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
Manuel Bandeira (do livro Belo Belo de 1947)
TEXTO II
Gente Miúda
Daniel não tinha documentos,
RG, certidão ou carteira profissional.
Não tinha sobrenome,
não tinha número, nem cidade natal.
Quase um bicho, dormia na rua sobre as notícias
e acordava na sarjeta, na calçada ou no lixo.
Os dentes, em intervalos,
mastigavam as migalhas do mundo,
as sobras do planeta.
Era soldado
das tropas dos famintos.
Os trapos — fardas dos miseráveis —
cobriam-lhe apenas o peito, a bunda e o pinto.
Sangrava de dia
o açoite do abandono.
Amigos? Só os cães,
que o protegiam dos seres humanos.
Morreu
velho e abatido
depois de viver, todos os dias,
durante trinta e sete anos,
como se nunca tivesse existido.
Sérgio Vaz (do livro Colecionador de Pedras de 2013)
Em relação aos poemas de Sérgio Vaz e Manuel Bandeira podemos afirmar que:
Questão 10 15468024
EPSJV Técnico em Saúde 2020A questão refere-se à tirinha abaixo (TEXTO):
TEXTO

Disponível em https://suburbanodigital.blogspot.com/2018/03/tirinhada-mafalda-o-indicador-de-desemprego.html , acessado em 20/09/2019
O humor crítico na tirinha é alcançado por meio da polissemia da palavra “indicador”, uma vez que:
Questão 9 15468022
EPSJV Técnico em Saúde 2020A questão refere-se à charge abaixo, de Laerte (TEXTO):
TEXTO

Disponível em https://angelorigon.com.br/2017/12/19/charge-787/,acessado em 20/09/2019
A opção que melhor explica a situação retratada na charge de Laerte (TEXTO) é:
06
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