Questões de EFAF Português
15.488 Questões
Questão 7 10375320
OBI 1° Ano - Nível Júnior 2019Gerador de palavras
Na figura abaixo, percorrendo um caminho de início ao fim é possível formar palavras com a ordem das letras pelas quais o caminho passa. Assim, é possível formar as palavras de, papo, paposo mas não é possível formar as palavras pe e dosos, pois os caminhos devem sempre utilizar as setas, começar no início, terminar no fim e utilizar todas as letras pelas quais o caminho passa.

Quantas palavras diferentes, de até 4 letras, é possível formar?
Questão 6 10375206
OBI 1° Ano - Nível Júnior 2019Gerador de palavras
Na figura abaixo, percorrendo um caminho de início ao fim é possível formar palavras com a ordem das letras pelas quais o caminho passa. Assim, é possível formar as palavras de, papo, paposo mas não é possível formar as palavras pe e dosos, pois os caminhos devem sempre utilizar as setas, começar no início, terminar no fim e utilizar todas as letras pelas quais o caminho passa.

Qual das palavras abaixo não pode ser formada?
Questão 9 10323334
IFPE Subsequente 2019/2TEXTO
DE GRAMÁTICA E DE LINGUAGEM
E havia uma gramática que dizia assim:
"Substantivo (concreto) é tudo quanto indica
Pessoa, animal ou cousa: João, sabiá, caneta".
Eu gosto das cousas. As cousas sim!...
As pessoas atrapalham. Estão em toda parte. Multiplicam-se em excesso.
As cousas são quietas. Bastam-se. Não se metem com ninguém.
Uma pedra. Um armário. Um ovo. (Ovo, nem sempre,
Ovo pode estar choco: é inquietante...)
As cousas vivem metidas com as suas cousas.
E não exigem nada.
Apenas que não as tirem do lugar onde estão.
E João pode neste mesmo instante vir bater à nossa porta.
Para quê? Não importa: João vem!
E há de estar triste ou alegre, reticente ou falastrão,
Amigo ou adverso... João só será definitivo
Quando esticar a canela. Morre, João...
Mas o bom mesmo, são os adjetivos,
Os puros adjetivos isentos de qualquer objeto.
Verde. Macio. Áspero. Rente. Escuro. Luminoso.
Sonoro. Lento. Eu sonho
Com uma linguagem composta unicamente de adjetivos
Como decerto é a linguagem das plantas e dos animais.
Ainda mais:
Eu sonho com um poema
Cujas palavras sumarentas escorram
Como a polpa de um fruto maduro em tua boca,
Um poema que te mate de amor
Antes mesmo que tu saibas o misterioso sentido:
Basta provares o seu gosto...
QUINTANA, Mário. De gramática e de linguagem. Disponível em:http://www.pensador.com/frase/MTEOMjVOMw/. Acesso em: 24 maio 2019.
Mário Quintana teve seu primeiro livro publicado em 1940, enquadrando-se – não somente pelo período histórico, mas também por desejos e características comuns a outros poetas – na Segunda Geração do Modernismo brasileiro. Apesar do enquadramento em determinado movimento literário, os poetas possuem características singulares, as quais fazem parte do seu estilo.
No poema reproduzido no TEXTO, encontramos a seguinte característica de Mário Quintana:
Questão 7 10323292
IFPE Subsequente 2019/2TEXTO
O UNIVERSO DA LÍNGUA DE SINAIS

Disponível em: http://blog.handtalk.me/infografico-universo-lingua-de-sinais-post/. Acesso em: 05 maio 2019.
A partir da leitura atenta do TEXTO, é CORRETO afirmar que a LIBRAS
Questão 3 10322937
IFPE Subsequente 2019/2TEXTO
SAIBA MAIS SOBRE A LÍNGUA DOTHRAKI
Conversamos com David Peterson, linguista responsável pela criação dos idiomas de Game of Thrones
Se você encontrar um integrante de uma tribo Dothraki, é uma boa ideia saudá-lo com um respeitoso “m’athchomaroon” e passar longe de palavras como “gale”. Quem afirma isso é o linguista contratado pela série Game of Thrones para criar as línguas “estrangeiras” da história - o Dothraki e o Alto Valiriano. David Peterson, formado pela Universidade da Califórnia em San Diego, é integrante da Sociedade de Criação de Linguagens, organização que se dedica às conlangs. Conlang não é uma gíria Dothraki e, sim, uma sigla que, em inglês, significa “língua construída”. Ou seja, idiomas como o esperanto, que tiveram suas regras, palavras e construções pensadas e desenvolvidas — diferente das línguas naturais, que surgem de forma espontânea através da derivação de sons e de dialetos.
Conversamos com David Peterson sobre a Guerra dos Tronos, a criação do Dothraki e até pedimos
para que ele nos ensinasse a xingar no idioma de Khal Drogo. Confira:
(1) Galileu: Qual é a relação que você manteve no idioma com a cultura Dothraki? Peterson: O idioma inteiro é baseado na realidade dos Dothraki. Consequentemente, há palavras para descrever todas as plantas, animais e os fenômenos que acontecem em seu cotidiano — e nenhuma para situações desconhecidas.
(2) Galileu: Pode dar exemplos? Peterson: Não faria sentido criar palavras para “livro”, “ler” e “escrever”, já que o Dothraki não existe na forma escrita. Também não há palavra equivalente a “obrigado”, porque a cultura deles não observa a gratidão da mesma forma. Mas há palavras diferentes para fezes de animais, dependendo se elas estão frescas ou secas. Como as fezes secas são usadas para fazer fogueiras, essa distinção é muito importante para eles. Também há 14 palavras diferentes para “cavalo”.
(3) Galileu: Os atores da série conseguem se comunicar na língua? Peterson: Pelo que sei, os atores apenas memorizam as falas, sem aprender o idioma. Não esperava que eles aprendessem, afinal, seria um trabalhão. Eles “pegaram” algumas palavras e expressões, mas duvido que conseguissem manter uma conversa simples em Dothraki.
(4) Galileu: Você também criou o Alto Valiriano, outro idioma falado em Essos, e disse, em entrevist, que a língua é “quase bonita demais”. Quais são os sons e as construções que tornam isso possível? De que forma o Alto Valiriano se opõe aos sons guturais e pesados do Dothraki?
Peterson: O Alto Valiriano é mais rico em ditongos do que o Dothraki. E enquanto possui uma pegada gutural, o som é mais raro. Gramaticamente, as línguas têm suas diferenças. As duas não têm artigos, mas a ordem das palavras é diferente, com o verbo sempre entrando no final da sentença e os adjetivos sempre precedendo o pronome que eles modificam.
(5) Galileu: Em aulas de línguas estrangeiras, uma das primeiras coisas que aprendemos (normalmente através dos colegas e não dos professores) são os xingamentos. E também gostamos de zoar os gringos que vêm ao Brasil, ensinando palavrões em português, como se tivessem outro significado. Você pode nos ensinar a xingar em Dothraki?
Peterson: Claro! O Dothraki é um idioma “abençoado” com muitos palavrões. “Ifak”, por exemplo, é uma palavra que tem o significado de gringo, de estrangeiro. Mas no Dothraki é usado como um insulto. “Graddakh” é a palavra usada para fezes, sempre em tom pejorativo. Muitos dos outros xingamentos são óbvios, como “gale” que significa ovo — mas também a genitália masculina.
GALASTRI, Luciana. Saiba mais sobre a língua dothraki. Disponível em:
https://revistagalileu.globo.com/Cultura/Series/noticia/2014/06/o-criador-das-linguas-de-game-thrones.html. Acesso em: 04 maio 2019 (adaptado).
Marque a única alternativa que analisa CORRETAMENTE as relações de sentido estabelecidas pelo uso de conjunções.
Questão 2 10322924
IFPE Subsequente 2019/2TEXTO
SAIBA MAIS SOBRE A LÍNGUA DOTHRAKI
Conversamos com David Peterson, linguista responsável pela criação dos idiomas de Game of Thrones
Se você encontrar um integrante de uma tribo Dothraki, é uma boa ideia saudá-lo com um respeitoso “m’athchomaroon” e passar longe de palavras como “gale”. Quem afirma isso é o linguista contratado pela série Game of Thrones para criar as línguas “estrangeiras” da história - o Dothraki e o Alto Valiriano. David Peterson, formado pela Universidade da Califórnia em San Diego, é integrante da Sociedade de Criação de Linguagens, organização que se dedica às conlangs. Conlang não é uma gíria Dothraki e, sim, uma sigla que, em inglês, significa “língua construída”. Ou seja, idiomas como o esperanto, que tiveram suas regras, palavras e construções pensadas e desenvolvidas — diferente das línguas naturais, que surgem de forma espontânea através da derivação de sons e de dialetos.
Conversamos com David Peterson sobre a Guerra dos Tronos, a criação do Dothraki e até pedimos
para que ele nos ensinasse a xingar no idioma de Khal Drogo. Confira:
(1) Galileu: Qual é a relação que você manteve no idioma com a cultura Dothraki? Peterson: O idioma inteiro é baseado na realidade dos Dothraki. Consequentemente, há palavras para descrever todas as plantas, animais e os fenômenos que acontecem em seu cotidiano — e nenhuma para situações desconhecidas.
(2) Galileu: Pode dar exemplos? Peterson: Não faria sentido criar palavras para “livro”, “ler” e “escrever”, já que o Dothraki não existe na forma escrita. Também não há palavra equivalente a “obrigado”, porque a cultura deles não observa a gratidão da mesma forma. Mas há palavras diferentes para fezes de animais, dependendo se elas estão frescas ou secas. Como as fezes secas são usadas para fazer fogueiras, essa distinção é muito importante para eles. Também há 14 palavras diferentes para “cavalo”.
(3) Galileu: Os atores da série conseguem se comunicar na língua? Peterson: Pelo que sei, os atores apenas memorizam as falas, sem aprender o idioma. Não esperava que eles aprendessem, afinal, seria um trabalhão. Eles “pegaram” algumas palavras e expressões, mas duvido que conseguissem manter uma conversa simples em Dothraki.
(4) Galileu: Você também criou o Alto Valiriano, outro idioma falado em Essos, e disse, em entrevist, que a língua é “quase bonita demais”. Quais são os sons e as construções que tornam isso possível? De que forma o Alto Valiriano se opõe aos sons guturais e pesados do Dothraki?
Peterson: O Alto Valiriano é mais rico em ditongos do que o Dothraki. E enquanto possui uma pegada gutural, o som é mais raro. Gramaticamente, as línguas têm suas diferenças. As duas não têm artigos, mas a ordem das palavras é diferente, com o verbo sempre entrando no final da sentença e os adjetivos sempre precedendo o pronome que eles modificam.
(5) Galileu: Em aulas de línguas estrangeiras, uma das primeiras coisas que aprendemos (normalmente através dos colegas e não dos professores) são os xingamentos. E também gostamos de zoar os gringos que vêm ao Brasil, ensinando palavrões em português, como se tivessem outro significado. Você pode nos ensinar a xingar em Dothraki?
Peterson: Claro! O Dothraki é um idioma “abençoado” com muitos palavrões. “Ifak”, por exemplo, é uma palavra que tem o significado de gringo, de estrangeiro. Mas no Dothraki é usado como um insulto. “Graddakh” é a palavra usada para fezes, sempre em tom pejorativo. Muitos dos outros xingamentos são óbvios, como “gale” que significa ovo — mas também a genitália masculina.
GALASTRI, Luciana. Saiba mais sobre a língua dothraki. Disponível em:
https://revistagalileu.globo.com/Cultura/Series/noticia/2014/06/o-criador-das-linguas-de-game-thrones.html. Acesso em: 04 maio 2019 (adaptado).
Quanto ao uso de sinais gráficos no TEXTO, avalie as seguintes afirmativas.
I. As aspas nos termos grifados em “O Dothraki é um idioma ‘abençoado’ com muitos palavrões. ‘Ifak’, por exemplo, é uma palavra que tem o significado de gringo” (pergunta 5) foram usadas com finalidades diferentes: no primeiro caso, para indicar uma ironia; no segundo, para destacar uma palavra sobre a qual se fala.
II. Em “para criar as línguas ‘estrangeiras’ da história – o Dothraki e o Alto Valiriano.” (1o parágrafo), o travessão pode ser substituído por dois pontos (:) sem que haja mudança de sentido.
III.O uso da vírgula no trecho “Em aulas de línguas estrangeiras , uma das primeiras coisas que aprendemos [...] são os xingamentos” (pergunta 5) separa uma oração adjetiva explicativa da oração principal.
IV.No trecho “Em aulas de línguas estrangeiras, uma das primeiras coisas que aprendemos ( normalmente através dos colegas e não dos professores ) são os xingamentos” (pergunta 5), os parênteses foram utilizados para marcar a inserção de uma informação acessória.
V. O uso da exclamação em “Claro! O Dothraki é um idioma ‘abençoado’” (pergunta 5), expressa o espanto do entrevistado sobre o teor da pergunta.
Estão CORRETAS, apenas, as afirmativas
06
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