Questões de EFAF Português
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Questão 8365883
COTUCA COTUCA 2012 1 FaseU Gerais 2012
Disciplina: Essa qualidade pode mudar seu dia a dia
Atualmente, a psicologia dá razão a quem pensa que a disciplina é algo que se desenvolve. Na prática, ela é considerada uma qualidade de comportamento, portanto, algo que pode ser modificado a partir da decisão e da persistência firme de cada um de nós. (...) Aristóteles (...) insistia na disciplina como uma qualidade da alma; o poder que permite ao homem diferenciar-se dos animais, pois significa a vitória da razão, a única possibilidade de uma pessoa realizar seus sonhos. Sem a disciplina e a determinação, qualquer sonho não passará de devaneio. O filósofo dizia que somos o que repetidamente fazemos, forjamos o caráter nas atividades diárias, e estas construirão nosso destino. (...) A disciplina tem lá seus inimigos: a indolência e a dúvida. A indolência é o diabinho que sussurra em nosso ouvido coisas como: "Deixa para depois!" e por aí vai. Quanto à dúvida, bem, essa tem causas mais profundas, pertence ao mundo do autoconhecimento. (...). No sentido pessoal, a disciplina aumenta nossa capacidade de aprender e, a partir disso, realizar. A disciplina não aprisiona, liberta você da pressão externa e do sofrimento que vem dos sonhos não realizados e das frustrações autoprovocadas. Do filósofo grego aos exemplos do dia a dia, encontramos a ideia de que uma mente livre é uma mente disciplinada. Porque as pessoas disciplinadas são mestras de si mesmas.
(MUSSAK, E. Disciplina: essa qualidade pode mudar seu dia a dia. Disponível em: http://mdemulher.abril.com.br/bem-estar/reportagem/ viver-bem/disciplina-essa-qualidade-pode-mudar-seu-dia-dia-272804.shtml. Adaptado.)
Glossário:
Aristóteles: filósofo grego, aluno de Platão e professor de Alexandre, o Grande, visto como um dos fundadores da filosofia ocidental;
Indolência: preguiça, apatia, falta de disposição para ação.
Segundo o texto, assinale a alternativa correta:
Disciplina: Essa qualidade pode mudar seu dia a dia
Atualmente, a psicologia dá razão a quem pensa que a disciplina é algo que se desenvolve. Na prática, ela é considerada uma qualidade de comportamento, portanto, algo que pode ser modificado a partir da decisão e da persistência firme de cada um de nós. (...) Aristóteles (...) insistia na disciplina como uma qualidade da alma; o poder que permite ao homem diferenciar-se dos animais, pois significa a vitória da razão, a única possibilidade de uma pessoa realizar seus sonhos. Sem a disciplina e a determinação, qualquer sonho não passará de devaneio. O filósofo dizia que somos o que repetidamente fazemos, forjamos o caráter nas atividades diárias, e estas construirão nosso destino. (...) A disciplina tem lá seus inimigos: a indolência e a dúvida. A indolência é o diabinho que sussurra em nosso ouvido coisas como: "Deixa para depois!" e por aí vai. Quanto à dúvida, bem, essa tem causas mais profundas, pertence ao mundo do autoconhecimento. (...). No sentido pessoal, a disciplina aumenta nossa capacidade de aprender e, a partir disso, realizar. A disciplina não aprisiona, liberta você da pressão externa e do sofrimento que vem dos sonhos não realizados e das frustrações autoprovocadas. Do filósofo grego aos exemplos do dia a dia, encontramos a ideia de que uma mente livre é uma mente disciplinada. Porque as pessoas disciplinadas são mestras de si mesmas.
(MUSSAK, E. Disciplina: essa qualidade pode mudar seu dia a dia. Disponível em: http://mdemulher.abril.com.br/bem-estar/reportagem/ viver-bem/disciplina-essa-qualidade-pode-mudar-seu-dia-dia-272804.shtml. Adaptado.)
Glossário:
Aristóteles: filósofo grego, aluno de Platão e professor de Alexandre, o Grande, visto como um dos fundadores da filosofia ocidental;
Indolência: preguiça, apatia, falta de disposição para ação.
Questão 8365880
COTUCA COTUCA 2012 1 FaseU Gerais 2012
No centro do jogo
Apesar da condição de nação emergente, nenhum país (como o Brasil) venceu mais Copas do Mundo de futebol, poucos podem se comparar no vôlei, o basquete tem títulos de campeão tanto no masculino como no feminino, tivemos um tenista no topo do ranking e um dos maiores pugilistas da história. A lista segue com campeões olímpicos de judô, atletismo, hipismo, iatismo, natação e até tiro. Sem contar os ídolos no rodeio, automobilismo e nos ringues de vale-tudo, para citar modalidades menos convencionais. Até agora, no entanto, o sucesso brasileiro nos esportes esteve limitado à atuação dentro dos estádios, quadras, pistas e piscinas. Fora deles, o país teve pouco do que se orgulhar (01). Estruturas precárias, gestões amadoras de clubes, escândalos de corrupção e falta de recursos marcaram, quase sempre, a organização esportiva no país. Em 2007, quando o Brasil foi escolhido como sede da Copa do Mundo de 2014, começou a se esboçar uma mudança da situação (02). (...) A conquista do direito de sediar dois importantes eventos garantiu ao país, durante os próximos cinco anos, uma exposição jamais obtida em toda a história, uma espécie de medalha de ouro no universo dos negócios. Com isso, abriu-se um enorme mercado (03) para setores que vão da construção de estádios à venda de cachorros-quentes. (...). Não é apenas no mundo dos negócios que a realização dos dois maiores eventos esportivos do mundo tem impactos positivos. "A exposição é boa para aumentar a autoestima do povo, divulgar o país no exterior e realizar melhorias de infraestrutura", diz o professor Greyser, de Harvard. A exposição excessiva, no entanto, não traz só benefícios. (...). Nos próximos anos, o que estará em jogo para o Brasil vai muito além de conquistar o hexacampeonato de futebol ou uma boa posição no quadro de medalhas olímpicas. O país vai mostrar ao mundo se tem ou não capacidade (04) de ser um grande centro de negócios.
(ONAGA, M. No centro do jogo. Exame, 999, 119, 07/09/11. Adaptado.)
No centro do jogo
Apesar da condição de nação emergente, nenhum país (como o Brasil) venceu mais Copas do Mundo de futebol, poucos podem se comparar no vôlei, o basquete tem títulos de campeão tanto no masculino como no feminino, tivemos um tenista no topo do ranking e um dos maiores pugilistas da história. A lista segue com campeões olímpicos de judô, atletismo, hipismo, iatismo, natação e até tiro. Sem contar os ídolos no rodeio, automobilismo e nos ringues de vale-tudo, para citar modalidades menos convencionais. Até agora, no entanto, o sucesso brasileiro nos esportes esteve limitado à atuação dentro dos estádios, quadras, pistas e piscinas. Fora deles, o país teve pouco do que se orgulhar (01). Estruturas precárias, gestões amadoras de clubes, escândalos de corrupção e falta de recursos marcaram, quase sempre, a organização esportiva no país. Em 2007, quando o Brasil foi escolhido como sede da Copa do Mundo de 2014, começou a se esboçar uma mudança da situação (02). (...) A conquista do direito de sediar dois importantes eventos garantiu ao país, durante os próximos cinco anos, uma exposição jamais obtida em toda a história, uma espécie de medalha de ouro no universo dos negócios. Com isso, abriu-se um enorme mercado (03) para setores que vão da construção de estádios à venda de cachorros-quentes. (...). Não é apenas no mundo dos negócios que a realização dos dois maiores eventos esportivos do mundo tem impactos positivos. "A exposição é boa para aumentar a autoestima do povo, divulgar o país no exterior e realizar melhorias de infraestrutura", diz o professor Greyser, de Harvard. A exposição excessiva, no entanto, não traz só benefícios. (...). Nos próximos anos, o que estará em jogo para o Brasil vai muito além de conquistar o hexacampeonato de futebol ou uma boa posição no quadro de medalhas olímpicas. O país vai mostrar ao mundo se tem ou não capacidade (04) de ser um grande centro de negócios.
(ONAGA, M. No centro do jogo. Exame, 999, 119, 07/09/11. Adaptado.)
A palavra “se” pode assumir nas frases diversas classificações e funções. Observe que, no texto, ela ocorre repetidas vezes, como se pode ver abaixo:
“...pouco do que se orgulhar...” (01)
“...começou a se esboçar uma mudança da situação...” (02)
“...abriu-se um enorme mercado...” (03)
“...O país vai mostrar ao mundo se tem ou não capacidade...” (04)
Em quais das citações acima a palavra apresenta classificação idêntica? Assinale a alternativa correta.
Questão 8365879
COTUCA COTUCA 2012 1 FaseU Gerais 2012
No centro do jogo
Apesar da condição de nação emergente, nenhum país (como o Brasil) venceu mais Copas do Mundo de futebol, poucos podem se comparar no vôlei, o basquete tem títulos de campeão tanto no masculino como no feminino, tivemos um tenista no topo do ranking e um dos maiores pugilistas da história. A lista segue com campeões olímpicos de judô, atletismo, hipismo, iatismo, natação e até tiro. Sem contar os ídolos no rodeio, automobilismo e nos ringues de vale-tudo, para citar modalidades menos convencionais. Até agora, no entanto, o sucesso brasileiro nos esportes esteve limitado à atuação dentro dos estádios, quadras, pistas e piscinas. Fora deles, o país teve pouco do que se orgulhar (01). Estruturas precárias, gestões amadoras de clubes, escândalos de corrupção e falta de recursos marcaram, quase sempre, a organização esportiva no país. Em 2007, quando o Brasil foi escolhido como sede da Copa do Mundo de 2014, começou a se esboçar uma mudança da situação (02). (...) A conquista do direito de sediar dois importantes eventos garantiu ao país, durante os próximos cinco anos, uma exposição jamais obtida em toda a história, uma espécie de medalha de ouro no universo dos negócios. Com isso, abriu-se um enorme mercado (03) para setores que vão da construção de estádios à venda de cachorros-quentes. (...). Não é apenas no mundo dos negócios que a realização dos dois maiores eventos esportivos do mundo tem impactos positivos. "A exposição é boa para aumentar a autoestima do povo, divulgar o país no exterior e realizar melhorias de infraestrutura", diz o professor Greyser, de Harvard. A exposição excessiva, no entanto, não traz só benefícios. (...). Nos próximos anos, o que estará em jogo para o Brasil vai muito além de conquistar o hexacampeonato de futebol ou uma boa posição no quadro de medalhas olímpicas. O país vai mostrar ao mundo se tem ou não capacidade (04) de ser um grande centro de negócios.
(ONAGA, M. No centro do jogo. Exame, 999, 119, 07/09/11. Adaptado.)
Assinale a alternativa incorreta, de acordo com o texto:
No centro do jogo
Apesar da condição de nação emergente, nenhum país (como o Brasil) venceu mais Copas do Mundo de futebol, poucos podem se comparar no vôlei, o basquete tem títulos de campeão tanto no masculino como no feminino, tivemos um tenista no topo do ranking e um dos maiores pugilistas da história. A lista segue com campeões olímpicos de judô, atletismo, hipismo, iatismo, natação e até tiro. Sem contar os ídolos no rodeio, automobilismo e nos ringues de vale-tudo, para citar modalidades menos convencionais. Até agora, no entanto, o sucesso brasileiro nos esportes esteve limitado à atuação dentro dos estádios, quadras, pistas e piscinas. Fora deles, o país teve pouco do que se orgulhar (01). Estruturas precárias, gestões amadoras de clubes, escândalos de corrupção e falta de recursos marcaram, quase sempre, a organização esportiva no país. Em 2007, quando o Brasil foi escolhido como sede da Copa do Mundo de 2014, começou a se esboçar uma mudança da situação (02). (...) A conquista do direito de sediar dois importantes eventos garantiu ao país, durante os próximos cinco anos, uma exposição jamais obtida em toda a história, uma espécie de medalha de ouro no universo dos negócios. Com isso, abriu-se um enorme mercado (03) para setores que vão da construção de estádios à venda de cachorros-quentes. (...). Não é apenas no mundo dos negócios que a realização dos dois maiores eventos esportivos do mundo tem impactos positivos. "A exposição é boa para aumentar a autoestima do povo, divulgar o país no exterior e realizar melhorias de infraestrutura", diz o professor Greyser, de Harvard. A exposição excessiva, no entanto, não traz só benefícios. (...). Nos próximos anos, o que estará em jogo para o Brasil vai muito além de conquistar o hexacampeonato de futebol ou uma boa posição no quadro de medalhas olímpicas. O país vai mostrar ao mundo se tem ou não capacidade (04) de ser um grande centro de negócios.
(ONAGA, M. No centro do jogo. Exame, 999, 119, 07/09/11. Adaptado.)
Questão 8365878
COTUCA COTUCA 2012 1 FaseU Gerais 2012
No centro do jogo
Apesar da condição de nação emergente, nenhum país (como o Brasil) venceu mais Copas do Mundo de futebol, poucos podem se comparar no vôlei, o basquete tem títulos de campeão tanto no masculino como no feminino, tivemos um tenista no topo do ranking e um dos maiores pugilistas da história. A lista segue com campeões olímpicos de judô, atletismo, hipismo, iatismo, natação e até tiro. Sem contar os ídolos no rodeio, automobilismo e nos ringues de vale-tudo, para citar modalidades menos convencionais. Até agora, no entanto, o sucesso brasileiro nos esportes esteve limitado à atuação dentro dos estádios, quadras, pistas e piscinas. Fora deles, o país teve pouco do que se orgulhar (01). Estruturas precárias, gestões amadoras de clubes, escândalos de corrupção e falta de recursos marcaram, quase sempre, a organização esportiva no país. Em 2007, quando o Brasil foi escolhido como sede da Copa do Mundo de 2014, começou a se esboçar uma mudança da situação (02). (...) A conquista do direito de sediar dois importantes eventos garantiu ao país, durante os próximos cinco anos, uma exposição jamais obtida em toda a história, uma espécie de medalha de ouro no universo dos negócios. Com isso, abriu-se um enorme mercado (03) para setores que vão da construção de estádios à venda de cachorros-quentes. (...). Não é apenas no mundo dos negócios que a realização dos dois maiores eventos esportivos do mundo tem impactos positivos. "A exposição é boa para aumentar a autoestima do povo, divulgar o país no exterior e realizar melhorias de infraestrutura", diz o professor Greyser, de Harvard. A exposição excessiva, no entanto, não traz só benefícios. (...). Nos próximos anos, o que estará em jogo para o Brasil vai muito além de conquistar o hexacampeonato de futebol ou uma boa posição no quadro de medalhas olímpicas. O país vai mostrar ao mundo se tem ou não capacidade (04) de ser um grande centro de negócios.
(ONAGA, M. No centro do jogo. Exame, 999, 119, 07/09/11. Adaptado.)
A partir da leitura atenta do texto, é correto afirmar que:
No centro do jogo
Apesar da condição de nação emergente, nenhum país (como o Brasil) venceu mais Copas do Mundo de futebol, poucos podem se comparar no vôlei, o basquete tem títulos de campeão tanto no masculino como no feminino, tivemos um tenista no topo do ranking e um dos maiores pugilistas da história. A lista segue com campeões olímpicos de judô, atletismo, hipismo, iatismo, natação e até tiro. Sem contar os ídolos no rodeio, automobilismo e nos ringues de vale-tudo, para citar modalidades menos convencionais. Até agora, no entanto, o sucesso brasileiro nos esportes esteve limitado à atuação dentro dos estádios, quadras, pistas e piscinas. Fora deles, o país teve pouco do que se orgulhar (01). Estruturas precárias, gestões amadoras de clubes, escândalos de corrupção e falta de recursos marcaram, quase sempre, a organização esportiva no país. Em 2007, quando o Brasil foi escolhido como sede da Copa do Mundo de 2014, começou a se esboçar uma mudança da situação (02). (...) A conquista do direito de sediar dois importantes eventos garantiu ao país, durante os próximos cinco anos, uma exposição jamais obtida em toda a história, uma espécie de medalha de ouro no universo dos negócios. Com isso, abriu-se um enorme mercado (03) para setores que vão da construção de estádios à venda de cachorros-quentes. (...). Não é apenas no mundo dos negócios que a realização dos dois maiores eventos esportivos do mundo tem impactos positivos. "A exposição é boa para aumentar a autoestima do povo, divulgar o país no exterior e realizar melhorias de infraestrutura", diz o professor Greyser, de Harvard. A exposição excessiva, no entanto, não traz só benefícios. (...). Nos próximos anos, o que estará em jogo para o Brasil vai muito além de conquistar o hexacampeonato de futebol ou uma boa posição no quadro de medalhas olímpicas. O país vai mostrar ao mundo se tem ou não capacidade (04) de ser um grande centro de negócios.
(ONAGA, M. No centro do jogo. Exame, 999, 119, 07/09/11. Adaptado.)
Questão 8365877
COTUCA COTUCA 2012 1 FaseU Gerais 2012
Nada sei (Apneia)
Nada sei dessa vida
Vivo sem saber
Nunca soube, nada saberei
Sigo sem saber
Que lugar me pertence
Que eu possa abandonar
Que lugar me contém
Que possa me parar
(...)
Nada sei desse mar
Nado sem saber
De seus peixes, suas perdas
De seu não respirar
Nesse mar,
Os segundos insistem em naufragar
Esse mar me seduz
Mas é só pra me afogar
(...)
(Paula Toller e George Israel)
Das alternativas abaixo, assinale aquela em que a palavra destacada apresenta, na letra da canção lida, a mesma classe gramatical de “respirar’ (verso 12):
Nada sei (Apneia)
Nada sei dessa vida
Vivo sem saber
Nunca soube, nada saberei
Sigo sem saber
Que lugar me pertence
Que eu possa abandonar
Que lugar me contém
Que possa me parar
(...)
Nada sei desse mar
Nado sem saber
De seus peixes, suas perdas
De seu não respirar
Nesse mar,
Os segundos insistem em naufragar
Esse mar me seduz
Mas é só pra me afogar
(...)
(Paula Toller e George Israel)
Questão 8365876
COTUCA COTUCA 2012 1 FaseU Gerais 2012
Nada sei (Apneia)
Nada sei dessa vida
Vivo sem saber
Nunca soube, nada saberei
Sigo sem saber
Que lugar me pertence
Que eu possa abandonar
Que lugar me contém
Que possa me parar
(...)
Nada sei desse mar
Nado sem saber
De seus peixes, suas perdas
De seu não respirar
Nesse mar,
Os segundos insistem em naufragar
Esse mar me seduz
Mas é só pra me afogar
(...)
(Paula Toller e George Israel)
Nada sei (Apneia)
Nada sei dessa vida
Vivo sem saber
Nunca soube, nada saberei
Sigo sem saber
Que lugar me pertence
Que eu possa abandonar
Que lugar me contém
Que possa me parar
(...)
Nada sei desse mar
Nado sem saber
De seus peixes, suas perdas
De seu não respirar
Nesse mar,
Os segundos insistem em naufragar
Esse mar me seduz
Mas é só pra me afogar
(...)
(Paula Toller e George Israel)
Observando-a do ponto de vista da morfologia e da sintaxe, é correto afirmar que:
Nos versos 6 e 8, a palavra “que” pode ser classificada como pronome relativo, sendo que, em ambos os casos, o antecedente é “lugar”.
Nos versos 11 e 12 os pronomes “seus”, “suas” e “seu” estão bem empregados, já que se referem à segunda pessoa, ou seja, à pessoa com quem se fala.
Em todas as ocorrências nessa letra, o pronome “me” exerce a função de objeto direto dos verbos que complementa.
O pronome demonstrativo “dessa” (verso 1) não se encontra bem empregado, já que a autora se refere a sua própria vida.
Escolha a alternativa que contenha todas as indicações corretas:
06
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