Questões de EFAF Português
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Questão 9 433871
IFAL 2012Texto
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Paraí-ba (Céceu)
Pê - a - pá
Erre - a - ra – í
Bê - a – bá
Paraíba
Paraíba do norte, do caboclo forte
Do homem disposto esperando chover
Da gente que canta com água nos olhos
Chorando e sorrindo, querendo viver
Do sertão torrado, do gado magrinho
Do açude sequinho, do céu tão azul
Do velho sentado num banquinho velho
Comendo com gosto um prato de angu
Acende o cachimbo, dá uma tragada
Não sabe de nada da vida do sul
Pê - a – pá
Erre - a - ra – í
Bê - a – bá
Paraíba
Paraíba do norte que tem seu progresso
Que manda sucesso pra todo país
Que sente a presença da mãe natureza
Que vê a riqueza nascer da raiz
Que acredita em Deus, também no pecado
Que faz do roçado a sua oração
E ainda confia no seu semelhante
E vai sempre avante em busca do pão
O pão que é nosso, que garante a vida
Terrinha querida do meu coração
Pê - a – pá
Erre - a - ra – í
Bê - a - bá
Paraíba
(Em: Ramalho, Zé. Duetos. BMG. São Paulo, 2004. CD-ROM.)
Na primeira parte do texto temos verbos, como: esperando, chorando, sorrindo, querendo, comendo; já na segunda parte, encontramos verbos, como: tem, manda, sente, vê, acredita, faz, confia, vai, garante. Sobre essa ocorrência, quanto à seleção verbal, pode-se afirmar o que está exposto nas alternativas abaixo, exceto em:
Questão 5 433861
IFAL 2012Texto
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Paraí-ba (Céceu)
Pê - a - pá
Erre - a - ra – í
Bê - a – bá
Paraíba
Paraíba do norte, do caboclo forte
Do homem disposto esperando chover
Da gente que canta com água nos olhos
Chorando e sorrindo, querendo viver
Do sertão torrado, do gado magrinho
Do açude sequinho, do céu tão azul
Do velho sentado num banquinho velho
Comendo com gosto um prato de angu
Acende o cachimbo, dá uma tragada
Não sabe de nada da vida do sul
Pê - a – pá
Erre - a - ra – í
Bê - a – bá
Paraíba
Paraíba do norte que tem seu progresso
Que manda sucesso pra todo país
Que sente a presença da mãe natureza
Que vê a riqueza nascer da raiz
Que acredita em Deus, também no pecado
Que faz do roçado a sua oração
E ainda confia no seu semelhante
E vai sempre avante em busca do pão
O pão que é nosso, que garante a vida
Terrinha querida do meu coração
Pê - a – pá
Erre - a - ra – í
Bê - a - bá
Paraíba
(Em: Ramalho, Zé. Duetos. BMG. São Paulo, 2004. CD-ROM.)
Os quatro primeiros e os quatro últimos versos do texto Paraí-ba, de Céceu: “Pê - a - pá / Erre - a - Ra - í / Bê – a - Bá / Paraíba”, são exemplos
Questão 1 433846
IFAL 2012Texto
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Paraí-ba (Céceu)
Pê - a - pá
Erre - a - ra – í
Bê - a – bá
Paraíba
Paraíba do norte, do caboclo forte
Do homem disposto esperando chover
Da gente que canta com água nos olhos
Chorando e sorrindo, querendo viver
Do sertão torrado, do gado magrinho
Do açude sequinho, do céu tão azul
Do velho sentado num banquinho velho
Comendo com gosto um prato de angu
Acende o cachimbo, dá uma tragada
Não sabe de nada da vida do sul
Pê - a – pá
Erre - a - ra – í
Bê - a – bá
Paraíba
Paraíba do norte que tem seu progresso
Que manda sucesso pra todo país
Que sente a presença da mãe natureza
Que vê a riqueza nascer da raiz
Que acredita em Deus, também no pecado
Que faz do roçado a sua oração
E ainda confia no seu semelhante
E vai sempre avante em busca do pão
O pão que é nosso, que garante a vida
Terrinha querida do meu coração
Pê - a – pá
Erre - a - ra – í
Bê - a - bá
Paraíba
(Em: Ramalho, Zé. Duetos. BMG. São Paulo, 2004. CD-ROM.)
Analise as três afirmações a seguir e assinale a opção que achar correta.
I. Na primeira parte do texto, encontramos um retrato do nordestino conforme o Brasil o vê, isto é, homem simples, sofredor, lutador, otimista e ignorante do mundo que está além da sua realidade.
II. A segunda parte do texto procura dar ênfase ao que é pouco visto e pouco explorado nos meios de comunicação e com o próprio nordestino: orgulho do que é, do que faz, da sua cultura, da sua religiosidade e de suas raízes mais profundas.
III. O refrão aparece como um retrato do analfabetismo que o nordestino quer esconder em relação ao Sul do país, aquilo que o diferencia desse outro Brasil alfabetizado e que ainda o envergonha.
Questão 7 419442
IFSul - Rio-Grandense 2012/2Leia, com o máximo empenho de compreensão, o texto seguinte para responder à questão.
Velha e louca
[1] Pode falar que eu não ligo,
[2] Agora, amigo,
[3] Eu tô em outra,
[4] Eu tô ficando velha,
[5] Eu tô ficando louca.
[6] Pode avisar qu'eu não vou,
[7] Oh oh oh...
[8] Eu tô na estrada,
[9] Eu nunca sei da hora,
[10] Eu nunca sei de nada.
[11] Nem vem tirar
[12] Meu riso frouxo com algum conselho
[13] Que hoje eu passei batom vermelho,
[14] Eu tenho tido a alegria como dom
[15] Em cada canto eu vejo o lado bom.
[16] Pode falar qu'eu nem ligo,
[17] Agora eu sigo
[18] O meu nariz,
[19] Respiro fundo e canto
[20] Mesmo que um tanto rouca.
[21] Pode falar, não importa
[22] O que eu tenho de torta,
[23] Eu tenho de feliz,
[24] Eu vou cambaleando
[25] De perna bamba e solta
Mallu Magalhães in “Pitanga”, cd gravado no estúdio El Rocha, em São Paulo, SP, entre maio e julho de 2011.
Considerando que argumentar é expressar uma convicção, um ponto de vista, que é desenvolvido e explicado de forma a persuadir o leitor, é possível verificar que os argumentos utilizados na canção
Questão 5 419439
IFSul - Rio-Grandense 2012/2Leia, com o máximo empenho de compreensão, o texto seguinte para responder à questão.
Velha e louca
[1] Pode falar que eu não ligo,
[2] Agora, amigo,
[3] Eu tô em outra,
[4] Eu tô ficando velha,
[5] Eu tô ficando louca.
[6] Pode avisar qu'eu não vou,
[7] Oh oh oh...
[8] Eu tô na estrada,
[9] Eu nunca sei da hora,
[10] Eu nunca sei de nada.
[11] Nem vem tirar
[12] Meu riso frouxo com algum conselho
[13] Que hoje eu passei batom vermelho,
[14] Eu tenho tido a alegria como dom
[15] Em cada canto eu vejo o lado bom.
[16] Pode falar qu'eu nem ligo,
[17] Agora eu sigo
[18] O meu nariz,
[19] Respiro fundo e canto
[20] Mesmo que um tanto rouca.
[21] Pode falar, não importa
[22] O que eu tenho de torta,
[23] Eu tenho de feliz,
[24] Eu vou cambaleando
[25] De perna bamba e solta
Mallu Magalhães in “Pitanga”, cd gravado no estúdio El Rocha, em São Paulo, SP, entre maio e julho de 2011.
O uso reiterado da expressão “Eu tô” indica que a voz poética, no caso, se manifesta de forma
Questão 4 419438
IFSul - Rio-Grandense 2012/2Leia, com o máximo empenho de compreensão, o texto seguinte para responder à questão.
Velha e louca
[1] Pode falar que eu não ligo,
[2] Agora, amigo,
[3] Eu tô em outra,
[4] Eu tô ficando velha,
[5] Eu tô ficando louca.
[6] Pode avisar qu'eu não vou,
[7] Oh oh oh...
[8] Eu tô na estrada,
[9] Eu nunca sei da hora,
[10] Eu nunca sei de nada.
[11] Nem vem tirar
[12] Meu riso frouxo com algum conselho
[13] Que hoje eu passei batom vermelho,
[14] Eu tenho tido a alegria como dom
[15] Em cada canto eu vejo o lado bom.
[16] Pode falar qu'eu nem ligo,
[17] Agora eu sigo
[18] O meu nariz,
[19] Respiro fundo e canto
[20] Mesmo que um tanto rouca.
[21] Pode falar, não importa
[22] O que eu tenho de torta,
[23] Eu tenho de feliz,
[24] Eu vou cambaleando
[25] De perna bamba e solta
Mallu Magalhães in “Pitanga”, cd gravado no estúdio El Rocha, em São Paulo, SP, entre maio e julho de 2011.
De acordo com o site www.ideiajovem.com, “Belas mulheres do mundo inteiro, sejam elas famosas ou não, já usufruíram ou usufruem das vantagens de se usar uma bela boca vermelha por onde passam, sejam em ocasiões especiais ou não”. Segundo a canção, o uso do batom vermelho sugere
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