Questões de EFAF Português
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Questão 1 10191290
CMR 1°ano - Prova de Português 2016TEXTO
Imagem captada da internet.

(Fonte: http://fatimalp.blogspot.com.br/2013/04/regencia-verbal.htm! 05/11/2016)
O texto acima, publicado em um blog, certamente, de uma professora de português, comenta sobre um registro bastante comum no português atual.
Sobre o texto, identifique o comentário ERRADO.
Questão 15 10154599
CMM 1º Ano - Língua Portuguesa 2016Leia o TEXTO para responder o item.
TEXTO

(http://tirasarmandinho.tumblr.com/15-de-junho-dia-mundial-de-conscientizadapessoaidosa)
Considerando os aspectos sintáticos e semânticos da tirinha, é CORRETO afirmar que
Questão 8387901
CEFET RJ CEFET RJ 2016 1 Fase1 Gerais 2016A crise do futebol brasileiro
Quando Getúlio Vargas idealizou a Copa de , a ideia era mostrar ao mundo pós-guerra a força da nova potência mundial chamada Brasil. Não deu certo. A seleção perdeu, o Brasil não era tudo aquilo que se achava, e tudo continuou na mesma.
Em , quando Lula idealizou a Copa de , a ideia era mostrar ao mundo em crise a força da nova potência mundial chamada Brasil. Não deu certo. A seleção perdeu, o Brasil não era tudo aquilo que se achava, e tudo continuou na mesma.
Esqueça os a . O futebol brasileiro está em crise desde . Isso porque foi mais ou menos nessa época que assumimos para nós mesmos que somos o país do futebol. A pátria de chuteiras. E, como nunca conseguimos de fato satisfazer essa expectativa, entramos em crise.
Os problemas que são atribuídos ao futebol de hoje pouco variam dos problemas que começaram a ser atribuídos a ele a partir da metade do século passado: dificuldade em segurar jogadores no país, dificuldade de pagar salário, dificuldade na manutenção dos estádios, dificuldade em conter a violência, dificuldade, dificuldade, dificuldade.
A estabilidade dessas dificuldades impressiona. Elas são tão estáveis ao longo do tempo que talvez não devessem nem ser mais conhecidas como dificuldades, mas sim como características.
Somos, por exemplo, um país que não vai a jogos de futebol tanto assim. Nos grandes jogos, nos decisivos, claro que vamos. Nesses todo mundo quer ir. Mas nos pequenos, onde a força da relação do torcedor com o clube é realmente colocada à prova, nem tanto. Assim como as dificuldades, a média de público do Campeonato Brasileiro também é surpreendentemente estável. Desde o seu começo, flertamos com as mil pessoas por jogo. Às vezes um pouco mais, às vezes um pouco menos. Mas sempre por aí. A média de a " . A média nos últimos 10 anos" . A média em até o momento? .
Isso em si já derruba muitos dos argumentos da decadência do futebol brasileiro, tão alardeados após o a . Afinal, se os estádios não eram mais cheios antigamente, isso quer dizer que os estádios vazios não são um sinal de crise. Se em quase anos a média é de mil pessoas, por que acreditar que todo estádio novo tem que ser para mil pessoas" E o que leva a acreditar que um estádio com capacidade vezes maior que a demanda histórica se paga" Obviamente, os estádios estão vazios e abandonados. Mas isso não é crise. É viver uma ilusão irracional. Um sonho inalcançável. Estádios vazios reduzem a demanda e geram maiores custos de manutenção, reduzindo significativamente a capacidade dos proprietários em manter outros compromissos. E ainda que as receitas dos clubes tenham crescido significativamente nas últimas décadas, elas não conseguem acompanhar a bola de neve de pendências financeiras acumuladas desde o dia em que alguém nos cunhou com o terrível fardo de acharmos que somos o país do futebol. Gastamos mais do que podemos porque achamos que podemos muito. Assim, os estádios ficam às moscas, os salários dos jogadores – com valores tão irreais quanto a capacidade das arenas – invariavelmente atrasam e o número de processos trabalhistas inevitavelmente cresce. A bola de neve só aumenta.
A solução para desenvolver o futebol brasileiro não é simples. Nem rápida. Mas existe. Passa pela necessidade de um choque coletivo de realidade que se propague pelo governo, clubes, federações, associações e atletas. Todos necessitam compreender o seu verdadeiro posicionamento dentro da indústria e o papel que precisam desempenhar para que o futebol brasileiro se torne, pela primeira vez, uma operação minimamente viável e possa crescer ao invés de ficar parado no tempo.
Enquanto não aceitarmos que o que vivemos não é uma fase ruim, mas sim que o nosso futebol é um mercado de somente mil pessoas por jogo e não essa ilusão megalomaníaca que um dia inventamos, ou inventaram, para nós mesmos, jamais sairemos do lugar. Continuaremos a acreditar que estamos passando por uma surpreendentemente estável crise, mas que no fundo é apenas a nossa verdadeira pequena e limitada realidade.
Observe o trecho abaixo, extraído do texto: “Esqueça os 7 a 1. O futebol brasileiro está em crise desde 1950.”. Embora os dois períodos acima não estejam ligados por um conectivo, é possível estabelecer uma relação de sentido entre eles. O conectivo que expressa essa relação é:*Oliver Seitz é PhD em Indústria do Futebol pela Universidade de Liverpool e Professor da University College of Football Business de Londres. (BLOG DO JUCA KFOURI. 7 de julho de 2015)
Disponível em: http://blogdojuca.uol.com.br/2015/07/a-crise-do-fubebol-brasileiro/.
Questão 8362838
CFN CFN 2016 1 FaseU Gerais 2016TEXTO I
A noite em que os hotéis estavam cheios
O casal chegou à cidade tarde da noite. Estavam cansados da viagem; e ela, em adiantada gravidez, não se sentia bem. Foram procurar um lugar onde passar a noite. Hotel, hospedaria, qualquer coisa viria bem, desde que não fosse muito caro, pois eram pessoas de modestos recursos.
Não seria um empreendimento fácil, como descobriram desde o início. No primeiro hotel, o gerente, homem de maus modos, foi logo dizendo que não havia lugar. No segundo, o encarregado da portaria olhou com desconfiança o casal e resolveu pedir documentos. O homem disse que não tinha; na pressa da viagem esquecera os documentos.
— E como pretende o senhor conseguir um lugar num hotel, se não tem documentos? — disse o encarregado. — Eu nem sei se o senhor vai pagar a conta ou não!
O viajante não disse nada. Tomou a esposa pelo braço e seguiu adiante. No terceiro hotel também não havia vaga.
No quarto — que não passava de uma modesta hospedaria — havia lugar, mas o dono desconfiou do casal e resolveu dizer que o estabelecimento estava lotado.
— O senhor vê, se o governo nos desse incentivos, como dá para os grandes hotéis, eu já teria feito uma reforma aqui. Poderia até receber delegações estrangeiras. Mas até hoje não consegui nada. Se eu fosse amigo de algum político influente... A propósito, o senhor não conhece ninguém nas altas esferas?
O viajante hesitou, depois disse que sim, talvez conhecesse alguém das altas esferas.
— Pois então – disse o dono da hospedaria — fala para esse seu conhecido da minha hospedaria. Assim, da próxima vez que o senhor vier, talvez já possa lhe dar um quarto de primeira classe, com banho e tudo. O viajante agradeceu, lamentando apenas que seu problema fosse mais urgente: precisava de um quarto para aquela noite.
Foi adiante.
No hotel seguinte, quase tiveram êxito. O gerente estava esperando um casal de conhecidos artistas, que viajavam incógnitos. Quando os viajantes apareceram, pensou que fossem os hóspedes que aguardava e disse que sim, que o quarto já estava pronto. Ainda fez um elogio:
— O disfarce está muito bom.
— Que disfarce — perguntou o viajante.
— Essas roupas velhas que vocês estão usando — disse o gerente.
— Isso não é disfarce, disse o homem, são as roupas que nós temos.
O gerente aí percebeu o engano:
— Sinto muito — desculpou-se. Eu pensei que tinha um quarto vago, mas parece que já foi ocupado.
O casal foi adiante. No hotel seguinte, também não havia vaga, e o gerente era metido a engraçado. Ali perto havia uma manjedoura, disse, por que não se hospedavam lá? Não seria muito confortável, mas em compensação não pagariam diária. Para surpresa dele, o viajante achou a ideia boa, e até agradeceu. Saíram.
Não demorou muito, apareceram os três Reis Magos, perguntando por um casal de forasteiros. E foi aí que o gerente começou a achar que talvez tivesse perdido os hóspedes mais importantes já chegados a Belém de Nazaré.
SCLIAR, Moacyr. In: As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007.
Considere as frases abaixo retiradas do texto:
“Não se sentia bem.” – (ref. 1) (pronome reflexivo)
“— E como pretende o senhor conseguir um lugar num hotel, se não tem documentos?” – (ref. 2) (partícula apassivadora)
“— Eu nem sei se o senhor vai pagar a conta ou não!” – (ref. 3) (conjunção subordinativa condicional)
“Se eu fosse amigo de algum político influente...” – (ref. 4) (advérbio)
De acordo com as classificações sugeridas, entre parênteses, para as palavras em destaque, assinale a opção correta.
Questão 8362390
EMBRAER EMBRAER 2016 ConhecimentosGerais 2016O Coveiro
Uma tarde de abril suave e pura
Visitava eu somente ao derradeiro
Lar; tinha ido ver a sepultura
De um ente caro, amigo verdadeiro.
Lá encontrei um pálido coveiro
Com a cabeça para o chão pendida;
Eu senti a minh’alma entristecida
E interroguei-o: “Eterno companheiro
Da morte, quem matou-te o coração?”
Ele apontou para uma cruz no chão,
Ali jazia o seu amor primeiro!
Depois, tomando a enxada, gravemente,
Balbuciou, sorrindo tristemente:
– “Ai, foi por isso que me fiz coveiro!”
No poema, há exemplo de predicado verbo-nominal no verso:(Augusto dos Anjos. Eu e outras poesias, 2011)
Questão 8362386
EMBRAER EMBRAER 2016 ConhecimentosGerais 2016Os barcos abarrotados de migrantes ________ deriva – ou naufragados – no Mediterrâneo e Oceano Índico são, também, um problema brasileiro. Dos 14 milhões de pessoas que, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), tiveram de fugir de guerras, catástrofes naturais ou condições de vida miseráveis em seu país de origem, 75000 estão no Brasil. Destes, 46000 são haitianos que, uma vez em solo brasileiro, têm direito ________ reivindicar um visto especial, que lhes garante permanência imediata, e pouco mais de 21000 estão ________ espera da aprovação de seu pedido de refúgio.
(Veja, 10.06.2015. Adaptado)
De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas do texto são preenchidas, respectivamente, com:
06
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