Questões de EFAF Português
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Questão 13 10727038
CMS 6º Ano - Português 2019Texto, para a questão.
Lobisomem em Portugal
A lenda do lobisomem chegou ao Brasil por meio dos portugueses e, por isso, é importante termos uma noção de
como é essa lenda em Portugal. Os portugueses possuem diferentes versões para explicar a origem do lobisomem.
Em uma versão, acredita-se que o lobisomem seja um homem pálido, alto e magro. Em outra versão, os portugueses
falam que o lobisomem é o primeiro filho homem nascido de um casal que teve sete filhas. Nesse caso, o homem se
[5] transformaria em lobisomem em uma terça ou sexta quando tivesse a idade de treze anos desde que passasse por um
cruzamento no qual um jumento rolou no chão.
A transformação aconteceria todas as terças ou sextas, e o lobisomem sairia de meia-noite até as duas horas
passando por cemitérios, amedrontando vilas, apagando as luzes etc. Quem ferir o lobisomem consegue colocar fim à maldição,
mas, se ficar sujo com o sangue do lobisomem, herdará a maldição.
[10] Uma informação importante e que muitos desconhecem é que os portugueses acreditavam na existência de
lobisomens do sexo feminino – esse traço o folclore brasileiro não herdou.
(escolakids.uol.com.br)
O verbo “transformaria” (linha 5), do modo como está conjugado, dá a ideia de que a ação narrada
Questão 9 10727032
CMS 6º Ano - Português 2019Texto, para a questão.
Lobisomem em Portugal
A lenda do lobisomem chegou ao Brasil por meio dos portugueses e, por isso, é importante termos uma noção de
como é essa lenda em Portugal. Os portugueses possuem diferentes versões para explicar a origem do lobisomem.
Em uma versão, acredita-se que o lobisomem seja um homem pálido, alto e magro. Em outra versão, os portugueses
falam que o lobisomem é o primeiro filho homem nascido de um casal que teve sete filhas. Nesse caso, o homem se
[5] transformaria em lobisomem em uma terça ou sexta quando tivesse a idade de treze anos desde que passasse por um
cruzamento no qual um jumento rolou no chão.
A transformação aconteceria todas as terças ou sextas, e o lobisomem sairia de meia-noite até as duas horas
passando por cemitérios, amedrontando vilas, apagando as luzes etc. Quem ferir o lobisomem consegue colocar fim à maldição,
mas, se ficar sujo com o sangue do lobisomem, herdará a maldição.
[10] Uma informação importante e que muitos desconhecem é que os portugueses acreditavam na existência de
lobisomens do sexo feminino – esse traço o folclore brasileiro não herdou.
(escolakids.uol.com.br)
O objetivo do texto é
Questão 2 10727026
CMR 6° Ano - Português 2019TEXTO: Cenas de família
Sou Carine, a filha caçula de uma família de quatro pessoas. Meu pai tem uma fábrica
de peças de motor de caminhão, minha mãe é médica veterinária e meu irmão, Tiago Luís, é o
adolescente mais chato que conheço. Vive me deixando nervosa: ora puxando meu rabo de
cavalo, ora colando papeizinhos com apelidos nas minhas costas. Outro dia, nem pude
caprichar nos deveres da escola de tanto que ele me interrompia. A Marta teve até que chamar
a atenção dele:
– Tiago, sua mãe está chegando por aí e vai cobrar o dever de casa de Carine. Deixe
ela sossegada!
Só assim ele entrou para o seu quarto e foi diretamente para o computador, dando um
pouco de sossego. Que maravilha!
Minutos depois, a mamãe chegou da clínica. Beijou minha cabeça, acenou para Marta,
na cozinha, e foi tomar seu costumeiro banho. Saiu de roupão, com toalha enrolada nos
cabelos, dirigindo-se a mim:
– Novidades em casa?
– Nenhuma! — antecipou Marta.
Olhei para Marta com olhar de surpresa.
Mamãe notou e perguntou:
– O que foi, filha?
– O de sempre, mãe. Não sei quando Juninho vai amadurecer e parar de me amolar.
Agora deu para me chamar de Cacazinha!
– Se você não ligasse para o que ele diz, filha...
– Mãe, mas ele vive puxando meus cabelos, fazendo gracinhas. Então, quando aquele
colega dele – o ruivo – está aqui, é pior ainda! Parece que faz tudo pra aparecer.
– Olha, Carine, a mamãe teve um dia bastante tumultuado. Fiz cirurgia em uma gata e
agora só quero saber de coisas boas. Como foi na escola, hoje, filha?
– Foi bom! À professora hoje não foi à aula, e Rejane ficou conosco. Ela deu muito dever
de casa. Fiz um pouco hoje, o restante farei amanhã, bem cedinho.
– Então, guarde tudo na sua escrivaninha, porque Marta está querendo arrumar a mesa
para jantarmos. Estou com bastante fome hoje.
– Você não vai esperar 0 papai?
– Seu pai viajou hoje cedo, para resolver negócios da firma. Voltará amanhã à tarde.
– Oba! Posso dormir com você então? Prometo ter cuidado com o neném. Fico
quietinha, sem lhe dar pontapés nem cabeçadas.
– Se for assim, pode!
Após O jantar, deitei-me na cama, no lugar do meu pai, e, enquanto esperava a mamãe,
fiquei pensando no bebê que ia chegar. Nas duas primeiras semanas de maio, já teremos
novidades. Faltavam apenas dois meses e alguns dias para a chegada de Tarcísio. Talvez ele
nasça no segundo domingo de maio, dia das mães. Vai ser o maior barato se mamãe ganhar
esse presentão! Estou ansiosa e fico só imaginando o rostinho dele. Tomara que, no período
de adolescência, ele não se torne um “aborrescente” como o Tiago. Também, até lá eu ja não
sou mais criança e posso até ajudar a mamãe a educá-lo.
Graça Batituci (texto adaptado)
Disponivel em: (https://acessaber.com .br/atividades/interpretacao-de-texto-cenas-de-familia-40-ou-50-ano) acesso em: O6jul19
O excerto “Minutos depois, a mamãe chegou da clínica.”
Traz nesse contexto um efeito de
Questão 3 10727020
CMS 6º Ano - Português 2019Texto, para a questão.
Colar de Carolina
(Cecília Meireles)
Com seu colar de coral,
Carolina
corre por entre as colunas
da colina.
O colar de Carolina
colore o colo de cal,
torna corada a menina.
E o sol, vendo aquela cor
do colar de Carolina,
põe coroas de coral
nas colunas da colina.
Entendendo que o sol reage à cor do colar de Carolina, pode-se dizer que ele fica
Questão 8 10724112
CMRJ 6° Ano - Português 2019Texto:

Ilustração de Jean-Claude R. Alphen
João e o pé de feijão-preto
José Roberto Torero e Marcus Aurelius Pimenta
Era uma vez um menino chamado João, que vivia com sua mãe num casebre bem longe da
cidade.
Eles eram pobres, muito pobres, pobres de dar dó.
Só o que tinham era uma vaca, e viviam de vender seu leite. Mas, um dia, quando João foi
[5] ordenhá-la, não saiu nem uma gota.
Então a mãe de João disse;
— Meu filho, nosso dinheiro acabou e nossa vaquinha secou. Vá até o mercado e veja se
alguém quer comprá-la.
João pegou o animal pelo cabresto e foi até a cidade. Porém, antes que chegasse lá, um
[10] homem de cavanhaque lhe perguntou:
— Ei, garoto, não quer trocar essa vaca por um grão de feijão?
— Rá, rá, essa é boa. O senhor pensa que eu sou bobo?
— Mas é feijão mágico.
— Mágico?
[15] — Não vou contar o que ele faz, senão estraga a surpresa. Mas é só você plantá-lo numa
noite de lua cheia e no dia seguinte vai ver o que acontece.
João achou que era melhor ter um feijão mágico do que dinheiro, e assim trocou sua vaca
com o homem de cavanhaque.
O menino voltou para casa todo feliz, achando que tinha feito um ótimo negócio.
[20] Porém, quando sua mãe viu o feijão, ficou muito triste.
— Você trocou nossa vaquinha por isso? Agora vamos morrer de fome...
— Não! Este feijão é mágico!
— Não existe mágica no feijão. Você foi enganado, João.
Desapontada, ela atirou o grão pela janela.
[25] Mas, por uma grande coincidência, naquela noite houve uma bela lua cheia.
Quando João acordou na manhã seguinte, viu que um enorme pé de feijão tinha crescido no
seu quintal. Era tão alto que passava das nuvens!
O garoto não pensou duas vezes e começou a subir pela planta para ver o que tinha lá em
cima.
[30] Depois de passar pela última nuvem, avistou um castelo. Ele era muito grande, muitíssimo
grande, muitíssimo grandíssimo! E tinha torres pretas bem pontudas.
João andou até o castelo e passou por baixo da porta como se fosse uma barata.
Mal entrou, ouviu um barulho diferente: “glu-glu!”.
Olhando na direção do “glu-glu” ele viu uma enorme perua dentro de uma gaiola de ouro.
[35] Então pensou: “Vou levar esta perua para casa. Assim, eu e minha mãe comeremos omeletes para
sempre!”.
João ia abrir a gaiola quando o chão começou a tremer. Pou! Pou! Pou!
O menino se escondeu atrás de um malcheiroso cesto de roupas sujas e quase desmaiou ao
ver um gigante na sala.
[40] Para piorar, ele cantava assim:
Fi-fi-fa-fa, fi-fi-fó-fum,
Mau como eu só existe um.
Fi-fi-fa-fa, fi-fi-fó-fum,
Mau como eu só existe um.
[45] O gigante vinha todo contente, mas então torceu o nariz e fez “snif, snif, snif”
— Sinto o cheiro de criança! Urrou ele.
Já chegava perto do cesto em que João se escondia quando, ploc, a perua botou um ovo.
Só que não era um ovo comum. Era de ouro!
O grandalhão caminhou até a gaiola, pegou o ovo e guardou-o no bolso. Depois foi comer
[50] seu almoço, que naquele dia foi um cavalo assado e, de sobremesa, cavalos-marinhos cobertos de
chocolate.
Então ele abriu um baita bocejo e dormiu.
Quando o gigante começou a roncar, João abriu a gaiola e amarrou seu cinto no pescoço da
ave.
[55] Ele estava quase saindo do castelo, no entanto (sempre tem um “no entanto” nas histórias) a
perua fez “glu-glu” bem alto.
O gigante acordou. E com muita raiva.
— Espere aí, seu patife, vais virar um belo bife.
O menino saiu correndo com o animal e desceu deslizando pelo pé de feijão-preto como se
[60] ele fosse um escorregador beeeeeeem comprido.
Já o gigante teve que descer com calma pela planta, porque era meio desengonçado.
Assim que chegou em casa, João gritou:
— Mãe, vamos derrubar o pé de feijão-preto! Tem um gigante querendo me pegar!
— O que você fez desta vez?
[65] — Entrei no castelo dele e roubei sua perua.
— Você invade uma casa, rouba um bicho e ainda quer matar o sujeito?
Então a mãe de João segurou-o pelo braço e esperou que o gigante descesse. Aí disse para
o grandalhão:
— Senhor gigante, meu filho agiu muito mal. Por favor, nos desculpe. Isso não vai mais
[70] acontecer. Pode levar sua perua.
Ainda bufando de raiva, o gigante tomou a ave nos braços e pôs a mão num dos galhos do
pé de feijão.
No entanto, antes de subir, pensou: “Puxa, eles poderiam ter cortado o pé de feijão, mas
essa mulher preferiu fazer a coisa certa. Isto não acontece todos os dias. Acho que darei uma
[75] recompensa a ela.”
E, tirando o ovo de ouro do bolso, entregou-o à mãe de João.
— Tome, faça o que quiser com isso.
Depois, sem dizer mais nada, voltou para seu castelo nas nuvens.
A mãe de João vendeu o ovo de ouro e comprou várias vacas (que davam leite) e galinhas
[80] (que botavam ovos de verdade).
Assim, o menino aprendeu uma lição e eles nunca mais passaram fome.
Moral da história: Às vezes quem é bom não se dá mal.
TORERO, José Roberto & PIMENTA, Marcus Aurelius: ilustrações Jean-Claude R. Alphen. João e os 10 pés de feijão. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2016. p.5-6, 20-25.
No trecho “A mãe de João vendeu o ovo de ouro e comprou várias vacas (que davam leite) e galinhas (que botavam ovos de verdade).” (linha 79), os parênteses, de acordo com o contexto, indicam um (a)

Ilustração de Jean-Claude R. Alphen
Fonte da imagem:
TORERO, José Roberto & PIMENTA, Marcus Aurelius:
ilustrações Jean-Claude R. Alphen.
João e os 10 pés de feijão. São Paulo: Companhia das
Letrinhas, 2016. p.24
Questão 1 10724062
CMRJ 6° Ano - Português 2019Texto:

Ilustração de Jean-Claude R. Alphen
João e o pé de feijão-preto
José Roberto Torero e Marcus Aurelius Pimenta
Era uma vez um menino chamado João, que vivia com sua mãe num casebre bem longe da
cidade.
Eles eram pobres, muito pobres, pobres de dar dó.
Só o que tinham era uma vaca, e viviam de vender seu leite. Mas, um dia, quando João foi
[5] ordenhá-la, não saiu nem uma gota.
Então a mãe de João disse;
— Meu filho, nosso dinheiro acabou e nossa vaquinha secou. Vá até o mercado e veja se
alguém quer comprá-la.
João pegou o animal pelo cabresto e foi até a cidade. Porém, antes que chegasse lá, um
[10] homem de cavanhaque lhe perguntou:
— Ei, garoto, não quer trocar essa vaca por um grão de feijão?
— Rá, rá, essa é boa. O senhor pensa que eu sou bobo?
— Mas é feijão mágico.
— Mágico?
[15] — Não vou contar o que ele faz, senão estraga a surpresa. Mas é só você plantá-lo numa
noite de lua cheia e no dia seguinte vai ver o que acontece.
João achou que era melhor ter um feijão mágico do que dinheiro, e assim trocou sua vaca
com o homem de cavanhaque.
O menino voltou para casa todo feliz, achando que tinha feito um ótimo negócio.
[20] Porém, quando sua mãe viu o feijão, ficou muito triste.
— Você trocou nossa vaquinha por isso? Agora vamos morrer de fome...
— Não! Este feijão é mágico!
— Não existe mágica no feijão. Você foi enganado, João.
Desapontada, ela atirou o grão pela janela.
[25] Mas, por uma grande coincidência, naquela noite houve uma bela lua cheia.
Quando João acordou na manhã seguinte, viu que um enorme pé de feijão tinha crescido no
seu quintal. Era tão alto que passava das nuvens!
O garoto não pensou duas vezes e começou a subir pela planta para ver o que tinha lá em
cima.
[30] Depois de passar pela última nuvem, avistou um castelo. Ele era muito grande, muitíssimo
grande, muitíssimo grandíssimo! E tinha torres pretas bem pontudas.
João andou até o castelo e passou por baixo da porta como se fosse uma barata.
Mal entrou, ouviu um barulho diferente: “glu-glu!”.
Olhando na direção do “glu-glu” ele viu uma enorme perua dentro de uma gaiola de ouro.
[35] Então pensou: “Vou levar esta perua para casa. Assim, eu e minha mãe comeremos omeletes para
sempre!”.
João ia abrir a gaiola quando o chão começou a tremer. Pou! Pou! Pou!
O menino se escondeu atrás de um malcheiroso cesto de roupas sujas e quase desmaiou ao
ver um gigante na sala.
[40] Para piorar, ele cantava assim:
Fi-fi-fa-fa, fi-fi-fó-fum,
Mau como eu só existe um.
Fi-fi-fa-fa, fi-fi-fó-fum,
Mau como eu só existe um.
[45] O gigante vinha todo contente, mas então torceu o nariz e fez “snif, snif, snif”
— Sinto o cheiro de criança! Urrou ele.
Já chegava perto do cesto em que João se escondia quando, ploc, a perua botou um ovo.
Só que não era um ovo comum. Era de ouro!
O grandalhão caminhou até a gaiola, pegou o ovo e guardou-o no bolso. Depois foi comer
[50] seu almoço, que naquele dia foi um cavalo assado e, de sobremesa, cavalos-marinhos cobertos de
chocolate.
Então ele abriu um baita bocejo e dormiu.
Quando o gigante começou a roncar, João abriu a gaiola e amarrou seu cinto no pescoço da
ave.
[55] Ele estava quase saindo do castelo, no entanto (sempre tem um “no entanto” nas histórias) a
perua fez “glu-glu” bem alto.
O gigante acordou. E com muita raiva.
— Espere aí, seu patife, vais virar um belo bife.
O menino saiu correndo com o animal e desceu deslizando pelo pé de feijão-preto como se
[60] ele fosse um escorregador beeeeeeem comprido.
Já o gigante teve que descer com calma pela planta, porque era meio desengonçado.
Assim que chegou em casa, João gritou:
— Mãe, vamos derrubar o pé de feijão-preto! Tem um gigante querendo me pegar!
— O que você fez desta vez?
[65] — Entrei no castelo dele e roubei sua perua.
— Você invade uma casa, rouba um bicho e ainda quer matar o sujeito?
Então a mãe de João segurou-o pelo braço e esperou que o gigante descesse. Aí disse para
o grandalhão:
— Senhor gigante, meu filho agiu muito mal. Por favor, nos desculpe. Isso não vai mais
[70] acontecer. Pode levar sua perua.
Ainda bufando de raiva, o gigante tomou a ave nos braços e pôs a mão num dos galhos do
pé de feijão.
No entanto, antes de subir, pensou: “Puxa, eles poderiam ter cortado o pé de feijão, mas
essa mulher preferiu fazer a coisa certa. Isto não acontece todos os dias. Acho que darei uma
[75] recompensa a ela.”
E, tirando o ovo de ouro do bolso, entregou-o à mãe de João.
— Tome, faça o que quiser com isso.
Depois, sem dizer mais nada, voltou para seu castelo nas nuvens.
A mãe de João vendeu o ovo de ouro e comprou várias vacas (que davam leite) e galinhas
[80] (que botavam ovos de verdade).
Assim, o menino aprendeu uma lição e eles nunca mais passaram fome.
Moral da história: Às vezes quem é bom não se dá mal.
TORERO, José Roberto & PIMENTA, Marcus Aurelius: ilustrações Jean-Claude R. Alphen. João e os 10 pés de feijão. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2016. p.5-6, 20-25.
Segundo o verbete do Dicionário Michaelis on-line:
Intertextualidade:
Superposição de um texto literário em relação a um ou mais textos anteriores. Processo de produção de um texto literário que parte de vários outros e com eles se imbrica.
Disponível : http://michaelis.uol.com.br/busca?r=0&f=0&t=0&palavra=intertextualidade, Acesso em 01 de out de 2019
O texto desta prova revela intertextualidade com o conto de fadas “João e o pé de feijão”.
A passagem que confirma essa superposição de texto é
06
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