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Questão 6 169975
IFMT 2010/2Texto 1
A COPA DEIXA VOCÊ MAIS POBRE. E MAIS FELIZ.
[1] No dia em que a África do Sul ganhou o direito de sediar a Copa do Mundo, em 2004, o bairro negro do
Soweto, em Johanesburgo, gritou: “A grana está vindo!”. Eles estavam expressando algo que os brasileiros
devem ter ouvido: que sediar uma copa traz dinheiro. Em qualquer lugar que se candidate a uma Copa do
Mundo, políticos tecem loas à “bonança econômica”. Falam das hordas de turistas prontos para gastar os
tubos, da propaganda gratuita para as cidades-sede, dos benefícios de longo prazo que as estradas e os
estádios a ser construídos vão trazer. Não surpreende que o Brasil tenha querido tanto a copa.
[2] Mas esse argumento econômico é uma enganação. Os brasileiros vão descobrir logo. E os sul-africanos já o
fizeram: a conta pela construção de estádios, em US$ 1,7 bilhão, já é 6 vezes maior que as estimativas iniciais; a
quantidade de turistas esperados é bem menor que a prometida e a Fifa não vai deixar os sul-africanos pobres
vender suas salsichas do lado de fora dos estádios. Que fique claro: uma copa não deixa o país mais rico.
[3] Tipicamente, um país prestes a receber um mundial paga para que economistas-fantoches publiquem estudos
dizendo que a copa vai impulsionar a economia. Já a maioria dos economistas de verdade – pagos por
universidades para escrever sobre o que realmente acreditam – pensa o inverso. E faz as perguntas que os
promotores de novos estádios não gostam: de onde veem os trabalhadores temporários que vão participar
dessas construções? Eles não tinham emprego antes? Isso não vai deixar outras áreas com menos
trabalhadores experientes? E tem mais.
[4] Gastar com uma copa significa menos hospitais e escolas. Pior: estádios novos quase nunca produzem os
benefícios prometidos. A maior parte acaba usada poucas vezes por ano. É preciso que fique claro o que
significam os gastos públicos com a construção e a reforma de estádios. Trata-se de uma transferência.
Benefícios que iriam para o contribuinte vão para os clubes (que ganham arenas e reformas de graça) e os
torcedores (que aproveitam as casas novas ou renovadas de seus times). Depois que o contribuinte pagou por
estádios melhores, provavelmente mais pessoas vão querer ver jogos neles. O Brasil pós-2014 deve testemunhar
o mesmo que aconteceu na Inglaterra após a melhoria dos estádios no começo dos anos 90: a chegada de mais
torcedores de classe média, de mulheres, e públicos maiores nos jogos. É verdade que a Inglaterra é mais rica
que o Brasil e pôde bancar isso. Mas o Brasil hoje é mais rico que os estádios dilapidados que tem. [...]
(A COPA DEIXA VOCÊ MAIS POBRE. E MAIS FELIZ. Adaptado de: Superinteressante, jun. 2010. Disponível em: . Acesso em: 10 jun. 2010.)
O sentido que pode ser atribuído a: “Tipicamente, um país prestes a receber um mundial paga para que economistas-fantoches publiquem estudos dizendo que a copa vai impulsionar a economia” (3º parágrafo) é:
Questão 5 169974
IFMT 2010/2Texto 1
A COPA DEIXA VOCÊ MAIS POBRE. E MAIS FELIZ.
[1] No dia em que a África do Sul ganhou o direito de sediar a Copa do Mundo, em 2004, o bairro negro do
Soweto, em Johanesburgo, gritou: “A grana está vindo!”. Eles estavam expressando algo que os brasileiros
devem ter ouvido: que sediar uma copa traz dinheiro. Em qualquer lugar que se candidate a uma Copa do
Mundo, políticos tecem loas à “bonança econômica”. Falam das hordas de turistas prontos para gastar os
tubos, da propaganda gratuita para as cidades-sede, dos benefícios de longo prazo que as estradas e os
estádios a ser construídos vão trazer. Não surpreende que o Brasil tenha querido tanto a copa.
[2] Mas esse argumento econômico é uma enganação. Os brasileiros vão descobrir logo. E os sul-africanos já o
fizeram: a conta pela construção de estádios, em US$ 1,7 bilhão, já é 6 vezes maior que as estimativas iniciais; a
quantidade de turistas esperados é bem menor que a prometida e a Fifa não vai deixar os sul-africanos pobres
vender suas salsichas do lado de fora dos estádios. Que fique claro: uma copa não deixa o país mais rico.
[3] Tipicamente, um país prestes a receber um mundial paga para que economistas-fantoches publiquem estudos
dizendo que a copa vai impulsionar a economia. Já a maioria dos economistas de verdade – pagos por
universidades para escrever sobre o que realmente acreditam – pensa o inverso. E faz as perguntas que os
promotores de novos estádios não gostam: de onde veem os trabalhadores temporários que vão participar
dessas construções? Eles não tinham emprego antes? Isso não vai deixar outras áreas com menos
trabalhadores experientes? E tem mais.
[4] Gastar com uma copa significa menos hospitais e escolas. Pior: estádios novos quase nunca produzem os
benefícios prometidos. A maior parte acaba usada poucas vezes por ano. É preciso que fique claro o que
significam os gastos públicos com a construção e a reforma de estádios. Trata-se de uma transferência.
Benefícios que iriam para o contribuinte vão para os clubes (que ganham arenas e reformas de graça) e os
torcedores (que aproveitam as casas novas ou renovadas de seus times). Depois que o contribuinte pagou por
estádios melhores, provavelmente mais pessoas vão querer ver jogos neles. O Brasil pós-2014 deve testemunhar
o mesmo que aconteceu na Inglaterra após a melhoria dos estádios no começo dos anos 90: a chegada de mais
torcedores de classe média, de mulheres, e públicos maiores nos jogos. É verdade que a Inglaterra é mais rica
que o Brasil e pôde bancar isso. Mas o Brasil hoje é mais rico que os estádios dilapidados que tem. [...]
(A COPA DEIXA VOCÊ MAIS POBRE. E MAIS FELIZ. Adaptado de: Superinteressante, jun. 2010. Disponível em: . Acesso em: 10 jun. 2010.)
No 1º parágrafo, os pronomes “eles” (2ª linha), “algo” (2ª linha) e “se” (3ª linha) referem-se, respectivamente, a:
Questão 4 169973
IFMT 2010/2Texto 1
A COPA DEIXA VOCÊ MAIS POBRE. E MAIS FELIZ.
[1] No dia em que a África do Sul ganhou o direito de sediar a Copa do Mundo, em 2004, o bairro negro do
Soweto, em Johanesburgo, gritou: “A grana está vindo!”. Eles estavam expressando algo que os brasileiros
devem ter ouvido: que sediar uma copa traz dinheiro. Em qualquer lugar que se candidate a uma Copa do
Mundo, políticos tecem loas à “bonança econômica”. Falam das hordas de turistas prontos para gastar os
tubos, da propaganda gratuita para as cidades-sede, dos benefícios de longo prazo que as estradas e os
estádios a ser construídos vão trazer. Não surpreende que o Brasil tenha querido tanto a copa.
[2] Mas esse argumento econômico é uma enganação. Os brasileiros vão descobrir logo. E os sul-africanos já o
fizeram: a conta pela construção de estádios, em US$ 1,7 bilhão, já é 6 vezes maior que as estimativas iniciais; a
quantidade de turistas esperados é bem menor que a prometida e a Fifa não vai deixar os sul-africanos pobres
vender suas salsichas do lado de fora dos estádios. Que fique claro: uma copa não deixa o país mais rico.
[3] Tipicamente, um país prestes a receber um mundial paga para que economistas-fantoches publiquem estudos
dizendo que a copa vai impulsionar a economia. Já a maioria dos economistas de verdade – pagos por
universidades para escrever sobre o que realmente acreditam – pensa o inverso. E faz as perguntas que os
promotores de novos estádios não gostam: de onde veem os trabalhadores temporários que vão participar
dessas construções? Eles não tinham emprego antes? Isso não vai deixar outras áreas com menos
trabalhadores experientes? E tem mais.
[4] Gastar com uma copa significa menos hospitais e escolas. Pior: estádios novos quase nunca produzem os
benefícios prometidos. A maior parte acaba usada poucas vezes por ano. É preciso que fique claro o que
significam os gastos públicos com a construção e a reforma de estádios. Trata-se de uma transferência.
Benefícios que iriam para o contribuinte vão para os clubes (que ganham arenas e reformas de graça) e os
torcedores (que aproveitam as casas novas ou renovadas de seus times). Depois que o contribuinte pagou por
estádios melhores, provavelmente mais pessoas vão querer ver jogos neles. O Brasil pós-2014 deve testemunhar
o mesmo que aconteceu na Inglaterra após a melhoria dos estádios no começo dos anos 90: a chegada de mais
torcedores de classe média, de mulheres, e públicos maiores nos jogos. É verdade que a Inglaterra é mais rica
que o Brasil e pôde bancar isso. Mas o Brasil hoje é mais rico que os estádios dilapidados que tem. [...]
(A COPA DEIXA VOCÊ MAIS POBRE. E MAIS FELIZ. Adaptado de: Superinteressante, jun. 2010. Disponível em: . Acesso em: 10 jun. 2010.)
A figura de linguagem predominante no período “[...] o bairro negro do Soweto, em Johanesburgo, gritou [...]” (1º parágrafo) é a:
Questão 3 169972
IFMT 2010/2Texto 1
A COPA DEIXA VOCÊ MAIS POBRE. E MAIS FELIZ.
[1] No dia em que a África do Sul ganhou o direito de sediar a Copa do Mundo, em 2004, o bairro negro do
Soweto, em Johanesburgo, gritou: “A grana está vindo!”. Eles estavam expressando algo que os brasileiros
devem ter ouvido: que sediar uma copa traz dinheiro. Em qualquer lugar que se candidate a uma Copa do
Mundo, políticos tecem loas à “bonança econômica”. Falam das hordas de turistas prontos para gastar os
tubos, da propaganda gratuita para as cidades-sede, dos benefícios de longo prazo que as estradas e os
estádios a ser construídos vão trazer. Não surpreende que o Brasil tenha querido tanto a copa.
[2] Mas esse argumento econômico é uma enganação. Os brasileiros vão descobrir logo. E os sul-africanos já o
fizeram: a conta pela construção de estádios, em US$ 1,7 bilhão, já é 6 vezes maior que as estimativas iniciais; a
quantidade de turistas esperados é bem menor que a prometida e a Fifa não vai deixar os sul-africanos pobres
vender suas salsichas do lado de fora dos estádios. Que fique claro: uma copa não deixa o país mais rico.
[3] Tipicamente, um país prestes a receber um mundial paga para que economistas-fantoches publiquem estudos
dizendo que a copa vai impulsionar a economia. Já a maioria dos economistas de verdade – pagos por
universidades para escrever sobre o que realmente acreditam – pensa o inverso. E faz as perguntas que os
promotores de novos estádios não gostam: de onde veem os trabalhadores temporários que vão participar
dessas construções? Eles não tinham emprego antes? Isso não vai deixar outras áreas com menos
trabalhadores experientes? E tem mais.
[4] Gastar com uma copa significa menos hospitais e escolas. Pior: estádios novos quase nunca produzem os
benefícios prometidos. A maior parte acaba usada poucas vezes por ano. É preciso que fique claro o que
significam os gastos públicos com a construção e a reforma de estádios. Trata-se de uma transferência.
Benefícios que iriam para o contribuinte vão para os clubes (que ganham arenas e reformas de graça) e os
torcedores (que aproveitam as casas novas ou renovadas de seus times). Depois que o contribuinte pagou por
estádios melhores, provavelmente mais pessoas vão querer ver jogos neles. O Brasil pós-2014 deve testemunhar
o mesmo que aconteceu na Inglaterra após a melhoria dos estádios no começo dos anos 90: a chegada de mais
torcedores de classe média, de mulheres, e públicos maiores nos jogos. É verdade que a Inglaterra é mais rica
que o Brasil e pôde bancar isso. Mas o Brasil hoje é mais rico que os estádios dilapidados que tem. [...]
(A COPA DEIXA VOCÊ MAIS POBRE. E MAIS FELIZ. Adaptado de: Superinteressante, jun. 2010. Disponível em: . Acesso em: 10 jun. 2010.)
Os argumentos que ilustram a ideia de que a Copa não deixa o país mais rico baseiam-se em um estudo feito:
Questão 2 169971
IFMT 2010/2Texto 1
A COPA DEIXA VOCÊ MAIS POBRE. E MAIS FELIZ.
[1] No dia em que a África do Sul ganhou o direito de sediar a Copa do Mundo, em 2004, o bairro negro do
Soweto, em Johanesburgo, gritou: “A grana está vindo!”. Eles estavam expressando algo que os brasileiros
devem ter ouvido: que sediar uma copa traz dinheiro. Em qualquer lugar que se candidate a uma Copa do
Mundo, políticos tecem loas à “bonança econômica”. Falam das hordas de turistas prontos para gastar os
tubos, da propaganda gratuita para as cidades-sede, dos benefícios de longo prazo que as estradas e os
estádios a ser construídos vão trazer. Não surpreende que o Brasil tenha querido tanto a copa.
[2] Mas esse argumento econômico é uma enganação. Os brasileiros vão descobrir logo. E os sul-africanos já o
fizeram: a conta pela construção de estádios, em US$ 1,7 bilhão, já é 6 vezes maior que as estimativas iniciais; a
quantidade de turistas esperados é bem menor que a prometida e a Fifa não vai deixar os sul-africanos pobres
vender suas salsichas do lado de fora dos estádios. Que fique claro: uma copa não deixa o país mais rico.
[3] Tipicamente, um país prestes a receber um mundial paga para que economistas-fantoches publiquem estudos
dizendo que a copa vai impulsionar a economia. Já a maioria dos economistas de verdade – pagos por
universidades para escrever sobre o que realmente acreditam – pensa o inverso. E faz as perguntas que os
promotores de novos estádios não gostam: de onde veem os trabalhadores temporários que vão participar
dessas construções? Eles não tinham emprego antes? Isso não vai deixar outras áreas com menos
trabalhadores experientes? E tem mais.
[4] Gastar com uma copa significa menos hospitais e escolas. Pior: estádios novos quase nunca produzem os
benefícios prometidos. A maior parte acaba usada poucas vezes por ano. É preciso que fique claro o que
significam os gastos públicos com a construção e a reforma de estádios. Trata-se de uma transferência.
Benefícios que iriam para o contribuinte vão para os clubes (que ganham arenas e reformas de graça) e os
torcedores (que aproveitam as casas novas ou renovadas de seus times). Depois que o contribuinte pagou por
estádios melhores, provavelmente mais pessoas vão querer ver jogos neles. O Brasil pós-2014 deve testemunhar
o mesmo que aconteceu na Inglaterra após a melhoria dos estádios no começo dos anos 90: a chegada de mais
torcedores de classe média, de mulheres, e públicos maiores nos jogos. É verdade que a Inglaterra é mais rica
que o Brasil e pôde bancar isso. Mas o Brasil hoje é mais rico que os estádios dilapidados que tem. [...]
(A COPA DEIXA VOCÊ MAIS POBRE. E MAIS FELIZ. Adaptado de: Superinteressante, jun. 2010. Disponível em: . Acesso em: 10 jun. 2010.)
No 1º parágrafo, entre as vantagens apregoadas pelos políticos para a realização da Copa no país, não está incluída:
Questão 1 169970
IFMT 2010/2Texto 1
A COPA DEIXA VOCÊ MAIS POBRE. E MAIS FELIZ.
[1] No dia em que a África do Sul ganhou o direito de sediar a Copa do Mundo, em 2004, o bairro negro do
Soweto, em Johanesburgo, gritou: “A grana está vindo!”. Eles estavam expressando algo que os brasileiros
devem ter ouvido: que sediar uma copa traz dinheiro. Em qualquer lugar que se candidate a uma Copa do
Mundo, políticos tecem loas à “bonança econômica”. Falam das hordas de turistas prontos para gastar os
tubos, da propaganda gratuita para as cidades-sede, dos benefícios de longo prazo que as estradas e os
estádios a ser construídos vão trazer. Não surpreende que o Brasil tenha querido tanto a copa.
[2] Mas esse argumento econômico é uma enganação. Os brasileiros vão descobrir logo. E os sul-africanos já o
fizeram: a conta pela construção de estádios, em US$ 1,7 bilhão, já é 6 vezes maior que as estimativas iniciais; a
quantidade de turistas esperados é bem menor que a prometida e a Fifa não vai deixar os sul-africanos pobres
vender suas salsichas do lado de fora dos estádios. Que fique claro: uma copa não deixa o país mais rico.
[3] Tipicamente, um país prestes a receber um mundial paga para que economistas-fantoches publiquem estudos
dizendo que a copa vai impulsionar a economia. Já a maioria dos economistas de verdade – pagos por
universidades para escrever sobre o que realmente acreditam – pensa o inverso. E faz as perguntas que os
promotores de novos estádios não gostam: de onde veem os trabalhadores temporários que vão participar
dessas construções? Eles não tinham emprego antes? Isso não vai deixar outras áreas com menos
trabalhadores experientes? E tem mais.
[4] Gastar com uma copa significa menos hospitais e escolas. Pior: estádios novos quase nunca produzem os
benefícios prometidos. A maior parte acaba usada poucas vezes por ano. É preciso que fique claro o que
significam os gastos públicos com a construção e a reforma de estádios. Trata-se de uma transferência.
Benefícios que iriam para o contribuinte vão para os clubes (que ganham arenas e reformas de graça) e os
torcedores (que aproveitam as casas novas ou renovadas de seus times). Depois que o contribuinte pagou por
estádios melhores, provavelmente mais pessoas vão querer ver jogos neles. O Brasil pós-2014 deve testemunhar
o mesmo que aconteceu na Inglaterra após a melhoria dos estádios no começo dos anos 90: a chegada de mais
torcedores de classe média, de mulheres, e públicos maiores nos jogos. É verdade que a Inglaterra é mais rica
que o Brasil e pôde bancar isso. Mas o Brasil hoje é mais rico que os estádios dilapidados que tem. [...]
(A COPA DEIXA VOCÊ MAIS POBRE. E MAIS FELIZ. Adaptado de: Superinteressante, jun. 2010. Disponível em: . Acesso em: 10 jun. 2010.)
As questões de 01 a 08 referem-se ao Texto 1.
No 1º parágrafo, o uso de aspas em “A grana está vindo!” deve-se:
06
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