Questões de EFAF Português - Sintaxe
1.422 Questões
Questão 10 169232
IFPE 2015TEXTO - Para a questão.

Disponivel em: http://www.chargesdojaime.com.br/lei-seca-em-acao/, Acesso em: 03 out. 2014.
No segundo balão da charge, a expressão “seu guarda” deveria vir isolada por sinal de pontuação uma vez que se trata de
Questão 9 169231
IFPE 2015
Em “tu é o primeiro que vamos prender...”, no primeiro balão da charge, há um desvio, muito comum na linguagem informal, da concordância verbal preceituada pela norma culta. Aponte, entre as alternativas seguintes, a única que possui uma frase totalmente adequada à gramática normativa padrão no que tange à concordância verbal.
Questão 2 169223
IFPE 2015Versos Íntimos
Vês! Ninguém assistiu ao formidável
Enterro de tua última quimera.
Somente a Ingratidão – esta pantera –
Foi tua companheira inseparável!
Acostuma-te à lama que te espera!
O Homem, que, nesta terra miserável,
Mora entre feras, sente inevitável
Necessidade de também ser fera.
Toma um fósforo. Acende teu cigarro!
O beijo, amigo, é a véspera do escarro,
A mão que afaga é a mesma que apedreja.
Se a alguém causa inda pena a tua chaga,
Apedreja essa mão vil que te afaga,
Escarra nessa boca que te beija!
ANJOS, Augusto dos Disponível em: http://pensador.uol.com.br/poemas_de_augusto_dos_anjos/. Acesso em: 30 set. 2014.
No que tange à sintaxe de concordância, assinale a única alternativa CORRETA.
Questão 36 167580
IFSP 2015De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa em relação ao emprego dos pronomes, assinale a alternativa CORRETA.
Questão 32 167449
IFSP 2015Adolescente e o mundo do trabalho
Artigo por Colunista Portal - Educação – terça-feira, 15 de janeiro de 2013.
O jovem adolescente faz parte de um momento singular1 da história. Jamais a humanidade teve tamanha possibilidade de desenvolvimento. É a Sociedade do Conhecimento! O poder está nas mãos de quem tem informação e sabe usá-la2 com inteligência. São mudanças constantes em contextos que saíram de nossos bairros e municípios para o mundo.
Políticas econômicas, globalização, relações internacionais são aspectos complexos que serão entendidos no decorrer do desenvolvimento da carreira do jovem. Hoje, a preocupação é prepará-lo para encarar um mercado que está disposto a pagar bem pelo profissional qualificado.
Muitos jovens acabam por ingressar no mundo do trabalho prematuramente3 , para colaborar no suprimento das necessidades4 familiares. Outros para conquistar seu espaço, sua independência, autonomia e, de certa forma, um pouco de liberdade.
A participação do adolescente no mercado de trabalho tem provocado muitos questionamentos, dificultando e interferindo na implementação de políticas específicas voltadas para o trabalho do jovem. O último obstáculo imposto pela legislação foi a emenda constitucional nº 20 do artigo 7, alínea XXIII que proíbe ou institui a idade para o trabalho somente a partir de 16 anos.
A lei existe para distinguir o trabalho explorador do trabalho com vistas à formação, fazendo-se necessário a existência de instituições/programas que se proponham a investir na formação. Portanto, amparado por essas instituições ou programas, o adolescente está protegido para aprender, com responsabilidade.
Fonte: Portal Educação
Na frase: “O jovem adolescente faz parte de um momento singular da história.”, assinale a alternativa que apresenta o sinônimo que melhor substitui a palavra destacada, sem que haja mudança de sentido no contexto em que foi empregada.
Questão 12 166823
IFRN 2015TEXTO
ADIANTA REDUZIR A MAIORIDADE PENAL?
Por Miguel Martins
A julgar pelas pesquisas de opinião, o Brasil é um país majoritariamente conservador. Em 2013, o Instituto Datafolha aferiu que 48% dos brasileiros julgavam-se de direita ou de centro-direita, ante 30% da população que se identificavam com pautas progressistas. Tal distância entre os espectros reflete em parte a opinião dos cidadãos com relação a alguns temas. O casamento gay é rechaçado por 49,7% da população, segundo pesquisa da Confederação Nacional dos Transportes. São contrários ao aborto 71% dos brasileiros, de acordo com o Datafolha. Três quartos dos brasileiros, de acordo com a Universidade Federal de São Paulo, dizem ser contra a legalização da maconha. Essa tendência conservadora acentua-se de forma descomunal quando o tema é a proposta de redução da maioridade penal para 16 anos, aprovada por 89% da população, segundo pesquisa realizada por Vox Populi e Carta Capital no ano passado.
Embora criticada por juristas e especialistas em políticas públicas voltadas à criança e ao adolescente, a proposta tem ganhado fôlego no Congresso. Criada em 2011, a Frente Parlamentar pela Redução da Maioridade Penal conta com o apoio de mais de 200 deputados. A Proposta de Emenda Constitucional que defende o novo limite, de autoria do senador tucano Aloysio Nunes, deve ir a plenário ainda este ano. Como opção à PEC de Nunes, um grupo encabeçado pelos parlamentares Humberto Costa e Eduardo Suplicy, com participação da ministra dos Direitos Humanos, Ideli Salvatti, estuda apresentar um projeto que aumenta o tempo de pena para jovens infratores reincidentes em crimes graves, entre eles homicídio, latrocínio e estupro.
Ambas as propostas parecem ignorar a exaustão do sistema carcerário brasileiro, que convive com superlotação nas prisões comuns e nos centros de atendimento socioeducativo. A redução da maioridade penal poderia inflar ainda mais a população carcerária, atualmente superior a 550 mil presos, responsável por posicionar o Brasil entre os quatro países com maior número de presos no mundo. A situação poderia ser pior. Segundo um levantamento do Conselho Nacional de Justiça de 2012, há mais de 500 mil mandados de prisão não cumpridos, o que poderia dobrar a população carcerária brasileira. Na outra ponta, a proposta esbarra na falta de espaço nos centros destinados à criança e ao adolescente. Em São Paulo, 90% das unidades da Fundação Casa apresentam superlotação.
Para Pedro Serrano, professor de Direito Constitucional da PUC, o Brasil atravessa um momento em que o clima político, cultural e midiático estimula o “punitivismo”: as soluções escolhidas para enfrentar a violência passam sempre pelo endurecimento das penas. “Acredita-se que há impunidade no Brasil, mas não é verdade. Punimos muito, mas punimos mal”. Segundo o jurista, as condições insalubres dentro das prisões impedem o maior controle por parte do Estado. “Isso estimula o surgimento do crime organizado. Ao se colocar na cadeia um usuário de drogas como se fosse um traficante, ele pode se tornar mais à frente um homicida”. Serrano menciona o caso dos Estados Unidos, onde se estima que 250 mil jovens são processados, sentenciados ou encarcerados como adultos todo ano. Apesar de as taxas de criminalidade terem caído no país desde os anos 1990, um estudo do Centro de Controle de Doenças e Prevenção (CDC) estimou que jovens presos ao lado de adultos têm 34% mais chance de voltar a cometer crimes.
Fabio Paes, representante da ONG Aldeias Infantil e integrante do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, afirma que a formulação das perguntas sobre o tema nas pesquisas de opinião pode levar a distorções. Ele afirma que a adesão à proposta é motivada pelo desconhecimento da população das políticas públicas desenvolvidas pelo Ministério do Desenvolvimento Social e pela Secretaria de Direitos Humanos. O Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo, programa da SDH criado em 2012, busca garantir nacionalmente o cumprimento de modalidades previstas na legislação da criança e do adolescente que escapem à mera aplicação da punição. Há oito medidas que deveriam complementar a internação, dentre elas, a inclusão em programas comunitários, o tratamento médico, psicológico ou psiquiátrico e a participação dos jovens em programas para alcoólatras e dependentes químicos.
Portanto, antes de se cogitar investir em soluções ineficazes como a redução da maioridade penal, é importante dar uma chance para aquilo que está à disposição, mas não é aplicado.
Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/revista/812/o-inimigo-errado-3791.html. Acesso em: 09 nov. 2014.
Leia o trecho a seguir para responder a questão.
Acredita-se que há impunidade no Brasil, mas não é verdade. Punimos muito, mas punimos mal.
Sobre a organização sintática do período destacado, é correto afirmar que
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