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Questão 8363312
ETECSP ETECSP 2015 1 FaseU Gerais 2015Leia este fragmento do poema A lua foi ao cinema, do escritor Paulo Leminski.
A lua foi ao cinema,
passava um filme engraçado,
a história de uma estrela
que não tinha namorado.
Não tinha porque era apenas
uma estrela bem pequena,
dessas que, quando apagam,
ninguém vai dizer, que pena! (...)(http://tinyurl.com/n4oljo7 Acesso em: 24.07.2014. Adaptado)
A figura de linguagem predominante nesse poema é
Questão 8363106
COTUCA COTUCA 2015 1 FaseU Gerais 2015
Frankenstein é a história de uma das criaturas mais famosas do mundo. A ambição dos experimentos do Dr. Victor Frankenstein permitiu que ele conseguisse cientificamente dar vida a um corpo feito de partes de mortos, roubadas de túmulos. A criatura do Dr. Frankenstein consegue fugir, dando início a uma busca do criador por sua criatura e da criatura por seu criador. Leia a seguir um trecho em que o cientista avista o monstro com vida pela primeira vez.
A noite caiu e, quando eu mal podia ver as montanhas escuras, experimentei uma tristeza ainda maior. Aquele quadro parecia um vasto e sombrio cenário do mal, e eu previa de longe que estava destinado a me tornar o mais desgraçado dos seres humanos. [...] A tempestade parecia aproximar-se rapidamente. [...] Ela chegava: o céu estava nublado e logo senti grandes e esparsos pingos da chuva, cuja violência aumentava rápido.
Deixei o lugar onde estava e continuei a caminhar, embora a escuridão e a tempestade aumentassem a cada minuto e os trovões estalassem com um ruído aterrador por sobre minha cabeça. [...] Os vívidos clarões dos relâmpagos me ofuscavam, iluminando o lago, fazendo-o parecer um extenso lençol de fogo; depois tudo mergulhava em trevas, até que os olhos se acomodavam de novo. [...]
Percebi, na sombra, um vulto que se esgueirava detrás de um grupo de árvores perto de mim. Parei, e fiquei olhando atentamente; não podia haver engano. O clarão de um relâmpago iluminou a figura e revelou perfeitamente sua forma. Sua gigantesca estatura e a deformidade de sua aparência, mais horrível do que humana, fizeram com que percebesse imediatamente que se tratava do desgraçado e nojento demônio ao qual eu conferira a vida.
(Adaptado de SHELLEY, Mary. Frankenstein. Tradução de Mécio Araujo Jorge Honkins. Porto Alegre, Pocket L&PM, 2001)
Releia o trecho: “Sua gigantesca estatura e a deformidade de sua aparência, mais horrível do que humana, fizeram com que percebesse imediatamente que se tratava do desgraçado e nojento demônio ao qual eu conferira a vida”. Nele, as vírgulas foram usadas para:
Frankenstein é a história de uma das criaturas mais famosas do mundo. A ambição dos experimentos do Dr. Victor Frankenstein permitiu que ele conseguisse cientificamente dar vida a um corpo feito de partes de mortos, roubadas de túmulos. A criatura do Dr. Frankenstein consegue fugir, dando início a uma busca do criador por sua criatura e da criatura por seu criador. Leia a seguir um trecho em que o cientista avista o monstro com vida pela primeira vez.
A noite caiu e, quando eu mal podia ver as montanhas escuras, experimentei uma tristeza ainda maior. Aquele quadro parecia um vasto e sombrio cenário do mal, e eu previa de longe que estava destinado a me tornar o mais desgraçado dos seres humanos. [...] A tempestade parecia aproximar-se rapidamente. [...] Ela chegava: o céu estava nublado e logo senti grandes e esparsos pingos da chuva, cuja violência aumentava rápido.
Deixei o lugar onde estava e continuei a caminhar, embora a escuridão e a tempestade aumentassem a cada minuto e os trovões estalassem com um ruído aterrador por sobre minha cabeça. [...] Os vívidos clarões dos relâmpagos me ofuscavam, iluminando o lago, fazendo-o parecer um extenso lençol de fogo; depois tudo mergulhava em trevas, até que os olhos se acomodavam de novo. [...]
Percebi, na sombra, um vulto que se esgueirava detrás de um grupo de árvores perto de mim. Parei, e fiquei olhando atentamente; não podia haver engano. O clarão de um relâmpago iluminou a figura e revelou perfeitamente sua forma. Sua gigantesca estatura e a deformidade de sua aparência, mais horrível do que humana, fizeram com que percebesse imediatamente que se tratava do desgraçado e nojento demônio ao qual eu conferira a vida.
(Adaptado de SHELLEY, Mary. Frankenstein. Tradução de Mécio Araujo Jorge Honkins. Porto Alegre, Pocket L&PM, 2001)
Questão 8363105
COTUCA COTUCA 2015 1 FaseU Gerais 2015
Frankenstein é a história de uma das criaturas mais famosas do mundo. A ambição dos experimentos do Dr. Victor Frankenstein permitiu que ele conseguisse cientificamente dar vida a um corpo feito de partes de mortos, roubadas de túmulos. A criatura do Dr. Frankenstein consegue fugir, dando início a uma busca do criador por sua criatura e da criatura por seu criador. Leia a seguir um trecho em que o cientista avista o monstro com vida pela primeira vez.
A noite caiu e, quando eu mal podia ver as montanhas escuras, experimentei uma tristeza ainda maior. Aquele quadro parecia um vasto e sombrio cenário do mal, e eu previa de longe que estava destinado a me tornar o mais desgraçado dos seres humanos. [...] A tempestade parecia aproximar-se rapidamente. [...] Ela chegava: o céu estava nublado e logo senti grandes e esparsos pingos da chuva, cuja violência aumentava rápido.
Deixei o lugar onde estava e continuei a caminhar, embora a escuridão e a tempestade aumentassem a cada minuto e os trovões estalassem com um ruído aterrador por sobre minha cabeça. [...] Os vívidos clarões dos relâmpagos me ofuscavam, iluminando o lago, fazendo-o parecer um extenso lençol de fogo; depois tudo mergulhava em trevas, até que os olhos se acomodavam de novo. [...]
Percebi, na sombra, um vulto que se esgueirava detrás de um grupo de árvores perto de mim. Parei, e fiquei olhando atentamente; não podia haver engano. O clarão de um relâmpago iluminou a figura e revelou perfeitamente sua forma. Sua gigantesca estatura e a deformidade de sua aparência, mais horrível do que humana, fizeram com que percebesse imediatamente que se tratava do desgraçado e nojento demônio ao qual eu conferira a vida.
(Adaptado de SHELLEY, Mary. Frankenstein. Tradução de Mécio Araujo Jorge Honkins. Porto Alegre, Pocket L&PM, 2001)
Observe o verbo “fizeram” no seguinte trecho: “Sua gigantesca estatura e a deformidade de sua aparência, mais horrível do que humana, fizeram com que percebesse imediatamente que se tratava do desgraçado e nojento demônio ao qual eu conferira a vida”. Ele poderia estar no singular se:
Frankenstein é a história de uma das criaturas mais famosas do mundo. A ambição dos experimentos do Dr. Victor Frankenstein permitiu que ele conseguisse cientificamente dar vida a um corpo feito de partes de mortos, roubadas de túmulos. A criatura do Dr. Frankenstein consegue fugir, dando início a uma busca do criador por sua criatura e da criatura por seu criador. Leia a seguir um trecho em que o cientista avista o monstro com vida pela primeira vez.
A noite caiu e, quando eu mal podia ver as montanhas escuras, experimentei uma tristeza ainda maior. Aquele quadro parecia um vasto e sombrio cenário do mal, e eu previa de longe que estava destinado a me tornar o mais desgraçado dos seres humanos. [...] A tempestade parecia aproximar-se rapidamente. [...] Ela chegava: o céu estava nublado e logo senti grandes e esparsos pingos da chuva, cuja violência aumentava rápido.
Deixei o lugar onde estava e continuei a caminhar, embora a escuridão e a tempestade aumentassem a cada minuto e os trovões estalassem com um ruído aterrador por sobre minha cabeça. [...] Os vívidos clarões dos relâmpagos me ofuscavam, iluminando o lago, fazendo-o parecer um extenso lençol de fogo; depois tudo mergulhava em trevas, até que os olhos se acomodavam de novo. [...]
Percebi, na sombra, um vulto que se esgueirava detrás de um grupo de árvores perto de mim. Parei, e fiquei olhando atentamente; não podia haver engano. O clarão de um relâmpago iluminou a figura e revelou perfeitamente sua forma. Sua gigantesca estatura e a deformidade de sua aparência, mais horrível do que humana, fizeram com que percebesse imediatamente que se tratava do desgraçado e nojento demônio ao qual eu conferira a vida.
(Adaptado de SHELLEY, Mary. Frankenstein. Tradução de Mécio Araujo Jorge Honkins. Porto Alegre, Pocket L&PM, 2001)
Questão 8363103
COTUCA COTUCA 2015 1 FaseU Gerais 2015
Frankenstein é a história de uma das criaturas mais famosas do mundo. A ambição dos experimentos do Dr. Victor Frankenstein permitiu que ele conseguisse cientificamente dar vida a um corpo feito de partes de mortos, roubadas de túmulos. A criatura do Dr. Frankenstein consegue fugir, dando início a uma busca do criador por sua criatura e da criatura por seu criador. Leia a seguir um trecho em que o cientista avista o monstro com vida pela primeira vez.
A noite caiu e, quando eu mal podia ver as montanhas escuras, experimentei uma tristeza ainda maior. Aquele quadro parecia um vasto e sombrio cenário do mal, e eu previa de longe que estava destinado a me tornar o mais desgraçado dos seres humanos. [...] A tempestade parecia aproximar-se rapidamente. [...] Ela chegava: o céu estava nublado e logo senti grandes e esparsos pingos da chuva, cuja violência aumentava rápido.
Deixei o lugar onde estava e continuei a caminhar, embora a escuridão e a tempestade aumentassem a cada minuto e os trovões estalassem com um ruído aterrador por sobre minha cabeça. [...] Os vívidos clarões dos relâmpagos me ofuscavam, iluminando o lago, fazendo-o parecer um extenso lençol de fogo; depois tudo mergulhava em trevas, até que os olhos se acomodavam de novo. [...]
Percebi, na sombra, um vulto que se esgueirava detrás de um grupo de árvores perto de mim. Parei, e fiquei olhando atentamente; não podia haver engano. O clarão de um relâmpago iluminou a figura e revelou perfeitamente sua forma. Sua gigantesca estatura e a deformidade de sua aparência, mais horrível do que humana, fizeram com que percebesse imediatamente que se tratava do desgraçado e nojento demônio ao qual eu conferira a vida.
(Adaptado de SHELLEY, Mary. Frankenstein. Tradução de Mécio Araujo Jorge Honkins. Porto Alegre, Pocket L&PM, 2001)
A palavra “ofuscavam”, no segundo parágrafo, indica um efeito provocado pelos raios dos relâmpagos no Dr. Victor Frankenstein. Sabemos que esse efeito desaparece, principalmente quando nos deparamos com a palavra:
Frankenstein é a história de uma das criaturas mais famosas do mundo. A ambição dos experimentos do Dr. Victor Frankenstein permitiu que ele conseguisse cientificamente dar vida a um corpo feito de partes de mortos, roubadas de túmulos. A criatura do Dr. Frankenstein consegue fugir, dando início a uma busca do criador por sua criatura e da criatura por seu criador. Leia a seguir um trecho em que o cientista avista o monstro com vida pela primeira vez.
A noite caiu e, quando eu mal podia ver as montanhas escuras, experimentei uma tristeza ainda maior. Aquele quadro parecia um vasto e sombrio cenário do mal, e eu previa de longe que estava destinado a me tornar o mais desgraçado dos seres humanos. [...] A tempestade parecia aproximar-se rapidamente. [...] Ela chegava: o céu estava nublado e logo senti grandes e esparsos pingos da chuva, cuja violência aumentava rápido.
Deixei o lugar onde estava e continuei a caminhar, embora a escuridão e a tempestade aumentassem a cada minuto e os trovões estalassem com um ruído aterrador por sobre minha cabeça. [...] Os vívidos clarões dos relâmpagos me ofuscavam, iluminando o lago, fazendo-o parecer um extenso lençol de fogo; depois tudo mergulhava em trevas, até que os olhos se acomodavam de novo. [...]
Percebi, na sombra, um vulto que se esgueirava detrás de um grupo de árvores perto de mim. Parei, e fiquei olhando atentamente; não podia haver engano. O clarão de um relâmpago iluminou a figura e revelou perfeitamente sua forma. Sua gigantesca estatura e a deformidade de sua aparência, mais horrível do que humana, fizeram com que percebesse imediatamente que se tratava do desgraçado e nojento demônio ao qual eu conferira a vida.
(Adaptado de SHELLEY, Mary. Frankenstein. Tradução de Mécio Araujo Jorge Honkins. Porto Alegre, Pocket L&PM, 2001)
Questão 8363014
COTIL COTIL 2015 1 FaseU Gerais 2015
TEXTO I
Ser patriota
Amar a pátria é, para muitos brasileiros, saber cantar o Hino Nacional quando a bandeira é hasteada. É idolatrar o símbolo do país e assistir respeitosamente aos desfiles nas ruas. Mas e depois do 7 de setembro, onde fica o amor ao país" Onde está o patriotismo" Ah, sim... Sua manifestação fica restrita às vitórias brasileiras nos eventos esportivos mundiais: Olimpíadas, Copas do Mundo... e só.
É claro que isso não é regra, não se pode generalizar. No entanto, é comum as pessoas esquecerem que vivemos neste país todos os dias. Somos brasileiros sempre, com os dissabores e orgulho que pertencer a este país acarreta. (...) O patriotismo, além de um sentimento, é também um comportamento. Ele é modelado por meio de algumas práticas; uma delas é a educação. Essa, quando bem trabalhada, permite ao estudante conhecer características do seu país. Permite ao estudante buscar modificar o que acredita que deve ser modificado e conservar o que precisa ser conservado. Dessa forma, surgem gradativamente os sentimentos de amor e preocupação com o país.
Ser patriota é sobretudo amar! Amar a sua terra, com seu cheiro característico; beber o seu chá preferido ou beber um café quente, olhando pela vidraça a geada branca na relva; é estar no calor do verão, olhar um copo com água gelada e sorver cada gole como se fosse o último; é sentir o cheiro da cozinha onde você prepara seus alimentos com aquele tempero que você conhece, muitas vezes, desde a infância. Com certeza, no mundo todo, ainda que procuremos, não encontraremos nada igual. Os aniversários, as baladas, os amores, o vinho compartilhado com os amigos, as músicas, o folclore, os grupos escolares, a igreja com os sermões do padre, do pastor ou do rabino, nos induzindo a refletir sobre a vida. Os micos que já pagamos ou fizemos outros pagarem. A verdadeira vida é constituída de coisas simples e que nos fazem bem quando lembramos. Logo, quando amamos de fato tudo isso, somos patriotas.
(fonte:http://www.adjorisc.com.br/jornais/asemana/coluna-pensando-bem-paula/ser-patriota-1.1340968#.U8UGN_ldU8s)
TEXTO I
Ser patriota
Amar a pátria é, para muitos brasileiros, saber cantar o Hino Nacional quando a bandeira é hasteada. É idolatrar o símbolo do país e assistir respeitosamente aos desfiles nas ruas. Mas e depois do 7 de setembro, onde fica o amor ao país" Onde está o patriotismo" Ah, sim... Sua manifestação fica restrita às vitórias brasileiras nos eventos esportivos mundiais: Olimpíadas, Copas do Mundo... e só.
É claro que isso não é regra, não se pode generalizar. No entanto, é comum as pessoas esquecerem que vivemos neste país todos os dias. Somos brasileiros sempre, com os dissabores e orgulho que pertencer a este país acarreta. (...) O patriotismo, além de um sentimento, é também um comportamento. Ele é modelado por meio de algumas práticas; uma delas é a educação. Essa, quando bem trabalhada, permite ao estudante conhecer características do seu país. Permite ao estudante buscar modificar o que acredita que deve ser modificado e conservar o que precisa ser conservado. Dessa forma, surgem gradativamente os sentimentos de amor e preocupação com o país.
Ser patriota é sobretudo amar! Amar a sua terra, com seu cheiro característico; beber o seu chá preferido ou beber um café quente, olhando pela vidraça a geada branca na relva; é estar no calor do verão, olhar um copo com água gelada e sorver cada gole como se fosse o último; é sentir o cheiro da cozinha onde você prepara seus alimentos com aquele tempero que você conhece, muitas vezes, desde a infância. Com certeza, no mundo todo, ainda que procuremos, não encontraremos nada igual. Os aniversários, as baladas, os amores, o vinho compartilhado com os amigos, as músicas, o folclore, os grupos escolares, a igreja com os sermões do padre, do pastor ou do rabino, nos induzindo a refletir sobre a vida. Os micos que já pagamos ou fizemos outros pagarem. A verdadeira vida é constituída de coisas simples e que nos fazem bem quando lembramos. Logo, quando amamos de fato tudo isso, somos patriotas.
(fonte:http://www.adjorisc.com.br/jornais/asemana/coluna-pensando-bem-paula/ser-patriota-1.1340968#.U8UGN_ldU8s)
Observe os quadrinhos a seguir:


Questão 8363013
COTIL COTIL 2015 1 FaseU Gerais 2015
TEXTO I
Ser patriota
Amar a pátria é, para muitos brasileiros, saber cantar o Hino Nacional quando a bandeira é hasteada. É idolatrar o símbolo do país e assistir respeitosamente aos desfiles nas ruas. Mas e depois do 7 de setembro, onde fica o amor ao país" Onde está o patriotismo" Ah, sim... Sua manifestação fica restrita às vitórias brasileiras nos eventos esportivos mundiais: Olimpíadas, Copas do Mundo... e só.
É claro que isso não é regra, não se pode generalizar. No entanto, é comum as pessoas esquecerem que vivemos neste país todos os dias. Somos brasileiros sempre, com os dissabores e orgulho que pertencer a este país acarreta. (...) O patriotismo, além de um sentimento, é também um comportamento. Ele é modelado por meio de algumas práticas; uma delas é a educação. Essa, quando bem trabalhada, permite ao estudante conhecer características do seu país. Permite ao estudante buscar modificar o que acredita que deve ser modificado e conservar o que precisa ser conservado. Dessa forma, surgem gradativamente os sentimentos de amor e preocupação com o país.
Ser patriota é sobretudo amar! Amar a sua terra, com seu cheiro característico; beber o seu chá preferido ou beber um café quente, olhando pela vidraça a geada branca na relva; é estar no calor do verão, olhar um copo com água gelada e sorver cada gole como se fosse o último; é sentir o cheiro da cozinha onde você prepara seus alimentos com aquele tempero que você conhece, muitas vezes, desde a infância. Com certeza, no mundo todo, ainda que procuremos, não encontraremos nada igual. Os aniversários, as baladas, os amores, o vinho compartilhado com os amigos, as músicas, o folclore, os grupos escolares, a igreja com os sermões do padre, do pastor ou do rabino, nos induzindo a refletir sobre a vida. Os micos que já pagamos ou fizemos outros pagarem. A verdadeira vida é constituída de coisas simples e que nos fazem bem quando lembramos. Logo, quando amamos de fato tudo isso, somos patriotas.
(fonte:http://www.adjorisc.com.br/jornais/asemana/coluna-pensando-bem-paula/ser-patriota-1.1340968#.U8UGN_ldU8s)
TEXTO I
Ser patriota
Amar a pátria é, para muitos brasileiros, saber cantar o Hino Nacional quando a bandeira é hasteada. É idolatrar o símbolo do país e assistir respeitosamente aos desfiles nas ruas. Mas e depois do 7 de setembro, onde fica o amor ao país" Onde está o patriotismo" Ah, sim... Sua manifestação fica restrita às vitórias brasileiras nos eventos esportivos mundiais: Olimpíadas, Copas do Mundo... e só.
É claro que isso não é regra, não se pode generalizar. No entanto, é comum as pessoas esquecerem que vivemos neste país todos os dias. Somos brasileiros sempre, com os dissabores e orgulho que pertencer a este país acarreta. (...) O patriotismo, além de um sentimento, é também um comportamento. Ele é modelado por meio de algumas práticas; uma delas é a educação. Essa, quando bem trabalhada, permite ao estudante conhecer características do seu país. Permite ao estudante buscar modificar o que acredita que deve ser modificado e conservar o que precisa ser conservado. Dessa forma, surgem gradativamente os sentimentos de amor e preocupação com o país.
Ser patriota é sobretudo amar! Amar a sua terra, com seu cheiro característico; beber o seu chá preferido ou beber um café quente, olhando pela vidraça a geada branca na relva; é estar no calor do verão, olhar um copo com água gelada e sorver cada gole como se fosse o último; é sentir o cheiro da cozinha onde você prepara seus alimentos com aquele tempero que você conhece, muitas vezes, desde a infância. Com certeza, no mundo todo, ainda que procuremos, não encontraremos nada igual. Os aniversários, as baladas, os amores, o vinho compartilhado com os amigos, as músicas, o folclore, os grupos escolares, a igreja com os sermões do padre, do pastor ou do rabino, nos induzindo a refletir sobre a vida. Os micos que já pagamos ou fizemos outros pagarem. A verdadeira vida é constituída de coisas simples e que nos fazem bem quando lembramos. Logo, quando amamos de fato tudo isso, somos patriotas.
(fonte:http://www.adjorisc.com.br/jornais/asemana/coluna-pensando-bem-paula/ser-patriota-1.1340968#.U8UGN_ldU8s)
Observe os quadrinhos a seguir:


06
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