Questões de EFAF Português - Gramática
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Questão 17 10727377
IFAL 6° Ano - Língua Portuguesa e Matemática 2011Dentre os destaques nos trechos abaixo, apenas um não sofreu alteração com as novas regras ortográficas da língua portuguesa.
Qual?
Questão 7 10723248
COTIL 1° Ano 2011Texto para a questão.
O TRAJE
- Lya Luft -
Nunca nos lembramos desse nosso traje cotidiano que é a linguagem. Muitos a usam como trapos, mas, se tomassem consciência disso, ligeiro tratariam de melhorar, caprichar, conseguir uma vestimenta mais adequada.
Por que será que somos displicentes com esse instrumento tão nosso, o que mais empregamos, aquele que até crianças e analfabetos manejam a vida inteira?
Talvez nos tenhamos acostumado demais com ele. É demasiadamente nosso como um braço, um olho e nunca chegamos a nos dar realmente conta de que esse braço é meio curto, o olho meio vesgo ou míope...
Não falo na linguagem oral, nessa comunicação espontânea que obedece a leis próprias, que vão do menor esforço à coerção social. Falo da linguagem escrita, essa que os analfabetos não manejam, mas que muito doutor esgrime como se não soubesse além da cartilha...
Nem precisamos procurar os mais ignorantes. Abre-se jornal, abre-se revista (de cultura também, sim, senhores!) e os monstrinhos nos saltam aos olhos.
Pontuação? Ninguém sabe. Vírgulas parecem derramadas pela página por algum duende maluco, que quisesse brincar de fazer frases ambíguas, pensamentos tortos, expressões esmolambadas.
Verbos? “Detei-vos”, “intervido”, “mantesse” são mimos constantes. Não há sujeito que concorde com verbo numa página de fio a pavio. Lá pelas tantas um ouvido deseducado, um escriba relaxado solta as maiores heresias.
E a ortografia? Acreditem ou não, ainda agora ouço universitários e professores afirmando que “acento, para mim, não existe mais!”
Pobres alunos, de tão desanimados ou desiludidos mestres: lá vêm as crianças para casa trocando acentos como bêbados trocam as pernas.
Todas essas pessoas: estudantes, professores, jornalistas, intelectuais, morreriam de vergonha se fossem apanhados em público de cuecas ou trapos. Mas, olhe lá, a linguagem escrita de muita gente boa por aí não vai além de uma tanguinha de Adão e muito mal colocada... deixa à mostra um bom pedaço de vergonha.
Lya Luft. Matéria do Cotidiano.Porto Alegre. Grafosul/ELRS, 1978.
Frequentemente ocorrem incorreções na conjugação de alguns verbos, como bem exemplifica o texto: “detei-vos”,” intervido”, “mantesse”.
Falha da mesma natureza ocorre em todas as orações que seguem, exceto em:
Questão 4 10723205
COTIL 1° Ano 2011Texto para a questão.
O TRAJE
- Lya Luft -
Nunca nos lembramos desse nosso traje cotidiano que é a linguagem. Muitos a usam como trapos, mas, se tomassem consciência disso, ligeiro tratariam de melhorar, caprichar, conseguir uma vestimenta mais adequada.
Por que será que somos displicentes com esse instrumento tão nosso, o que mais empregamos, aquele que até crianças e analfabetos manejam a vida inteira?
Talvez nos tenhamos acostumado demais com ele. É demasiadamente nosso como um braço, um olho e nunca chegamos a nos dar realmente conta de que esse braço é meio curto, o olho meio vesgo ou míope...
Não falo na linguagem oral, nessa comunicação espontânea que obedece a leis próprias, que vão do menor esforço à coerção social. Falo da linguagem escrita, essa que os analfabetos não manejam, mas que muito doutor esgrime como se não soubesse além da cartilha...
Nem precisamos procurar os mais ignorantes. Abre-se jornal, abre-se revista (de cultura também, sim, senhores!) e os monstrinhos nos saltam aos olhos.
Pontuação? Ninguém sabe. Vírgulas parecem derramadas pela página por algum duende maluco, que quisesse brincar de fazer frases ambíguas, pensamentos tortos, expressões esmolambadas.
Verbos? “Detei-vos”, “intervido”, “mantesse” são mimos constantes. Não há sujeito que concorde com verbo numa página de fio a pavio. Lá pelas tantas um ouvido deseducado, um escriba relaxado solta as maiores heresias.
E a ortografia? Acreditem ou não, ainda agora ouço universitários e professores afirmando que “acento, para mim, não existe mais!”
Pobres alunos, de tão desanimados ou desiludidos mestres: lá vêm as crianças para casa trocando acentos como bêbados trocam as pernas.
Todas essas pessoas: estudantes, professores, jornalistas, intelectuais, morreriam de vergonha se fossem apanhados em público de cuecas ou trapos. Mas, olhe lá, a linguagem escrita de muita gente boa por aí não vai além de uma tanguinha de Adão e muito mal colocada... deixa à mostra um bom pedaço de vergonha.
Lya Luft. Matéria do Cotidiano.Porto Alegre. Grafosul/ELRS, 1978.
O texto apresentado é, predominantemente,
Questão 5 624416
COTUCA 2011Leia com atenção o texto abaixo:
“Um dos personagens mais quixotescos dos quadrinhos nacionais, Jeremias, o Bom, está de volta. Com pouco mais de quarenta anos, ainda elegante, sempre polido e bem vestido – com terno de corte impecável, gravata arrumadinha e sapatos engraxados – continua sempre disposto a ajudar, sua marca registrada. Como o definiu Antonio Callado, um cara pronto a entregar o coração aos transplantes. (...)”
(STAUT, Alexandre. Fim de semana. Gazeta Mercantil, v.08/janeiro, p.7, 2007.)
Várias razões determinam o emprego da vírgula, entre elas:
• isolar o aposto;
• identificar o deslocamento de uma expressão adverbial e
• separar os elementos de uma lista.
Dentre as alternativas abaixo, indique aquela que apresenta, respectivamente, exemplos para cada um desses usos da vírgula.
Questão 35 169958
IFMT 2011/2Identifique cada afirmação como verdadeira (V) ou falsa (F):
I. (5 + 12)2 = 52 + 122 .
II. -32 = -9.
III. 210 + 210 = 220 .
A sequência correta é:
Questão 23 169946
IFMT 2011/2Adriane, que sempre gostou de brincar com códigos, deixou para Beatriz o seguinte recado:

Qual é o telefone da Luciana?
06
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