Questões de EFAF Português
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Questão 34 168901
IFRS 2015O pagamento final
[01] Muita gente sonha em ser rica e, vendo o dinheiro abrir tantas portas, entende que só assim a
[02] felicidade é possível, mas o chato de se ser respeitado e amado só pelo que se tem, é que não se é
[03] amado de verdade nem respeitado a não ser através destes bens. Isto é uma armadilha da vaidade.
[04] Significa que suas conquistas afetivas migrarão para outro portador caso seus bens mudem de dono. É
[05] uma ficção este poder. Não está em nós. Pertence ao que possuímos. Neste “cassino” os bens imateriais
[06] não contam. Pois, analfabeta de escola, mas instruída da vida, dona Maria da Natividade, a sábia mãe de
[07] Antonio Pitanga meu querido, dizia aos seus filhos quando brigavam por objetos: “Filhos, pra que isso?
[08] Caixão não tem gaveta!”. Talvez nos soe crua demais tal sentença, mas é altamente libertadora.
[09] Desprezamos os outros porque não são de nossa tribo, rimos de seu jeito de falar e de vestir porque não
[10] é o nosso, e julgamo-los por não terem os bens que nós consideramos bens. Então, matamos e nos
[11] matamos por dinheiro. Humilhamos os que não o têm. E inauguramos a cada dia novas guerras querendo
[12] poder e fortuna. Não escutamos a dona Maria da Natividade. A doença nossa é a doença do mundo: de
[13] negar a morte e a desimportância das joias na cena final.
LUCINDA, Elisa. O pagamento final. In: ____. Parem de falar mal da rotina. São Paulo: Lua de Papel, 2010.
Ao afirmar que “Caixão não tem gaveta!” (linha 8), dona Maria da Natividade
Questão 33 168900
IFRS 2015O pagamento final
[01] Muita gente sonha em ser rica e, vendo o dinheiro abrir tantas portas, entende que só assim a
[02] felicidade é possível, mas o chato de se ser respeitado e amado só pelo que se tem, é que não se é
[03] amado de verdade nem respeitado a não ser através destes bens. Isto é uma armadilha da vaidade.
[04] Significa que suas conquistas afetivas migrarão para outro portador caso seus bens mudem de dono. É
[05] uma ficção este poder. Não está em nós. Pertence ao que possuímos. Neste “cassino” os bens imateriais
[06] não contam. Pois, analfabeta de escola, mas instruída da vida, dona Maria da Natividade, a sábia mãe de
[07] Antonio Pitanga meu querido, dizia aos seus filhos quando brigavam por objetos: “Filhos, pra que isso?
[08] Caixão não tem gaveta!”. Talvez nos soe crua demais tal sentença, mas é altamente libertadora.
[09] Desprezamos os outros porque não são de nossa tribo, rimos de seu jeito de falar e de vestir porque não
[10] é o nosso, e julgamo-los por não terem os bens que nós consideramos bens. Então, matamos e nos
[11] matamos por dinheiro. Humilhamos os que não o têm. E inauguramos a cada dia novas guerras querendo
[12] poder e fortuna. Não escutamos a dona Maria da Natividade. A doença nossa é a doença do mundo: de
[13] negar a morte e a desimportância das joias na cena final.
LUCINDA, Elisa. O pagamento final. In: ____. Parem de falar mal da rotina. São Paulo: Lua de Papel, 2010.
Assinale a alternativa que apresenta as palavras ou expressões, utilizadas anteriormente, que substituem os pronomes “los” (linha 10) e “o” (linha 11).
Questão 32 168899
IFRS 2015O pagamento final
[01] Muita gente sonha em ser rica e, vendo o dinheiro abrir tantas portas, entende que só assim a
[02] felicidade é possível, mas o chato de se ser respeitado e amado só pelo que se tem, é que não se é
[03] amado de verdade nem respeitado a não ser através destes bens. Isto é uma armadilha da vaidade.
[04] Significa que suas conquistas afetivas migrarão para outro portador caso seus bens mudem de dono. É
[05] uma ficção este poder. Não está em nós. Pertence ao que possuímos. Neste “cassino” os bens imateriais
[06] não contam. Pois, analfabeta de escola, mas instruída da vida, dona Maria da Natividade, a sábia mãe de
[07] Antonio Pitanga meu querido, dizia aos seus filhos quando brigavam por objetos: “Filhos, pra que isso?
[08] Caixão não tem gaveta!”. Talvez nos soe crua demais tal sentença, mas é altamente libertadora.
[09] Desprezamos os outros porque não são de nossa tribo, rimos de seu jeito de falar e de vestir porque não
[10] é o nosso, e julgamo-los por não terem os bens que nós consideramos bens. Então, matamos e nos
[11] matamos por dinheiro. Humilhamos os que não o têm. E inauguramos a cada dia novas guerras querendo
[12] poder e fortuna. Não escutamos a dona Maria da Natividade. A doença nossa é a doença do mundo: de
[13] negar a morte e a desimportância das joias na cena final.
LUCINDA, Elisa. O pagamento final. In: ____. Parem de falar mal da rotina. São Paulo: Lua de Papel, 2010.
Sem alterar o sentido da frase, a conjunção “mas” (linha 6) pode ser substituída por
Questão 31 168898
IFRS 2015INSTRUÇÃO: Responda às questões 31 a 35 com base no texto abaixo.
O pagamento final
[01] Muita gente sonha em ser rica e, vendo o dinheiro abrir tantas portas, entende que só assim a
[02] felicidade é possível, mas o chato de se ser respeitado e amado só pelo que se tem, é que não se é
[03] amado de verdade nem respeitado a não ser através destes bens. Isto é uma armadilha da vaidade.
[04] Significa que suas conquistas afetivas migrarão para outro portador caso seus bens mudem de dono. É
[05] uma ficção este poder. Não está em nós. Pertence ao que possuímos. Neste “cassino” os bens imateriais
[06] não contam. Pois, analfabeta de escola, mas instruída da vida, dona Maria da Natividade, a sábia mãe de
[07] Antonio Pitanga meu querido, dizia aos seus filhos quando brigavam por objetos: “Filhos, pra que isso?
[08] Caixão não tem gaveta!”. Talvez nos soe crua demais tal sentença, mas é altamente libertadora.
[09] Desprezamos os outros porque não são de nossa tribo, rimos de seu jeito de falar e de vestir porque não
[10] é o nosso, e julgamo-los por não terem os bens que nós consideramos bens. Então, matamos e nos
[11] matamos por dinheiro. Humilhamos os que não o têm. E inauguramos a cada dia novas guerras querendo
[12] poder e fortuna. Não escutamos a dona Maria da Natividade. A doença nossa é a doença do mundo: de
[13] negar a morte e a desimportância das joias na cena final.
LUCINDA, Elisa. O pagamento final. In: ____. Parem de falar mal da rotina. São Paulo: Lua de Papel, 2010.
Quanto ao posicionamento defendido pela autora, assinale a alternativa INCORRETA.
Questão 6 168308
IFMG 2015— Caxias nada. Eu que não estude pra você ver... Vou ficar na beirada do fogão e do tanque a vida toda que nem a mãe. Meu pai é que é ranzinza e um casca de ferida mesmo...
O substantivo mais adequado para definir o sentimento de Marta é
Questão 5 168306
IFMG 2015Leia o trecho a seguir e responda às questões de 5 a 7:
— Pronto. Falou a caxias! — Eliana brincou. — A Marta só fala em estudo...
— Se você tivesse o pai que eu tenho, Eliana... Ele vive reclamando que eu preciso aprender um ofício, que esse negócio de estudar é besteira...
— Eu conheço o pai da Marta e dou razão a ela, gente. — Carminha interferiu. — Ele é secão, bravão, sempre de cara fechada...
— Vive reclamando que eu só ando grudada nos livros o dia todo, sem ajudar a mãe em nada... Se eu pensar em namoro, então...
— Ele tem razão — Eliana voltou a considerar. — Você é muito caxias!
— Caxias nada. Eu que não estude pra você ver... Vou ficar na beirada do fogão e do tanque a vida toda que nem a mãe. Meu pai é que é ranzinza e um casca de ferida mesmo...
As figuras de linguagem que podem ser encontradas no uso da palavra “caxias” e da expressão “casca de ferida” são, RESPECTIVAMENTE:
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