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Questões de EFAF Português - Sintaxe

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1.422 Questões

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Questão 20 169719
Difícil 00:00

IFMT 2014/2
  • EFAF Português
  • Sugira
  • Sintaxe
  • Sujeito composto Sujeito e predicado
  • Exibir tags
Resolução comentada

“Experimentem, meninas, é a última moda! Dizem que são feitas de poliéster.” A respeito do sujeito nas orações destacadas nos períodos acima, é correto afirmar que 

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Questão 10 169709
Difícil 00:00

IFMT 2014/2
  • EFAF Português
  • Sugira
  • Gramática Ortografia Sintaxe
  • Orações Reduzidas Pontuação Pontuação
  • Vírgula
  • Exibir tags
Resolução comentada

TEXTO 2

 

Os Agrotóxicos e a Natureza  

 

A Agricultura Industrial, rotulada de moderna e avançada, fundamentada na economia e nos imediatos

resultados à proteção das plantas cultivadas contra a ação das pragas, patógenos e ervas daninhas invasoras,

tem falhado constantemente.

Os retornos esperados não foram alcançados, pois em relação à agricultura, a Natureza deve ser vista como

[5] um processo biológico, ditado pela natureza e não como mero processo físico e químico. 

Para a Agricultura Industrial, o objetivo é meramente a produtividade, deixando de lado o equilíbrio ecológico,

tais como: a estabilidade dos sistemas agrícolas: a consevação dos recursos naturais (água, solo e ar) e a

qualidade dos alimentos.

Milionárias campanhas publicitárias patrocinadas pelas empresas multinacionais, estimulando o consumo e o  

[10] uso de agrotóxicos, tiveram como 

consequência o desenvolvimento de resistências cada vez maiores das pragas, em função de mutações

genéticas.

Ainda hoje, a propaganda de produtos agrotóxicos apela para esses valores, sem obviamente mencionar os

riscos a que estão sujeitos o ambiente natural e a saúde pública. 

[15] O consumo de agrotóxicos gera um círculo vicioso: quanto mais se usa, maiores são os desequilíbrios

provocados e maior a necessidade de uso, em doses mais intensas, de formulações cada vez mais tóxicas.

(Fonte: http://www.iq.ufrgs.br/aeq/html/publicacoes/matdid/livros/pdf/agrotoxicos.pdf). 

 

“A Agricultura Industrial, rotulada de moderna e avançada, fundamentada na economia e nos imediatos resultados à proteção das plantas cultivadas contra a ação das pragas […]”_______ (linhas___ a _____) tem falhado constantemente.

 

No período acima, o emprego das vírgulas se justifica, pois:  

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Questão 10 169262
Difícil 00:00

IFPE 2014
  • EFAF Português
  • Sugira
  • Sintaxe
  • Regência nominal Regência verbal
  • Exibir tags

Analise os itens abaixo.

I. Já foram comprados todos os remédios de que ele necessita.

II. O médico assistiu, cuidadosamente, ao paciente.

III. Nós chegamos à conclusão de que devemos expor nossa indignação.

IV. Todos ficaram abalados com a notícia do acidente.

V. As cópias dos documentos foram anexadas no contrato.

Respeitam as normas de regência nominal e verbal, apenas as orações correspondentes aos itens: 

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Questão 6 169258
Difícil 00:00

IFPE 2014
  • EFAF Português
  • Sugira
  • Leitura e Interpretação de Texto Morfologia Sintaxe
  • Advérbio Conjunções Conjunções Figuras de Linguagem Gêneros textuais - Verbais/Narrativos Objeto direto Objeto indireto Substantivo
  • Literatura de cordel
  • Exibir tags

TEXTO 1

 

BRASI DE CIMA E BRASI DE BAXO (Fragmento) 

 

Meu compadre Zé Fulô,                                                   Inquanto o Brasi de cima 

Meu amigo e companhêro,                                              Fala de transformação, 

Faz quage um ano que eu tou                                         Industra, matéra-prima, 

Neste Rio de Janêro;                                                       Descobertas e invenção, 

Eu saí do Cariri                                                                No Brasi de Baxo isiste

Maginando que isto aqui                                                  O drama penoso e triste

Era uma terra de sorte,                                                    Da negra necissidade; 

Mas fique sabendo tu                                                       É uma coisa sem jeito 

Que a miséra aqui no Su                                                 E o povo não tem dereito 

É esta mesma do Norte.                                                  Nem de dizê a verdade.  

 

Tudo o que procuro acho.                                                No Brasi de Baxo eu vejo 

Eu pude vê neste crima,                                                  Nas ponta das pobre rua

Que tem o Brasi de Baxo                                                O descontente cortejo  

E tem o Brasi de Cima.                                                    De criança quage nua. 

Brasi de Baxo, coitado!                                                    Vai um grupo de garoto 

É um pobre abandonado;                                                 Faminto, doente e roto

O de Cima tem cartaz,                                                     Mode caçá o que comê

Um do ôtro é bem deferente:                                           Onde os carro põe o lixo, 

Brasi de Cima é pra frente,                                              Como se eles fosse bicho 

Brasi de Baxo é pra trás.                                                 Sem direito de vivê. 

 

Aqui no Brasil de Cima,                                                   Estas pequenas pessoa, 

Não há dô nem indigença,                                              Estes fio do abandono, 

Reina o mais soave crima                                               Que veve vagando à toa  

De riqueza e de opulença;                                               Como objeto sem dono, 

Só se fala de progresso,                                                De manêra que horroriza,  

Riqueza e novo processo                                                Deitado pela marquiza, 

De grandeza e produção.                                                Dromindo aqui e aculá  

Porém, no Brasi de Baxo                                                 No mais penoso relaxo, 

Sofre a feme e sofre o macho                                          É deste Brasi de Baxo 

A mais dura privação.                                                       A crasse dos Marginá. 

 

Brasi de cima festeja                                                        Meu Brasi de Baxo, amigo, 

Com orquestra e com banquete,                                      Pra onde é que você vai?  

De uísque dréa e cerveja                                                  Nesta vida do mendigo 

Não tem quem conte os rodete.                                       Que não tem mãe nem tem pai? 

Brasi de baxo, coitado!                                                      Não se afrija, nem se afobe,  

Vê das casa despejado                                                     O que com o tempo sobe,  

Home, menino e muié                                                       O tempo mesmo derruba; 

Sem achá onde morá                                                        Tarvez ainda aconteça

Proque não pode pagá                                                      Que o Brasi de Cima desça 

O dinhêro do alugué.                                                        E o Brasi de Baxo suba. 

                                                                                         [...]  

No Brasi de Cima anda 

As trombeta em arto som 

Ispaiando as propaganda

De tudo aquilo que é bom.

No Brasi de Baxo a fome

Matrata, fere e consome

Sem ninguém lhe defendê;

O desgraçado operaro

Ganha um pequeno salaro

Que não dá pra vive

(ASSARÉ, Patativa do. Melhores poemas. Seleção de Cláudio Portella. São Paulo: Global, 2006. p.329-332) 

Leia o trecho do poema transcrito abaixo e julgue as afirmações a respeito das relações estabelecidas entre os termos da oração. “No Brasi de Cima anda / As trombeta em arto som [...] / Inquanto o Brasi de cima / Fala de transformação, / Industra, matéra-prima, / Descobertas e invenção, / No Brasi de Baxo isiste / O drama penoso e triste / Da negra necissidade;”

I. O substantivo “trombeta” (linha 1) exerce função de sujeito do verbo andar.

II. “transformação, Industra, matéra-prima” (linha 2) consiste em objeto indireto do verbo falar.

III. O trecho “Descobertas e invenção” (linha 2) exerce função de objeto direto do verbo falar.

IV. A conjunção “Inquanto” (linha 1) tem valor proporcional.

V. É correto afirmar que “No Brasi de Cima” (linha 1) exerce função adverbial.

Há informações corretas apenas nos itens: 

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Questão 5 169257
Difícil 00:00

IFPE 2014
  • EFAF Português
  • Sugira
  • Leitura e Interpretação de Texto Morfologia Sintaxe
  • Conjunções Conjunções Estratégias de leitura Gêneros textuais - Verbais/Narrativos
  • Literatura de cordel
  • Exibir tags
Resolução comentada

TEXTO 1

 

BRASI DE CIMA E BRASI DE BAXO (Fragmento) 

 

Meu compadre Zé Fulô,                                                   Inquanto o Brasi de cima 

Meu amigo e companhêro,                                              Fala de transformação, 

Faz quage um ano que eu tou                                         Industra, matéra-prima, 

Neste Rio de Janêro;                                                       Descobertas e invenção, 

Eu saí do Cariri                                                                No Brasi de Baxo isiste

Maginando que isto aqui                                                  O drama penoso e triste

Era uma terra de sorte,                                                    Da negra necissidade; 

Mas fique sabendo tu                                                       É uma coisa sem jeito 

Que a miséra aqui no Su                                                 E o povo não tem dereito 

É esta mesma do Norte.                                                  Nem de dizê a verdade.  

 

Tudo o que procuro acho.                                                No Brasi de Baxo eu vejo 

Eu pude vê neste crima,                                                  Nas ponta das pobre rua

Que tem o Brasi de Baxo                                                O descontente cortejo  

E tem o Brasi de Cima.                                                    De criança quage nua. 

Brasi de Baxo, coitado!                                                    Vai um grupo de garoto 

É um pobre abandonado;                                                 Faminto, doente e roto

O de Cima tem cartaz,                                                     Mode caçá o que comê

Um do ôtro é bem deferente:                                           Onde os carro põe o lixo, 

Brasi de Cima é pra frente,                                              Como se eles fosse bicho 

Brasi de Baxo é pra trás.                                                 Sem direito de vivê. 

 

Aqui no Brasil de Cima,                                                   Estas pequenas pessoa, 

Não há dô nem indigença,                                              Estes fio do abandono, 

Reina o mais soave crima                                               Que veve vagando à toa  

De riqueza e de opulença;                                               Como objeto sem dono, 

Só se fala de progresso,                                                De manêra que horroriza,  

Riqueza e novo processo                                                Deitado pela marquiza, 

De grandeza e produção.                                                Dromindo aqui e aculá  

Porém, no Brasi de Baxo                                                 No mais penoso relaxo, 

Sofre a feme e sofre o macho                                          É deste Brasi de Baxo 

A mais dura privação.                                                       A crasse dos Marginá. 

 

Brasi de cima festeja                                                        Meu Brasi de Baxo, amigo, 

Com orquestra e com banquete,                                      Pra onde é que você vai?  

De uísque dréa e cerveja                                                  Nesta vida do mendigo 

Não tem quem conte os rodete.                                       Que não tem mãe nem tem pai? 

Brasi de baxo, coitado!                                                      Não se afrija, nem se afobe,  

Vê das casa despejado                                                     O que com o tempo sobe,  

Home, menino e muié                                                       O tempo mesmo derruba; 

Sem achá onde morá                                                        Tarvez ainda aconteça

Proque não pode pagá                                                      Que o Brasi de Cima desça 

O dinhêro do alugué.                                                        E o Brasi de Baxo suba. 

                                                                                         [...]  

No Brasi de Cima anda 

As trombeta em arto som 

Ispaiando as propaganda

De tudo aquilo que é bom.

No Brasi de Baxo a fome

Matrata, fere e consome

Sem ninguém lhe defendê;

O desgraçado operaro

Ganha um pequeno salaro

Que não dá pra vive

(ASSARÉ, Patativa do. Melhores poemas. Seleção de Cláudio Portella. São Paulo: Global, 2006. p.329-332) 

 

No que diz respeito às conjunções coordenativas grifadas nos versos “[...] Porém, no Brasi de Baxo / Sofre a feme e sofre o macho [...] / Sem achá onde morá / Proque não pode pagá [...] Não se afrija, nem se afobe, [...]”, é correto afirmar que estas exercem, respectivamente, os seguintes valores semânticos:  

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Questão 15 169034
Difícil 00:00

IFS 2014
  • EFAF Português
  • Sugira
  • Sintaxe
  • Sujeito e predicado Sujeito simples
  • Exibir tags
Resolução comentada

Em “Durante a convivência com seu tio, muitas decepções lhes haviam acontecido”, temos oração: 

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