Questões de EFAF Português - Gramática
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Questão 9 10612071
SENAI 1° Ano - CGE 2061 2013/1Pronominais
Dê-me um cigarro
Diz a gramática
Do professor e do aluno
E do mulato sabido
Mas o bom negro e o bom branco
Da Nação Brasileira
Dizem todos os dias
Deixa disso camarada
Me dá um cigarro
Fonte: ANDRADE, O. Poesias reunidas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1971.
O poema de Oswald de Andrade contrapõe a norma culta da Língua Portuguesa à variedade linguística popular.
Em relação à colocação pronominal, “a gramática/ do professor e do aluno/ e domulato sabido” citada pelo autor no poema diz que
Questão 19 10573265
SENAI 1° Ano - CGE 2059 2013/1Aqui nesse barco ninguém quer a sua orientação.
Não temos perspectiva, mas o vento nos dá a direção.
A vida vai ____ deriva é a nossa condução.
Mas não seguimos ____ toa.
Fonte: Adaptado de: ANTUNES, A. Volte para o seu lar. Álbum: Um som, faixa 17, BMG, 1998.
Assinale a alternativa que completa adequadamente as lacunas quanto ao uso da crase.
Questão 3 10571512
SENAI 1° Ano - CGE 2059 2013/1
Fonte: Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me004667.pdf. Acesso em: 08/09/2011
O texto do anúncio publicitário faz uso da
Questão 9 10525386
Colégio Embraer 2013Leia o texto para responder à questão
O pobrezinho
(chorando)
Só tu, estrela, me conheces
Em minha dor, minha aflição!
Só tu, estrela, me conheces
Só tu ouviste as minhas preces...
Bendito, estrela, o teu clarão!
Em – Só tu ouviste as minhas preces... / Bendito, estrela, o teu clarão! –, se o pronome tu for substituído por você e a expressão o teu clarão for substituída por a sua luz, mantendo-se o mesmo tempo verbal, os versos assumem a seguinte redação:
Questão 8 10192383
IFFar* 1° Ano - Processo Seletivo Integrado 2013Em: “gestações indesejáveis”, o prefixo – in tem sentido de:
Questão 10 10143549
CMB 1º Ano - Língua Portuguesa 2013TEXTO
O Velho do Espelho
Por acaso, surpreendo-me no espelho: quem é esse
Que me olha e é tão mais velho do que eu?
Porém, seu rosto... é cada vez menos estranho...
Meu Deus, Meu Deus... Parece
Meu velho pai — que já morreu!
Como pude ficarmos assim?
Nosso olhar — duro — interroga:
"O que fizeste de mim?!"
Eu, Pai?! Tu é que me invadiste,
Lentamente, ruga a ruga... Que importa? Eu sou, ainda,
Aquele mesmo menino teimoso de sempre
E os teus planos enfim lá se foram por terra.
Mas sei que vi, um dia — a longa, a inútil guerra! —
Vi sorrir, nesses cansados olhos, um orgulho triste...
QUINTANA, Mário. www.velhosamigos.com.br. Acesso em: 30 set. 2013.
Em “Como pude ficarmos assim?” (verso 6), verifica-se a ocorrência de uma silepse de número que se justifica
06
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