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Questão 8364611
EMBRAER EMBRAER 2014 ConhecimentosGerais 2014Aníbal, o terror às portas de Roma
Ser transformado numa espécie de bicho-papão depois da morte é, curiosamente, uma das marcas registradas dos grandes guerreiros ao longo da história. Aconteceu com Aníbal Barca ( a.C. – a.C.), o general cartaginês* que desafiou Roma, e chegou muito perto de esmagá-la, durante a Segunda Guerra Púnica**. Séculos depois, quando crianças romanas andavam especialmente birrentas, seus pais tentavam fazê-las fechar o bico berrando Hannibal ad portas, algo como “o Aníbal está te esperando aqui no portão de casa”.
Na vida real, o filho do general Hamílcar Barca de fato se comportou como o pior pesadelo dos romanos. Ousado, rápido e imaginativo, ele costumava dar um nó tático na maioria dos generais de Roma, na época adeptos de métodos um tanto toscos de estratégia militar. Acabou derrotado em seu próprio quintal, depois de virar a Itália do avesso, mas escapou dos romanos e morreu livre.
(Superinteressante, junho de )
* cartaginês: nascido em Cartago, Tunísia, norte da África. ** Guerra Púnica: conflito entre Roma e Cartago.
Questão 8364602
UNESP UNESP 2014 2 Fase1 Gerais 2014
A questão focaliza uma passagem de um artigo de José Francisco Botelho e uma das ilustrações de Carlo Giovani a esse artigo.
Compaixão
Considerada a maior de todas as virtudes por religiões como o budismo e o hinduísmo, a compaixão é a capacidade humana de compartilhar (ou experimentar de forma parcial) os sentimentos alheios - principalmente o sofrimento. Mas a onipresença da miséria humana faz da compaixão uma virtude potencialmente paralisante. Afogados na enchente das dores alheias, podemos facilmente cair no desespero e na inação. Por isso, a piedade tem uma reputação conturbada na história do pensamento: se alguns a apontaram como o alicerce da ética e da moral, outros viram nela uma armadilha, um mero acréscimo de tristeza a um Universo já suficientemente amargo. Porém, vale lembrar que as virtudes, para funcionarem, devem se encaixar umas às outras: quando aliado à temperança, o sentimento de comiseração pelas dores do mundo pode ser um dos caminhos que nos afastam da cratera de Averno*. Dosando com prudência uma compaixão potencialmente infinita, é possível sentirmos de forma mais intensa a felicidade, a nossa e a dos outros — como alguém que se delicia com um gole de água fresca, lembrando-se do deserto que arde lá fora.
Isso tudo pode parecer estranho, mas o fato é que a denúncia da compaixão segue um raciocínio bastante rigoroso. O sofrimento - e todos concordam - é algo ruim. A compaixão multiplica o sofrimento do mundo, fazendo com que a dor de uma criatura seja sentida também por outra. E o que é pior: ao passar a infelicidade adiante, ela não corrige, nem remedia, nem alivia a dor original. Como essa infiltração universal da tristeza poderia ser uma virtude" No século 1 a.C., Cícero escreveu: “Por que sentir piedade, se em vez disso podemos simplesmente ajudar os sofredores" Devemos ser justos e caridosos, mas sem sofrer o que os outros sofrem”.
* Os romanos consideravam a cratera vulcânica de Averno, situada perto de Nápoles, como entrada para o mundo inferior, o mundo dos mortos, governado por Plutão.

(Vida Simples, janeiro de 2014. Adaptado.)
Assinale a alternativa que contém três vocábulos usados como sinônimos ao longo do fragmento:
A questão focaliza uma passagem de um artigo de José Francisco Botelho e uma das ilustrações de Carlo Giovani a esse artigo.
Compaixão
Considerada a maior de todas as virtudes por religiões como o budismo e o hinduísmo, a compaixão é a capacidade humana de compartilhar (ou experimentar de forma parcial) os sentimentos alheios - principalmente o sofrimento. Mas a onipresença da miséria humana faz da compaixão uma virtude potencialmente paralisante. Afogados na enchente das dores alheias, podemos facilmente cair no desespero e na inação. Por isso, a piedade tem uma reputação conturbada na história do pensamento: se alguns a apontaram como o alicerce da ética e da moral, outros viram nela uma armadilha, um mero acréscimo de tristeza a um Universo já suficientemente amargo. Porém, vale lembrar que as virtudes, para funcionarem, devem se encaixar umas às outras: quando aliado à temperança, o sentimento de comiseração pelas dores do mundo pode ser um dos caminhos que nos afastam da cratera de Averno*. Dosando com prudência uma compaixão potencialmente infinita, é possível sentirmos de forma mais intensa a felicidade, a nossa e a dos outros — como alguém que se delicia com um gole de água fresca, lembrando-se do deserto que arde lá fora.
Isso tudo pode parecer estranho, mas o fato é que a denúncia da compaixão segue um raciocínio bastante rigoroso. O sofrimento - e todos concordam - é algo ruim. A compaixão multiplica o sofrimento do mundo, fazendo com que a dor de uma criatura seja sentida também por outra. E o que é pior: ao passar a infelicidade adiante, ela não corrige, nem remedia, nem alivia a dor original. Como essa infiltração universal da tristeza poderia ser uma virtude" No século 1 a.C., Cícero escreveu: “Por que sentir piedade, se em vez disso podemos simplesmente ajudar os sofredores" Devemos ser justos e caridosos, mas sem sofrer o que os outros sofrem”.
* Os romanos consideravam a cratera vulcânica de Averno, situada perto de Nápoles, como entrada para o mundo inferior, o mundo dos mortos, governado por Plutão.

(Vida Simples, janeiro de 2014. Adaptado.)
Questão 8364600
UNESP UNESP 2014 2 Fase1 Gerais 2014
A questão focaliza uma passagem de um artigo de José Francisco Botelho e uma das ilustrações de Carlo Giovani a esse artigo.
Compaixão
Considerada a maior de todas as virtudes por religiões como o budismo e o hinduísmo, a compaixão é a capacidade humana de compartilhar (ou experimentar de forma parcial) os sentimentos alheios - principalmente o sofrimento. Mas a onipresença da miséria humana faz da compaixão uma virtude potencialmente paralisante. Afogados na enchente das dores alheias, podemos facilmente cair no desespero e na inação. Por isso, a piedade tem uma reputação conturbada na história do pensamento: se alguns a apontaram como o alicerce da ética e da moral, outros viram nela uma armadilha, um mero acréscimo de tristeza a um Universo já suficientemente amargo. Porém, vale lembrar que as virtudes, para funcionarem, devem se encaixar umas às outras: quando aliado à temperança, o sentimento de comiseração pelas dores do mundo pode ser um dos caminhos que nos afastam da cratera de Averno*. Dosando com prudência uma compaixão potencialmente infinita, é possível sentirmos de forma mais intensa a felicidade, a nossa e a dos outros — como alguém que se delicia com um gole de água fresca, lembrando-se do deserto que arde lá fora.
Isso tudo pode parecer estranho, mas o fato é que a denúncia da compaixão segue um raciocínio bastante rigoroso. O sofrimento - e todos concordam - é algo ruim. A compaixão multiplica o sofrimento do mundo, fazendo com que a dor de uma criatura seja sentida também por outra. E o que é pior: ao passar a infelicidade adiante, ela não corrige, nem remedia, nem alivia a dor original. Como essa infiltração universal da tristeza poderia ser uma virtude" No século 1 a.C., Cícero escreveu: “Por que sentir piedade, se em vez disso podemos simplesmente ajudar os sofredores" Devemos ser justos e caridosos, mas sem sofrer o que os outros sofrem”.
* Os romanos consideravam a cratera vulcânica de Averno, situada perto de Nápoles, como entrada para o mundo inferior, o mundo dos mortos, governado por Plutão.

(Vida Simples, janeiro de 2014. Adaptado.)
“Por que sentir piedade, se em vez disso podemos simplesmente ajudar os sofredores? Devemos ser justos e caridosos, mas sem sofrer o que os outros sofrem”.
A questão focaliza uma passagem de um artigo de José Francisco Botelho e uma das ilustrações de Carlo Giovani a esse artigo.
Compaixão
Considerada a maior de todas as virtudes por religiões como o budismo e o hinduísmo, a compaixão é a capacidade humana de compartilhar (ou experimentar de forma parcial) os sentimentos alheios - principalmente o sofrimento. Mas a onipresença da miséria humana faz da compaixão uma virtude potencialmente paralisante. Afogados na enchente das dores alheias, podemos facilmente cair no desespero e na inação. Por isso, a piedade tem uma reputação conturbada na história do pensamento: se alguns a apontaram como o alicerce da ética e da moral, outros viram nela uma armadilha, um mero acréscimo de tristeza a um Universo já suficientemente amargo. Porém, vale lembrar que as virtudes, para funcionarem, devem se encaixar umas às outras: quando aliado à temperança, o sentimento de comiseração pelas dores do mundo pode ser um dos caminhos que nos afastam da cratera de Averno*. Dosando com prudência uma compaixão potencialmente infinita, é possível sentirmos de forma mais intensa a felicidade, a nossa e a dos outros — como alguém que se delicia com um gole de água fresca, lembrando-se do deserto que arde lá fora.
Isso tudo pode parecer estranho, mas o fato é que a denúncia da compaixão segue um raciocínio bastante rigoroso. O sofrimento - e todos concordam - é algo ruim. A compaixão multiplica o sofrimento do mundo, fazendo com que a dor de uma criatura seja sentida também por outra. E o que é pior: ao passar a infelicidade adiante, ela não corrige, nem remedia, nem alivia a dor original. Como essa infiltração universal da tristeza poderia ser uma virtude" No século 1 a.C., Cícero escreveu: “Por que sentir piedade, se em vez disso podemos simplesmente ajudar os sofredores" Devemos ser justos e caridosos, mas sem sofrer o que os outros sofrem”.
* Os romanos consideravam a cratera vulcânica de Averno, situada perto de Nápoles, como entrada para o mundo inferior, o mundo dos mortos, governado por Plutão.

(Vida Simples, janeiro de 2014. Adaptado.)
“Por que sentir piedade, se em vez disso podemos simplesmente ajudar os sofredores? Devemos ser justos e caridosos, mas sem sofrer o que os outros sofrem”.
A argumentação de Cícero sugere que:
Questão 8364599
UNESP UNESP 2014 2 Fase1 Gerais 2014
A questão focaliza uma passagem de um artigo de José Francisco Botelho e uma das ilustrações de Carlo Giovani a esse artigo.
Compaixão
Considerada a maior de todas as virtudes por religiões como o budismo e o hinduísmo, a compaixão é a capacidade humana de compartilhar (ou experimentar de forma parcial) os sentimentos alheios - principalmente o sofrimento. Mas a onipresença da miséria humana faz da compaixão uma virtude potencialmente paralisante. Afogados na enchente das dores alheias, podemos facilmente cair no desespero e na inação. Por isso, a piedade tem uma reputação conturbada na história do pensamento: se alguns a apontaram como o alicerce da ética e da moral, outros viram nela uma armadilha, um mero acréscimo de tristeza a um Universo já suficientemente amargo. Porém, vale lembrar que as virtudes, para funcionarem, devem se encaixar umas às outras: quando aliado à temperança, o sentimento de comiseração pelas dores do mundo pode ser um dos caminhos que nos afastam da cratera de Averno*. Dosando com prudência uma compaixão potencialmente infinita, é possível sentirmos de forma mais intensa a felicidade, a nossa e a dos outros — como alguém que se delicia com um gole de água fresca, lembrando-se do deserto que arde lá fora.
Isso tudo pode parecer estranho, mas o fato é que a denúncia da compaixão segue um raciocínio bastante rigoroso. O sofrimento - e todos concordam - é algo ruim. A compaixão multiplica o sofrimento do mundo, fazendo com que a dor de uma criatura seja sentida também por outra. E o que é pior: ao passar a infelicidade adiante, ela não corrige, nem remedia, nem alivia a dor original. Como essa infiltração universal da tristeza poderia ser uma virtude" No século 1 a.C., Cícero escreveu: “Por que sentir piedade, se em vez disso podemos simplesmente ajudar os sofredores" Devemos ser justos e caridosos, mas sem sofrer o que os outros sofrem”.
* Os romanos consideravam a cratera vulcânica de Averno, situada perto de Nápoles, como entrada para o mundo inferior, o mundo dos mortos, governado por Plutão.

(Vida Simples, janeiro de 2014. Adaptado.)
Por meio da expressão onipresença da miséria humana, o autor do artigo salienta que:
A questão focaliza uma passagem de um artigo de José Francisco Botelho e uma das ilustrações de Carlo Giovani a esse artigo.
Compaixão
Considerada a maior de todas as virtudes por religiões como o budismo e o hinduísmo, a compaixão é a capacidade humana de compartilhar (ou experimentar de forma parcial) os sentimentos alheios - principalmente o sofrimento. Mas a onipresença da miséria humana faz da compaixão uma virtude potencialmente paralisante. Afogados na enchente das dores alheias, podemos facilmente cair no desespero e na inação. Por isso, a piedade tem uma reputação conturbada na história do pensamento: se alguns a apontaram como o alicerce da ética e da moral, outros viram nela uma armadilha, um mero acréscimo de tristeza a um Universo já suficientemente amargo. Porém, vale lembrar que as virtudes, para funcionarem, devem se encaixar umas às outras: quando aliado à temperança, o sentimento de comiseração pelas dores do mundo pode ser um dos caminhos que nos afastam da cratera de Averno*. Dosando com prudência uma compaixão potencialmente infinita, é possível sentirmos de forma mais intensa a felicidade, a nossa e a dos outros — como alguém que se delicia com um gole de água fresca, lembrando-se do deserto que arde lá fora.
Isso tudo pode parecer estranho, mas o fato é que a denúncia da compaixão segue um raciocínio bastante rigoroso. O sofrimento - e todos concordam - é algo ruim. A compaixão multiplica o sofrimento do mundo, fazendo com que a dor de uma criatura seja sentida também por outra. E o que é pior: ao passar a infelicidade adiante, ela não corrige, nem remedia, nem alivia a dor original. Como essa infiltração universal da tristeza poderia ser uma virtude" No século 1 a.C., Cícero escreveu: “Por que sentir piedade, se em vez disso podemos simplesmente ajudar os sofredores" Devemos ser justos e caridosos, mas sem sofrer o que os outros sofrem”.
* Os romanos consideravam a cratera vulcânica de Averno, situada perto de Nápoles, como entrada para o mundo inferior, o mundo dos mortos, governado por Plutão.

(Vida Simples, janeiro de 2014. Adaptado.)
Questão 8364367
ETECSP ETECSP 2014 2 FaseU Gerais 2014
Do you speak english?
"Hey, man!" gritam duas crianças, enquanto atravessam a rua Sergipe, em São Paulo. Em um período de dez minutos, outras sete pessoas, em carros e motos, passam soltando cumprimentos em inglês.
Elas se dirigem ao vendedor de balas que trabalha naquele ponto há 21 anos. Não é um vendedor qualquer. É "Joseph Robert" da Silva, 46, "nickname" Bob Chiclete, que só vende suas balas de eucalipto e hortelã falando "in English"
E onde ele aprendeu a falar?
"It’s easy. Here, at the corner" responde dizendo que é fácil, aprendeu nas esquinas. "Um dia, perguntei a um estudante como se dizia ’bom-dia’ em inglês. Depois, soube o que era ’my friend’. E assim fui engrenando e melhorando a abordagem."
Com o tempo, alguns conhecidos lhe deram livros didáticos que ele estuda com afinco durante a tarde, ao chegar em casa, em Embu, depois de vender balas das 9h às 14h. "I study a lot", afiança.
Além de livros, ele também ganha roupas de presente dos clientes que, em sua maioria, viraram amigos do popular vendedor. Na quinta-feira passada, vestia um sapato de couro preto com bico fino, calça de linho verde-musgo, camisa mostarda, gravata e blazer grafite. Mesmo tão bem-vestido, diz que já sofreu preconceito de quem acha absurdo ele saber inglês.
O vendedor brinca que só faz negócio com quem corresponde. E por que tudo isso, afinal" "É meu marketing." Vende mais" "Of course!" - diz, dando certeza. Mas em seguida relativiza "I hope" isto é, "espero que sim"
Mas parece que é verdade. Na mesma hora uma moça buzina para ele se aproximar e leva dois pacotes de balas. É a bancária Bruna L., 21, que "sempre compra" de Bob Chiclete, ela própria falando inglês com ele. No período da tarde, Bob costuma ter vendido tudo.
Quem não entende a língua se cativa com a simpatia: "Ele está sempre aqui, bonitão assim, é um barato", diz o fotógrafo Waldir G., 53, em outro carro. "Não sei inglês, mas me divirto."
CASTRO, Cristina Moreno de. Folha de S. Paulo, 09.05.2011. (Adaptado).
Do you speak english?
"Hey, man!" gritam duas crianças, enquanto atravessam a rua Sergipe, em São Paulo. Em um período de dez minutos, outras sete pessoas, em carros e motos, passam soltando cumprimentos em inglês.
Elas se dirigem ao vendedor de balas que trabalha naquele ponto há 21 anos. Não é um vendedor qualquer. É "Joseph Robert" da Silva, 46, "nickname" Bob Chiclete, que só vende suas balas de eucalipto e hortelã falando "in English"
E onde ele aprendeu a falar?
"It’s easy. Here, at the corner" responde dizendo que é fácil, aprendeu nas esquinas. "Um dia, perguntei a um estudante como se dizia ’bom-dia’ em inglês. Depois, soube o que era ’my friend’. E assim fui engrenando e melhorando a abordagem."
Com o tempo, alguns conhecidos lhe deram livros didáticos que ele estuda com afinco durante a tarde, ao chegar em casa, em Embu, depois de vender balas das 9h às 14h. "I study a lot", afiança.
Além de livros, ele também ganha roupas de presente dos clientes que, em sua maioria, viraram amigos do popular vendedor. Na quinta-feira passada, vestia um sapato de couro preto com bico fino, calça de linho verde-musgo, camisa mostarda, gravata e blazer grafite. Mesmo tão bem-vestido, diz que já sofreu preconceito de quem acha absurdo ele saber inglês.
O vendedor brinca que só faz negócio com quem corresponde. E por que tudo isso, afinal" "É meu marketing." Vende mais" "Of course!" - diz, dando certeza. Mas em seguida relativiza "I hope" isto é, "espero que sim"
Mas parece que é verdade. Na mesma hora uma moça buzina para ele se aproximar e leva dois pacotes de balas. É a bancária Bruna L., 21, que "sempre compra" de Bob Chiclete, ela própria falando inglês com ele. No período da tarde, Bob costuma ter vendido tudo.
Quem não entende a língua se cativa com a simpatia: "Ele está sempre aqui, bonitão assim, é um barato", diz o fotógrafo Waldir G., 53, em outro carro. "Não sei inglês, mas me divirto."
CASTRO, Cristina Moreno de. Folha de S. Paulo, 09.05.2011. (Adaptado).
Nickname: apelido
I study a lot.: Eu estudo muito.
Observe as expressões em destaque nas frases.
Os conhecidos dirigem a Bob Chiclete cumprimentos em inglês. Com as dicas, o vendedor foi melhorando sua interação com os clientes. Uma moça buzina e decide levar dois pacotes de balas .
De acordo com a gramática, as expressões em destaque estão corretamente substituídas pelos pronomes em:
Questão 8364360
ETECSP ETECSP 2014 1 FaseU Gerais 2014Analise a charge considerando que o personagem de terno seja o dono da empresa aérea.

Nessa charge, identifica-se a figura de linguagem:
06
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