Questões de EFAF Português
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Questão 15 82147
OBMEP Nível 1 2010Alice foi à perfumaria e viu a tabela de preços, como na figura. Com R$ 10,00 ela comprou um sabonete, um creme dental e um desodorante e ainda sobrou dinheiro. Podemos garantir que entre os artigos comprados havia

Questão 39 10768691
CTI (UNIFICADO) C. Gerais 2009OS SIRIS DE CUBATÃO
Uma pessoa de 60 kg que more na cidade de Cubatão (São Paulo) e coma 100 g de siri por dia estará ingerindo nessa refeição, além dos nutrientes presentes no crustáceo, 27% do cádmio, 50% do cobre, 56% do chumbo, 2,5% do zinco e 7% do cromo que seu corpo pode receber diariamente. Todos esses elementos são metais pesados que podem causar grandes danos à saúde se consumidos em excesso.
Os siris são um recurso importante na alimentação da população mais pobre da região. Os níveis dos metais pesados encontrados nos siris estão abaixo dos valores máximos estabelecidos, mas é importante notar que as pessoas também comem outros alimentos que podem estar contaminados, como peixes.
(Revista Ciência Hoje, vol. 42, maio de 2008)
Observe a teia alimentar a seguir:

Baseando-se no texto e na teia alimentar apresentada, assinale a alternativa que preenche corretamente os dados da tabela a seguir.
Questão 1 10736918
CMBH 6° Ano - Português 2009TEXTO
OS ANIMAIS E A PESTE
Em certo ano terrível de peste entre os animais, o leão, mais apreensivo, consultou um maca-
co de barbas brancas.
- Esta peste é um castigo do céu – respondeu o macaco – e o remédio é aplacarmos a cólera
divina sacrificando aos deuses um de nós.
[5] - Qual? – perguntou o leão.
- O mais carregado de crimes.
O leão fechou os olhos, concentrou-se e, depois duma pausa, disse aos súditos reunidos em
redor:
- Amigos! É fora de dúvida que quem deve sacrificar-se sou eu. Cometi grandes crimes, ma-
[10] tei centenas de veados, devorei inúmeras
ovelhas e até vários pastores. Ofereço-me, pois, para o sacrifício necessário ao bem comum. A raposa adiantou-se e disse:
- Acho conveniente ouvir a confissão das outras feras. Porque, para mim, nada do que Vossa
Majestade alegou constitui crime. São coisas que até que honram o nosso virtuosíssimo rei Leão.
Grandes aplausos abafaram as últimas palavras da bajuladora e o leão foi posto de lado como impró-
[15] prio para o sacrifício.
Apresentou-se em seguida o tigre e repete-se a cena. Acusa-se de mil crimes, mas a raposa
mostra que também ele era um anjo de inocência. E o mesmo aconteceu com todas as outras feras.
Nisto chega a vez do burro. Adianta-se o pobre animal e diz:
- A consciência só me acusa de haver comido uma folha de couve da horta do senhor vigário.
[20] Os animais entreolharam-se. Era muito sério aquilo. A raposa toma a palavra:
- Eis amigos, o grande criminoso! Tão horrível o que ele nos conta, que é inútil prosseguir-
mos na investigação. A vítima a sacrificar-se aos deuses não pode ser outra porque não pode haver
crime maior do que furtar a sacratíssima couve do senhor vigário.
Toda a bicharada concordou e o triste burro foi unanimamente eleito para o sacrifício.
Moral da Estória:
Aos poderosos, tudo se desculpa...
Aos miseráveis, nada se perdoa.
Monteiro Lobato – Extraído do site Universo das Fábulas.
No trecho “(...) o triste burro foi unanimamente eleito...”(linha 24), de acordo com o significado da palavra destacada, podemos afirmar que:
Questão 15 10727005
IFAL 6° Ano - Língua Portuguesa e Matemática 2009Texto
Problema Social
Seu Jorge
Composição: Guará/Fernandinho
Se eu pudesse dar um toque em meu destino
Não seria um peregrino nesse imenso mundo cão
Nem o bom menino que vendeu limão
Trabalhou na feira pra comprar seu pão
Não arrependia as maldades que essa vida tem
Mataria a minha fome sem ter que lesar ninguém
Juro que nem conhecia a famosa Funabem
Onde foi a minha morada desde os tempos de
neném
É ruim acordar de madrugada pra vender bala no
trem
Se eu pudesse tocar meu destino
Hoje eu seria alguém
Seria um intelectual
Mas como não tive chance de ter estudado em
colégio legal
Muitos me chamam de pivete
Mas poucos me deram um apoio moral
Se eu pudesse eu não seria um problema social
Observe estas frases, retiradas do texto:
1 – “Muitos me chamam de pivete”
2 – “Mas poucos me deram apoio moral”
Agora, julgue verdadeiras ou falsas as análises.
I. O pronome me exerce, em ambas, a função sintática de objeto direto.
II. O sujeito das orações apresenta apenas um núcleo; classifica-se, portanto, como sujeito simples.
III. O predicado é verbal nas duas orações.
IV. A palavra mas é um conectivo e interliga orações estabelecendo entre elas uma relação de oposição.
V. Chamam é um verbo transitivo direto e indireto.
VI. O predicado da oração 1 é verbo-nominal e seu núcleo é um verbo transitivo direto.
A seqüência correta é:
Questão 9 10726992
IFAL 6° Ano - Língua Portuguesa e Matemática 2009Texto 1
Problema Social
Seu Jorge
Composição: Guará/Fernandinho
Se eu pudesse dar um toque em meu destino
Não seria um peregrino nesse imenso mundo cão
Nem o bom menino que vendeu limão
Trabalhou na feira pra comprar seu pão
Não arrependia as maldades que essa vida tem
Mataria a minha fome sem ter que lesar ninguém
Juro que nem conhecia a famosa Funabem
Onde foi a minha morada desde os tempos de
neném
É ruim acordar de madrugada pra vender bala no
trem
Se eu pudesse tocar meu destino
Hoje eu seria alguém
Seria um intelectual
Mas como não tive chance de ter estudado em
colégio legal
Muitos me chamam de pivete
Mas poucos me deram um apoio moral
Se eu pudesse eu não seria um problema social
Texto 2
AS DEFESAS DA SUPERECONOMIA
O Brasil resiste de maneira inédita aos choques da crise externa e festeja o aumento do crescimento e o recorde nos investimentos
GIULIANO GUANDALINI
Desde que eclodiu, há um ano, a crise dos mercados financeiros freou a atividade econômica nos países ricos e contagiou as bolsas em todo o planeta. A despeito dessa tormenta, no entanto, a economia brasileira segue inabalável. De acordo com números divulgados na semana passada, o PIB (produto interno bruto, soma de todas as mercadorias e serviços produzidos pelo país) cresceu num ritmo forte de 6,1% no segundo trimestre deste ano. O País, assim, deve completar dois anos consecutivos com aumento do PIB acima de 5%, o que não ocorria havia mais de duas décadas. O que é melhor: o crescimento foi puxado por um avanço recorde de 16,2% nos investimentos produtivos, ou seja, está-se diante de um crescimento sadio e, ao que tudo indica, sustentável.
Como o país prospera em meio à turbulência dos mercados mundiais? São várias as razões. Uma delas, como mostra a Carta ao Leitor desta edição, é a ascensão de 20 milhões de novos consumidores no Brasil. Esse contingente veio das classes D e E e atingiu os níveis de consumo de classe média, mesmo que ainda nos primeiros degraus. Eles não emergiram por motivos fortuitos. O país teve de arrumar a casa antes. Desde 1994, a economia foi se cercando de escudos protetores que lhe permitem hoje navegar com mais segurança e capacidade em momentos de tormenta externa, como agora. Pois é essa imunidade ao contágio externo, ainda que imperfeita e não testada em situações de gravidade máxima, que permite ao Brasil comemorar recordes de investimentos e de consumo privado, a despeito da crise nas bolsas do mundo – com reflexo no nosso próprio mercado acionário. Alguns desses escudos são amplamente conhecidos. Entre ele, a manutenção de políticas econômicas previsíveis e responsáveis há mais de uma década. (...)
94 | 17 DE SETEMBRO, 2008 | veja
Texto 3
Ah! Por favor,diz...
Diz que você me ama, vai, diz.
Diz que quem ama o feio bonito lhe parece.
Diz que Deus ajuda quem madruga, diz. Diz e prova, vai.
Diz que não é possível que o medíocre leve vantagem sobre o mais competente, que o esperto derrote o aplicado.
Diz que você nunca foi assaltado, nem seu vizinho nem ninguém de sua parentela.
Diz que os pobres herdarão o reino dos céus.
Diz que os juros vão cair.
Diz que o FMI vai perdoar as nossas dívidas como nós perdoamos os nossos devedores. (...)
Diz que essa política de cotas para negros é um equívoco, atitude assistencialista, é cópia dos Estados Unidos, que lá não deu certo e que aqui a questão racial é bem diferente, e que vão acabar fazendo com que todo negro com diploma na mão ou que freqüenta universidade parecerá ter conseguido isto por caridade e não por competência. (...)
Diz que o que tem que ser tem muita força, que o bem, pelo menos, às vezes, vence o mal. (...)
Diz que nunca perdeu dinheiro na compra de um imóvel, de um terreno ou num investimento que um amigo aconselhou.
Diz que anda na rua despreocupada, que larga a bolsa na cadeira ou em cima do balcão.
Diz que está cada vez mais convencido de que a justiça tarda, mas não falha.
Diz que passa pela polícia sem sobressalto, que quando vê os fardados pararem carros de jovens na estrada não pensa que estes estão sendo achacados.
Diz que as estradas não têm buracos, que estão todas luminosamente sinalizadas e é uma delícia deslizar por elas.
Diz que não é verdade, vai, diz que não é possível que o Bush vai ser reeleito.
Diz que não está arrependido do voto que deu na última eleição, aliás, diz que nunca se arrependeu, que sempre votou certo. (...)
Diz que as grandes potências vão deixar de ser hipócritas, que os Estados Unidos vão, finalmente, assinar o Protocolo de Kyoto para diminuir a poluição. (...)
Diz que não importa ganhar, que o importante é competir.
Diz que ordem é progresso.
Diz que quem espera sempre alcança.
Diz que o Brasil é o país do futuro. Ou melhor, do presente.
(SANT’ANNA, Afonso Romano de. Tempo de delicadeza. Porto Alegre: L&PM, 2007)
Assinale o trecho que apresenta um registro informal/coloquial da linguagem.
Questão 8 10726990
IFAL 6° Ano - Língua Portuguesa e Matemática 2009Texto

www2.uol.com.br/millor/aberto/charges. Acessado em 29/10/2008
No texto, um dos que exerce papel de conjunção integrante. Indique qual das alternativas corresponde a essa afirmação:
06
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