Questões de EFAF Português
15.488 Questões
Questão 26 10415177
CMT 2018TEXTO

www.google.com.br/search?q=tirinha+do+calvin+sobre+o+medo&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ved=0ahUKEwiJiNvjk5_bAhXFvZAKHV2C04QsAQIJw&biw=1366&bih=637#imgrc=oY5RprwcHoxTuM: acesso 14/5/2018 às 11h14
Com base na tirinha, analise as afirmações a seguir:
I- No primeiro quadrinho, a expressão “assim que” pode ser substituída por “desta forma”, sem alterar o sentido do contexto.
II- A tira dá a entender que, naquela situação, Calvin somente se sentia seguro em cima de sua cama.
III- Com base no texto verbal e não-verbal do terceiro quadrinho, vê-se que Calvin perdeu o medo dos monstros.
É correto o que se apresenta em:
Questão 25 10415164
CMT 2018TEXTO

www.google.com.br/search?q=tirinha+do+calvin+sobre+o+medo&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ved=0ahUKEwiJiNvjk5_bAhXFvZAKHV2C04QsAQIJw&biw=1366&bih=637#imgrc=oY5RprwcHoxTuM: acesso 14/5/2018 às 11h14
No segundo quadrinho, o Tigre lança uma ideia: “Derrube o seu travesseiro como uma isca”.
Desta forma,
Questão 22 10415121
CMT 2018TEXTO
Bruxas não existem
(Moacyr Scliar)

Quando eu era garoto, acreditava em bruxas, mulheres malvadas que passavam o
tempo todo maquinando coisas perversas. Os meus amigos também acreditavam nisso. A
prova para nós era uma mulher muito velha, uma solteirona que morava numa casinha
caindo aos pedaços no fim da nossa rua. Seu nome era Ana Custódio, mas nós só a
[5] chamávamos de “bruxa”.
Era muito feia, ela; gorda, enorme, os cabelos pareciam palha, o nariz era comprido,
ela tinha uma enorme verruga no queixo. E estava sempre falando sozinha. Nunca tínhamos
entrado na casa, mas tínhamos a certeza de que, se fizéssemos isso, nós a encontraríamos
preparando venenos num grande caldeirão.
[10] Nossa diversão predileta era incomodá-la. Volta e meia invadíamos o pequeno pátio
para dali roubar frutas e quando, por acaso, a velha saía à rua para fazer compras no
pequeno armazém ali perto, corríamos atrás dela gritando “bruxa, bruxa!”.
Um dia encontramos, no meio da rua, um bode morto. A quem pertencera esse animal
nós não sabíamos, mas logo descobrimos o que fazer com ele: jogá-lo na casa da bruxa. O
[15] que seria fácil. Ao contrário do que sempre acontecia, naquela manhã, e talvez por
esquecimento, ela deixara aberta a janela da frente. Sob o comando do João Pedro, que era
nosso líder, levantamos o bicho, que era grande e pesava bastante, e com muito esforço nós
o levamos até a janela. Tentamos empurrá-lo para dentro, mas aí os chifres ficaram presos
na cortina.
[20] - Vamos logo – gritava João Pedro -, antes que a bruxa apareça. E ela apareceu. No
momento exato em que, finalmente, conseguíamos introduzir o bode pela janela, a porta se
abriu e ali estava ela, a bruxa, empunhando um cabo de vassoura. Rindo, saímos correndo.
Eu, gordinho, era o último.
E então aconteceu. De repente, enfiei o pé num buraco e caí. De imediato senti uma
[25] dor terrível na perna e não tive dúvida: estava quebrada. Gemendo, tentei me levantar, mas
não consegui. E a bruxa, caminhando com dificuldade, mas com o cabo de vassoura na mão,
aproximava-se. Àquela altura a turma estava longe, ninguém poderia me ajudar. E a mulher,
sem dúvida, descarregaria em mim sua fúria.
Em um momento, ela estava junto a mim, transtornada de raiva. Mas aí viu minha
[30] perna e instantaneamente mudou. Agachou-se junto a mim e começou a examiná-la com
uma habilidade surpreendente.
- Está quebrada – disse por fim –, mas podemos dar um jeito. Não se preocupe, sei
fazer isso. Fui enfermeira muitos anos, trabalhei em hospital. Confie em mim.
Dividiu o cabo de vassoura em três pedaços e com eles, e com seu cinto de pano,
[35] improvisou uma tala, imobilizando-me a perna. A dor diminuiu muito e, amparado nela, fui
até minha casa. “Chame uma ambulância”, disse a mulher à minha mãe. Sorriu.
Tudo ficou bem. Levaram-me para o hospital, o médico engessou minha perna e em
poucas semanas eu estava recuperado. Desde então, deixei de acreditar em bruxas. E
tornei-me grande amigo de uma senhora que morava em minha rua, uma senhora muito boa
[40] que se chamava Ana Custódio.
https://novaescola.org.br/conteudo/4159/bruxas-nao-existem acesso em 20/5/2018 às 09h30
No trecho “Volta e meia invadíamos o pequeno pátio para dali roubar frutas e quando, por acaso, a velha saía à rua para fazer compras [...]” (l. 10), a expressão destacada indica que”
Questão 20 10415092
CMT 2018TEXTO
Bruxas não existem
(Moacyr Scliar)

Quando eu era garoto, acreditava em bruxas, mulheres malvadas que passavam o
tempo todo maquinando coisas perversas. Os meus amigos também acreditavam nisso. A
prova para nós era uma mulher muito velha, uma solteirona que morava numa casinha
caindo aos pedaços no fim da nossa rua. Seu nome era Ana Custódio, mas nós só a
[5] chamávamos de “bruxa”.
Era muito feia, ela; gorda, enorme, os cabelos pareciam palha, o nariz era comprido,
ela tinha uma enorme verruga no queixo. E estava sempre falando sozinha. Nunca tínhamos
entrado na casa, mas tínhamos a certeza de que, se fizéssemos isso, nós a encontraríamos
preparando venenos num grande caldeirão.
[10] Nossa diversão predileta era incomodá-la. Volta e meia invadíamos o pequeno pátio
para dali roubar frutas e quando, por acaso, a velha saía à rua para fazer compras no
pequeno armazém ali perto, corríamos atrás dela gritando “bruxa, bruxa!”.
Um dia encontramos, no meio da rua, um bode morto. A quem pertencera esse animal
nós não sabíamos, mas logo descobrimos o que fazer com ele: jogá-lo na casa da bruxa. O
[15] que seria fácil. Ao contrário do que sempre acontecia, naquela manhã, e talvez por
esquecimento, ela deixara aberta a janela da frente. Sob o comando do João Pedro, que era
nosso líder, levantamos o bicho, que era grande e pesava bastante, e com muito esforço nós
o levamos até a janela. Tentamos empurrá-lo para dentro, mas aí os chifres ficaram presos
na cortina.
[20] - Vamos logo – gritava João Pedro -, antes que a bruxa apareça. E ela apareceu. No
momento exato em que, finalmente, conseguíamos introduzir o bode pela janela, a porta se
abriu e ali estava ela, a bruxa, empunhando um cabo de vassoura. Rindo, saímos correndo.
Eu, gordinho, era o último.
E então aconteceu. De repente, enfiei o pé num buraco e caí. De imediato senti uma
[25] dor terrível na perna e não tive dúvida: estava quebrada. Gemendo, tentei me levantar, mas
não consegui. E a bruxa, caminhando com dificuldade, mas com o cabo de vassoura na mão,
aproximava-se. Àquela altura a turma estava longe, ninguém poderia me ajudar. E a mulher,
sem dúvida, descarregaria em mim sua fúria.
Em um momento, ela estava junto a mim, transtornada de raiva. Mas aí viu minha
[30] perna e instantaneamente mudou. Agachou-se junto a mim e começou a examiná-la com
uma habilidade surpreendente.
- Está quebrada – disse por fim –, mas podemos dar um jeito. Não se preocupe, sei
fazer isso. Fui enfermeira muitos anos, trabalhei em hospital. Confie em mim.
Dividiu o cabo de vassoura em três pedaços e com eles, e com seu cinto de pano,
[35] improvisou uma tala, imobilizando-me a perna. A dor diminuiu muito e, amparado nela, fui
até minha casa. “Chame uma ambulância”, disse a mulher à minha mãe. Sorriu.
Tudo ficou bem. Levaram-me para o hospital, o médico engessou minha perna e em
poucas semanas eu estava recuperado. Desde então, deixei de acreditar em bruxas. E
tornei-me grande amigo de uma senhora que morava em minha rua, uma senhora muito boa
[40] que se chamava Ana Custódio.
https://novaescola.org.br/conteudo/4159/bruxas-nao-existem acesso em 20/5/2018 às 09h30
Com base no TEXTO, analise as afirmações a seguir.
I- No trecho “[...] tínhamos a certeza de que, se fizéssemos isso, nós a encontraríamos preparando veneno [...]” (l. 8), a palavra destacada indica uma condição para que algo ocorra.
II- Nos trechos “[...] a velha saía à rua para fazer compras [...]” (l. 11) e “Tentamos empurrá-lo para dentro[...]” (l. 18), as palavras destacadas ligam termos, estabelecendo entre eles a relação de finalidade.
III- Segundo se confirma no texto, a vizinha era muito malvada e sempre teve um coração perverso; ela apenas passou a ser boa quando viu o garoto com a perna quebrada.
É correto afirmar o que se apresenta em:
Questão 19 10415085
CMT 2018TEXTO
Bruxas não existem
(Moacyr Scliar)

Quando eu era garoto, acreditava em bruxas, mulheres malvadas que passavam o
tempo todo maquinando coisas perversas. Os meus amigos também acreditavam nisso. A
prova para nós era uma mulher muito velha, uma solteirona que morava numa casinha
caindo aos pedaços no fim da nossa rua. Seu nome era Ana Custódio, mas nós só a
[5] chamávamos de “bruxa”.
Era muito feia, ela; gorda, enorme, os cabelos pareciam palha, o nariz era comprido,
ela tinha uma enorme verruga no queixo. E estava sempre falando sozinha. Nunca tínhamos
entrado na casa, mas tínhamos a certeza de que, se fizéssemos isso, nós a encontraríamos
preparando venenos num grande caldeirão.
[10] Nossa diversão predileta era incomodá-la. Volta e meia invadíamos o pequeno pátio
para dali roubar frutas e quando, por acaso, a velha saía à rua para fazer compras no
pequeno armazém ali perto, corríamos atrás dela gritando “bruxa, bruxa!”.
Um dia encontramos, no meio da rua, um bode morto. A quem pertencera esse animal
nós não sabíamos, mas logo descobrimos o que fazer com ele: jogá-lo na casa da bruxa. O
[15] que seria fácil. Ao contrário do que sempre acontecia, naquela manhã, e talvez por
esquecimento, ela deixara aberta a janela da frente. Sob o comando do João Pedro, que era
nosso líder, levantamos o bicho, que era grande e pesava bastante, e com muito esforço nós
o levamos até a janela. Tentamos empurrá-lo para dentro, mas aí os chifres ficaram presos
na cortina.
[20] - Vamos logo – gritava João Pedro -, antes que a bruxa apareça. E ela apareceu. No
momento exato em que, finalmente, conseguíamos introduzir o bode pela janela, a porta se
abriu e ali estava ela, a bruxa, empunhando um cabo de vassoura. Rindo, saímos correndo.
Eu, gordinho, era o último.
E então aconteceu. De repente, enfiei o pé num buraco e caí. De imediato senti uma
[25] dor terrível na perna e não tive dúvida: estava quebrada. Gemendo, tentei me levantar, mas
não consegui. E a bruxa, caminhando com dificuldade, mas com o cabo de vassoura na mão,
aproximava-se. Àquela altura a turma estava longe, ninguém poderia me ajudar. E a mulher,
sem dúvida, descarregaria em mim sua fúria.
Em um momento, ela estava junto a mim, transtornada de raiva. Mas aí viu minha
[30] perna e instantaneamente mudou. Agachou-se junto a mim e começou a examiná-la com
uma habilidade surpreendente.
- Está quebrada – disse por fim –, mas podemos dar um jeito. Não se preocupe, sei
fazer isso. Fui enfermeira muitos anos, trabalhei em hospital. Confie em mim.
Dividiu o cabo de vassoura em três pedaços e com eles, e com seu cinto de pano,
[35] improvisou uma tala, imobilizando-me a perna. A dor diminuiu muito e, amparado nela, fui
até minha casa. “Chame uma ambulância”, disse a mulher à minha mãe. Sorriu.
Tudo ficou bem. Levaram-me para o hospital, o médico engessou minha perna e em
poucas semanas eu estava recuperado. Desde então, deixei de acreditar em bruxas. E
tornei-me grande amigo de uma senhora que morava em minha rua, uma senhora muito boa
[40] que se chamava Ana Custódio.
https://novaescola.org.br/conteudo/4159/bruxas-nao-existem acesso em 20/5/2018 às 09h30
Segundo o narrador do texto, toda bruxa passa “o tempo todo maquinando coisas perversas” (l. 1), ou seja, para ele, as bruxas
Questão 18 10415070
CMT 2018TEXTO
Bruxas não existem
(Moacyr Scliar)

Quando eu era garoto, acreditava em bruxas, mulheres malvadas que passavam o
tempo todo maquinando coisas perversas. Os meus amigos também acreditavam nisso. A
prova para nós era uma mulher muito velha, uma solteirona que morava numa casinha
caindo aos pedaços no fim da nossa rua. Seu nome era Ana Custódio, mas nós só a
[5] chamávamos de “bruxa”.
Era muito feia, ela; gorda, enorme, os cabelos pareciam palha, o nariz era comprido,
ela tinha uma enorme verruga no queixo. E estava sempre falando sozinha. Nunca tínhamos
entrado na casa, mas tínhamos a certeza de que, se fizéssemos isso, nós a encontraríamos
preparando venenos num grande caldeirão.
[10] Nossa diversão predileta era incomodá-la. Volta e meia invadíamos o pequeno pátio
para dali roubar frutas e quando, por acaso, a velha saía à rua para fazer compras no
pequeno armazém ali perto, corríamos atrás dela gritando “bruxa, bruxa!”.
Um dia encontramos, no meio da rua, um bode morto. A quem pertencera esse animal
nós não sabíamos, mas logo descobrimos o que fazer com ele: jogá-lo na casa da bruxa. O
[15] que seria fácil. Ao contrário do que sempre acontecia, naquela manhã, e talvez por
esquecimento, ela deixara aberta a janela da frente. Sob o comando do João Pedro, que era
nosso líder, levantamos o bicho, que era grande e pesava bastante, e com muito esforço nós
o levamos até a janela. Tentamos empurrá-lo para dentro, mas aí os chifres ficaram presos
na cortina.
[20] - Vamos logo – gritava João Pedro -, antes que a bruxa apareça. E ela apareceu. No
momento exato em que, finalmente, conseguíamos introduzir o bode pela janela, a porta se
abriu e ali estava ela, a bruxa, empunhando um cabo de vassoura. Rindo, saímos correndo.
Eu, gordinho, era o último.
E então aconteceu. De repente, enfiei o pé num buraco e caí. De imediato senti uma
[25] dor terrível na perna e não tive dúvida: estava quebrada. Gemendo, tentei me levantar, mas
não consegui. E a bruxa, caminhando com dificuldade, mas com o cabo de vassoura na mão,
aproximava-se. Àquela altura a turma estava longe, ninguém poderia me ajudar. E a mulher,
sem dúvida, descarregaria em mim sua fúria.
Em um momento, ela estava junto a mim, transtornada de raiva. Mas aí viu minha
[30] perna e instantaneamente mudou. Agachou-se junto a mim e começou a examiná-la com
uma habilidade surpreendente.
- Está quebrada – disse por fim –, mas podemos dar um jeito. Não se preocupe, sei
fazer isso. Fui enfermeira muitos anos, trabalhei em hospital. Confie em mim.
Dividiu o cabo de vassoura em três pedaços e com eles, e com seu cinto de pano,
[35] improvisou uma tala, imobilizando-me a perna. A dor diminuiu muito e, amparado nela, fui
até minha casa. “Chame uma ambulância”, disse a mulher à minha mãe. Sorriu.
Tudo ficou bem. Levaram-me para o hospital, o médico engessou minha perna e em
poucas semanas eu estava recuperado. Desde então, deixei de acreditar em bruxas. E
tornei-me grande amigo de uma senhora que morava em minha rua, uma senhora muito boa
[40] que se chamava Ana Custódio.
https://novaescola.org.br/conteudo/4159/bruxas-nao-existem acesso em 20/5/2018 às 09h30
Ao longo da narrativa, o leitor vai conhecendo o relacionamento entre o narrador, seus amigos e a bruxa.
Marque a única opção em que, de maneira mais evidente, representa, no texto, o medo que o narrador sente da bruxa.
06
![[Marketing] Questao Topo - deslogado](https://storage.estuda.com.br/banners/0_6b7ebee90b03af1c560c73bb8bcce34a_banner_deslogado_70_dias.png)