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Questão 14 618497
COTIL 1° Ano 2016Texto para a questão

Entra governo, sai governo, um escândalo atrás do outro, uma verdadeira afronta ao nível de inteligência humana, sem o menor pudor. Apesar de tudo, não existe culpado e quando alguém consegue encontrá-lo, são necessários muitos anos para fazer valer o senso de justiça que, aliás, anda escasso nos dias de hoje.
Pessoas com ausência de responsabilidade possuem as justificativas na ponta da língua. O discurso será colocado em prática ao menor sinal de perigo. Não é comigo, eu fiz a minha parte, o problema são os outros, aqui sempre foi assim, isso não muda, no próximo ano a gente vê como é que faz, culpa do governo, não há nada que eu possa fazer. Esses e outros jargões são típicos de quem não assume a responsabilidade, sequer entende o conceito.
Culturas organizacionais com nível reduzido ou nulo de responsabilidade fomentam o cinismo, a falta de confiança e o desperdício de energia vital com manobras políticas constantes na tentativa de se defender ou transferir a culpa. Nesse caso, perde-se o bom senso, a capacidade de aprendizagem, a esperança de se reverter o caos.
A falta de responsabilidade depende de vários fatores enraizados desde a mais tenra infância: cultura familiar, relacionamentos, influência de pais e amigos, história pessoal, experiências negativas vivenciadas no passado. Embora não seja difícil identificar os fatores, considero a “síndrome da vítima” o principal de todos.
Omitir-se, fazer-se de vítima, transferir a culpa são armas de defesa dos fracos de espírito.
Pessoas com baixo nível de responsabilidade preferem se sentir insignificantes, dissimular, zoar, encontrar alguém para culpar em vez de exercitar a capacidade de assumir o controle sobre si mesmo e sobre suas ações.
No fim da história, a culpa é da sociedade, do pedestre atropelado, do menino assassinado, do eleitor mal informado, do paciente inconformado, do aluno despreparado, do professor mal remunerado, do infeliz desavisado. A culpa só não é do culpado, portanto, quando o chefe inescrupuloso estiver do seu lado, cuidado, você pode ser o próximo culpado. Independentemente da idade, cultura, nível de instrução e do meio onde você vive, jamais tente esquivar-se da parte que lhe cabe no mundo. Assumir a responsabilidade e aprender com os erros é coisa para gente grande, evoluída, capaz de dar a volta por cima e disposta a entender que os erros são parte integrante do crescimento pessoal e profissional.
Pense nisso e seja feliz!
http://www.jeronimomendes.com.br/o-que-e-responsabilidade/#sthash.ndB7tPUY.dpuf
Assinale a resposta incorreta.
Questão 12 618478
COTIL 1° Ano 2016Texto para a questão

Entra governo, sai governo, um escândalo atrás do outro, uma verdadeira afronta ao nível de inteligência humana, sem o menor pudor. Apesar de tudo, não existe culpado e quando alguém consegue encontrá-lo, são necessários muitos anos para fazer valer o senso de justiça que, aliás, anda escasso nos dias de hoje.
Pessoas com ausência de responsabilidade possuem as justificativas na ponta da língua. O discurso será colocado em prática ao menor sinal de perigo. Não é comigo, eu fiz a minha parte, o problema são os outros, aqui sempre foi assim, isso não muda, no próximo ano a gente vê como é que faz, culpa do governo, não há nada que eu possa fazer. Esses e outros jargões são típicos de quem não assume a responsabilidade, sequer entende o conceito.
Culturas organizacionais com nível reduzido ou nulo de responsabilidade fomentam o cinismo, a falta de confiança e o desperdício de energia vital com manobras políticas constantes na tentativa de se defender ou transferir a culpa. Nesse caso, perde-se o bom senso, a capacidade de aprendizagem, a esperança de se reverter o caos.
A falta de responsabilidade depende de vários fatores enraizados desde a mais tenra infância: cultura familiar, relacionamentos, influência de pais e amigos, história pessoal, experiências negativas vivenciadas no passado. Embora não seja difícil identificar os fatores, considero a “síndrome da vítima” o principal de todos.
Omitir-se, fazer-se de vítima, transferir a culpa são armas de defesa dos fracos de espírito.
Pessoas com baixo nível de responsabilidade preferem se sentir insignificantes, dissimular, zoar, encontrar alguém para culpar em vez de exercitar a capacidade de assumir o controle sobre si mesmo e sobre suas ações.
No fim da história, a culpa é da sociedade, do pedestre atropelado, do menino assassinado, do eleitor mal informado, do paciente inconformado, do aluno despreparado, do professor mal remunerado, do infeliz desavisado. A culpa só não é do culpado, portanto, quando o chefe inescrupuloso estiver do seu lado, cuidado, você pode ser o próximo culpado. Independentemente da idade, cultura, nível de instrução e do meio onde você vive, jamais tente esquivar-se da parte que lhe cabe no mundo. Assumir a responsabilidade e aprender com os erros é coisa para gente grande, evoluída, capaz de dar a volta por cima e disposta a entender que os erros são parte integrante do crescimento pessoal e profissional.
Pense nisso e seja feliz!
http://www.jeronimomendes.com.br/o-que-e-responsabilidade/#sthash.ndB7tPUY.dpuf
Por coloquialismo entende-se um tipo de linguagem caracterizado pela utilização de aspectos informais, cotidianos, sem rigores gramaticais, enfim, um registro próprio da oralidade. Assinale a alternativa que não traz expressões da linguagem coloquial.
Questão 11 618466
COTIL 1° Ano 2016
Fonte:http://www.tempreguicanao.com.br/2011/06/historia-dos-tres-macacos-sabios.html
Ao analisar a charge, entende-se que os macaquinhos caracterizam / demonstram, com seus gestos,
Questão 8 618458
COTIL 1° Ano 2016Texto para a questão
“O Pequeno Príncipe”, de A. Saint-Exupery
-– Bom dia, disse a raposa.
-– Bom dia, respondeu polidamente o principezinho que se voltou mas não viu nada.
-– Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira...
-– Quem és tu? perguntou o principezinho. Tu és bem bonita.
-– Sou uma raposa, disse a raposa.
-– Vem brincar comigo, propôs o príncipe, estou tão triste...
-– Eu não posso brincar contigo, disse a raposa. Não me cativaram ainda.
-– Ah! Desculpa, disse o principezinho.
Após uma reflexão, acrescentou:
-– O que quer dizer cativar?
-– Tu não és daqui, disse a raposa. Que procuras?
-– Procuro amigos, disse. Que quer dizer cativar?
-– É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa criar laços...
-– Criar laços?
-– Exatamente, disse a raposa. Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens necessidade de mim. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim o único no mundo. E eu serei para ti a única no mundo... Mas a raposa voltou a sua ideia:
-– Minha vida é monótona. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei o barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros me fazem entrar debaixo da terra. O teu me chamará para fora como música. E depois, olha! Vês, lá longe, o campo de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelo cor de ouro. E então será maravilhoso quando me tiverdes cativado. O trigo que é dourado fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo...
A raposa então calou-se e considerou muito tempo o príncipe:
-– Por favor, cativa-me! disse ela.
-– Bem quisera, disse o príncipe, mas eu não tenho tempo. Tenho amigos a descobrir e mundos a conhecer.
-– A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não têm tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres uma amiga, cativa-me! Os homens esqueceram essa verdade, disse a raposa. Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas."
http://www.miniweb.com.br/cantinho/infantil/38/Estorias_miniweb/pequeno_principe.html
Com base na sua compreensão sobre o texto, complete com ( C ) para correto e ( E ) para errado.
( ) O príncipe sabe muito bem o que é cativar.
( ) Cativar lembra cativeiro, por isso tem sentido negativo.
( ) O trigo para a raposa é muito útil e ela achava isso muito importante e amava o vento no trigo.
( ) O príncipe está procurando amigos.
Agora, marque a sequência correta:
Questão 3 618445
COTIL 1° Ano 2016Texto para a questão
“TODO MUNDO, ALGUÉM, QUALQUER UM e NINGUÉM”
Era uma vez quatro pessoas que se chamavam TODO MUNDO, ALGUÉM, QUALQUER UM e NINGUÉM. Havia um importante trabalho a ser feito e TODO MUNDO acreditava que ALGUEM é que iria executá-lo.
QUALQUER UM poderia fazê-lo, mas NINGUÉM o fez. ALGUÉM ficou aborrecido com isso, porque entendia que a execução do trabalho era responsabilidade de TODO MUNDO. TODO MUNDO pensou que QUALQUER UM poderia executá-lo, mas NINGUÉM imaginou que TODO MUNDO não o faria.
TODO MUNDO culpou ALGUÉM, quando NINGUÉM fez o que QUALQUER UM poderia ter feito!
(Texto extraído do livro “O que Podemos Aprender com os Gansos”, 7ª Edição,pg 178. Autor: Alexandre Rangel) https://3dmar.wordpress.com/2012/05/21/todo-mundo-alguem-qualquer-um-e-ninguem/
“TODO MUNDO culpou ALGUÉM, quando NINGUÉM fez o que QUALQUER UM poderia ter feito!”
Nesse período, encontramos:
Questão 14 615964
CTI (UNIFICADO) 2016Leia o poema para responder à questão.
Filhos
Daqui escutei
quando eles
chegaram rindo
e correndo
na sala
e logo
invadiram também
o escritório
(onde eu trabalhava)
num alvoroço
e rindo e correndo
se foram com sua alegria
se foram
só então
me perguntei
por que
não lhes dera
maior
atenção
se há tantos
e tantos
anos
não os via
crianças
já que
agora
estão os três
com mais
de trinta anos
(Ferreira Gullar, Muitas vozes)
Nos versos – e logo / invadiram também / o escritório –, o verbo em destaque tem a mesma predicação que o destacado em:
06
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