Questões de EFAF Português - Leitura e Interpretação de Texto
7.497 Questões
Questão 19 10779923
IFMT 2018/1O texto abaixo serve de base para responder à questão.

Na foto acima, vemos um outdoor veiculado em Cuiabá-MT, em que o governo estadual manifesta uma preocupação em época de carnaval. Diante disso, só NÃO podemos afirmar que:
Questão 15 10779914
IFMT 2018/1O texto abaixo serve de base para responder à questão.

(Disponível em universodetirinhas.blogspot.com.br. Acesso em 20/10/2014.)
No 2º quadrinho da tira, a expressão “Nossa!” é um(a) _________________ e foi empregada com sentido de __________________.
Questão 12 10779892
IFMT 2018/1O texto abaixo serve de base para responder à questão.
ISSO É QUE DA SER CERTINHO
Inversão de valores é a expressão que se usa para descrever a sensação de que se está errado quando se faz o que é certo. Hoje em dia, o aluno aplicado é “Caxias”, o funcionário leal é “Puxa-saco”, quem respeita filas é “Trouxa”. E existem pessoas que até se constrangem em devolver um troco recebido a mais. Estamos perdendo o controle sobre o certo e o errado. Ser “certinho” é uma acusação depreciativa. Quando tudo parece dizer “Seja errado você também”, “Você está querendo ser o Joãozinho-do-Passo-Certo?", “Deixe disso!”, só podemos afirmar uma coisa: não existirá dignidade – nem qualidade de vida – num mundo em que a honestidade seja motivo de vergonha.
(Propaganda da RBS/TV. Zero Hora. 16/08/92)
Seguindo as normas gramaticais da língua portuguesa, a sugestão “Seja errado você também.”, ao ser construída na segunda pessoa do plural do imperativo afirmativo, torna-se:
Questão 11 10779891
IFMT 2018/1O texto abaixo serve de base para responder à questão.
ISSO É QUE DA SER CERTINHO
Inversão de valores é a expressão que se usa para descrever a sensação de que se está errado quando se faz o que é certo. Hoje em dia, o aluno aplicado é “Caxias”, o funcionário leal é “Puxa-saco”, quem respeita filas é “Trouxa”. E existem pessoas que até se constrangem em devolver um troco recebido a mais. Estamos perdendo o controle sobre o certo e o errado. Ser “certinho” é uma acusação depreciativa. Quando tudo parece dizer “Seja errado você também”, “Você está querendo ser o Joãozinho-do-Passo-Certo?", “Deixe disso!”, só podemos afirmar uma coisa: não existirá dignidade – nem qualidade de vida – num mundo em que a honestidade seja motivo de vergonha.
(Propaganda da RBS/TV. Zero Hora. 16/08/92)
Na construção do texto, vários são os substantivos empregados como adjetivos.
Assinale a opção em que isso NÃO ocorre:
Questão 8 10779869
IFMT 2018/1O texto abaixo serve de base para responder à questão.
Ele era um homem corajoso. Indômito, intrépido, impávido. Nada temia. E se tinha uma luta, era uma luta aberta, valente, correta. Um dia, porém, soube que havia uma coisa chamada fobia. Falaram-lhe, no escuro, da atrofobia. Num elevador alguém lhe narrou da claustrofobia. Depois, no alto de um edifício, ouviu algo acerca da barofobia. E então começou a sentir a fobia, pavorosa fobia da fobia.
(FERNANDES, Millôr. Tempo e contratempo. São Paulo: Breca produções culturais, 1998)
No texto, o verbo “era” refere-se a um fato ocorrido no passado, mas que não foi completamente terminado, justificando-se no texto pelo fato de que o homem “era corajoso” e depois “começou a sentir fobia”.
Tal efeito de sentido é construído, pois o verbo em destaque está no:
Questão 3 10779857
IFMT 2018/1O texto abaixo serve de base para responder à questão.
Deixem a ortografia em paz
Do Senado, duas notícias, uma boa e outra má. A boa: parece que temos senadores preocupados com o ensino de português. A má: querem alterar outra vez nossa ortografia, agora radicalmente, com a esperança de que, com isso, alunos possam obter melhores resultados na aprendizagem da língua. Criaram até uma comissão, com o objetivo de aplicar o acordo ortográfico (o mesmo que, na prática, já está em vigor), e para fazer com que “se escreva como se fala”. Além de não ser boa, a ideia é impraticável. [...]
Mas isso não é tudo. Como costuma lembrar Carlos Alberto Faraco, a língua escrita não é mero reflexo da língua falada: ambas constituem meios autônomos de manifestação do saber linguístico. A ortografia é uma representação abstrata e convencional da língua. E é fundamental que o sistema ortográfico seja estável e que, independentemente da variação na fala, haja uma única representação gráfica por palavra. Do contrário, não teríamos como reconhecer palavras que fossem escritas em outro tempo (ou até em outro espaço). Seria o caos. [...]
Temos ainda o aspecto prático, talvez o mais relevante de todos. Quando foi imposto o último acordo ortográfico (que, absurdamente, teve sua implantação oficial postergada), toda a indústria editorial movimentou-se para preparar novas edições de todo o seu acervo. Dezenas de milhares de títulos sofreram as mudanças exigidas pelo MEC e outros órgãos governamentais e privados. Gramáticas e dicionários foram refeitos; tratados foram revisados; livros infantis, alterados; manuais, reeditados. Uma nova reforma seria desastrosa, não só para as editoras, mas também para os governos, que teriam que substituir todas as bibliotecas novamente. Trata-se de muito dinheiro jogado fora, possivelmente levando à falência muitas casas editoriais importantes, promovendo gasto desnecessário de verbas públicas, tornando obsoletos bilhões de livros escolares e universitários.
E há, ainda, o aspecto da exclusão social. Quando uma reforma ortográfica é implantada, grande parte dos adultos se torna analfabeta, já que eles nem sempre conseguem reter e utilizar as novas regras inventadas por capricho de meia dúzia de “sábios”, ou de desavisados. [...]
(Publicado originalmente no jornal Correio Braziliense em 09/05/2014, por Jaime Pinsky*) (*) Jaime Pinsky é historiador, professor titular da Unicamp, diretor da Editora Contexto, autor de “Por que gostamos de história”, entre outros livros.
Segundo o autor, uma nova reforma ortográfica seria desastrosa, pois:
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