Questões de EFAF Português
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Questão 20 10738111
SENAI 1ºAno - CGE 2133 2017/1Leia as frases.
I. Karen está namorando com o Eduardo.
II. Os filhos devem obedecer os pais.
III. Os médicos assistiram os doentes.
IV. O smartphone que eu sonho já foi lançado no Brasil.
V. Nós sempre aspiramos uma vida mais decente.
As regras de regência verbal foram respeitadas apenas em
Questão 14 10738102
SENAI 1ºAno - CGE 2133 2017/1Leia as frases:
I. Não estava adaptado com a nova rotina acadêmica.
II. Aquele ator era avesso à entrevista.
III. Sua atitude é incompatível ao nosso regulamento.
IV. Obedeceram às ordens do presidente.
V. O médico assistiu aos feridos no local do acidente.
As orações em conformidade com as regras-padrão de regência verbo-nominal são apenas
Questão 3 10737968
SENAI 1ºAno - CGE 2133 2017/1Considere as seguintes frases, observando os verbos grifados.
I. É mais de 15 quilômetros até a escola. (O verbo ser, quando indica distância, mantém-se no singular.)
II. Fazem dois anos que fiz esta viagem. (O verbo fazer, quando indica tempo decorrido, concorda com o numeral.)
III. Passaram muitas lembranças em minha cabeça ao ver este local. (O verbo passar flexiona-se no plural porque concorda com o sujeito posposto.)
IV. Havia muitas vagas para este cargo. (O verbo haver, no sentido de existir, não tem sujeito e vai para o singular.)
As frases e as respectivas regras de concordância verbal corretas estão indicadas na alternativa
Questão 9 10732819
IFSP 2017/2TEXTO
TECNOLOGIA
Para começar, ele nos olha na cara. Não é como a máquina de escrever, que a gente olha de cima, com su-
perioridade. Com ele é olho no olho ou tela no olho. Ele nos desafia. Parece estar dizendo: vamos lá, seu
desprezível pré-eletrônico, mostre o que você sabe fazer. A máquina de escrever faz tudo que você manda,
mesmo que seja a tapa. Com o computador é diferente. Você faz tudo que ele manda. Ou precisa fazer tu-
[5] do ao modo dele, senão ele não aceita. Simplesmente ignora você. Mas se apenas ignorasse ainda seria
suportável. Ele responde. Repreende. Corrige. Uma tela vazia, muda, nenhuma reação aos nossos coman-
dos digitais, tudo bem. Quer dizer, você se sente como aquele cara que cantou a secretária eletrônica. É
um vexame privado. Mas quando você o manda fazer alguma coisa, mas manda errado, ele diz “Errado”.
Não diz “Burro”, mas está implícito. É pior, muito pior. Às vezes, quando a gente erra, ele faz “bip”. Assim,
[10] para todo mundo ouvir. Comecei a usar o computador na redação do jornal e volta e meia errava. E lá vi-
nha ele: “Bip!” “Olha aqui, pessoal: ele errou.” “O burro errou!”
Outra coisa: ele é mais inteligente que você. Sabe muito mais coisa e não tem nenhum pudor em dizer que
sabe. Esse negócio de que qualquer máquina só é tão inteligente quanto quem a usa não vale com ele. Es-
tá subentendido, nas suas relações com o computador, que você jamais aproveitará metade das coisas
[15] que ele tem para oferecer. Que ele só desenvolverá todo o seu potencial quando outro igual a ele o estiver
programando. A máquina de escrever podia ter recursos que você nunca usaria, mas não tinha a mesma
empáfia, o mesmo ar de quem só aguentava os humanos por falta de coisa melhor, no momento. E a má-
quina, mesmo nos seus instantes de maior impaciência conosco, jamais faria “bip” em público.
Dito isto, é preciso dizer também que quem provou pela primeira vez suas letrinhas dificilmente voltará à
[20] máquina de escrever sem a sensação de que está desembarcando de uma Mercedes e voltando à carroça.
Está certo, jamais teremos com ele a mesma confortável cumplicidade que tínhamos com a velha máquina.
É outro tipo de relacionamento, mais formal e exigente. Mas é fascinante. Agora compreendo o entusias-
mo de gente como Millôr Fernandes e Fernando Sabino, que dividem a sua vida profissional em antes dele
e depois dele. Sinto falta do papel e da fiel Bic, sempre pronta a inserir entre uma linha e outra a palavra
[25] que faltou na hora, e que nele foi substituída por um botão, que, além de mais rápido, jamais nos sujará os
dedos, mas acho que estou sucumbindo. Sei que nunca seremos íntimos, mesmo porque ele não ia querer
se rebaixar a ser meu amigo, mas retiro tudo o que pensei sobre ele. Claro que você pode concluir que eu
só estou querendo agradá-lo, precavidamente, mas juro que é sincero.
Quando saí da redação do jornal depois de usar o computador pela primeira vez, cheguei em casa e bati
[30] na minha máquina. Sabendo que ela aguentaria sem reclamar, como sempre, a pobrezinha.
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. Pai não entende nada. Porto Alegre: L&PM, 1990, p. 58-60.)
“Esse negócio de que qualquer máquina só é tão inteligente quanto quem a usa não vale com ele.”(segundo parágrafo).
Os termos sublinhados no fragmento acima, referem-se respectivamente às palavras:
Questão 4 10732808
IFSP 2017/2TEXTO
TECNOLOGIA
Para começar, ele nos olha na cara. Não é como a máquina de escrever, que a gente olha de cima, com su-
perioridade. Com ele é olho no olho ou tela no olho. Ele nos desafia. Parece estar dizendo: vamos lá, seu
desprezível pré-eletrônico, mostre o que você sabe fazer. A máquina de escrever faz tudo que você manda,
mesmo que seja a tapa. Com o computador é diferente. Você faz tudo que ele manda. Ou precisa fazer tu-
[5] do ao modo dele, senão ele não aceita. Simplesmente ignora você. Mas se apenas ignorasse ainda seria
suportável. Ele responde. Repreende. Corrige. Uma tela vazia, muda, nenhuma reação aos nossos coman-
dos digitais, tudo bem. Quer dizer, você se sente como aquele cara que cantou a secretária eletrônica. É
um vexame privado. Mas quando você o manda fazer alguma coisa, mas manda errado, ele diz “Errado”.
Não diz “Burro”, mas está implícito. É pior, muito pior. Às vezes, quando a gente erra, ele faz “bip”. Assim,
[10] para todo mundo ouvir. Comecei a usar o computador na redação do jornal e volta e meia errava. E lá vi-
nha ele: “Bip!” “Olha aqui, pessoal: ele errou.” “O burro errou!”
Outra coisa: ele é mais inteligente que você. Sabe muito mais coisa e não tem nenhum pudor em dizer que
sabe. Esse negócio de que qualquer máquina só é tão inteligente quanto quem a usa não vale com ele. Es-
tá subentendido, nas suas relações com o computador, que você jamais aproveitará metade das coisas
[15] que ele tem para oferecer. Que ele só desenvolverá todo o seu potencial quando outro igual a ele o estiver
programando. A máquina de escrever podia ter recursos que você nunca usaria, mas não tinha a mesma
empáfia, o mesmo ar de quem só aguentava os humanos por falta de coisa melhor, no momento. E a má-
quina, mesmo nos seus instantes de maior impaciência conosco, jamais faria “bip” em público.
Dito isto, é preciso dizer também que quem provou pela primeira vez suas letrinhas dificilmente voltará à
[20] máquina de escrever sem a sensação de que está desembarcando de uma Mercedes e voltando à carroça.
Está certo, jamais teremos com ele a mesma confortável cumplicidade que tínhamos com a velha máquina.
É outro tipo de relacionamento, mais formal e exigente. Mas é fascinante. Agora compreendo o entusias-
mo de gente como Millôr Fernandes e Fernando Sabino, que dividem a sua vida profissional em antes dele
e depois dele. Sinto falta do papel e da fiel Bic, sempre pronta a inserir entre uma linha e outra a palavra
[25] que faltou na hora, e que nele foi substituída por um botão, que, além de mais rápido, jamais nos sujará os
dedos, mas acho que estou sucumbindo. Sei que nunca seremos íntimos, mesmo porque ele não ia querer
se rebaixar a ser meu amigo, mas retiro tudo o que pensei sobre ele. Claro que você pode concluir que eu
só estou querendo agradá-lo, precavidamente, mas juro que é sincero.
Quando saí da redação do jornal depois de usar o computador pela primeira vez, cheguei em casa e bati
[30] na minha máquina. Sabendo que ela aguentaria sem reclamar, como sempre, a pobrezinha.
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. Pai não entende nada. Porto Alegre: L&PM, 1990, p. 58-60.)
Assinale a alternativa em que o verbo está empregado no mesmo tempo e modo que o verbo destacado em “A máquina de escrever faz tudo que você manda, mesmo que seja a tapa”.
Questão 22 10732743
IFSP 2017/1TEXTO

(Disponível em: http://www.portugues.seed.pr.gov.br/modules/galeria/uploads/1/celular.jpg. Acessado em ago. 2016).
A respeito da composição da peça publicitária acima, marque a afirmativa correta.
06
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