Questões de EFAF Português - Gramática
1.745 Questões
Questão 4 10787363
Concursos P.M. Palminópolis 2013Complete as lacunas com as letras s, ss, sc, c, conforme o caso, e marque a alternativa correspondente:
conde__a, so__ego, a__esso, a__ensão, a__imétrico.
Questão 1 10786860
Concursos P.M. Palminópolis 2013Empregue as letras s e z, conforme o caso, e complete as lacunas das palavras abaixo. A seguir, marque a alternativa correta:
A__edume, assa__, estili__ar, insensate__, indi__creto
Questão 25 10784041
Liceu-SP 2013Leia o editorial de Hélio Schwartsman para responder à questão:
O BULLYING
SÃO PAULO — O bullying é por vezes um problema real que exige medidas drásticas. Assim, é positivo que a Justiça esteja prestando atenção ao fenômeno e já tenha até condenado alguns adolescentes à prestação de serviços comunitários, como mostrou a Folha na edição de domingo. Para conviver bem em sociedade, precisamos aprender a respeitar certos limites de agressividade no trato com terceiros.
O mundo, porém, é um lugar mais complexo e multifacetado do que querem as narrativas de que nos valemos para dar sentido às coisas. Declarar guerra ao bullying e propugnar por uma política de tolerância zero funciona mais como slogan publicitário que como remédio eficaz.
De acordo com a psicóloga Helene Guldberg, da Opend University de Londres, há uma histeria em torno do tema que já pode estar produzindo mais mal do que bem (vale frisar aqui que ela fala primordialmente da realidade anglo-saxônica, onde as campanhas contra o bullying são muito mais intensas e existem há bem mais tempo que no Brasil).
Segundo Guldberg, é perfeitamente saudável que um jovem não goste de um de seus colegas e expresse esse sentimento. Isso ocorre o tempo todo entre adultos e não é um problema. Crianças precisam aprender a lidar com inimizades, rejeições e agressividades, com as quais terão que conviver ao longo dos anos. Ela cita trabalhos sugestivos de que ter um inimigo na infância pode, na verdade, até fazer bem para o adulto.
Não se trata, é claro, de abandonar a garotada à própria sorte e deixar que a seleção darwiniana opere livremente nos playgrounds, elegendo os sobreviventes. Precisamos, porém, ser honestos para reconhecer que as dinâmicas do relacionamento entre jovens não podem ser resumidas numa luta das vítimas boazinhas contra agressores malvados. A intervenção de adultos cristalizando esses rótulos pode até mesmo revelar-se um tiro pela culatra.
SCHUARTSMAN, Hélio. O Bullying. Folha de São Paulo, São Paulo, p. 1, 01 maio 2012.
A figura de linguagem presente em “(…) Assim, é positivo que a Justiça esteja prestando atenção ao fenômeno e já tenha até condenado alguns adolescentes à prestação de serviços comunitários” recebe o nome de
Questão 13 10735925
CMRJ 6º Ano - Português 2013TEXTO

Capa do livro de João Mauel Ribeiro escaneada.
Cibernauta
João Manuel Ribeiro
Do meu computador
fiz nave espacial,
da nave fiz casa,
da casa fiz asa,
[5] da asa fiz voo,
do voo fiz ilusão
- e nunca saí do chão.
‘’Cibernauta” é uma palavra nova, criada a partir de outras que já existem.
As palavras a seguir, retiradas do dicionário ou do uso cotidiano, são algumas delas: “Ciberespaço: ambiente virtual criado por uma rede de computadores.”; “Internauta: que navega pela internet.” De acordo com essas informações, o significado de “Cibernauta” seria
Questão 6 10724187
COTIL 1° Ano 2013Texto para a questão.
Militantes em causa própria
Eles nasceram no auge da discussão ambiental e herdarão um planeta caótico. Quem é a geração em busca de um futuro mais verde e saudável?
Época - 18/06/2012
O paulistano Pedro Sartori, de 13 anos, passou as férias de janeiro com o pai, a mãe e as três irmãs nos Estados Unidos, dividindo-se entre as montanhas-russas da Disney, espetáculos de baleias orcas no Sea World e visitas a seus super-heróis favoritos nos parques da Universal. Embarcaram num avião em São Paulo rumo a Orlando e, depois de 15 dias, retornaram ao Brasil com as malas cheias de mimos e um monte de história para contar. Em outros tempos, seria uma viagem inocente. Em época de mudanças climáticas, derretimento das geleiras e extinção de espécies, um simples passeio pode vir embutido de um sentimento de culpa. De volta para o colégio Bandeirantes, a escola particular onde estuda, Pedro estimou na aula de ciência quanto ele e a família emitiram de gases do efeito estufa, uma das causas do aquecimento global, na ida aos EUA. O cálculo, feito por um site, mostra quanto cada um poluiu e quantas árvores poderia plantar para aliviar seu pecado. Pedro precisa plantar 38 mudas no solo para pagar sua conta.
Esse é um dos carmas da geração de Pedro, nascida no auge do caos ambiental. Ela precisa agora assumir a responsabilidade pelo passivo de seus antecessores. O prenúncio da catástrofe está em toda parte. No comercial de TV que mostra um ursopolar desolado sobre a única ilha que não derreteu. Ou na campanha de uma ONG em que uma motosserra destrói a floresta. O bombardeio não se restringe aos problemas que assolam a Terra. Essas crianças e jovens – que vieram ao mundo entre a Rio 92, quando a discussão das mazelas ganhou fôlego, e a Rio+20 – sofrem uma chuva de cobranças.
As palavras em destaque foram empregadas em sentido conotativo nos trechos a seguir, exceto em:
Questão 12 10679577
SENAI 1º Ano - CGE 2070 2013/2Leia as orações a seguir.
I. Não consigo obedecer às leis de trânsito.
II. Não quero ir à bailes. Prefiro ir à concertos.
III. À medida que o tempo passa, fico mais aflito.
IV. Irei à Florianópolis com os amigos no domingo.
V. Há tempos que não assisto à apresentação do balé escolar.
Conforme as regras da norma culta da língua, a ocorrência da crase está correta apenas em
06
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