Questões de EFAF Português - Gramática
1.745 Questões
Questão 6 10295644
CMR 1°ano - Prova de Português 2019Texto:
Mártir Tiradentes
Hoje se comemora o Dia de Tiradentes,
Um dia muito especial,
O Brasil queria ser independente
Do rei de Portugal.
O Brasil sempre foi uma terra rica
E Portugal sempre quis colonizar,
Tiradentes, homem de Justiça,
Quis então libertar
O Brasil do rei de Portugal.
Organizou em Minas Gerais
Um movimento ideal
Que foi bom até demais.
O nome do movimento
Foi Confidência Mineira,
Ele trazia no pensamento
A liberdade brasileira.
Mas o movimento não foi avante
Porque prenderam Tiradentes,
Mas foi muito importante
Para toda esta gente.
Tiradentes foi enforcado
No Estado carioca,
Hoje Tiradentes é considerado
O maior patriota.
No dia vinte e um de abril
De mil setecentos e noventa e dois,
Mataram Tiradentes no Brasil.
Por isso se comemora hoje, amanhã e
depois.
Tiradentes não viu a Independência
Deste povo tão querido,
Mas valeu a sua benevolência
Pelos seus melhores amigos.
Muito obrigado mártir Tiradentes,
Por ter amado assim o Brasil
E também toda esta gente
Que sua morte sentiu.
Deus te guarde no Céu!
(POETA - MÁRIO QUERINO, Pindobaçu, Bahia)
Fonte: htto://poetamarioquerino.blogspot.com/2011/10/martir-tiradentes.html! Acesso em 27/07/2019 (Adaptado)
A liberdade de compor as orações e períodos do texto permite ao poeta, entre outros recursos, prescindir do emprego da vírgula marcadora de interpelação.
Isso pode ser conferido no verso:
Questão 40 10253277
EFOMM 1º Dia 2019No texto, o autor faz uso de algumas marcas de oralidade. Assinale a opção na qual uma dessas marcas está presente.
Questão 30 10253216
EFOMM 1º Dia 2019Todas as opções apresentam sujeito inexistente, EXCETO:
Questão 7 10243575
IFAL 2019/2Abaixo segue um trecho do romance “Ninho de cobras”, do escritor Lêdo Ivo. Leia-o e, depois, responda ao que se pede nas questão.
E, num fiapo de tempo, bem menor do que aquele em que um estilhaço de estrela resvala no céu escuro e cego, a raposa conheceu a morte, algo atordoador e fulgente que só poderia ser a morte, caso esta existisse em toda a sua absurda plenitude e dura magnificência, e não fosse apenas uma ficção ou um ponto de referência dos vivos deixados repentinamente de amar e odiar, demitidos de súbito de sua grandeza e miséria. Era a morte que, incandescente e perversa, a alcançava, alterando a sua inconfundível beleza animal, tumultuando-lhe o sangue, destruindo a sua ardente harmonia de movimentos, tornando vítrea a sua visão da manhã cristalina e fantasmagórica.
Desfigurada pelos golpes que os homens lhe haviam vibrado, ela ficou jazendo durante mais de uma hora sobre as pedras da rua. Era um montão de carnes e pelos informes e ensanguentados, e em torno dela se revezava um círculo de curiosos, cambiando os comentários mais variados. Quando o dia já clareava por completo, uma carroça de lixo parou perto do ajuntamento, e o cadáver da raposa foi jogado entre os monturos.
(IVO, Lêdo. Ninho de cobras: uma história mal contada. Maceió: Imprensa Oficial Graciliano Ramos, 2015, p. 21-22)
Considerando as relações de coesão referencial estabelecidas pelos pronomes no excerto de “Ninho de cobras”, marque a opção que aponta uma leitura EQUIVOCADA dessas relações.
Questão 5 483379
IFS 2019/1TEXTO
Não adianta tentar transmitir como foi duro para os sentimentos de Violet, Klaus e Sunny o período que se seguiu em sua vida. Se alguma vez vocês perderam uma pessoa que tinha grande IMPORTÂNCIA para vocês, então sabem como é que nos sentimos nessas horas, e, se nunca perderam, não dá nem para imaginar. Para os jovens Baudelaire, é claro, foi uma experiência especialmente terrível, porque perderam pai e mãe de uma só vez, e durante muitos e muitos dias se sentiram tão arrasados que mal tinham ânimo para sair da cama. Klaus não conseguia achar interesse nos livros. Os mecanismos que punham em ação o cérebro inventivo de Violet pareciam estar travados. E até mesmo Sunny, que evidentemente era jovem demais para entender de fato o que estava acontecendo, dava suas mordidas com menos entusiasmo.
Naturalmente, não melhorou nada a situação o fato de eles terem ficado também sem a casa e sem tudo o que possuíam. Vocês devem saber muito bem que basta estarmos em nosso próprio quarto, em nossa própria cama, para os momentos mais horríveis perderem um pouquinho do seu peso esmagador. Mas as camas dos Baudelaire órfãos haviam sido reduzidas a escombros carbonizados. O sr. Poe os levara para dar uma olhada no que restava da mansão, para ver se sobrara algo que se pudesse aproveitar, e a impressão foi terrível: o microscópio de Violet se fundira por completo no calor do fogo. A caneta preferida de Klaus estava transformada em cinzas, e todas as argolas de Sunny pôr na boca para morder tinham se derretido. Num e noutro canto, as crianças podiam notar os vestígios do que outrora fora o casarão tão amado por elas: pedaços do seu piano de cauda, uma elegante garrafa em que o sr. Baudelaire guardava o conhaque, o estofamento esturricado da poltrona que ficava junto à janela e em que a mãe deles gostava de sentar e ler.
SNICKET, Lemony. Mau começo. São Paulo: Seguinte, 2001.
O uso indicativo da crase presente em: “ficava junto à janela”, justifica-se porque:
Questão 15 11011911
IFES 2018Texto

Fonte: http://bit.ly/2APRavF. Acesso: Nov. 2017
Indique a alternativa que analisa INCORRETAMENTE a passagem da peça publicitária “Tem gente que não tem tempo para ler. E tem gente que não tem livro”.
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