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Questão 5 169704
IFMT 2014/2TEXTO 1
A química do amor
"Os homens devem saber que do cérebro, e só do cérebro, derivam prazer, alegria, riso e divertimento, assim
como tristeza, pena, dor e medo". A frase foi dita por Hipócrates (460-377 a.C.) há milhares de anos, mas
continua certeira. Significa que aquele amor envolto em corações flutuantes, que foi incessantemente
idealizado por escritores, poetas e cineastas não é bem do jeito que eles pintam. Esqueça o cupido, a sorte ou
[5] mesmo a união sublime e inexplicável de almas. "Nada é tão ao acaso, nem tão romântico", diz Carmita Abdo,
psiquiatra coordenadora do Projeto Sexualidade (ProSex) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de
São Paulo. O amor nada mais é do que o resultado de uma complexa cadeia de reações químicas do cérebro,
e existe com o intuito único de propagar a nossa espécie. Em outras palavras, amamos porque somos o
resultado de um processo evolutivo bem sucedido: ao entrarmos em uma relação estável, as chances de
[10] criarmos com sucesso nossos descendentes são muito maiores.
De acordo com a biologia evolutiva, o vínculo criado por casais apaixonados garante a segurança da espécie.
Focado na sua família, o homem gasta energia em mantê-la bem provida, oferecendo todas as oportunidades
para que seus filhos cresçam e perpetuem sua carga genética. Para unir o casal, o cérebro se inunda de amor
— no caso, há um aumento na liberação dos hormônios dopamina e norepinefrina. São eles que causam todas
[15] as sensações típicas da paixão, como insônia, frio na barriga e pensamento obsessivo na pessoa amada.
[…]
Ah, o amor — Embora a ciência consiga ainda explicar por que, afinal, os homens levam a fama de ser
mulherengos (eles são fábricas de espermatozoides que precisam ser espalhados), ela ainda não nos tirou o
gosto pelas incertezas do amor. Por mais que você saiba que o hormônio que corre no seu corpo e te faz sentir
[20] frio na barriga é a dopamina, você ainda vai, sim, curtir o primeiro beijo, o primeiro amor e sua primeira paixão.
E vai se emocionar com os filmes românticos de Hollywood, com as poesias de Vinícius de Moraes e as
músicas melosas de Adele. "A paixão pode ser desconfortável, uma situação de extremo êxtase. Mas quanto
mais descomunal, melhor. O ser humano vive buscando situações de risco, de perigo, que saiam do cotidiano e
da mesmice", diz Carmita Abdo.
(http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/a-quimica-do-amor)
"Ah, o amor — Embora a ciência consiga ainda explicar por que, afinal, os homens levam a fama de ser mulherengos […]” (linhas 16 e 17).
O sentido desse trecho não seria alterado, se a conjunção destacada fosse substituída por:
Questão 4 169703
IFMT 2014/2TEXTO 1
A química do amor
"Os homens devem saber que do cérebro, e só do cérebro, derivam prazer, alegria, riso e divertimento, assim
como tristeza, pena, dor e medo". A frase foi dita por Hipócrates (460-377 a.C.) há milhares de anos, mas
continua certeira. Significa que aquele amor envolto em corações flutuantes, que foi incessantemente
idealizado por escritores, poetas e cineastas não é bem do jeito que eles pintam. Esqueça o cupido, a sorte ou
[5] mesmo a união sublime e inexplicável de almas. "Nada é tão ao acaso, nem tão romântico", diz Carmita Abdo,
psiquiatra coordenadora do Projeto Sexualidade (ProSex) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de
São Paulo. O amor nada mais é do que o resultado de uma complexa cadeia de reações químicas do cérebro,
e existe com o intuito único de propagar a nossa espécie. Em outras palavras, amamos porque somos o
resultado de um processo evolutivo bem sucedido: ao entrarmos em uma relação estável, as chances de
[10] criarmos com sucesso nossos descendentes são muito maiores.
De acordo com a biologia evolutiva, o vínculo criado por casais apaixonados garante a segurança da espécie.
Focado na sua família, o homem gasta energia em mantê-la bem provida, oferecendo todas as oportunidades
para que seus filhos cresçam e perpetuem sua carga genética. Para unir o casal, o cérebro se inunda de amor
— no caso, há um aumento na liberação dos hormônios dopamina e norepinefrina. São eles que causam todas
[15] as sensações típicas da paixão, como insônia, frio na barriga e pensamento obsessivo na pessoa amada.
[…]
Ah, o amor — Embora a ciência consiga ainda explicar por que, afinal, os homens levam a fama de ser
mulherengos (eles são fábricas de espermatozoides que precisam ser espalhados), ela ainda não nos tirou o
gosto pelas incertezas do amor. Por mais que você saiba que o hormônio que corre no seu corpo e te faz sentir
[20] frio na barriga é a dopamina, você ainda vai, sim, curtir o primeiro beijo, o primeiro amor e sua primeira paixão.
E vai se emocionar com os filmes românticos de Hollywood, com as poesias de Vinícius de Moraes e as
músicas melosas de Adele. "A paixão pode ser desconfortável, uma situação de extremo êxtase. Mas quanto
mais descomunal, melhor. O ser humano vive buscando situações de risco, de perigo, que saiam do cotidiano e
da mesmice", diz Carmita Abdo.
(http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/a-quimica-do-amor)
“São eles que causam todas as sensações típicas da paixão, como insônia, frio na barriga e pensamento obsessivo na pessoa amada” (linhas 14 e 15).
No período acima, o pronome em destaque retoma, no texto:
Questão 3 169702
IFMT 2014/2TEXTO 1
A química do amor
"Os homens devem saber que do cérebro, e só do cérebro, derivam prazer, alegria, riso e divertimento, assim
como tristeza, pena, dor e medo". A frase foi dita por Hipócrates (460-377 a.C.) há milhares de anos, mas
continua certeira. Significa que aquele amor envolto em corações flutuantes, que foi incessantemente
idealizado por escritores, poetas e cineastas não é bem do jeito que eles pintam. Esqueça o cupido, a sorte ou
[5] mesmo a união sublime e inexplicável de almas. "Nada é tão ao acaso, nem tão romântico", diz Carmita Abdo,
psiquiatra coordenadora do Projeto Sexualidade (ProSex) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de
São Paulo. O amor nada mais é do que o resultado de uma complexa cadeia de reações químicas do cérebro,
e existe com o intuito único de propagar a nossa espécie. Em outras palavras, amamos porque somos o
resultado de um processo evolutivo bem sucedido: ao entrarmos em uma relação estável, as chances de
[10] criarmos com sucesso nossos descendentes são muito maiores.
De acordo com a biologia evolutiva, o vínculo criado por casais apaixonados garante a segurança da espécie.
Focado na sua família, o homem gasta energia em mantê-la bem provida, oferecendo todas as oportunidades
para que seus filhos cresçam e perpetuem sua carga genética. Para unir o casal, o cérebro se inunda de amor
— no caso, há um aumento na liberação dos hormônios dopamina e norepinefrina. São eles que causam todas
[15] as sensações típicas da paixão, como insônia, frio na barriga e pensamento obsessivo na pessoa amada.
[…]
Ah, o amor — Embora a ciência consiga ainda explicar por que, afinal, os homens levam a fama de ser
mulherengos (eles são fábricas de espermatozoides que precisam ser espalhados), ela ainda não nos tirou o
gosto pelas incertezas do amor. Por mais que você saiba que o hormônio que corre no seu corpo e te faz sentir
[20] frio na barriga é a dopamina, você ainda vai, sim, curtir o primeiro beijo, o primeiro amor e sua primeira paixão.
E vai se emocionar com os filmes românticos de Hollywood, com as poesias de Vinícius de Moraes e as
músicas melosas de Adele. "A paixão pode ser desconfortável, uma situação de extremo êxtase. Mas quanto
mais descomunal, melhor. O ser humano vive buscando situações de risco, de perigo, que saiam do cotidiano e
da mesmice", diz Carmita Abdo.
(http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/a-quimica-do-amor)
Assinale a alternativa em cujo trecho NÃO há adjetivo.
Questão 2 169701
IFMT 2014/2TEXTO 1
A química do amor
"Os homens devem saber que do cérebro, e só do cérebro, derivam prazer, alegria, riso e divertimento, assim
como tristeza, pena, dor e medo". A frase foi dita por Hipócrates (460-377 a.C.) há milhares de anos, mas
continua certeira. Significa que aquele amor envolto em corações flutuantes, que foi incessantemente
idealizado por escritores, poetas e cineastas não é bem do jeito que eles pintam. Esqueça o cupido, a sorte ou
[5] mesmo a união sublime e inexplicável de almas. "Nada é tão ao acaso, nem tão romântico", diz Carmita Abdo,
psiquiatra coordenadora do Projeto Sexualidade (ProSex) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de
São Paulo. O amor nada mais é do que o resultado de uma complexa cadeia de reações químicas do cérebro,
e existe com o intuito único de propagar a nossa espécie. Em outras palavras, amamos porque somos o
resultado de um processo evolutivo bem sucedido: ao entrarmos em uma relação estável, as chances de
[10] criarmos com sucesso nossos descendentes são muito maiores.
De acordo com a biologia evolutiva, o vínculo criado por casais apaixonados garante a segurança da espécie.
Focado na sua família, o homem gasta energia em mantê-la bem provida, oferecendo todas as oportunidades
para que seus filhos cresçam e perpetuem sua carga genética. Para unir o casal, o cérebro se inunda de amor
— no caso, há um aumento na liberação dos hormônios dopamina e norepinefrina. São eles que causam todas
[15] as sensações típicas da paixão, como insônia, frio na barriga e pensamento obsessivo na pessoa amada.
[…]
Ah, o amor — Embora a ciência consiga ainda explicar por que, afinal, os homens levam a fama de ser
mulherengos (eles são fábricas de espermatozoides que precisam ser espalhados), ela ainda não nos tirou o
gosto pelas incertezas do amor. Por mais que você saiba que o hormônio que corre no seu corpo e te faz sentir
[20] frio na barriga é a dopamina, você ainda vai, sim, curtir o primeiro beijo, o primeiro amor e sua primeira paixão.
E vai se emocionar com os filmes românticos de Hollywood, com as poesias de Vinícius de Moraes e as
músicas melosas de Adele. "A paixão pode ser desconfortável, uma situação de extremo êxtase. Mas quanto
mais descomunal, melhor. O ser humano vive buscando situações de risco, de perigo, que saiam do cotidiano e
da mesmice", diz Carmita Abdo.
(http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/a-quimica-do-amor)
Assinale a alternativa que NÃO corresponde à ideia apresentada no texto.
Questão 1 169700
IFMT 2014/2TEXTO 1
A química do amor
"Os homens devem saber que do cérebro, e só do cérebro, derivam prazer, alegria, riso e divertimento, assim
como tristeza, pena, dor e medo". A frase foi dita por Hipócrates (460-377 a.C.) há milhares de anos, mas
continua certeira. Significa que aquele amor envolto em corações flutuantes, que foi incessantemente
idealizado por escritores, poetas e cineastas não é bem do jeito que eles pintam. Esqueça o cupido, a sorte ou
[5] mesmo a união sublime e inexplicável de almas. "Nada é tão ao acaso, nem tão romântico", diz Carmita Abdo,
psiquiatra coordenadora do Projeto Sexualidade (ProSex) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de
São Paulo. O amor nada mais é do que o resultado de uma complexa cadeia de reações químicas do cérebro,
e existe com o intuito único de propagar a nossa espécie. Em outras palavras, amamos porque somos o
resultado de um processo evolutivo bem sucedido: ao entrarmos em uma relação estável, as chances de
[10] criarmos com sucesso nossos descendentes são muito maiores.
De acordo com a biologia evolutiva, o vínculo criado por casais apaixonados garante a segurança da espécie.
Focado na sua família, o homem gasta energia em mantê-la bem provida, oferecendo todas as oportunidades
para que seus filhos cresçam e perpetuem sua carga genética. Para unir o casal, o cérebro se inunda de amor
— no caso, há um aumento na liberação dos hormônios dopamina e norepinefrina. São eles que causam todas
[15] as sensações típicas da paixão, como insônia, frio na barriga e pensamento obsessivo na pessoa amada.
[…]
Ah, o amor — Embora a ciência consiga ainda explicar por que, afinal, os homens levam a fama de ser
mulherengos (eles são fábricas de espermatozoides que precisam ser espalhados), ela ainda não nos tirou o
gosto pelas incertezas do amor. Por mais que você saiba que o hormônio que corre no seu corpo e te faz sentir
[20] frio na barriga é a dopamina, você ainda vai, sim, curtir o primeiro beijo, o primeiro amor e sua primeira paixão.
E vai se emocionar com os filmes românticos de Hollywood, com as poesias de Vinícius de Moraes e as
músicas melosas de Adele. "A paixão pode ser desconfortável, uma situação de extremo êxtase. Mas quanto
mais descomunal, melhor. O ser humano vive buscando situações de risco, de perigo, que saiam do cotidiano e
da mesmice", diz Carmita Abdo.
(http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/a-quimica-do-amor)
A questão referem-se ao texto 1
De acordo com a leitura do texto, é correto afirmar que
Questão 29 169283
IFPE 2014A figura ao lado representa dois fenômenos climáticos muito comentados na atualidade, cujos nomes aparecem nas lacunas 1 e 2 do texto a seguir.

O 1 ocorre naturalmente e é fundamental para a existência de vida no nosso planeta, pois equilibra a temperatura da Terra. Porém, quando agravado pela intervenção humana, através da emissão de poluentes, especialmente o CO2, faz com que uma maior quantidade de radiação solar seja absorvida, elevando as temperaturas e provocando o 2 , que tem sido tema das muitas discussões sobre as mudanças climáticas da atualidade.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas 1 e 2 do texto.
06
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