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Questão 15 11011911
IFES 2018Texto

Fonte: http://bit.ly/2APRavF. Acesso: Nov. 2017
Indique a alternativa que analisa INCORRETAMENTE a passagem da peça publicitária “Tem gente que não tem tempo para ler. E tem gente que não tem livro”.
Questão 11 11011765
IFES 2018Texto
Por que os brasileiros não leem?
A falta de tempo é o principal motivo alegado por não leitores (32%), leitores (43%) e não
estudantes (50%) – que gostariam de ter lido mais (3/4 dos leitores). Entre os não leitores, a
falta de gosto pela leitura é mencionada por 28%.
[5] Mas a principal barreira para a promoção da leitura e a formação leitora está identificada
nas respostas de não leitores. Somente 33% deles respondem que não encontram nenhuma
dificuldade para ler. A cada edição da pesquisa aumenta o número dos que afirmam ter alguma
dificuldade para ler. Quando comparamos com os resultados das edições anteriores, surge uma
preocupação que coloca em suspenso a avaliação positiva sobre os indicadores de leitura: em
[10] 2007, 48% dos não leitores disseram não ter dificuldades, e, em 2011, 43%. Estamos piorando?
Mais brasileiros dizem, em 2015, que não leem porque têm alguma dificuldade para ler. Entre
eles, 17% indicam algum problema físico (o que muitas vezes é argumento para não confessar
que não sabe ler). Apesar dessa dificuldade ter sido mais citada nesta edição, os demais (60%)
indicam dificuldade de compreensão ou habilidade leitora.
[15] O tempo livre dos brasileiros – O que concorre com a leitura
Os brasileiros – leitores e não leitores – continuam preferindo ver TV, conforme informaram
na edição anterior (73% em 2015 e 85%, em 2011), mas essa preferência está cedendo lugar
para o uso da internet (47%) e para outras atividades no computador ou no telefone celular:
redes sociais (35%) e WhatsApp (43%), especialmente na faixa de 14 a 29 anos.
[20] Essas atividades concorrem com a leitura do livro e de outros materiais, que receberam
somente 24% das citações.
Outro resultado que reflete o uso da internet: escrever teve um incremento importante
em citações, passando de 18% para 40%. Esse uso da escrita certamente está associado à
comunicação (escrita) nas redes sociais.
[25] Na comparação sobre o uso do tempo livre por leitores e não leitores, uma revelação importante:
leitores têm um repertório mais diversificado de atividades culturais e sociais. Ocupam
seu tempo livre de maneira mais frequente e variada que não leitores, inclusive praticando
exercícios físicos ou encontrando amigos, o que evidencia, também, maior disposição para
vivenciar e ocupar o próprio tempo com uma maior diversificação de atividades sociais e
[30] culturais. Essa mobilização e esse protagonismo revelam o poder da leitura.
Essa disposição e essa ampliação do repertório de atividades de diferentes naturezas entre si
também estão associadas à escolaridade e ao perfil de renda.
A maior escolaridade do indivíduo indica uma maior diversidade de materiais lidos e a
relação que ele estabelece com a leitura. Pessoas com maior nível de escolaridade tendem a
[35] ter maior habilidade leitora, o que lhes permite desenvolver outras relações com a leitura para
além do seu uso instrumental.
Adaptado de FAILLA, Zoara (org.). Retratos da leitura no Brasil 4. Rio de Janeiro: Sextante, 2016, p. 36-37.
Marque o item que apresenta palavras com a sílaba tônica na mesma posição.
Questão 10 11011758
IFES 2018Texto
Por que os brasileiros não leem?
A falta de tempo é o principal motivo alegado por não leitores (32%), leitores (43%) e não
estudantes (50%) – que gostariam de ter lido mais (3/4 dos leitores). Entre os não leitores, a
falta de gosto pela leitura é mencionada por 28%.
[5] Mas a principal barreira para a promoção da leitura e a formação leitora está identificada
nas respostas de não leitores. Somente 33% deles respondem que não encontram nenhuma
dificuldade para ler. A cada edição da pesquisa aumenta o número dos que afirmam ter alguma
dificuldade para ler. Quando comparamos com os resultados das edições anteriores, surge uma
preocupação que coloca em suspenso a avaliação positiva sobre os indicadores de leitura: em
[10] 2007, 48% dos não leitores disseram não ter dificuldades, e, em 2011, 43%. Estamos piorando?
Mais brasileiros dizem, em 2015, que não leem porque têm alguma dificuldade para ler. Entre
eles, 17% indicam algum problema físico (o que muitas vezes é argumento para não confessar
que não sabe ler). Apesar dessa dificuldade ter sido mais citada nesta edição, os demais (60%)
indicam dificuldade de compreensão ou habilidade leitora.
[15] O tempo livre dos brasileiros – O que concorre com a leitura
Os brasileiros – leitores e não leitores – continuam preferindo ver TV, conforme informaram
na edição anterior (73% em 2015 e 85%, em 2011), mas essa preferência está cedendo lugar
para o uso da internet (47%) e para outras atividades no computador ou no telefone celular:
redes sociais (35%) e WhatsApp (43%), especialmente na faixa de 14 a 29 anos.
[20] Essas atividades concorrem com a leitura do livro e de outros materiais, que receberam
somente 24% das citações.
Outro resultado que reflete o uso da internet: escrever teve um incremento importante
em citações, passando de 18% para 40%. Esse uso da escrita certamente está associado à
comunicação (escrita) nas redes sociais.
[25] Na comparação sobre o uso do tempo livre por leitores e não leitores, uma revelação importante:
leitores têm um repertório mais diversificado de atividades culturais e sociais. Ocupam
seu tempo livre de maneira mais frequente e variada que não leitores, inclusive praticando
exercícios físicos ou encontrando amigos, o que evidencia, também, maior disposição para
vivenciar e ocupar o próprio tempo com uma maior diversificação de atividades sociais e
[30] culturais. Essa mobilização e esse protagonismo revelam o poder da leitura.
Essa disposição e essa ampliação do repertório de atividades de diferentes naturezas entre si
também estão associadas à escolaridade e ao perfil de renda.
A maior escolaridade do indivíduo indica uma maior diversidade de materiais lidos e a
relação que ele estabelece com a leitura. Pessoas com maior nível de escolaridade tendem a
[35] ter maior habilidade leitora, o que lhes permite desenvolver outras relações com a leitura para
além do seu uso instrumental.
Adaptado de FAILLA, Zoara (org.). Retratos da leitura no Brasil 4. Rio de Janeiro: Sextante, 2016, p. 36-37.
Considere o fragmento “Mais brasileiros dizem, em 2015, que não leem porque têm alguma dificuldade para ler.” (linha 11).
Quais dos verbos abaixo seguem, respectivamente, o mesmo padrão de flexão dos destacados no trecho?
Questão 1 11011604
IFES 2018Texto
Por que os brasileiros não leem?
A falta de tempo é o principal motivo alegado por não leitores (32%), leitores (43%) e não
estudantes (50%) – que gostariam de ter lido mais (3/4 dos leitores). Entre os não leitores, a
falta de gosto pela leitura é mencionada por 28%.
[5] Mas a principal barreira para a promoção da leitura e a formação leitora está identificada
nas respostas de não leitores. Somente 33% deles respondem que não encontram nenhuma
dificuldade para ler. A cada edição da pesquisa aumenta o número dos que afirmam ter alguma
dificuldade para ler. Quando comparamos com os resultados das edições anteriores, surge uma
preocupação que coloca em suspenso a avaliação positiva sobre os indicadores de leitura: em
[10] 2007, 48% dos não leitores disseram não ter dificuldades, e, em 2011, 43%. Estamos piorando?
Mais brasileiros dizem, em 2015, que não leem porque têm alguma dificuldade para ler. Entre
eles, 17% indicam algum problema físico (o que muitas vezes é argumento para não confessar
que não sabe ler). Apesar dessa dificuldade ter sido mais citada nesta edição, os demais (60%)
indicam dificuldade de compreensão ou habilidade leitora.
[15] O tempo livre dos brasileiros – O que concorre com a leitura
Os brasileiros – leitores e não leitores – continuam preferindo ver TV, conforme informaram
na edição anterior (73% em 2015 e 85%, em 2011), mas essa preferência está cedendo lugar
para o uso da internet (47%) e para outras atividades no computador ou no telefone celular:
redes sociais (35%) e WhatsApp (43%), especialmente na faixa de 14 a 29 anos.
[20] Essas atividades concorrem com a leitura do livro e de outros materiais, que receberam
somente 24% das citações.
Outro resultado que reflete o uso da internet: escrever teve um incremento importante
em citações, passando de 18% para 40%. Esse uso da escrita certamente está associado à
comunicação (escrita) nas redes sociais.
[25] Na comparação sobre o uso do tempo livre por leitores e não leitores, uma revelação importante:
leitores têm um repertório mais diversificado de atividades culturais e sociais. Ocupam
seu tempo livre de maneira mais frequente e variada que não leitores, inclusive praticando
exercícios físicos ou encontrando amigos, o que evidencia, também, maior disposição para
vivenciar e ocupar o próprio tempo com uma maior diversificação de atividades sociais e
[30] culturais. Essa mobilização e esse protagonismo revelam o poder da leitura.
Essa disposição e essa ampliação do repertório de atividades de diferentes naturezas entre si
também estão associadas à escolaridade e ao perfil de renda.
A maior escolaridade do indivíduo indica uma maior diversidade de materiais lidos e a
relação que ele estabelece com a leitura. Pessoas com maior nível de escolaridade tendem a
[35] ter maior habilidade leitora, o que lhes permite desenvolver outras relações com a leitura para
além do seu uso instrumental.
Adaptado de FAILLA, Zoara (org.). Retratos da leitura no Brasil 4. Rio de Janeiro: Sextante, 2016, p. 36-37.
A respeito das informações veiculadas pelo texto 01, é correto afirmar que
Questão 6 11006766
IFF Integrados 2018TEXTO
Cara Carolina: sextilhas e imagens
Texto: Paulo Roxo Barja Imagens: Claudia Regina Lemes
Introdução:
Carolina Maria de Jesus era “gente humilde”: passou boa parte da vida na favela, onde foi descoberta como escritora por Audálio Dantas. Ganhou fama repentina em 1960, com o lançamento do livro Quarto de Despejo, sucesso no Brasil e em outros países. Seguiram-se vários outros livros e até um disco de sambas autorais; no entanto, Carolina morreu empobrecida e isolada. Embora sua obra esteja inscrita na história da literatura brasileira do século XX, seus textos só podem ser apreciados em sua plenitude a partir do conhecimento das circunstâncias que nortearam a sua produção. Assim, desejamos que este trabalho desperte um olhar renovado para a vida e a obra de Carolina. Ela merece, e o Brasil precisa disso.

A MULHER QUE LÊ
Começou os seus estudos
quando tinha 7 anos;
aprendeu depressa a ler
e a escrever sem enganos,
mas ficou pouco na escola:
a vida tinha outros planos...
[...]
AS CORES
Carolina sente as cores
ali mesmo, na favela,
porém as cores reais
que em seu diário revela
são bem outras: “Quando acordo,
a fome é que é amarela.”
DESPEJO
“Não é por prazer que escrevo.
Eu falo sobre o que vejo:
a favela, sei bem disso,
é só um quarto de despejo
onde a sociedade joga
quem não desperta desejo.
Registro os sonhos e a vida,
caneta em punho e papel.
Meninos dormem na rua,
garotas são de aluguel,
eu trabalho o dia inteiro
e a igreja fala de Céu
Deixo o leito para escrever.
Logo imagino um castelo
de brilhantes, prata e ouro,
sob o sol bem amarelo.
A vida é sempre tão dura...
O sonho é sempre tão belo!”
[...]
WUNDER, Alik; NOVAES, Marcus; MARQUES, Davina (org.). Nas dobras do (im)possível: ensaios literários e imagéticos. Campinas, SP: Edições Leitura Crítica; ALB, 2017. P. 53-63
O texto em verso dá continuidade à biografia da escritora Maria Carolina de Jesus.
Sobre ele, é válido afirmar:
Questão 4 11006731
IFF Integrados 2018TEXTO
Cara Carolina: sextilhas e imagens
Texto: Paulo Roxo Barja Imagens: Claudia Regina Lemes
Introdução:
Carolina Maria de Jesus era “gente humilde”: passou boa parte da vida na favela, onde foi descoberta como escritora por Audálio Dantas. Ganhou fama repentina em 1960, com o lançamento do livro Quarto de Despejo, sucesso no Brasil e em outros países. Seguiram-se vários outros livros e até um disco de sambas autorais; no entanto, Carolina morreu empobrecida e isolada. Embora sua obra esteja inscrita na história da literatura brasileira do século XX, seus textos só podem ser apreciados em sua plenitude a partir do conhecimento das circunstâncias que nortearam a sua produção. Assim, desejamos que este trabalho desperte um olhar renovado para a vida e a obra de Carolina. Ela merece, e o Brasil precisa disso.

A MULHER QUE LÊ
Começou os seus estudos
quando tinha 7 anos;
aprendeu depressa a ler
e a escrever sem enganos,
mas ficou pouco na escola:
a vida tinha outros planos...
[...]
AS CORES
Carolina sente as cores
ali mesmo, na favela,
porém as cores reais
que em seu diário revela
são bem outras: “Quando acordo,
a fome é que é amarela.”
DESPEJO
“Não é por prazer que escrevo.
Eu falo sobre o que vejo:
a favela, sei bem disso,
é só um quarto de despejo
onde a sociedade joga
quem não desperta desejo.
Registro os sonhos e a vida,
caneta em punho e papel.
Meninos dormem na rua,
garotas são de aluguel,
eu trabalho o dia inteiro
e a igreja fala de Céu
Deixo o leito para escrever.
Logo imagino um castelo
de brilhantes, prata e ouro,
sob o sol bem amarelo.
A vida é sempre tão dura...
O sonho é sempre tão belo!”
[...]
WUNDER, Alik; NOVAES, Marcus; MARQUES, Davina (org.). Nas dobras do (im)possível: ensaios literários e imagéticos. Campinas, SP: Edições Leitura Crítica; ALB, 2017. P. 53-63
A metalinguagem ocorre quando se fala da própria linguagem usada na comunicação.
O texto, em sua introdução, tem como objeto de análise a poesia da autora Carolina de Jesus. Nele, encontra-se
06
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