Questões de EFAF Português
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Questão 8368826
UNITAU UNITAU 2009 1 FaseU Demais 2009“Certamente, o tirano nunca ama e nem é amado. A amizade é nome sagrado, coisa santa: só pode existir entre gente de bem, nasce da mútua estima e se conserva não tanto por meio de benefícios, mas pela vida boa e pelos costumes bons. O que torna um amigo seguro de outro é a sua integridade. [...] Não pode haver amizade onde há crueldade e injustiça. Entre os maus, quando se juntam, há uma conspiração, não uma sociedade. Não se apoiam mutuamente, mas temem-se mutuamente. Não são amigos, são cúmplices.”
Em “Certamente, o tirano nunca ama e nem é amado.”, não é correto afirmar:(La Boétie. Discurso da servidão voluntária.)
Questão 8368500
MACK MACK 2009 1 FaseU Gerais (1) 2009
As pessoas que falam (5) uma língua estrangeira sem sotaque são geralmente as que aprenderam o idioma estrangeiro na infância, juntamente com a língua materna. Nesses verdadeiros bilíngues (1), de alto desempenho, a mesma região do cérebro que produz a fala é compartilhada pela representação dos dois idiomas, enquanto (2) nas pessoas que aprendem a segunda língua, na vida adulta, duas regiões vizinhas, separadas, cuidam cada uma de um idioma. A representação conjunta talvez (4) explique a maior facilidade dos bilíngues verdadeiros em transitar entre (6) os dois idiomas, já que (3) as mesmas redes neurais de associação devem ser acionadas por um idioma e outro.
(Adaptado de Suzana Herculano-Houzel)
É correto afirmar que no texto há
As pessoas que falam (5) uma língua estrangeira sem sotaque são geralmente as que aprenderam o idioma estrangeiro na infância, juntamente com a língua materna. Nesses verdadeiros bilíngues (1), de alto desempenho, a mesma região do cérebro que produz a fala é compartilhada pela representação dos dois idiomas, enquanto (2) nas pessoas que aprendem a segunda língua, na vida adulta, duas regiões vizinhas, separadas, cuidam cada uma de um idioma. A representação conjunta talvez (4) explique a maior facilidade dos bilíngues verdadeiros em transitar entre (6) os dois idiomas, já que (3) as mesmas redes neurais de associação devem ser acionadas por um idioma e outro.
(Adaptado de Suzana Herculano-Houzel)
Questão 8368456
ESPM ESPM 2009 2 FaseU Gerais 2009POR QUE OS MÉDICOS CHAMAM TUDO DE VIROSE?
Para o professor emérito da Faculdade de Medicina da USP, Vicente Amato Neto, a palavra está desmoralizada. “Abusa-se do termo ‘virose’. Existem muitos recursos que permitem a médicos e paramédicos fazerem diagnósticos melhores”, diz.
“Virose” realmente não é muito preciso: identifica todas as doenças infecciosas causadas por vírus, uma carapuça que serve a problemas tão diversos quanto diarreia, febre, dores musculares, coriza, otite, amidalite e, ao pé da letra, até aids.
Em defesa dos médicos, muitas vezes os vírus só podem ser identificados após uma investigação profunda e desnecessária. “Na maioria dos casos de virose, não vale a pena pedir uma bateria de exames. O resultado vai sair quando o paciente já estiver curado”, afirma a médica assistente da Divisão de Moléstias Infecciosas do Hospital das Clínicas de São Paulo, Maria Claudia Stockler. Assim, quando um paciente chega ao consultório com sintomas leves e não há ameaça de epidemia, costuma-se recorrer ao veredicto superficial, mas eficiente.
Para complicar mais o diagnóstico, o mesmo vírus pode provocar sintomas diferentes. Ou seja, a sua conjuntivite pode provocar o resfriado alheio porque são causados pelo mesmo sujeito, o adenovírus.
Outro motivo que contribui para a onipresença da virose é que não faltam oportunidades para pegar uma. Ambientes fechados favorecem o contágio, assim como copos, teclados e alimentos podem passar adiante aquela gripe esperta.
No trecho: “... e, ao pé da letra, até aids.”, a expressão em negrito só não pode ser substituído por:(Revista Superinteressante, dezembro/2008)
Questão 8368453
ESPM ESPM 2009 2 FaseU Gerais 2009

(BRADESCO: 2000inove)

(BRADESCO: 2000inove)
Na propaganda acima há:
Questão 8368452
ESPM ESPM 2009 2 FaseU Gerais 2009
POUPANÇA IMEXÍVEL?
O governo vai mesmo mexer no velho cálculo da caderneta de poupança. Por quê? Porque se a caderneta passa agora a render mais que os títulos de renda fixa, o dinheiro migra desses fundos para a poupança.
Aí, vai sobrar dinheiro para habitação e saneamento, mas vai faltar crédito bancário para produção e consumo em geral.
Para o governo, esse movimento morde e assopra. Reduz a receita do Imposto de Renda dos fundos emagrecidos, mas reduz o custo da poupança para o programa de um milhão de casas populares, o bolsa moradia que será lançado agora em abril.
Se o governo reduzir a remuneração da caderneta, teremos uma ironia do destino: quando os juros sobem para todos os rendimentos, não sobem para a caderneta. Quando os juros declinam para todos, vão baixar também para a caderneta. Pode?
(Joelmir Beting, 17/03/2009, site: www.joelmirbeting.com.br)
A “ironia do destino”, a que se refere o autor, é um questionamento sobre:
POUPANÇA IMEXÍVEL?
O governo vai mesmo mexer no velho cálculo da caderneta de poupança. Por quê? Porque se a caderneta passa agora a render mais que os títulos de renda fixa, o dinheiro migra desses fundos para a poupança.
Aí, vai sobrar dinheiro para habitação e saneamento, mas vai faltar crédito bancário para produção e consumo em geral.
Para o governo, esse movimento morde e assopra. Reduz a receita do Imposto de Renda dos fundos emagrecidos, mas reduz o custo da poupança para o programa de um milhão de casas populares, o bolsa moradia que será lançado agora em abril.
Se o governo reduzir a remuneração da caderneta, teremos uma ironia do destino: quando os juros sobem para todos os rendimentos, não sobem para a caderneta. Quando os juros declinam para todos, vão baixar também para a caderneta. Pode?
(Joelmir Beting, 17/03/2009, site: www.joelmirbeting.com.br)
Questão 8368451
ESPM ESPM 2009 2 FaseU Gerais 2009
POUPANÇA IMEXÍVEL?
O governo vai mesmo mexer no velho cálculo da caderneta de poupança. Por quê? Porque se a caderneta passa agora a render mais que os títulos de renda fixa, o dinheiro migra desses fundos para a poupança.
Aí, vai sobrar dinheiro para habitação e saneamento, mas vai faltar crédito bancário para produção e consumo em geral.
Para o governo, esse movimento morde e assopra. Reduz a receita do Imposto de Renda dos fundos emagrecidos, mas reduz o custo da poupança para o programa de um milhão de casas populares, o bolsa moradia que será lançado agora em abril.
Se o governo reduzir a remuneração da caderneta, teremos uma ironia do destino: quando os juros sobem para todos os rendimentos, não sobem para a caderneta. Quando os juros declinam para todos, vão baixar também para a caderneta. Pode?
(Joelmir Beting, 17/03/2009, site: www.joelmirbeting.com.br)
A frase: “Para o governo, esse movimento morde e assopra.” significa que:
POUPANÇA IMEXÍVEL?
O governo vai mesmo mexer no velho cálculo da caderneta de poupança. Por quê? Porque se a caderneta passa agora a render mais que os títulos de renda fixa, o dinheiro migra desses fundos para a poupança.
Aí, vai sobrar dinheiro para habitação e saneamento, mas vai faltar crédito bancário para produção e consumo em geral.
Para o governo, esse movimento morde e assopra. Reduz a receita do Imposto de Renda dos fundos emagrecidos, mas reduz o custo da poupança para o programa de um milhão de casas populares, o bolsa moradia que será lançado agora em abril.
Se o governo reduzir a remuneração da caderneta, teremos uma ironia do destino: quando os juros sobem para todos os rendimentos, não sobem para a caderneta. Quando os juros declinam para todos, vão baixar também para a caderneta. Pode?
(Joelmir Beting, 17/03/2009, site: www.joelmirbeting.com.br)
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