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Questão 2 15407119
Colégio Pedro II 2022Texto
OS PROFISSIONAIS QUE TEMEM PERDER SEU EMPREGO PARA A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
BBC, 28/04/2023, 16h33
[1] Claire trabalha há seis anos como relações públicas em uma importante empresa de
consultoria com sede em Londres. Ela tem 34 anos de idade, gosta do seu trabalho e ganha
um bom salário. Mas, nos últimos seis meses, ela começou a ficar apreensiva com o futuro
da sua carreira. O motivo: a inteligência artificial [IA].
[5] "Não acho que a qualidade do trabalho que produzo possa ser comparada com as
máquinas atuais. Mas, paralelamente, estou surpresa ao ver como o ChatGPT(1) ficou tão
sofisticado em tão pouco tempo. Em questão de poucos anos, posso certamente imaginar
um mundo em que um robô faça o meu trabalho com a mesma qualidade que o meu. Odeio
pensar no que isso pode significar para minha empregabilidade”, afirma Claire (seu
[10] sobrenome é omitido por questões de segurança profissional).
Nos últimos anos, vêm proliferando as manchetes sobre robôs que "roubam" empregos
humanos. Ao mesmo tempo, ferramentas de IA criativa como o ChatGPT ficaram
rapidamente mais acessíveis. Com isso, alguns profissionais estão começando a ficar
ansiosos com seu futuro e se perguntando se os seus conhecimentos serão relevantes para
[15] o mercado de trabalho nos próximos anos.
Em março, a Goldman Sachs publicou um relatório demonstrando que a IA pode
substituir o equivalente a 300 milhões de empregos em tempo integral. E, na última
pesquisa global de mercado de trabalho realizada anualmente pela empresa de consultoria
PwC, quase um terço dos participantes demonstrou preocupação com a possibilidade de
[20] que a sua função seja substituída pela tecnologia em três anos.
No momento, os coaches(2) profissionais e especialistas em RH [Recursos Humanos]
afirmam que alguma ansiedade pode ser justificada, mas os profissionais precisam se
concentrar naquilo que eles podem controlar. Em vez de entrar em pânico com a
possibilidade de perder seus empregos para as máquinas, eles devem investir em aprender
[25] como trabalhar lado a lado com a tecnologia. Por isso, os especialistas acreditam que, se
os profissionais a tratarem como recurso e não como ameaça, eles se tornarão mais
valiosos para os potenciais empregadores, o que irá reduzir a sua ansiedade.
Medo do desconhecido
Para algumas pessoas, as ferramentas de IA criativas parecem ter surgido velozes e
[30] furiosas. O ChatGPT da OpenAI(3) parece ter se desenvolvido da noite para o dia e a
"corrida armamentista da IA" cresce a cada dia, criando incerteza permanente entre os
profissionais.
A coach profissional Carolyn Montrose, professora da Universidade Columbia em Nova
York, nos Estados Unidos, reconhece que a velocidade das mudanças e inovações
[35] tecnológicas pode ser assustadora. Ela afirma que é normal sentir ansiedade sobre o
impacto da IA porque a sua evolução é fluida e existem muitos fatores de aplicação
desconhecidos; porém, por mais inquietante que possa ser a nova tecnologia, os
profissionais não precisam, necessariamente, sentir temores existenciais. As pessoas têm
o poder de tomar suas próprias decisões sobre a extensão da sua preocupação. Elas
[40] podem "decidir ficar ansiosas com a IA ou se sentir empoderadas para aprender sobre ela
e usá-la em seu benefício".
De fato, a introdução de novas tecnologias, muitas vezes, foi angustiante para algumas
pessoas. Mas Montrose explica que muita coisa boa surgiu dos desenvolvimentos do
passado. Para ela, as mudanças tecnológicas sempre foram um ingrediente fundamental
[45] para os avanços da sociedade. Independentemente da forma como as pessoas reagirem à
IA, Montrose afirma que ela chegou para ficar - e pode ser muito mais útil manter a
positividade e olhar para frente. "Se as pessoas ficarem ansiosas em vez de agir para
aprimorar seus conhecimentos, serão mais prejudicadas do que pela própria IA", segundo
ela.
[50] O valor do ser humano
Os especialistas afirmam que algum grau de ansiedade é justificado, mas talvez ainda
não seja a hora de apertar o botão de pânico. Pesquisas recentes demonstram que o temor
de que os robôs ocupem os empregos humanos pode ser exagerado.
Uma pesquisa realizada em novembro de 2022 pelo professor de sociologia Eric
[55] Dahlin, da Universidade Brigham Young em Utah, nos Estados Unidos, concluiu que os
robôs não estão substituindo os profissionais humanos na velocidade que a maioria das
pessoas acredita - e, mais do que isso, que algumas pessoas também superestimam essa
velocidade.
Durante a pesquisa, cerca de 14% dos profissionais afirmaram que tiveram seus
[60] empregos substituídos por robôs. Mas a tendência dos profissionais foi superestimar a
velocidade e o volume dessa tendência - tanto entre os que perderam o emprego devido à
tecnologia quanto os que não passaram por esta experiência. Nos dois casos, suas
estimativas estavam muito além da realidade: “os que não perderam o emprego estimaram
aproximadamente o dobro [da realidade], enquanto os que perderam o emprego
[65] superestimaram em cerca de três vezes”, afirmou Dahlin, ao apresentar a pesquisa. Embora
ele admita que algumas das novas tecnologias provavelmente seriam adotadas e
implementadas sem considerar todas as implicações, também vê como verdade que
"apenas a possibilidade de uso da tecnologia para alguma função não significa que ela será
implementada".
[70] Stefanie Coleman, chefe dos serviços de aconselhamento às pessoas da consultoria
EY, também indica que não devemos esperar que a força de trabalho do futuro seja
"binária". Em outras palavras, sempre será preciso existir uma combinação entre seres
humanos e robôs. Para ela, "os seres humanos sempre terão um papel a desempenhar nos
negócios, realizando os trabalhos importantes que os robôs não conseguem fazer. Este tipo
[75] de trabalho normalmente exige qualidades humanas inatas, como a construção de
relacionamentos, a criatividade e a inteligência emocional". "Reconhecer a importância
única dos seres humanos no mercado de trabalho, em comparação com as máquinas, é
uma etapa importante para enfrentar os receios que rodeiam este tema", segundo Coleman.
Algumas semanas atrás, Claire - a profissional de relações públicas - decidiu começar
[80] a aprender mais sobre a tecnologia que está transformando seu setor. Agora, ela está
pesquisando cursos online e espera conseguir aprender o código. "Muita tecnologia
costumava me assustar e eu simplesmente a ignorava. Mas, por tudo o que estou vendo,
isso é meio ridículo", afirma ela. "Ignorar algo definitivamente não irá fazer com que aquilo
desapareça. Estou começando lentamente a entender que, se me ocupar em me
[85] familiarizar com ela - fazendo com que seja menos assustadora -, ela pode realmente me
ajudar muito."
VOCABULÁRIO
(1) ChatGPT - modelo de inteligência artificial que interage por meio de chat e tem a capacidade de
responder diversas questões em uma conversa mais “humanizada”;
(2) Coach - profissional que ajuda uma pessoa, por meio de orientação, conselhos e treinamento a
atingir um objetivo pessoal ou profissional;
(3) OpenAI é uma empresa de pesquisa em IA, desenvolvedora do ChatGPT.
“Nos últimos anos, vêm proliferando as manchetes sobre robôs que "roubam" empregos humanos. Ao mesmo tempo, ferramentas de IA criativa como o ChatGPT ficaram rapidamente mais acessíveis.” (linhas 11-13)
A expressão destacada, que conecta os dois períodos, oferece ao trecho um valor semântico de
Questão 1 15407118
Colégio Pedro II 2022Texto
OS PROFISSIONAIS QUE TEMEM PERDER SEU EMPREGO PARA A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
BBC, 28/04/2023, 16h33
[1] Claire trabalha há seis anos como relações públicas em uma importante empresa de
consultoria com sede em Londres. Ela tem 34 anos de idade, gosta do seu trabalho e ganha
um bom salário. Mas, nos últimos seis meses, ela começou a ficar apreensiva com o futuro
da sua carreira. O motivo: a inteligência artificial [IA].
[5] "Não acho que a qualidade do trabalho que produzo possa ser comparada com as
máquinas atuais. Mas, paralelamente, estou surpresa ao ver como o ChatGPT(1) ficou tão
sofisticado em tão pouco tempo. Em questão de poucos anos, posso certamente imaginar
um mundo em que um robô faça o meu trabalho com a mesma qualidade que o meu. Odeio
pensar no que isso pode significar para minha empregabilidade”, afirma Claire (seu
[10] sobrenome é omitido por questões de segurança profissional).
Nos últimos anos, vêm proliferando as manchetes sobre robôs que "roubam" empregos
humanos. Ao mesmo tempo, ferramentas de IA criativa como o ChatGPT ficaram
rapidamente mais acessíveis. Com isso, alguns profissionais estão começando a ficar
ansiosos com seu futuro e se perguntando se os seus conhecimentos serão relevantes para
[15] o mercado de trabalho nos próximos anos.
Em março, a Goldman Sachs publicou um relatório demonstrando que a IA pode
substituir o equivalente a 300 milhões de empregos em tempo integral. E, na última
pesquisa global de mercado de trabalho realizada anualmente pela empresa de consultoria
PwC, quase um terço dos participantes demonstrou preocupação com a possibilidade de
[20] que a sua função seja substituída pela tecnologia em três anos.
No momento, os coaches(2) profissionais e especialistas em RH [Recursos Humanos]
afirmam que alguma ansiedade pode ser justificada, mas os profissionais precisam se
concentrar naquilo que eles podem controlar. Em vez de entrar em pânico com a
possibilidade de perder seus empregos para as máquinas, eles devem investir em aprender
[25] como trabalhar lado a lado com a tecnologia. Por isso, os especialistas acreditam que, se
os profissionais a tratarem como recurso e não como ameaça, eles se tornarão mais
valiosos para os potenciais empregadores, o que irá reduzir a sua ansiedade.
Medo do desconhecido
Para algumas pessoas, as ferramentas de IA criativas parecem ter surgido velozes e
[30] furiosas. O ChatGPT da OpenAI(3) parece ter se desenvolvido da noite para o dia e a
"corrida armamentista da IA" cresce a cada dia, criando incerteza permanente entre os
profissionais.
A coach profissional Carolyn Montrose, professora da Universidade Columbia em Nova
York, nos Estados Unidos, reconhece que a velocidade das mudanças e inovações
[35] tecnológicas pode ser assustadora. Ela afirma que é normal sentir ansiedade sobre o
impacto da IA porque a sua evolução é fluida e existem muitos fatores de aplicação
desconhecidos; porém, por mais inquietante que possa ser a nova tecnologia, os
profissionais não precisam, necessariamente, sentir temores existenciais. As pessoas têm
o poder de tomar suas próprias decisões sobre a extensão da sua preocupação. Elas
[40] podem "decidir ficar ansiosas com a IA ou se sentir empoderadas para aprender sobre ela
e usá-la em seu benefício".
De fato, a introdução de novas tecnologias, muitas vezes, foi angustiante para algumas
pessoas. Mas Montrose explica que muita coisa boa surgiu dos desenvolvimentos do
passado. Para ela, as mudanças tecnológicas sempre foram um ingrediente fundamental
[45] para os avanços da sociedade. Independentemente da forma como as pessoas reagirem à
IA, Montrose afirma que ela chegou para ficar - e pode ser muito mais útil manter a
positividade e olhar para frente. "Se as pessoas ficarem ansiosas em vez de agir para
aprimorar seus conhecimentos, serão mais prejudicadas do que pela própria IA", segundo
ela.
[50] O valor do ser humano
Os especialistas afirmam que algum grau de ansiedade é justificado, mas talvez ainda
não seja a hora de apertar o botão de pânico. Pesquisas recentes demonstram que o temor
de que os robôs ocupem os empregos humanos pode ser exagerado.
Uma pesquisa realizada em novembro de 2022 pelo professor de sociologia Eric
[55] Dahlin, da Universidade Brigham Young em Utah, nos Estados Unidos, concluiu que os
robôs não estão substituindo os profissionais humanos na velocidade que a maioria das
pessoas acredita - e, mais do que isso, que algumas pessoas também superestimam essa
velocidade.
Durante a pesquisa, cerca de 14% dos profissionais afirmaram que tiveram seus
[60] empregos substituídos por robôs. Mas a tendência dos profissionais foi superestimar a
velocidade e o volume dessa tendência - tanto entre os que perderam o emprego devido à
tecnologia quanto os que não passaram por esta experiência. Nos dois casos, suas
estimativas estavam muito além da realidade: “os que não perderam o emprego estimaram
aproximadamente o dobro [da realidade], enquanto os que perderam o emprego
[65] superestimaram em cerca de três vezes”, afirmou Dahlin, ao apresentar a pesquisa. Embora
ele admita que algumas das novas tecnologias provavelmente seriam adotadas e
implementadas sem considerar todas as implicações, também vê como verdade que
"apenas a possibilidade de uso da tecnologia para alguma função não significa que ela será
implementada".
[70] Stefanie Coleman, chefe dos serviços de aconselhamento às pessoas da consultoria
EY, também indica que não devemos esperar que a força de trabalho do futuro seja
"binária". Em outras palavras, sempre será preciso existir uma combinação entre seres
humanos e robôs. Para ela, "os seres humanos sempre terão um papel a desempenhar nos
negócios, realizando os trabalhos importantes que os robôs não conseguem fazer. Este tipo
[75] de trabalho normalmente exige qualidades humanas inatas, como a construção de
relacionamentos, a criatividade e a inteligência emocional". "Reconhecer a importância
única dos seres humanos no mercado de trabalho, em comparação com as máquinas, é
uma etapa importante para enfrentar os receios que rodeiam este tema", segundo Coleman.
Algumas semanas atrás, Claire - a profissional de relações públicas - decidiu começar
[80] a aprender mais sobre a tecnologia que está transformando seu setor. Agora, ela está
pesquisando cursos online e espera conseguir aprender o código. "Muita tecnologia
costumava me assustar e eu simplesmente a ignorava. Mas, por tudo o que estou vendo,
isso é meio ridículo", afirma ela. "Ignorar algo definitivamente não irá fazer com que aquilo
desapareça. Estou começando lentamente a entender que, se me ocupar em me
[85] familiarizar com ela - fazendo com que seja menos assustadora -, ela pode realmente me
ajudar muito."
VOCABULÁRIO
(1) ChatGPT - modelo de inteligência artificial que interage por meio de chat e tem a capacidade de
responder diversas questões em uma conversa mais “humanizada”;
(2) Coach - profissional que ajuda uma pessoa, por meio de orientação, conselhos e treinamento a
atingir um objetivo pessoal ou profissional;
(3) OpenAI é uma empresa de pesquisa em IA, desenvolvedora do ChatGPT.
O Texto apresenta uma reportagem a respeito da evolução dos sistemas de inteligência artificial e sua expansão para o mercado de trabalho, o que pressiona determinados setores e trabalhadores. Para abordar esse desenvolvimento tecnológico, o fato motivador responsável por conectar as etapas do texto é(são)
Questão 14 15406501
FIRJAN 2022Leia o texto para responder à questão.

Disponível na página do Instituto Vero: https://www.vero.org.br/curso/modulo-4. Acesso em 25/10/2021.
O módulo 4 da Agência Lupa, curso do Instituto Vero, chama a atenção para que identificar notícias reais.
Todas as técnicas abaixo são exemplos de uso para desinformação, menos:
Questão 13 15406500
FIRJAN 2022Leia o texto para responder a questão.
Escolhido pela revista Time uma das 100 personalidades mais influentes do mundo em 2020, Felipe Neto precisa conviver com agressões na internet e só sai de casa acompanhado por uma equipe de seguranças. Ainda assim, não se arrepende de defender o que acredita. No ano passado, ele fundou o Instituto Vero, dedicado à educação digital no Brasil. "A luta mais importante neste momento é contra as teorias conspiratórias no ambiente digital que disseminam as desinformações, as fake news e o assassinato de reputações", diz. "Temos uma população que não consegue diferenciar uma notícia que recebe no WhatsApp de uma publicação de um veículo tradicional de imprensa. A internet é a maior arma já criada pela humanidade. E entregamos para todas as pessoas sem manual de instruções".
Disponível em https://revistatrip.uol.com.br/trip-fm/felipe-neto-a-internet-e-maior-arma-criada-pela-humanidade. Acesso em 25/10/2021.
O texto retirado da Revista Trip aborda a escolha de Felipe Neto, em 2020, como uma das personalidades mais influentes do mundo pela Time. Para justificar a escolha, a notícia apresenta o Instituto Vero criado pelo youtuber. Vero é uma palavra que veio do latim “verus”, significa verdade, veracidade.
A expressão que abre o 2º período do texto - “Ainda assim” - apresenta, em relação ao 1º período, uma
Questão 12 15406499
FIRJAN 2022Leia o texto para responder a questão.
Escolhido pela revista Time uma das 100 personalidades mais influentes do mundo em 2020, Felipe Neto precisa conviver com agressões na internet e só sai de casa acompanhado por uma equipe de seguranças. Ainda assim, não se arrepende de defender o que acredita. No ano passado, ele fundou o Instituto Vero, dedicado à educação digital no Brasil. "A luta mais importante neste momento é contra as teorias conspiratórias no ambiente digital que disseminam as desinformações, as fake news e o assassinato de reputações", diz. "Temos uma população que não consegue diferenciar uma notícia que recebe no WhatsApp de uma publicação de um veículo tradicional de imprensa. A internet é a maior arma já criada pela humanidade. E entregamos para todas as pessoas sem manual de instruções".
Disponível em https://revistatrip.uol.com.br/trip-fm/felipe-neto-a-internet-e-maior-arma-criada-pela-humanidade. Acesso em 25/10/2021.
O texto retirado da Revista Trip aborda a escolha de Felipe Neto, em 2020, como uma das personalidades mais influentes do mundo pela Time. Para justificar a escolha, a notícia apresenta o Instituto Vero criado pelo youtuber. Vero é uma palavra que veio do latim “verus”, significa verdade, veracidade.
De acordo com o texto, o Instituto Vero tem o objetivo de
Questão 11 15406498
FIRJAN 2022Leia a tirinha do Armandinho a seguir para responder a questão.

Disponível em: https://tirasarmandinho.tumblr.com/
Diferentemente do que aparece na tirinha, meias-verdades não precisa de hífen porque não é uma palavra composta. No caso, meia é um adjetivo que concorda em número (plural/singular) e gênero (masculino/feminino) com o substantivo verdade, quando é advérbio não flexiona.
A palavra não foi utilizada com correção gramatical na frase:
06
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