Questões de EFAF Português
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Questão 10 169445
IFMT 2016/2TEXTO 3
O DIREITO DAS CRIANÇAS
Toda criança no mundo Ver uma estrela cadente,
Deve ser bem protegida Filme que tenha robô,
Contra os rigores do tempo Ganhar um lindo presente,
Contra os rigores da vida. Ouvir histórias do avô.
Criança tem que ter nome Descer do escorregador,
Criança tem que ter lar Fazer bolha de sabão,
Ter saúde e não ter fome Sorvete, se faz calor
Ter segurança e estudar. Brincar de adivinhação
Não é questão de querer Morango com chantilly,
Nem questão de concordar Ver mágico de cartola
Os direitos das crianças O canto do bem-te-vi,
Todos têm de respeitar. Bola, bola, bola, bola!
Tem direito à atenção Lamber fundo da panela
Direito de não ter medos Ser tratada com afeição
Direito a livros e a pão Ser alegre e tagarela
Direito de ter brinquedos. Poder também dizer não!
Mas criança também tem Carrinho, jogos, bonecas,
O direito de sorrir. Montar um jogo de armar,
Correr na beira do mar, Amarelinha, petecas
Ter lápis de colorir... E uma corda de pular
Ruth Rocha
AS QUESTÕES DE 10 A 12 REFEREM-SE AO TEXTO 3.
Os versos 9 e 10: Não é questão de querer / Nem questão de concordar NÃO reafirmam a noção de que:
Questão 9 169440
IFMT 2016/2TEXTO 2
MENINOS CARVOEIROS
Os meninos carvoeiros
Passam a caminho da cidade.
— Eh, carvoero!
E vão tocando os animais com um relho enorme.
Os burros são magrinhos e velhos.
Cada um leva seis sacos de carvão de lenha.
A aniagem é toda remendada.
Os carvões caem.
(Pela boca da noite vem uma velhinha que os recolhe, dobrando-se com um gemido.)
— Eh, carvoero!
Só mesmo estas crianças raquíticas
Vão bem com estes burrinhos descadeirados.
A madrugada ingênua parece feita para eles . . .
Pequenina, ingênua miséria!
Adoráveis carvoeirinhos que trabalhais como se brincásseis!
— Eh, carvoero!
Quando voltam, vêm mordendo um pão encarvoado,
Encarapitados nas alimárias,
Apostando corrida,
Dançando, bamboleando nas cangalhas como espantalhos desamparados.
(BANDEIRA, Manuel. Poesia e prosa completa. Rio de Janeiro: Aguilar, 1987).
O substantivo espantalho no último verso é composto por:
Questão 8 169438
IFMT 2016/2TEXTO 2
MENINOS CARVOEIROS
Os meninos carvoeiros
Passam a caminho da cidade.
— Eh, carvoero!
E vão tocando os animais com um relho enorme.
Os burros são magrinhos e velhos.
Cada um leva seis sacos de carvão de lenha.
A aniagem é toda remendada.
Os carvões caem.
(Pela boca da noite vem uma velhinha que os recolhe, dobrando-se com um gemido.)
— Eh, carvoero!
Só mesmo estas crianças raquíticas
Vão bem com estes burrinhos descadeirados.
A madrugada ingênua parece feita para eles . . .
Pequenina, ingênua miséria!
Adoráveis carvoeirinhos que trabalhais como se brincásseis!
— Eh, carvoero!
Quando voltam, vêm mordendo um pão encarvoado,
Encarapitados nas alimárias,
Apostando corrida,
Dançando, bamboleando nas cangalhas como espantalhos desamparados.
(BANDEIRA, Manuel. Poesia e prosa completa. Rio de Janeiro: Aguilar, 1987).
A palavra encarvoado é formada pelo processo de
Questão 7 169430
IFMT 2016/2TEXTO 2
MENINOS CARVOEIROS
Os meninos carvoeiros
Passam a caminho da cidade.
— Eh, carvoero!
E vão tocando os animais com um relho enorme.
Os burros são magrinhos e velhos.
Cada um leva seis sacos de carvão de lenha.
A aniagem é toda remendada.
Os carvões caem.
(Pela boca da noite vem uma velhinha que os recolhe, dobrando-se com um gemido.)
— Eh, carvoero!
Só mesmo estas crianças raquíticas
Vão bem com estes burrinhos descadeirados.
A madrugada ingênua parece feita para eles . . .
Pequenina, ingênua miséria!
Adoráveis carvoeirinhos que trabalhais como se brincásseis!
— Eh, carvoero!
Quando voltam, vêm mordendo um pão encarvoado,
Encarapitados nas alimárias,
Apostando corrida,
Dançando, bamboleando nas cangalhas como espantalhos desamparados.
(BANDEIRA, Manuel. Poesia e prosa completa. Rio de Janeiro: Aguilar, 1987).
A difícil condição de vida dos meninos retratados no texto, só NÃO é denunciada em:
Questão 6 169423
IFMT 2016/2TEXTO 2
MENINOS CARVOEIROS
Os meninos carvoeiros
Passam a caminho da cidade.
— Eh, carvoero!
E vão tocando os animais com um relho enorme.
Os burros são magrinhos e velhos.
Cada um leva seis sacos de carvão de lenha.
A aniagem é toda remendada.
Os carvões caem.
(Pela boca da noite vem uma velhinha que os recolhe, dobrando-se com um gemido.)
— Eh, carvoero!
Só mesmo estas crianças raquíticas
Vão bem com estes burrinhos descadeirados.
A madrugada ingênua parece feita para eles . . .
Pequenina, ingênua miséria!
Adoráveis carvoeirinhos que trabalhais como se brincásseis!
— Eh, carvoero!
Quando voltam, vêm mordendo um pão encarvoado,
Encarapitados nas alimárias,
Apostando corrida,
Dançando, bamboleando nas cangalhas como espantalhos desamparados.
(BANDEIRA, Manuel. Poesia e prosa completa. Rio de Janeiro: Aguilar, 1987).
A construção boca da noite NÃO segue o mesmo recurso linguístico de:
Questão 5 169420
IFMT 2016/2TEXTO 2
MENINOS CARVOEIROS
Os meninos carvoeiros
Passam a caminho da cidade.
— Eh, carvoero!
E vão tocando os animais com um relho enorme.
Os burros são magrinhos e velhos.
Cada um leva seis sacos de carvão de lenha.
A aniagem é toda remendada.
Os carvões caem.
(Pela boca da noite vem uma velhinha que os recolhe, dobrando-se com um gemido.)
— Eh, carvoero!
Só mesmo estas crianças raquíticas
Vão bem com estes burrinhos descadeirados.
A madrugada ingênua parece feita para eles . . .
Pequenina, ingênua miséria!
Adoráveis carvoeirinhos que trabalhais como se brincásseis!
— Eh, carvoero!
Quando voltam, vêm mordendo um pão encarvoado,
Encarapitados nas alimárias,
Apostando corrida,
Dançando, bamboleando nas cangalhas como espantalhos desamparados.
(BANDEIRA, Manuel. Poesia e prosa completa. Rio de Janeiro: Aguilar, 1987).
A figura de linguagem que ocorre em: "A madrugada ingênua parece feita para eles . . ." denomina-se
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