Questões de EFAF Português
15.488 Questões
Questão 8389674
FCC FCC (Concursos) 2012 Avulsas 2012Segundo os preceitos da gramática normativa do português do Brasil, a única palavra dentre as citadas abaixo que NÃO deve ser pronunciada com o acento tônico recaindo em posição idêntica àquela em que recai na palavra avaro é:
Questão 8366518
ANA POR 9AF 008 ANA007 2012Leia o texto abaixo e, a seguir, responda ao item
Qual a finalidade do texto?Hora de estadistas
A intensidade da cobrança, expressa na série de manifestações nas cidades brasileiras desde a semana passada, recomenda articulação de lideranças político-partidárias que não apenas ouçam os gritos nas ruas, mas que, principalmente, apresentem propostas claras e definição de prioridades.
Este momento grave vivido pelo país exige mais do que meros líderes de agremiações partidárias, mas estadistas, que enxerguem o importante momento histórico pelo qual passa o país e que tenham a grandeza de apresentar uma objetiva proposta de agenda de interesse nacional para contribuir na superação dos desafios.
O cidadão tem protestado nas ruas contra uma soma de ineficiências e desvios que resultaram em má prestação de serviços básicos e falhas na garantia de direitos essenciais. O foco, portanto, deve ser no sentido de dar respostas efetivas a essas demandas.
Um dos recados que emanam das ruas é o de exaustão com negociações e articulações dissociadas dos interesses coletivos, tanto que houve mesmo hostilização a grupos partidários e movimentos políticos. A hora é de esforço e trabalho para resgatar a confiança perdida, com reformas e adoção de medidas para aprimorar e fortalecer as instituições democráticas como caminho para alcançar as metas pretendidas.
Editorial. O popular. Disponível em: http://www.opopular.com.br/cmlink/o-popular/opopular.flip/Acesso em: 25/06/2013.
Questão 8366517
ANA POR 9AF 008 ANA007 2012Leia o texto abaixo e, a seguir, responda ao item
O principal argumento que defende essa tese é:Hora de estadistas
A intensidade da cobrança, expressa na série de manifestações nas cidades brasileiras desde a semana passada, recomenda articulação de lideranças político-partidárias que não apenas ouçam os gritos nas ruas, mas que, principalmente, apresentem propostas claras e definição de prioridades.
Este momento grave vivido pelo país exige mais do que meros líderes de agremiações partidárias, mas estadistas, que enxerguem o importante momento histórico pelo qual passa o país e que tenham a grandeza de apresentar uma objetiva proposta de agenda de interesse nacional para contribuir na superação dos desafios.
O cidadão tem protestado nas ruas contra uma soma de ineficiências e desvios que resultaram em má prestação de serviços básicos e falhas na garantia de direitos essenciais. O foco, portanto, deve ser no sentido de dar respostas efetivas a essas demandas.
Um dos recados que emanam das ruas é o de exaustão com negociações e articulações dissociadas dos interesses coletivos, tanto que houve mesmo hostilização a grupos partidários e movimentos políticos. A hora é de esforço e trabalho para resgatar a confiança perdida, com reformas e adoção de medidas para aprimorar e fortalecer as instituições democráticas como caminho para alcançar as metas pretendidas.
Editorial. O popular. Disponível em: http://www.opopular.com.br/cmlink/o-popular/opopular.flip/Acesso em: 25/06/2013.
Questão 8366516
ANA POR 9AF 008 ANA007 2012Leia o texto abaixo e, a seguir, responda ao item
Qual a tese defendida pelo autor do texto?Hora de estadistas
A intensidade da cobrança, expressa na série de manifestações nas cidades brasileiras desde a semana passada, recomenda articulação de lideranças político-partidárias que não apenas ouçam os gritos nas ruas, mas que, principalmente, apresentem propostas claras e definição de prioridades.
Este momento grave vivido pelo país exige mais do que meros líderes de agremiações partidárias, mas estadistas, que enxerguem o importante momento histórico pelo qual passa o país e que tenham a grandeza de apresentar uma objetiva proposta de agenda de interesse nacional para contribuir na superação dos desafios.
O cidadão tem protestado nas ruas contra uma soma de ineficiências e desvios que resultaram em má prestação de serviços básicos e falhas na garantia de direitos essenciais. O foco, portanto, deve ser no sentido de dar respostas efetivas a essas demandas.
Um dos recados que emanam das ruas é o de exaustão com negociações e articulações dissociadas dos interesses coletivos, tanto que houve mesmo hostilização a grupos partidários e movimentos políticos. A hora é de esforço e trabalho para resgatar a confiança perdida, com reformas e adoção de medidas para aprimorar e fortalecer as instituições democráticas como caminho para alcançar as metas pretendidas.
Editorial. O popular. Disponível em: http://www.opopular.com.br/cmlink/o-popular/opopular.flip/Acesso em: 25/06/2013.
Questão 8366514
ANA POR 9AF 008 ANA007 2012Leia o texto abaixo e, a seguir, responda ao item
Em qual das alternativas a seguir está expressa uma opinião?Falar e escrever
Luiz de Aquino
Ah, língua brasileira! Não haverá, jamais, acordo internacional capaz de propiciar ao linguajar humano uma homogeneidade, seja qual for. Alegam os defensores do famigerado acordo que a escrita, em língua castelhana, é padronizada desde a Terra do Fogo, a fronteira Sul entre o Chile e a Argentina, até as margens do Rio Grande, que separa México e EUA; e também nas ilhas oceânicas em que pisaram os naturais da Espanha.A escrita será igual; a linguagem, não – afirmam. Sim, isso é perfeitamente compreensível, haja vista termos aprendido que as vogais têm sons abertos – a, e, i, o u –, mas, ultimamente, os coleguinhas jornalistas dos veículos falados referem-se à Avenida Ê – mas até há bem pouco tempo dizíamos Avenida E (é). Sei que há forte influência dos paulistanos e sulistas, presenças marcantes em Goiás desde o início do agronegócio; então, porque eles falam “éstra” no que entendíamos, até recentemente, como “extra” (ê)?
É certo que apreendemos e incorporamos muito do que ouvimos de nordestinos, nortistas, sulistas e cariocas, mas o sotaque de nossa herança passa, obviamente, por transformações interessantes. Está desaparecendo, por exemplo, o modo de falar das nossas cidades auríferas – Vila Boa de Goiás, Jaraguá, Meia-Ponte, Corumbá, Santa Luzia, Bonfim... quem viveu os anos que vivi (estou na segunda metade da minha década de 60) sabe que a musicalidade do falar goiano está muito diferente, agora. Gosto de ouvir nossas palavras cortadas, abreviadas; de uma, apenas, não gosto da síncope: gueiroba em lugar de guariroba. Na escrita, alguns escribas, de livros e de jornais, substituem a bonita forma pequi por piqui, alegando a pronúncia. Ora: a gente escreve futebol e pronuncia futibol. E há quem banque o chique escrevendo – especialmente como nomes próprios – theatro em lugar de teatro. E falam “tê-atro”, em vez de tiatro, como seria o regular da nossa fala local.
“Vontá dimbora durmi”, é frase comum no falar coloquial. E responder, gritando, a um chamado com o infalível “Tô ino”, em lugar de “Estou indo” é goiano demais da conta! Mas o que mais se nota – e a frase já se espalha por todo o país, especialmente entre os entrevistados na tevê – é “O marrapossível”. É o que respondem políticos e técnicos, delegados e coronéis, professores e populares diante dos repórteres.
Ah, os repórteres! Destes, no rádio e na tevê, ouço sempre e me divirto: “departamento pessoal” em vez de “departamento de pessoal”. O mesmo se dá quando devem dizer “corpo de delito” – o “de” é novamente omitido. E a moda, que saiu das falas dos “da imprensa”, alcança agora advogados e delegados de polícia.
Na escrita, porém, essa que foi “padronizada” pelo acordo entre os países de línguas lusófonas, o bicho pega! Mesmo profissionais que deviam saber misturam C com S, não sabem onde entra o Ç e usam X, SS e Ç como se isso fosse tão normal quanto escrever Pollyanna ou Hytallo. Ou Rhackell.
AQUINO, de Luiz.DMRevista. Disponível em: http://arquivo.dm.com.br/texto/gz/112917/ Acesso em: 12/06/2013.
Questão 8366513
ANA POR 9AF 008 ANA007 2012Leia o texto abaixo e, a seguir, responda ao item
Na expressão “da imprensa” (último parágrafo), as aspas sugerem um tomFalar e escrever
Luiz de Aquino
Ah, língua brasileira! Não haverá, jamais, acordo internacional capaz de propiciar ao linguajar humano uma homogeneidade, seja qual for. Alegam os defensores do famigerado acordo que a escrita, em língua castelhana, é padronizada desde a Terra do Fogo, a fronteira Sul entre o Chile e a Argentina, até as margens do Rio Grande, que separa México e EUA; e também nas ilhas oceânicas em que pisaram os naturais da Espanha.A escrita será igual; a linguagem, não – afirmam. Sim, isso é perfeitamente compreensível, haja vista termos aprendido que as vogais têm sons abertos – a, e, i, o u –, mas, ultimamente, os coleguinhas jornalistas dos veículos falados referem-se à Avenida Ê – mas até há bem pouco tempo dizíamos Avenida E (é). Sei que há forte influência dos paulistanos e sulistas, presenças marcantes em Goiás desde o início do agronegócio; então, porque eles falam “éstra” no que entendíamos, até recentemente, como “extra” (ê)?
É certo que apreendemos e incorporamos muito do que ouvimos de nordestinos, nortistas, sulistas e cariocas, mas o sotaque de nossa herança passa, obviamente, por transformações interessantes. Está desaparecendo, por exemplo, o modo de falar das nossas cidades auríferas – Vila Boa de Goiás, Jaraguá, Meia-Ponte, Corumbá, Santa Luzia, Bonfim... quem viveu os anos que vivi (estou na segunda metade da minha década de 60) sabe que a musicalidade do falar goiano está muito diferente, agora. Gosto de ouvir nossas palavras cortadas, abreviadas; de uma, apenas, não gosto da síncope: gueiroba em lugar de guariroba. Na escrita, alguns escribas, de livros e de jornais, substituem a bonita forma pequi por piqui, alegando a pronúncia. Ora: a gente escreve futebol e pronuncia futibol. E há quem banque o chique escrevendo – especialmente como nomes próprios – theatro em lugar de teatro. E falam “tê-atro”, em vez de tiatro, como seria o regular da nossa fala local.
“Vontá dimbora durmi”, é frase comum no falar coloquial. E responder, gritando, a um chamado com o infalível “Tô ino”, em lugar de “Estou indo” é goiano demais da conta! Mas o que mais se nota – e a frase já se espalha por todo o país, especialmente entre os entrevistados na tevê – é “O marrapossível”. É o que respondem políticos e técnicos, delegados e coronéis, professores e populares diante dos repórteres.
Ah, os repórteres! Destes, no rádio e na tevê, ouço sempre e me divirto: “departamento pessoal” em vez de “departamento de pessoal”. O mesmo se dá quando devem dizer “corpo de delito” – o “de” é novamente omitido. E a moda, que saiu das falas dos “da imprensa”, alcança agora advogados e delegados de polícia.
Na escrita, porém, essa que foi “padronizada” pelo acordo entre os países de línguas lusófonas, o bicho pega! Mesmo profissionais que deviam saber misturam C com S, não sabem onde entra o Ç e usam X, SS e Ç como se isso fosse tão normal quanto escrever Pollyanna ou Hytallo. Ou Rhackell.
AQUINO, de Luiz.DMRevista. Disponível em: http://arquivo.dm.com.br/texto/gz/112917/ Acesso em: 12/06/2013.
06
![[Marketing] Questao Topo - deslogado](https://storage.estuda.com.br/banners/0_6b7ebee90b03af1c560c73bb8bcce34a_banner_deslogado_70_dias.png)