Questões de EFAF Português
15.488 Questões
Questão 39 168776
IFRS 2017[01] A detração não é, necessariamente, uma mentira. Pode ser verdadeira ou falsa. O que marca a
detração é a intenção de atacar, de diminuir, de jogar lama no alvo do meu veneno. Depreciar, como já
insinuamos, significa elevar a minha posição. Essa é a chave do sucesso do detrator. A infâmia
anunciada pelo narrador pode nascer de fato concreto e comprovado. Pode ser invenção absoluta. O
[05] objetivo é o mesmo: quero arranhar ou quebrar o vítreo telhado alheio. O importante é puxar bem para
baixo, desnudar histórias, atacar. Bem, por definição a expressão puxar para baixo implica reconhecer
que estou abaixo de quem falo mal. Esse é um dos problemas do falar mal: ele reconhece que me
sinto abaixo ou, ao menos, que desejo estar por cima ao falar mal.
Todos somos capazes de atos de bondade e abnegação. Hitler amava cachorros e defendia
[10] dieta vegetariana. Hitler matou milhares. A ternura, mesmo na mais infame criatura, fala de nós e
nossos valores. Porém, nada deixa mais evidente minha personalidade do que o tipo de comentário
que faço, especialmente o maldoso.
Observe um discurso de formatura. Falamos bem das pessoas e da instituição. Agradecemos a
nossos excelentes professores, homenageamos nossos amados pais e indicamos ___ qualidades
[15] excelsas daquela turma. Gostaríamos de ouvir isso. Achamos indelicado alguém ser crítico naquela
hora de consagração. Mas... A maioria dos rostos está entediada. Os elogios emocionam alguém, mas
entediam. As virtudes, reais ou retóricas, não prendem muito a atenção. [...]
A fofoca é anárquica e cresce em progressão geométrica. No boca-a-boca clássico e presencial
ou nas redes sociais, ela escapa ___ qualquer controle. Tememos tudo o que foge ___ nossa
[20] supervisão. Calúnia é comparada ___ um travesseiro de penas aberto em torre alta. Uma vez iniciada,
entra em modo aleatório.
KARNAL, Leandro. A detração: breve ensaio sobre o maldizer. São Leopoldo: Ed. Unisinos, 2016. p. 15-17.
Qual palavra NÃO é acentuada pela mesma regra que rege a acentuação de “calúnia”?
Questão 38 168774
IFRS 2017[01] A detração não é, necessariamente, uma mentira. Pode ser verdadeira ou falsa. O que marca a
[02] detração é a intenção de atacar, de diminuir, de jogar lama no alvo do meu veneno. Depreciar, como já
[03] insinuamos, significa elevar a minha posição. Essa é a chave do sucesso do detrator. A infâmia
[04] anunciada pelo narrador pode nascer de fato concreto e comprovado. Pode ser invenção absoluta. O
[05] objetivo é o mesmo: quero arranhar ou quebrar o vítreo telhado alheio. O importante é puxar bem para
[06] baixo, desnudar histórias, atacar. Bem, por definição a expressão puxar para baixo implica reconhecer
[07] que estou abaixo de quem falo mal. Esse é um dos problemas do falar mal: ele reconhece que me
[08] sinto abaixo ou, ao menos, que desejo estar por cima ao falar mal.
[09] Todos somos capazes de atos de bondade e abnegação. Hitler amava cachorros e defendia
[10] dieta vegetariana. Hitler matou milhares. A ternura, mesmo na mais infame criatura, fala de nós e
[11] nossos valores. Porém, nada deixa mais evidente minha personalidade do que o tipo de comentário
[12] que faço, especialmente o maldoso.
[13] Observe um discurso de formatura. Falamos bem das pessoas e da instituição. Agradecemos a
[14] nossos excelentes professores, homenageamos nossos amados pais e indicamos ___ qualidades
[15] excelsas daquela turma. Gostaríamos de ouvir isso. Achamos indelicado alguém ser crítico naquela
[16] hora de consagração. Mas... A maioria dos rostos está entediada. Os elogios emocionam alguém, mas
[17] entediam. As virtudes, reais ou retóricas, não prendem muito a atenção. [...]
[18] A fofoca é anárquica e cresce em progressão geométrica. No boca-a-boca clássico e presencial
[19] ou nas redes sociais, ela escapa ___ qualquer controle. Tememos tudo o que foge ___ nossa
[20] supervisão. Calúnia é comparada ___ um travesseiro de penas aberto em torre alta. Uma vez iniciada,
[21] entra em modo aleatório.
KARNAL, Leandro. A detração: breve ensaio sobre o maldizer. São Leopoldo: Ed. Unisinos, 2016. p. 15-17.
Assinale, entre as alternativas a seguir, a que NÃO apresenta palavras pertencentes à mesma classe gramatical, considerando o texto
Questão 35 168770
IFRS 2017[01] A detração não é, necessariamente, uma mentira. Pode ser verdadeira ou falsa. O que marca a
[02] detração é a intenção de atacar, de diminuir, de jogar lama no alvo do meu veneno. Depreciar, como já
[03] insinuamos, significa elevar a minha posição. Essa é a chave do sucesso do detrator. A infâmia
[04] anunciada pelo narrador pode nascer de fato concreto e comprovado. Pode ser invenção absoluta. O
[05] objetivo é o mesmo: quero arranhar ou quebrar o vítreo telhado alheio. O importante é puxar bem para
[06] baixo, desnudar histórias, atacar. Bem, por definição a expressão puxar para baixo implica reconhecer
[07] que estou abaixo de quem falo mal. Esse é um dos problemas do falar mal: ele reconhece que me
[08] sinto abaixo ou, ao menos, que desejo estar por cima ao falar mal.
[09] Todos somos capazes de atos de bondade e abnegação. Hitler amava cachorros e defendia
[10] dieta vegetariana. Hitler matou milhares. A ternura, mesmo na mais infame criatura, fala de nós e
[11] nossos valores. Porém, nada deixa mais evidente minha personalidade do que o tipo de comentário
[12] que faço, especialmente o maldoso.
[13] Observe um discurso de formatura. Falamos bem das pessoas e da instituição. Agradecemos a
[14] nossos excelentes professores, homenageamos nossos amados pais e indicamos ___ qualidades
[15] excelsas daquela turma. Gostaríamos de ouvir isso. Achamos indelicado alguém ser crítico naquela
[16] hora de consagração. Mas... A maioria dos rostos está entediada. Os elogios emocionam alguém, mas
[17] entediam. As virtudes, reais ou retóricas, não prendem muito a atenção. [...]
[18] A fofoca é anárquica e cresce em progressão geométrica. No boca-a-boca clássico e presencial
[19] ou nas redes sociais, ela escapa ___ qualquer controle. Tememos tudo o que foge ___ nossa
[20] supervisão. Calúnia é comparada ___ um travesseiro de penas aberto em torre alta. Uma vez iniciada,
[21] entra em modo aleatório.
KARNAL, Leandro. A detração: breve ensaio sobre o maldizer. São Leopoldo: Ed. Unisinos, 2016. p. 15-17.
Considere as seguintes propostas de alteração de sinais de pontuação no texto.
I - Supressão das vírgulas que isolam a palavra “necessariamente” (l. 01).
II - Supressão da vírgula após a palavra “Bem” (l. 06).
III - Supressão das vírgulas que isolam o segmento “reais ou retóricas” (l. 17).
Desconsiderando eventuais ajustes no emprego de letras maiúsculas e minúsculas, quais propostas mantêm a correção e o sentido?
Questão 34 168768
IFRS 2017[01] A detração não é, necessariamente, uma mentira. Pode ser verdadeira ou falsa. O que marca a
[02] detração é a intenção de atacar, de diminuir, de jogar lama no alvo do meu veneno. Depreciar, como já
[03] insinuamos, significa elevar a minha posição. Essa é a chave do sucesso do detrator. A infâmia
[04] anunciada pelo narrador pode nascer de fato concreto e comprovado. Pode ser invenção absoluta. O
[05] objetivo é o mesmo: quero arranhar ou quebrar o vítreo telhado alheio. O importante é puxar bem para
[06] baixo, desnudar histórias, atacar. Bem, por definição a expressão puxar para baixo implica reconhecer
[07] que estou abaixo de quem falo mal. Esse é um dos problemas do falar mal: ele reconhece que me
[08] sinto abaixo ou, ao menos, que desejo estar por cima ao falar mal.
[09] Todos somos capazes de atos de bondade e abnegação. Hitler amava cachorros e defendia
[10] dieta vegetariana. Hitler matou milhares. A ternura, mesmo na mais infame criatura, fala de nós e
[11] nossos valores. Porém, nada deixa mais evidente minha personalidade do que o tipo de comentário
[12] que faço, especialmente o maldoso.
[13] Observe um discurso de formatura. Falamos bem das pessoas e da instituição. Agradecemos a
[14] nossos excelentes professores, homenageamos nossos amados pais e indicamos ___ qualidades
[15] excelsas daquela turma. Gostaríamos de ouvir isso. Achamos indelicado alguém ser crítico naquela
[16] hora de consagração. Mas... A maioria dos rostos está entediada. Os elogios emocionam alguém, mas
[17] entediam. As virtudes, reais ou retóricas, não prendem muito a atenção. [...]
[18] A fofoca é anárquica e cresce em progressão geométrica. No boca-a-boca clássico e presencial
[19] ou nas redes sociais, ela escapa ___ qualquer controle. Tememos tudo o que foge ___ nossa
[20] supervisão. Calúnia é comparada ___ um travesseiro de penas aberto em torre alta. Uma vez iniciada,
[21] entra em modo aleatório.
KARNAL, Leandro. A detração: breve ensaio sobre o maldizer. São Leopoldo: Ed. Unisinos, 2016. p. 15-17.
Considere as seguintes sugestões de substituição de nexos.
I - Substituição de “Porém” (l. 11) por “Todavia”.
II - Substituição de “mas” (l. 16) por “logo”.
III - Substituição de “Uma vez” (l. 20) por “assim que”.
Quais preservariam o sentido e a correção do segmento do texto em que ocorrem?
Questão 33 168767
IFRS 2017[01] A detração não é, necessariamente, uma mentira. Pode ser verdadeira ou falsa. O que marca a
detração é a intenção de atacar, de diminuir, de jogar lama no alvo do meu veneno. Depreciar, como já
insinuamos, significa elevar a minha posição. Essa é a chave do sucesso do detrator. A infâmia
anunciada pelo narrador pode nascer de fato concreto e comprovado. Pode ser invenção absoluta. O
[05] objetivo é o mesmo: quero arranhar ou quebrar o vítreo telhado alheio. O importante é puxar bem para
baixo, desnudar histórias, atacar. Bem, por definição a expressão puxar para baixo implica reconhecer
que estou abaixo de quem falo mal. Esse é um dos problemas do falar mal: ele reconhece que me
sinto abaixo ou, ao menos, que desejo estar por cima ao falar mal.
Todos somos capazes de atos de bondade e abnegação. Hitler amava cachorros e defendia
[10] dieta vegetariana. Hitler matou milhares. A ternura, mesmo na mais infame criatura, fala de nós e
nossos valores. Porém, nada deixa mais evidente minha personalidade do que o tipo de comentário
que faço, especialmente o maldoso.
Observe um discurso de formatura. Falamos bem das pessoas e da instituição. Agradecemos a
nossos excelentes professores, homenageamos nossos amados pais e indicamos ___ qualidades
[15] excelsas daquela turma. Gostaríamos de ouvir isso. Achamos indelicado alguém ser crítico naquela
hora de consagração. Mas... A maioria dos rostos está entediada. Os elogios emocionam alguém, mas
entediam. As virtudes, reais ou retóricas, não prendem muito a atenção. [...]
A fofoca é anárquica e cresce em progressão geométrica. No boca-a-boca clássico e presencial
ou nas redes sociais, ela escapa ___ qualquer controle. Tememos tudo o que foge ___ nossa
[20] supervisão. Calúnia é comparada ___ um travesseiro de penas aberto em torre alta. Uma vez iniciada,
entra em modo aleatório.
KARNAL, Leandro. A detração: breve ensaio sobre o maldizer. São Leopoldo: Ed. Unisinos, 2016. p. 15-17.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas das linhas 14, 19 e 20, nesta ordem.
Questão 31 168764
IFRS 2017INSTRUÇÃO: Para responder às questões de 31 a 40, considere o texto abaixo
[01] A detração não é, necessariamente, uma mentira. Pode ser verdadeira ou falsa. O que marca a
[02] detração é a intenção de atacar, de diminuir, de jogar lama no alvo do meu veneno. Depreciar, como já
[03] insinuamos, significa elevar a minha posição. Essa é a chave do sucesso do detrator. A infâmia
[04] anunciada pelo narrador pode nascer de fato concreto e comprovado. Pode ser invenção absoluta. O
[05] objetivo é o mesmo: quero arranhar ou quebrar o vítreo telhado alheio. O importante é puxar bem para
[06] baixo, desnudar histórias, atacar. Bem, por definição a expressão puxar para baixo implica reconhecer
[07] que estou abaixo de quem falo mal. Esse é um dos problemas do falar mal: ele reconhece que me
[08] sinto abaixo ou, ao menos, que desejo estar por cima ao falar mal.
[09] Todos somos capazes de atos de bondade e abnegação. Hitler amava cachorros e defendia
[10] dieta vegetariana. Hitler matou milhares. A ternura, mesmo na mais infame criatura, fala de nós e
[11] nossos valores. Porém, nada deixa mais evidente minha personalidade do que o tipo de comentário
[12] que faço, especialmente o maldoso.
[13] Observe um discurso de formatura. Falamos bem das pessoas e da instituição. Agradecemos a
[14] nossos excelentes professores, homenageamos nossos amados pais e indicamos ___ qualidades
[15] excelsas daquela turma. Gostaríamos de ouvir isso. Achamos indelicado alguém ser crítico naquela
[16] hora de consagração. Mas... A maioria dos rostos está entediada. Os elogios emocionam alguém, mas
[17] entediam. As virtudes, reais ou retóricas, não prendem muito a atenção. [...]
[18] A fofoca é anárquica e cresce em progressão geométrica. No boca-a-boca clássico e presencial
[19] ou nas redes sociais, ela escapa ___ qualquer controle. Tememos tudo o que foge ___ nossa
[20] supervisão. Calúnia é comparada ___ um travesseiro de penas aberto em torre alta. Uma vez iniciada,
[21] entra em modo aleatório.
KARNAL, Leandro. A detração: breve ensaio sobre o maldizer. São Leopoldo: Ed. Unisinos, 2016. p. 15-17.
Considere as seguintes afirmações, sobre o conteúdo do texto.
I - Muito mais do que os elogios que proferimos, o que é capaz de revelar nossa essência são as críticas que realizamos.
II - O controle da detração é impossível: por mais que tentemos evitá-la, ela sempre estará presente em nossas vidas.
III - O detrator é, por natureza, ciumento.
Quais afirmações estão de acordo com o texto?
06
![[Marketing] Questao Topo - deslogado](https://storage.estuda.com.br/banners/0_6b7ebee90b03af1c560c73bb8bcce34a_banner_deslogado_70_dias.png)