Questões de EFAF Português
15.488 Questões
Questão 8 10739519
SENAI 1º Ano - CGE 2027 2011Em “A obsessão nacional que leva as avós às janelas é a principal razão para os bons resultados da educação em países com etnias chinesas.”, ocorre o mesmo caso de uso de crase em
Questão 4 10739130
SENAI 1°Ano - CGE 2028 2011De acordo com a posição da sílaba tônica, as palavras sobre, nacional e êxito são corretamente classificadas como
Questão 10 10734373
CMC 6º Ano - Português 2011O texto a seguir serve de base para item.
Texto: Minha doce vovó
Minha avó paterna, Rosa, era uma grande cozinheira. Espanhola, baixinha, sempre vestida de cores
escuras, usava fogão a lenha — que ela mesma rachava com um machado no quintal. Hoje, quando entro nos
supermercados com tudo tão bem embalado, lembro de seu quinial cheio de vida, na cidade do interior onde
morava. Muitas crianças talvez nunca tenham visto uma galinha de perto, um pintinho quebrando a casca do ovo
[5] ou escavado rabanetes e cenouras como eu fazia na horta de vovó. Lembro das rosquinhas de anis, do bolo de
limão com glacê azedinho. Ou dos grandes almoços comemorativos, com pernil, cabrito, frangos assados, tortas de
tipos diversos, sobremesas incríveis.
Meu doce predileto era o pudim de queijo parmesão. Uma receita das antigas, com a massa de ovos, leite,
farinha e queijo parmesão assada em banho-maria. Quando vinha nos visitar, mal entrava pela porta, eu pedia:
[10] — Vovó, faz pudim?
Ela sorria, sentindo-se querida e prestigiada. Botava o avental, tomava posse da cozinha. E depois me
deixava lamber a tigela da massa, que delícia!
Eu cresci, entrei na faculdade, comecei a trabalhar. Vovó envelhecia. Para mim, parecia a mesma em seu
vestido escuro, cabelos trançados e enrolados em um coque. Talvez, à seus olhos, eu também continuasse igual:
[15] um garoto, seu neto, a quem ela sempre chamava carinhosamente, sem perder o sotaque:
— Formigón!
(...)
Walcyr Carrasco/24/09/2008
Do texto de Walcyr Carrasco, entende-se que
Questão 9 10734372
CMC 6º Ano - Português 2011O texto a seguir serve de base para item.
Texto: Minha doce vovó
Minha avó paterna, Rosa, era uma grande cozinheira. Espanhola, baixinha, sempre vestida de cores
escuras, usava fogão a lenha — que ela mesma rachava com um machado no quintal. Hoje, quando entro nos
supermercados com tudo tão bem embalado, lembro de seu quinial cheio de vida, na cidade do interior onde
morava. Muitas crianças talvez nunca tenham visto uma galinha de perto, um pintinho quebrando a casca do ovo
[5] ou escavado rabanetes e cenouras como eu fazia na horta de vovó. Lembro das rosquinhas de anis, do bolo de
limão com glacê azedinho. Ou dos grandes almoços comemorativos, com pernil, cabrito, frangos assados, tortas de
tipos diversos, sobremesas incríveis.
Meu doce predileto era o pudim de queijo parmesão. Uma receita das antigas, com a massa de ovos, leite,
farinha e queijo parmesão assada em banho-maria. Quando vinha nos visitar, mal entrava pela porta, eu pedia:
[10] — Vovó, faz pudim?
Ela sorria, sentindo-se querida e prestigiada. Botava o avental, tomava posse da cozinha. E depois me
deixava lamber a tigela da massa, que delícia!
Eu cresci, entrei na faculdade, comecei a trabalhar. Vovó envelhecia. Para mim, parecia a mesma em seu
vestido escuro, cabelos trançados e enrolados em um coque. Talvez, à seus olhos, eu também continuasse igual:
[15] um garoto, seu neto, a quem ela sempre chamava carinhosamente, sem perder o sotaque:
— Formigón!
(...)
Walcyr Carrasco/24/09/2008
O narrador da crônica, quando a escreve,
Questão 6 10734369
CMC 6º Ano - Português 2011Leia o texto a seguir, para responder ao item.
Texto: Narizinho
Numa casinha branca, lá no sítio do Pica-pau Amarelo, mora uma velha de mais de sessenta anos.
Chama-se dona Benta. Quem passa pela estrada e a vê na varanda, de cestinha de costura ao colo e óculos de
ouro na ponta do nariz, segue seu caminho pensando:
— Que tristeza viver assim tão sozinha neste deserto...
[5] Mas engana-se. Dona Benta é a mais feliz das vovós, porque vive em companhia da mais encantadora
das netas — Lúcia, a menina do narizinho arrebitado, ou Narizinho como todos dizem.
Narizinho tem sete anos, é morena como jambo, gosta muito de pipoca e já sabe fazer uns bolinhos de
polvilho bem gostosos. Na casa ainda existem duas pessoas — tia Nastácia, negra de estimação que carregou
Lúcia em pequena, e Emília, uma boneca de pano bastante desajeitada de corpo. Emília foi feita por tia
[10] Nastácia, com olhos de retrós preto € sobrancelhas tão lá em cima que é ver uma bruxa. Apesar disso,
Narizinho gosta muito dela; não almoça nem janta sem a ter ao lado, nem se deita sem primeiro acomodá-la
numa redinha entre dois pés de cadeira.
Além da boneca, o outro encanto da menina é o ribeirão que passa pelos fundos do pomar. Suas águas,
muito apressadinhas e mexeriqueiras, correm por entre pedras negras de limo, que Lúcia chama as “tias
[15] Nastácias do rio”.
Todas as tardes Lúcia toma a boneca e vai passear à beira d'água, onde se senta na raiz dum velho
ingazeiro para dar farelo de pão aos lambaris.
Não há peixe do rio que a não conheça; assim que ela aparece, todos acodem numa grande faminteza.
Os mais miúdos chegam pertinho; os graúdos parece que desconfiam da boneca, pois ficam ressabiados, a
[20] espiar de longe. É nesse divertimento leva a menina horas, até que tia Nastácia apareça no portão do pomar e
grite na sua voz sossegada:
— Narizinho, vovó está chamando!...
LOBATO, Monteiro. Reinações de Narizinho.
Em “assim que ela aparece, todos acodem numa grande faminteza” (linha 18), o trecho grifado poderia ser substituído, sem alteração do sentido no texto, por:
Questão 17 10727377
IFAL 6° Ano - Língua Portuguesa e Matemática 2011Dentre os destaques nos trechos abaixo, apenas um não sofreu alteração com as novas regras ortográficas da língua portuguesa.
Qual?
06
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