Questões de EFAF Português - Leitura e Interpretação de Texto
Questão 9 10719894
CMS 6° Ano - Português 2018OS TEXTOS 2 e 3 REFERE-SE AO ITEM
TEXTO 2

http://monica.gomes.blogspot.com/2014/03/o-melhor-amigo.html
TEXTO 3
Se as meninas do Leblon não olham mais pra mim
(Eu uso óculos)
E volta e meia cu entro com meu carro pela contramão
(Eu 'tô sem óculos)
Se eu tô alegre eu ponho os óculos e vejo
tu do bem
Mas se eu tô triste, eu tiro os óculos
Eu não vejo ninguém
Por que você não olha pra mim?
Me diz o que é que eu tenho de mal
Por que você não olha pra mim?
Por trás dessa lente tem um cara legal
Eu decidi dizer que eu nunca fui o tal
Era mais fácil se eu tentasse fazer charme de intelectual
Se eu te disser. periga você não acreditar em mim
Eu não nasci de óculos
Eu não era assim não
Por que você não olha pra mim?
Me diz o que é que eu tenho de mal
Por que você não olha pra mim?
Por trás dessa lente tem um cara legal
Por que você não olha pra mim?
Por que você diz sempre que não?
Por que você não olha pra mim?
Por trás dessa lente também bate um coração
https://www. letras.mus.br/os-paralamas-do- sucesso/47956.
Assinale a alternativa cujo uso do porquê se assemelha ao do texto 3.
Questão 7 10719867
CMS 6° Ano - Português 2018OS TEXTOS 2 e 3 REFERE-SE AO ITEM
TEXTO 2

http://monica.gomes.blogspot.com/2014/03/o-melhor-amigo.html
TEXTO 3
Se as meninas do Leblon não olham mais pra mim
(Eu uso óculos)
E volta e meia cu entro com meu carro pela contramão
(Eu 'tô sem óculos)
Se eu tô alegre eu ponho os óculos e vejo
tu do bem
Mas se eu tô triste, eu tiro os óculos
Eu não vejo ninguém
Por que você não olha pra mim?
Me diz o que é que eu tenho de mal
Por que você não olha pra mim?
Por trás dessa lente tem um cara legal
Eu decidi dizer que eu nunca fui o tal
Era mais fácil se eu tentasse fazer charme de intelectual
Se eu te disser. periga você não acreditar em mim
Eu não nasci de óculos
Eu não era assim não
Por que você não olha pra mim?
Me diz o que é que eu tenho de mal
Por que você não olha pra mim?
Por trás dessa lente tem um cara legal
Por que você não olha pra mim?
Por que você diz sempre que não?
Por que você não olha pra mim?
Por trás dessa lente também bate um coração
https://www. letras.mus.br/os-paralamas-do- sucesso/47956.
A partir da leitura dos textos 2 e 3, pode-se afirmar que:
Questão 6 10719864
CMS 6° Ano - Português 2018O TEXTO REFERE-SE AO ITEM
A Pechada (adaptado)
O apelido foi instantâneo. No primeiro dia de aula, o aluno novo já estava sendo chamado de
“Gaúcho”. Porque era gaúcho. Recém-chegado do Rio Grande do Sul, com um sotaque carregado.
– Aí, Gaúcho!
– Fala, Gaúcho!
[5] Perguntaram para a professora por que o Gaúcho falava diferente. A professora explicou que
cada região tinha seu idioma, mas que as diferenças não eram tão grandes assim. Afinal, todos
falavam português. Variava a pronúncia, mas a língua era uma só. E os alunos não achavam
formidável que num país do tamanho do Brasil todos falassem a mesma língua, só com pequenas
variações?
[10] – Mas o Gaúcho fala "tu"! — disse Jorge, que era quem mais implicava com o novato.
– É fala certo - disse a professora. — Pode-se dizer "tu" e pode-se dizer "você". Os dois estão
certos. Os dois são português.
Jorge fez cara de quem não se entregara.
Um dia o Gaúcho chegou tarde na aula e explicou para a professora o que acontecera.
[15] – O pai atravessou a sinaleira e pechou.
– O quê?
– O pai. Atravessou a sinaleira e pechou.
A professora sorriu. Depois achou que não era caso para sorrir. Afinal, o pai do menino
atravessara uma sinaleira e pechara. Podia estar, naquele momento, em algum hospital. Gravemente
[20] pechado. Com pedaços de sinaleira sendo retirados do seu corpo.
– O que foi que ele disse, tia? — quis saber Jorge.
– Que o pai dele atravessou uma sinaleira e pechou.
– E o que é isso?
– Gaúcho... quer dizer, Rodrigo: explique para a classe o que aconteceu.
[25] – Nós vinha...
– Nós vínhamos.
– Nós vínhamos de auto. o pai não viu a sinaleira fechada, passou no vermelho e deu uma
pechada noutro auto.
A professora varreu a classe com seu sorriso. Estava claro o que acontecera? Ao mesmo tempo,
[30] procurava uma tradução para o relato do paúcho. Não podia admitir que não o entendera. Não com
Jorge rindo daquele jeito.
“Sinaleira”, obviamente, era sinal, semáforo. "Auto" era automóvel, carro. Mas "pechar" o que
era? Bater, claro. Mas de onde viera aquela estranha palavra? Só muitos dias depois a professora
descobriu que "pechar" vinha do espanhol e queria dizer bater com o peito, e até lá teve que se
[35] esforçar para convencer Jorge de que era mesmo brasileiro o que falava o novato. Que já ganhara
outro apelido: Pechada.
– Ai. Pechada!
– Fala, Pechada!
Fonte: Revista Nova Escola, maio 2001.
Levando em consideração todo o texto, o que quis dizer o narrador ao afirmar que “Jorge fez cara de quem não se entregara.” (linha 13)?
Questão 5 10719861
CMS 6° Ano - Português 2018O TEXTO REFERE-SE AO ITEM
A Pechada (adaptado)
O apelido foi instantâneo. No primeiro dia de aula, o aluno novo já estava sendo chamado de
“Gaúcho”. Porque era gaúcho. Recém-chegado do Rio Grande do Sul, com um sotaque carregado.
– Aí, Gaúcho!
– Fala, Gaúcho!
[5] Perguntaram para a professora por que o Gaúcho falava diferente. A professora explicou que
cada região tinha seu idioma, mas que as diferenças não eram tão grandes assim. Afinal, todos
falavam português. Variava a pronúncia, mas a língua era uma só. E os alunos não achavam
formidável que num país do tamanho do Brasil todos falassem a mesma língua, só com pequenas
variações?
[10] – Mas o Gaúcho fala "tu"! — disse Jorge, que era quem mais implicava com o novato.
– É fala certo - disse a professora. — Pode-se dizer "tu" e pode-se dizer "você". Os dois estão
certos. Os dois são português.
Jorge fez cara de quem não se entregara.
Um dia o Gaúcho chegou tarde na aula e explicou para a professora o que acontecera.
[15] – O pai atravessou a sinaleira e pechou.
– O quê?
– O pai. Atravessou a sinaleira e pechou.
A professora sorriu. Depois achou que não era caso para sorrir. Afinal, o pai do menino
atravessara uma sinaleira e pechara. Podia estar, naquele momento, em algum hospital. Gravemente
[20] pechado. Com pedaços de sinaleira sendo retirados do seu corpo.
– O que foi que ele disse, tia? — quis saber Jorge.
– Que o pai dele atravessou uma sinaleira e pechou.
– E o que é isso?
– Gaúcho... quer dizer, Rodrigo: explique para a classe o que aconteceu.
[25] – Nós vinha...
– Nós vínhamos.
– Nós vínhamos de auto. o pai não viu a sinaleira fechada, passou no vermelho e deu uma
pechada noutro auto.
A professora varreu a classe com seu sorriso. Estava claro o que acontecera? Ao mesmo tempo,
[30] procurava uma tradução para o relato do paúcho. Não podia admitir que não o entendera. Não com
Jorge rindo daquele jeito.
“Sinaleira”, obviamente, era sinal, semáforo. "Auto" era automóvel, carro. Mas "pechar" o que
era? Bater, claro. Mas de onde viera aquela estranha palavra? Só muitos dias depois a professora
descobriu que "pechar" vinha do espanhol e queria dizer bater com o peito, e até lá teve que se
[35] esforçar para convencer Jorge de que era mesmo brasileiro o que falava o novato. Que já ganhara
outro apelido: Pechada.
– Ai. Pechada!
– Fala, Pechada!
Fonte: Revista Nova Escola, maio 2001.
Assinale a alternativa que mantenha correspondência de sentido com o trecho “Afinal, o pai do menino atravessara uma sinaleira e pechara.” (linhas 18 e 19).
Questão 4 10719858
CMS 6° Ano - Português 2018O TEXTO REFERE-SE AO ITEM
A Pechada (adaptado)
O apelido foi instantâneo. No primeiro dia de aula, o aluno novo já estava sendo chamado de
“Gaúcho”. Porque era gaúcho. Recém-chegado do Rio Grande do Sul, com um sotaque carregado.
– Aí, Gaúcho!
– Fala, Gaúcho!
[5] Perguntaram para a professora por que o Gaúcho falava diferente. A professora explicou que
cada região tinha seu idioma, mas que as diferenças não eram tão grandes assim. Afinal, todos
falavam português. Variava a pronúncia, mas a língua era uma só. E os alunos não achavam
formidável que num país do tamanho do Brasil todos falassem a mesma língua, só com pequenas
variações?
[10] – Mas o Gaúcho fala "tu"! — disse Jorge, que era quem mais implicava com o novato.
– É fala certo - disse a professora. — Pode-se dizer "tu" e pode-se dizer "você". Os dois estão
certos. Os dois são português.
Jorge fez cara de quem não se entregara.
Um dia o Gaúcho chegou tarde na aula e explicou para a professora o que acontecera.
[15] – O pai atravessou a sinaleira e pechou.
– O quê?
– O pai. Atravessou a sinaleira e pechou.
A professora sorriu. Depois achou que não era caso para sorrir. Afinal, o pai do menino
atravessara uma sinaleira e pechara. Podia estar, naquele momento, em algum hospital. Gravemente
[20] pechado. Com pedaços de sinaleira sendo retirados do seu corpo.
– O que foi que ele disse, tia? — quis saber Jorge.
– Que o pai dele atravessou uma sinaleira e pechou.
– E o que é isso?
– Gaúcho... quer dizer, Rodrigo: explique para a classe o que aconteceu.
[25] – Nós vinha...
– Nós vínhamos.
– Nós vínhamos de auto. o pai não viu a sinaleira fechada, passou no vermelho e deu uma
pechada noutro auto.
A professora varreu a classe com seu sorriso. Estava claro o que acontecera? Ao mesmo tempo,
[30] procurava uma tradução para o relato do paúcho. Não podia admitir que não o entendera. Não com
Jorge rindo daquele jeito.
“Sinaleira”, obviamente, era sinal, semáforo. "Auto" era automóvel, carro. Mas "pechar" o que
era? Bater, claro. Mas de onde viera aquela estranha palavra? Só muitos dias depois a professora
descobriu que "pechar" vinha do espanhol e queria dizer bater com o peito, e até lá teve que se
[35] esforçar para convencer Jorge de que era mesmo brasileiro o que falava o novato. Que já ganhara
outro apelido: Pechada.
– Ai. Pechada!
– Fala, Pechada!
Fonte: Revista Nova Escola, maio 2001.
No trecho “Que já ganhara outro apelido: Pechada..” (linhas 35 e 36), utilizam-se dois pontos para indicar:
Questão 3 10719854
CMS 6° Ano - Português 2018O TEXTO REFERE-SE AO ITEM
A Pechada (adaptado)
O apelido foi instantâneo. No primeiro dia de aula, o aluno novo já estava sendo chamado de
“Gaúcho”. Porque era gaúcho. Recém-chegado do Rio Grande do Sul, com um sotaque carregado.
– Aí, Gaúcho!
– Fala, Gaúcho!
[5] Perguntaram para a professora por que o Gaúcho falava diferente. A professora explicou que
cada região tinha seu idioma, mas que as diferenças não eram tão grandes assim. Afinal, todos
falavam português. Variava a pronúncia, mas a língua era uma só. E os alunos não achavam
formidável que num país do tamanho do Brasil todos falassem a mesma língua, só com pequenas
variações?
[10] – Mas o Gaúcho fala "tu"! — disse Jorge, que era quem mais implicava com o novato.
– É fala certo - disse a professora. — Pode-se dizer "tu" e pode-se dizer "você". Os dois estão
certos. Os dois são português.
Jorge fez cara de quem não se entregara.
Um dia o Gaúcho chegou tarde na aula e explicou para a professora o que acontecera.
[15] – O pai atravessou a sinaleira e pechou.
– O quê?
– O pai. Atravessou a sinaleira e pechou.
A professora sorriu. Depois achou que não era caso para sorrir. Afinal, o pai do menino
atravessara uma sinaleira e pechara. Podia estar, naquele momento, em algum hospital. Gravemente
[20] pechado. Com pedaços de sinaleira sendo retirados do seu corpo.
– O que foi que ele disse, tia? — quis saber Jorge.
– Que o pai dele atravessou uma sinaleira e pechou.
– E o que é isso?
– Gaúcho... quer dizer, Rodrigo: explique para a classe o que aconteceu.
[25] – Nós vinha...
– Nós vínhamos.
– Nós vínhamos de auto. o pai não viu a sinaleira fechada, passou no vermelho e deu uma
pechada noutro auto.
A professora varreu a classe com seu sorriso. Estava claro o que acontecera? Ao mesmo tempo,
[30] procurava uma tradução para o relato do paúcho. Não podia admitir que não o entendera. Não com
Jorge rindo daquele jeito.
“Sinaleira”, obviamente, era sinal, semáforo. "Auto" era automóvel, carro. Mas "pechar" o que
era? Bater, claro. Mas de onde viera aquela estranha palavra? Só muitos dias depois a professora
descobriu que "pechar" vinha do espanhol e queria dizer bater com o peito, e até lá teve que se
[35] esforçar para convencer Jorge de que era mesmo brasileiro o que falava o novato. Que já ganhara
outro apelido: Pechada.
– Ai. Pechada!
– Fala, Pechada!
Fonte: Revista Nova Escola, maio 2001.
Releia o trecho “E os alunos não achavam formidável que num país do tamanho do Brasil todos falassem a mesma língua, só com pequenas variações?” (linhas 7 a 9)
Dentro do contexto em que está inserido, o vocábulo “formidável” pode ser substituído, sem mudança de sentido por:
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