Questões de EFAF Português
15.488 Questões
Questão 5 166340
IFGO 2011Assinale a única sequência cujas palavras foram todas formadas por processos morfológicos que possibilitam a expressão do fator emocional.
Questão 2 166336
IFGO 2011Assinale a alternativa que expressa a ideia principal do texto seguinte:
“A Liga das Senhoras Católicas de São Paulo, entidade assistencial de fins filantrópicos, vem solicitar retificação na legenda da fotografia que acompanhou a reportagem sobre o idoso, publicada no dia 25/09, onde o Lar Sant´Ana foi apresentado como ‘asilo’, o que não é verdade. Agradecemos a reportagem, que não deixa de ser mais uma divulgação sobre nossos serviços, mas pedimos sua compreensão e retificação, pois estamos tendo diversas reclamações; e, quer queiramos ou não, em nossa sociedade, a palavra ‘asilo’, infelizmente, ainda tem uma conotação pejorativa.
Maria Amélia V. Xavier da Silveira, presidenta (São Paulo, SP).”
Folha de São Paulo, 6 de out. 1988. Painel do Leitor.
Questão 14 82106
OBMEP Nível 2 2011Tia Geralda sabe que um de seus sobrinhos Ana, Bruno, Cecília, Daniela ou Eduardo comeu todos os biscoitos. Ela também sabe que o culpado sempre mente e que os inocentes sempre dizem a verdade.
• Bruno diz: “O culpado é Eduardo ou Daniela.”
• Eduardo diz: “O culpado é uma menina.”
• Por fim, Daniela diz: “Se Bruno é culpado então Cecília é inocente.”
Quem comeu os biscoitos?

Questão 7 10722834
COTIL 1° Ano 2010Texto para a questão.
O homem: as viagens
Carlos Drummond de Andrade
O homem, bicho da Terra tão pequeno
chateia-se na Terra
lugar de muita miséria e pouca diversão,
faz um foguete, uma cápsula, um módulo
toca para a Lua
desce cauteloso na Lua
pisa na Lua
planta bandeirola na Lua
experimenta a Lua
coloniza a Lua
civiliza a Lua
humaniza a Lua.
Lua humanizada: tão igual à Terra.
O homem chateia-se na Lua.
Vamos para Marte – ordena a suas máquinas.
Elas obedecem, o homem desce em Marte
pisa em Marte
experimenta
coloniza
civiliza
humaniza Marte com engenho e arte.
Marte humanizado, que lugar quadrado.
Vamos a outra parte?
Claro – diz o engenho
sofisticado e dócil.
Vamos a Vênus.
O homem põe o pé em Vênus,
vê o visto – é isto?
idem
idem
idem
Está correto o emprego da forma verbal sublinhada na frase:
Questão 8945980
ETECSP ETECSP 2010 1 FaseU Gerais (1) 2010Da utilidade dos animais
Terceiro dia de aula. Na sala, estampas coloridas mostram animais de todos os feitios. É preciso querer bem a eles, diz a professora, com um sorriso que envolve toda a fauna, protegendo-a. Eles têm direito à vida como nós e além disso são muito úteis. Todos ajudam.
— Aquele cabeludo ali, professora, também ajuda?
— Aquele ali é o texugo, se você quiser pintar a parede de seu quarto, escolha pincel de texugo. Parece que é ótimo. E também fornece pelo para os pincéis de barba. Arturzinho objetou que, no futuro, pretende usar barbeador elétrico. Além do mais, não gostaria de pelar o texugo, uma vez que devemos gostar dele, mas a professora já explicava a utilidade da tartaruga-marinha.
— A tartaruga, meu Deus, é de uma utilidade que vocês não calculam. Comem-se os ovos e toma-se a sopa: uma de-lí-cia! O casco serve para fabricar pentes, cigarreiras, tanta coisa... O biguá é engraçado.
— Engraçado, como? Biguá.

— É uma ave que apanha peixe pra gente.
— Apanha e entrega, professora?
— Não é bem assim. Você bota um anel no pescoço dele, e o biguá pega o peixe, mas não pode engolir. Então você tira o peixe da goela do biguá.
— Bobo que ele é.
— Não. É útil. Ai de nós se não fossem os animais que nos ajudam de todas as maneiras. Por isso que eu digo: devemos amar os animais e não maltratá-los de jeito nenhum. Entendeu, Ricardo?
— Entendi. A gente deve amar, respeitar, pelar e comer os animais, e aproveitar bem o pelo, o couro e os ossos.
Com base na interpretação do texto, identifica-se uma oposição entre as ideias em:ANDRADE, Carlos Drummond de. Para gostar de ler. São Paulo: Ática, 1981. v. 4 (adaptado).
Questão 8945979
ETECSP ETECSP 2010 1 FaseU Gerais (1) 2010Da utilidade dos animais
Terceiro dia de aula. Na sala, estampas coloridas mostram animais de todos os feitios. É preciso querer bem a eles, diz a professora, com um sorriso que envolve toda a fauna, protegendo-a. Eles têm direito à vida como nós e além disso são muito úteis. Todos ajudam.
— Aquele cabeludo ali, professora, também ajuda?
— Aquele ali é o texugo, se você quiser pintar a parede de seu quarto, escolha pincel de texugo. Parece que é ótimo. E também fornece pelo para os pincéis de barba. Arturzinho objetou que, no futuro, pretende usar barbeador elétrico. Além do mais, não gostaria de pelar o texugo, uma vez que devemos gostar dele, mas a professora já explicava a utilidade da tartaruga-marinha.
— A tartaruga, meu Deus, é de uma utilidade que vocês não calculam. Comem-se os ovos e toma-se a sopa: uma de-lí-cia! O casco serve para fabricar pentes, cigarreiras, tanta coisa... O biguá é engraçado.
— Engraçado, como? Biguá.

— É uma ave que apanha peixe pra gente.
— Apanha e entrega, professora?
— Não é bem assim. Você bota um anel no pescoço dele, e o biguá pega o peixe, mas não pode engolir. Então você tira o peixe da goela do biguá.
— Bobo que ele é.
— Não. É útil. Ai de nós se não fossem os animais que nos ajudam de todas as maneiras. Por isso que eu digo: devemos amar os animais e não maltratá-los de jeito nenhum. Entendeu, Ricardo?
— Entendi. A gente deve amar, respeitar, pelar e comer os animais, e aproveitar bem o pelo, o couro e os ossos.
Em "Arturzinho objetou que, no futuro, pretende usar barbeador elétrico. Além do mais, não gostaria de pelar o texugo, uma vez que devemos gostar dele...", há, em relação à exposição da professora,ANDRADE, Carlos Drummond de. Para gostar de ler. São Paulo: Ática, 1981. v. 4 (adaptado).
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