Questões de EFAF Português
15.488 Questões
Questão 14 10728847
IFAL 6° Ano - Língua Portuguesa e Matemática 2016O texto abaixo é para a questão.
Texto

Gazeta de Alagoas. Caderno B. 17.11.2015
Ainda quanto à natureza semântica (de significado) e sintática (de relação gramatical) dos elementos presentes no texto, há, a seguir, apenas uma alternativa errada.
Assinale-a.
Questão 13 10728840
IFAL 6° Ano - Língua Portuguesa e Matemática 2016O texto abaixo é para a questão.
Texto

Gazeta de Alagoas. Caderno B. 17.11.2015
Considerando o anúncio, assinale a alternativa falsa quanto às análises sintática, semântica e morfológica dos elementos textuais.
Questão 9 10728814
IFAL 6° Ano - Língua Portuguesa e Matemática 2016linguagem não verbal. Leia-a para responder à questão.
Texto

(Disponível em: http://humortadela.bol.uol.com.br/charges. Acesso em 18/11/2015)
Marque abaixo a única alternativa que não está de acordo com o texto.
Questão 4 10728360
IFAL 6° Ano - Língua Portuguesa e Matemática 2016O texto a seguir é para a questão.
Texto
Será que os dicionários liberaram o ‘dito-cujo’?
Por Sérgio Rodrigues
Brasileirismo informal, termo não está proibido, mas deve ser usado de forma brincalhona
O registro num dicionário não dá certificado automático de adequação a expressão alguma: significa apenas que ela é usada com frequência suficiente para merecer a atenção dos lexicógrafos.
O substantivo “dito-cujo”, que substitui o nome de uma pessoa que já foi mencionada ou que por alguma razão não se deseja mencionar, é um brasileirismo antigo e, de certa forma, consagrado, mas aceitável apenas na linguagem coloquial.
Mais do que isso: mesmo em contextos informais seu emprego deve ser sempre “jocoso”, ou seja, brincalhão, como anotam diversos lexicógrafos, entre eles o Houaiss e o Francisco Borba. Convém que quem fala ou escreve “dito-cujo” deixe claro que está se afastando conscientemente do registro culto.
Exemplo: “O leão procurou o gerente da Metro e se ofereceu para leão da dita-cuja, em troca de alimentação”, escreveu Millôr Fernandes numa de suas “Fábulas fabulosas”.
(http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/consultorio/sera-que-os-dicionarios-liberaram-o-dito-cujo/. Acesso em 13/11/2015. Texto adaptado)
Entre as alternativas abaixo, apenas uma não está de acordo com o que se expõe no texto.
Marque-a.
Questão 11 10727657
CMC 6º Ano - Português 2016O texto seguinte é um fragmento do livro “Extraordinário”, de R. J. Palacio. A personagem principal é August, um menino que nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma deformidade facial. Por causa disso, teve que fazer diversas cirurgias. O fragmento a seguir é narrado pelo próprio August.
O toque do queijo
Não muito tempo atrás, percebi que, embora as pessoas estivessem se acostumando
comigo, ninguém encostava em mim. Demorei um pouco para notar porque os alunos
não ficam encostando uns nos outros o tempo todo mesmo. Porém, na última quinta-
feira, na aula de dança, a Sra. Atanabi, a professora, tentou fazer com que Ximena Chin
[05]dançasse comigo. Olha, eu nunca tinha visto alguém ter um “ataque de pânico” de
verdade antes, mas já tinha ouvido falar, e tenho quase certeza de que foi isso que
Ximena teve. Ela ficou muito nervosa, pálida e começou a suar, depois deu uma desculpa
esfarrapada sobre precisar muito ir ao banheiro. De todo modo, a Sra. Atanabi salvou a
pele dela, porque acabou não fazendo ninguém dançar junto.
[10] Ontem, na eletiva de ciências, estávamos fazendo uma tarefa muito legal usando pós
desconhecidos e classificando as substâncias como ácidas ou básicas. A gente tinha que
esquentar os pós desconhecidos em uma chapa calefatora e fazer anotações, então todos
os alunos estavam reunidos ali em volta, cada um com seu caderno. São oito alunos na
turma: sete estavam espremidos de um lado da chapa, enquanto o outro – eu – tinha
[15]muito espaço do outro lado. É claro que eu percebi, mas torci para que a Sra. Rubin não
notasse, porque não queria que ela dissesse nada. Mas é claro que ela também notou, e é
claro que falou alguma coisa.
– Pessoal, tem muito espaço do outro lado. Tristan, Nino, passem para lá – ordenou.
[20] Então o Tristan e o Nino vieram para o meu lado. Os dois são sempre “legais”
comigo. Quero deixar isso claro. Não superlegais, de andarem sempre comigo, mas
legais: eles me cumprimentaram e conversamos de um jeito normal. E não fizeram careta
quando a Sra. Rubin os mandou ir para perto de mim, algo que muitas crianças fazem
[25]quando acham que não estou olhando. De todo modo, tudo estava indo bem até que o pó
misterioso do Tristan começou a derreter. Ele tirou a lâmina da chapa no mesmo
momento em que o pó começou a derreter. Aí fui tirar a minha lâmina também, e minha
mão esbarrou na dele sem querer, por uma fração de segundo. Tristan afastou a mão tão
[30]depressa que derrubou sua lâmina no chão e, ao mesmo tempo, fez todas as outras
caírem da chapa calefatora.
– Tristan! – gritou a Sra. Rubin, mas ele nem se importou de ter derrubado o pó e
arruinado toda a experiência; estava mais preocupado em ir à pia do laboratório lavar as
[35]mãos o mais rápido possível.
Foi quando tive certeza de que lá na escola havia um mito sobre encostar em mim.
Acho que é como o Toque do Queijo, do livro Diário de um banana. As crianças
tinham medo de encostar em uma fatia de queijo mofado na quadra de basquete. Na
minha escola, eu sou o queijo mofado.
Texto adaptado. PALACIO, R.J. Extraordinário. Rio de Janeiro: Instrínseca, 2013. p. 78-79
Em “[...] mas torci para que a Sra. Rubin não notasse, porque não queria que ela dissesse nada.” (linhas 15 e 16), o vocábulo destacado está escrito corretamente, pois:
Questão 4 10727647
CMC 6º Ano - Português 2016Chega de bullying! Não fique calado.
[1] Você já ouviu essa palavra alguma vez?
Bullying é um termo em inglês que significa maltratar alguém. Em outras palavras,
perseguir, incomodar, prejudicar outra pessoa, ou fazer com que se sinta mal, causando
dano e medo de maneira frequente.
[5] O bullying pode acontecer entre meninos e meninas na escola, no clube, no bairro,
no ônibus, em casa, pela internet, redes sociais (cyberbullying), ou em outros lugares
onde eles se encontram com frequência. Com palavras ou com gestos se pode insultar,
zombar, não deixar um colega brincar ou jogar, excluir do grupo, deixar alguém sempre
“de lado”, etc. Também se causa dano ao falar mal de alguém pelas costas, para que os
[10]demais não sejam seus amigos ou amigas, por exemplo. Seja onde ou como for, isso é
inadmissível.
Esse problema é muito sério, pois afeta milhões de crianças no mundo todo,
principalmente na escola, e precisa ser resolvido o quanto antes. Normalmente, os
agressores, também chamados de bullies, escolhem as crianças diferentes, as que não
[15]usam roupas da moda, que vêm de uma minoria étnica, social ou racial. Por exemplo: as
mais atrapalhadas, mais gordinhas, as que tiram melhores notas ou as tímidas.
No bullying, frequentemente, a agressão é feita para magoar ou ameaçar um colega;
o maltrato ocorre sem motivos claros; o agressor pode sentir que tem mais poder, força
ou inteligência que a pessoa perseguida.
[20] São tipos de agressão dos bullies: (1) física: bater, chutar, empurrar, derrubar, ferir,
perseguir; (2) verbal: xingar, ameaçar, intimidar e gritar; (3) moral ou psicológica:
amedrontar, apelidar, discriminar, humilhar, intimidar, dominar, tiranizar, excluir,
assediar e perseguir.
Entre meninos, é comum identificar atos mais agressivos e hostis, prevalecendo a
[25]força física e ações mais diretas e violentas. Já as meninas tendem a ser mais indiretas
nas agressões, praticando principalmente atos de exclusão, inventando histórias
difamatórias, criando intrigas, espalhando fofocas, por exemplo.
Quem sofre bullying geralmente não tem vontade de ir à escola; sente-se triste; tem
pesadelos e não dorme bem; sente medo; sente vergonha; pode tirar notas baixas; sente-
[30]se sozinho(a); não sabe como pedir ajuda; pode começar a comer pouco ou demais; pode
sentir raiva ou ódio.
Não existe nenhuma razão que justifique a discriminação de outra pessoa. Desde
criança, é necessário aprender que não se tem o direito de discriminar o outro, porque
todos nós devemos ter o compromisso de respeitar os direitos dos demais.
[35] O que devo fazer diante do bullying? Se estão perseguindo você, ou se sente que
estão fazendo bullying contra outros colegas, o melhor é não ficar calado. Converse com
um adulto de confiança. Você deve contar para alguém, seu pai ou sua mãe, para um
professor(a) ou outro adulto que possa intervir. Não responda ao bullying da mesma
forma. Reagir com violência gera mais violência, o que fará com que a situação piore.
[40]Diga não!
Texto adaptado. Chega de bullying. Apostila 1 – Estudantes do Ensino Fundamental I. Parceria do Canal Cartoon e Governo do Estado de São Paulo. Disponível em www.chegadebullying.com.br acesso em 18 jul 2016
Em “Esse problema é muito sério, pois afeta milhões de crianças no mundo todo, principalmente na escola, [...]” (linhas 12 e 13).
A palavra sublinhada pode ser substituída, sem alterar o sentido da frase, por:
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