Questões de EFAF Português - Gramática
1.745 Questões
Questão 6 10408684
CPM 2018Leia com atenção a tira que segue para responder a esta questão sobre letras, fonemas e dígrafos.

Schulz, Charles M. felicidade é ... Porto Alegre, RS: L&PM, 2015. p. 42
Quanto às palavras OBJETIVO – PROPÓSITO – SIGNIFICADO, é correto dizer que
Questão 14 10132768
CMSM 1° Ano - Prova de Língua Portuguesa 2018Leia o texto para responder ao item.
TEXTO
Mahatma Gandhi

Mahatma Gandhi (1869-1948) foi um líder pacifista indiano. Principal personalidade da independência da Índia, então colônia britânica. Ganhou destaque na luta contra os ingleses por meio de seu projeto de não violência. Além de sua luta pela independência da índia, também ficou conhecido por seus pensamentos e sua filosofia. Recorria a jejuns, marchas e à desobediência civil, ou seja, estimulava o não pagamento dos impostos e o boicote aos produtos ingleses.
As rivalidades entre hindus e muçulmanos retardaram o processo de independência. Com o início da Segunda Guerra Mundial, Gandhi voltou a lutar pela retirada imediata dos britânicos do seu país. Só em 1947, os ingleses reconheceram a independência da Índia.
Fonte: https://www.ebiografia.com/mahatma ghandi/. Acesso em: 10/10/2018.
O acento grave indicativo de crase está empregado corretamente em "Recorria a jejuns, marchas e à desobediência civil, ou seja, estimulava o não pagamento dos impostos e o boicote aos produtos ingleses." (1° parágrafo).
O uso desse acento está incorreto em:
Questão 9 622139
COTUCA 2018Carlos Alberto Soffredini foi um escritor brasileiro, autor de diversas peças teatrais, dentre elas, Na carrêra do divino, cujo principal objetivo é caracterizar o caipira brasileiro. Para isso, realizou uma pesquisa específica antes da escrita desse texto, por não ser falante do dialeto caipira. Leia a seguir um trecho dessa peça, para responder à questão.
Cena I
A querência – O Rancho
[...]
JECA – Tô fazeno, tô fazeno...
[...]
MONTEIRO LOBATO (NARRADOR) – “Em três dias uma choça1, que por eufemismo chamam casa, brota da terra como um urupê2”.
JECA – Tá pronta, muié.
NHÁ RITA – (vendo) Eita fremosura!
JECA – Baldeia pra cá as trapizonga3 mór da gente pindurá...
MONTEIRO LOBATO (NARRADOR) – “Tiram tudo do lugar: os esteios, os caibros, as ripas, os barrotes, o cipó que os liga, o barro das paredes e a palha do teto.”
JECA - ... [...] a enchada... e o santinho pindura naquela parede lá qu’ié pr’ele escorá. Aquela num tá lá muito bem barrotada...
NHÁ RITA – Vai caí?
JECA – C’o santinho escorano? Vê lá se ela tem corage...
MONTEIRO LOBATO (NARRADOR) – “Tão íntima é a comunhão dessas palhoças4 com a terra local que dariam ideia de coisa nascida do chão por obra espontânea da natureza – se a natureza fosse capaz de criar coisas tão feias.”
Adaptado de Soffredini: obras principais: Na carrêra do divino. Organização de Renata Soffredini e Lígia Balista. São Paulo: Giostri, 2017. p. 26-27.
Vocabulário:
1 Construção precária, revestida de palha ou de folhas.
2 Espécie de cogumelo.
3 Conjunto de coisas confusas ou desordenadas.
4 Casa coberta de palha.
Monteiro Lobato, apresentado como uma voz narrativa, em uma de suas ponderações, analisa: “Em três dias uma choça, que por eufemismo chamam casa, brota da terra como um urupê”. A utilização de “eufemismo” nesse período indica que:
Questão 10 618033
COTIL 1° Ano 2018TEXTO PARA A QUESTÃO
CUNNO. Tada a Modaida Quina itradutores Andréa Sahel M. da Siva et ali São Paula: Martins Fontes, 1993, p9 110.
TEXTO PARA A QUESTÃO
OS FILHOS DO LIXO
Lya Luft
Há quem diga que dou esperança; há quem proteste que sou pessimista. Eu digo que os maiores otimistas são aqueles que, apesar do que vivem ou observam, continuam apostando na vida, trabalhando, cultivando afetos e tendo projetos. Às vezes, porém, escrevo com dor. Como hoje.
Acabo de assistir a uma reportagem sobre crianças do Brasil que vivem do lixo. Digamos que são o lixo deste país, e nós permitimos ou criamos isso. Eu mesma já vi com estes olhos gente morando junto de lixões, e crianças disputando com urubus pedaços de comida estragada para matar a fome.
A reportagem era uma história de terror – mas verdadeira, nossa, deste país. Uma jovem de menos de 20 anos trazia numa carretinha feita de madeiras velhas seus três filhos, de 4, 2 e 1 ano. Chegavam ao lixão, e a maiorzinha, já treinada, saía a catar coisas úteis, sobretudo comida. Logo estavam os três comendo, e a mãe, indagada, explicou com simplicidade: "A gente tem de sobreviver, né?".
Não sei como é possível alguém dizer que este país vai bem enquanto esses fatos, e outros semelhantes, acontecem. Pois, sendo na nossa pátria, não importa em que recanto for, tudo nos diz respeito, como nos dizem respeito a malandragem e a roubalheira, a mentira e a impunidade e o falso ufanismo. Ouvimos a toda hora que nunca o país esteve tão bem. Até que em algumas coisas, talvez muitas, melhoramos.
Mas quem somos, afinal? Que país somos, que gente nos tornamos, se vemos tudo isso e continuamos comendo, bebendo, trabalhando e estudando como se nem fosse conosco? Deve ser o nosso jeito de sobreviver – não comendo lixo concreto, mas engolindo esse lixo moral e fingindo que está tudo bem. Pois, se nos convencermos de que isso acontece no nosso meio, no nosso país, talvez na nossa cidade, e nos sentirmos parte disso, responsáveis por isso, o que se poderia fazer?
https://renatavalerafatec.files.wordpress.com/2017/02/acervo-digital-veja-os-filhos-do-lixo.pdf
Relacionando as personagens da tirinha ao conteúdo do texto de Lya Luft, só NÃO podemos dizer que
Questão 10 422768
IFSul - Rio-Grandense 2018/2Leia o Texto, para responder à questão.
Texto
Dias de luta, dias de glória
Charlie Brown Jr
Canto minha vida com orgulho
Na minha vida tudo acontece
Mas quanto mais a gente rala, mais a gente cresce
Hoje estou feliz porque eu sonhei com você
E amanhã posso chorar por não poder te ver
Mas o seu sorriso vale mais que um diamante
Se você vier comigo, aí nós vamos adiante
Com a cabeça erguida e mantendo a fé em Deus
O seu dia mais feliz vai ser o mesmo que o meu
A vida me ensinou a nunca desistir
Nem ganhar, nem perder mas procurar evoluir
Podem me tirar tudo que tenho
Só não podem me tirar as coisas boas que eu já fiz pra quem eu amo
E eu sou feliz e canto e o universo é uma canção
E eu vou que vou
História, nossas histórias
Dias de luta, dias de glória
História, nossas histórias
Dias de luta, dias de glória
História, nossas histórias
Dias de luta, dias de glória
História, nossas histórias
Dias de luta, dias de glória
Oh minha gata, morada dos meus sonhos
Todo dia, se pudesse eu ia estar com você
Já te via muito antes nos meus sonhos
Eu procurei a vida inteira por alguém como você
Por isso eu canto a minha vida com orgulho
Com melodia, alegria e barulho
Eu sou feliz e rodo pelo mundo
Sou correria mas também sou vagabundo
Mas hoje dou valor de verdade pra minha saúde,
Pra minha liberdade
Que bom te encontrar nessa cidade
Esse brilho intenso me lembra você
Disponível em: https://www.google.com.br/search?ei=z6W3WpHBAYmDwQTEYGABw&q=dias+de+luta+dias+de+gloria+letra&oq=dias+de+luta+dias+de+gloria&gs_l. Acesso em: 24 de março de 2018.
Observe as seguintes afirmações sobre o texto:
I. Predominam, na primeira estrofe, os verbos conjugados no Presente do Subjuntivo.
II. Há, no texto, um tom excessivamente coloquial.
III. Percebe-se mistura de tratamento tu/você no texto.
Está(ão) corretas(as) a(s) afirmativa(s)
Questão 3 422756
IFSul - Rio-Grandense 2018/2Leia o Texto, para responder à questão.
Texto
A nova juventude
Martha Medeiros
O que não falta é frase satirizando a primeira etapa da vida. Exemplo: A juventude é um
defeito facilmente superável com a idade. Outro: A juventude é uma coisa maravilhosa, pena
desperdiçá-la em jovens. Quem ultrapassou essa fase dourada hoje olha para ela com certo
desprezo. Não de todo equivocado: a maturidade, de fato, se não é nosso período mais fértil,
[5] certamente é o mais sabido. Algum benefício tinha que trazer essa tal passagem do tempo.
No entanto, em vez de fazer coro com a soberba habitual dos maduros, vale dar uma espiada
mais generosa para a garotada. Afora os neorretardados que proliferam nas redes
esbanjando pobreza de espírito, a geração atual tem uma postura mais humanizada em
relação a questões importantes da vida. Vale a pena escutá-los.
[10] O tema da homossexualidade, ainda debatido à exaustão na mídia, já saiu de pauta entre os
adolescentes. Nada mais natural do que meninos e meninas namorarem parceiros do mesmo
sexo. Ser favorável ou desfavorável à causa gay? Concordo com eles: chega a ser
constrangedor a gente se declarar a favor ou contra o que não nos diz respeito. É muita
arrogância.
[15] Quanto à busca por uma profissão, mudanças visíveis também. O dinheiro continua sendo
uma preocupação, mas já não ocupa o topo das paradas. O que se deseja é fazer diferença
para a sociedade, trabalhar no que se gosta, personalizar sua atuação, deixar marcada uma
ideia, uma consciência, um caminho diferente, um novo olhar. Nem que para isso se invente
uma profissão que nunca existiu, que se formalizem atividades que antes não eram
[20] consideradas. Estudar segue fundamental, mas a sequência colégio-vestibular-faculdade vem
ganhando bifurcações. Se a felicidade não estiver na vida sólida e estável que os pais
sonharam, paciência. Os sonhos dos velhos terão que se adaptar a uma realidade menos
regrada.
Sim, ainda existem os adolescentes convencionais, que sonham com casamentos
[25] convencionais e empregos convencionais e que querem enriquecer, consumir e ser “alguém”.
A diferença é que esse “alguém” padrão, que se amparava em hierarquias para estabelecer
juízos de valor, não representa o jovem moderno que quer construir uma sociedade mais
horizontalizada. A noção de riqueza está mudando de foco: ir para o trabalho de bicicleta
pode dar mais status a um profissional do que conquistar uma vaga no estacionamento
[30] reservado aos patrões.
Outro dia falava sobre tatuagens com duas garotas e me peguei aplicando o velho discurso a
respeito do cuidado que elas deveriam ter antes de tomar decisões definitivas. Foi quando me
dei conta de que até o definitivo mudou de configuração. Elas não veneram o “pra sempre” –
o que acho ótimo, mas então por que fazer uma tatuagem? Simplesmente para homenagear
[35] uma etapa da vida. Não haverá arrependimento se o assunto não for levado com tanto
drama. Tatuagem deixou de ser uma condecoração vitalícia. Nada mais é vitalício
Basta que seja sustentável.
Disponível em: . Acesso em: 25 de março de 2018.
A frase que NÃO possui sentido denotativo é:
06
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