Questões de EFAF Português
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Questão 8368832
UNITAU UNITAU 2009 1 FaseU Medicina 2009
A grafia de “por que” na primeira estrofe está adequada por se tratar de:Às vezes, em dias de luz perfeita e exata,
Em que as coisas têm toda a realidade que podem ter,
Pergunto a mim próprio devagar
Por que sequer atribuo eu
Beleza às coisas.
Uma flor acaso tem beleza?Tem beleza acaso um fruto?
Não: têm cor e forma
E existência apenas.
A beleza é o nome de qualquer coisa que não existe
Que eu dou às coisas em troca do agrado que me dão.
Não significa nada.
Então por que digo eu das coisas: são belas?
Sim, mesmo a mim, que vivo só de viver,Invisíveis, vêm ter comigo as mentiras dos homens
Perante as coisas,
Perante as coisas que simplesmente existem.
Que difícil ser próprio e não ver senão o visível!(Alberto Caeiro/ Fernando Pessoa, Obra poética)
Questão 8368831
UNITAU UNITAU 2009 1 FaseU Demais 2009
Cobertura deveria reforçar equilíbrio e evitar "economês"
Na edição de anteontem, uma reportagem em Dinheiro sobre a turbulência na Bolsa trouxe opinião do economista-chefe do banco WestLB, Roberto Padovani.
Na página seguinte, ele foi novamente ouvido, sobre "contágio do fluxo comercial". Em outra, comentou a queda das cotações das “commodities” (no "Aurélio", "produtos primários", especialmente "de grande participação no comércio internacional, como café etc.").
A repetição evidencia menos uma gama limitada de fontes e mais a predileção por gente e instituições das finanças, em detrimento da economia produtiva e "real". Pode haver mais equilíbrio.
Outra sugestão: evitar ou explicar o "economês". Na crise, novos leitores procuram se informar. Ninguém é obrigado a saber o que significa "vencimento de contratos" na Bovespa ou mesmo "commodities".
(Mário Magalhães. Folha de S.Paulo, 19/08/2007)
O autor sugere evitar ou explicar o “economês”. Com esse termo, ele faz referência:
Cobertura deveria reforçar equilíbrio e evitar "economês"
Na edição de anteontem, uma reportagem em Dinheiro sobre a turbulência na Bolsa trouxe opinião do economista-chefe do banco WestLB, Roberto Padovani.
Na página seguinte, ele foi novamente ouvido, sobre "contágio do fluxo comercial". Em outra, comentou a queda das cotações das “commodities” (no "Aurélio", "produtos primários", especialmente "de grande participação no comércio internacional, como café etc.").
A repetição evidencia menos uma gama limitada de fontes e mais a predileção por gente e instituições das finanças, em detrimento da economia produtiva e "real". Pode haver mais equilíbrio.
Outra sugestão: evitar ou explicar o "economês". Na crise, novos leitores procuram se informar. Ninguém é obrigado a saber o que significa "vencimento de contratos" na Bovespa ou mesmo "commodities".
(Mário Magalhães. Folha de S.Paulo, 19/08/2007)
Questão 8368830
UNITAU UNITAU 2009 1 FaseU Demais 2009
Cobertura deveria reforçar equilíbrio e evitar "economês"
Na edição de anteontem, uma reportagem em Dinheiro sobre a turbulência na Bolsa trouxe opinião do economista-chefe do banco WestLB, Roberto Padovani.
Na página seguinte, ele foi novamente ouvido, sobre "contágio do fluxo comercial". Em outra, comentou a queda das cotações das “commodities” (no "Aurélio", "produtos primários", especialmente "de grande participação no comércio internacional, como café etc.").
A repetição evidencia menos uma gama limitada de fontes e mais a predileção por gente e instituições das finanças, em detrimento da economia produtiva e "real". Pode haver mais equilíbrio.
Outra sugestão: evitar ou explicar o "economês". Na crise, novos leitores procuram se informar. Ninguém é obrigado a saber o que significa "vencimento de contratos" na Bovespa ou mesmo "commodities".
(Mário Magalhães. Folha de S.Paulo, 19/08/2007)
As aspas aparecem várias vezes ao longo do texto. Assinale a alternativa em que elas são usadas para marcar um neologismo:
Cobertura deveria reforçar equilíbrio e evitar "economês"
Na edição de anteontem, uma reportagem em Dinheiro sobre a turbulência na Bolsa trouxe opinião do economista-chefe do banco WestLB, Roberto Padovani.
Na página seguinte, ele foi novamente ouvido, sobre "contágio do fluxo comercial". Em outra, comentou a queda das cotações das “commodities” (no "Aurélio", "produtos primários", especialmente "de grande participação no comércio internacional, como café etc.").
A repetição evidencia menos uma gama limitada de fontes e mais a predileção por gente e instituições das finanças, em detrimento da economia produtiva e "real". Pode haver mais equilíbrio.
Outra sugestão: evitar ou explicar o "economês". Na crise, novos leitores procuram se informar. Ninguém é obrigado a saber o que significa "vencimento de contratos" na Bovespa ou mesmo "commodities".
(Mário Magalhães. Folha de S.Paulo, 19/08/2007)
Questão 8368829
UNITAU UNITAU 2009 1 FaseU Demais 2009“Certamente, o tirano nunca ama e nem é amado. A amizade é nome sagrado, coisa santa: só pode existir entre gente de bem, nasce da mútua estima e se conserva não tanto por meio de benefícios, mas pela vida boa e pelos costumes bons. O que torna um amigo seguro de outro é a sua integridade. [...] Não pode haver amizade onde há crueldade e injustiça. Entre os maus, quando se juntam, há uma conspiração, não uma sociedade. Não se apoiam mutuamente, mas temem-se mutuamente. Não são amigos, são cúmplices.”
Assinale a alternativa que indica o tempo e o modo dos verbos destacados no período: “Quando atingimos esse limite, temos a satisfação do dever cumprido.”(La Boétie. Discurso da servidão voluntária.)
Questão 8368828
UNITAU UNITAU 2009 1 FaseU Demais 2009“Certamente, o tirano nunca ama e nem é amado. A amizade é nome sagrado, coisa santa: só pode existir entre gente de bem, nasce da mútua estima e se conserva não tanto por meio de benefícios, mas pela vida boa e pelos costumes bons. O que torna um amigo seguro de outro é a sua integridade. [...] Não pode haver amizade onde há crueldade e injustiça. Entre os maus, quando se juntam, há uma conspiração, não uma sociedade. Não se apoiam mutuamente, mas temem-se mutuamente. Não são amigos, são cúmplices.”
As palavras destacadas em “O que torna um amigo seguro de outro é a sua integridade.” foram empregadas, respectivamente, como sinônimos de:(La Boétie. Discurso da servidão voluntária.)
Questão 8368827
UNITAU UNITAU 2009 1 FaseU Demais 2009“Certamente, o tirano nunca ama e nem é amado. A amizade é nome sagrado, coisa santa: só pode existir entre gente de bem, nasce da mútua estima e se conserva não tanto por meio de benefícios, mas pela vida boa e pelos costumes bons. O que torna um amigo seguro de outro é a sua integridade. [...] Não pode haver amizade onde há crueldade e injustiça. Entre os maus, quando se juntam, há uma conspiração, não uma sociedade. Não se apoiam mutuamente, mas temem-se mutuamente. Não são amigos, são cúmplices.”
"A amizade é nome sagrado, coisa santa: só pode existir entre gente de bem...". Os dois-pontos poderiam ser substituídos, sem perda de sentido, pela conjunção:(La Boétie. Discurso da servidão voluntária.)
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