Questões de EFAF Português - Gramática
1.745 Questões
Questão 10 423835
IFSul - Rio-Grandense 2015/2TEXTO I
O preço de ser de verdade
Fernanda Pinho
Acabei de ler um livro que me marcou bastante. Chama-se “A Extraordinária Garota Chamada Estrela”, do autor Jerry Spinelli. Estrela tem um rato de estimação, fica feliz quando seu time faz ___________ no basquete (mas quando o outro time pontua, também), distribui cartões de aniversários para desconhecidos, usa as roupas de que gosta (e isso pode ser um vestido que esteve na moda duzentos anos atrás), tenta trazer um pouco de alegria tirando canções de seu ukulele que leva sempre a tiracolo. Num primeiro momento, junto com o impacto de sua chegada à escola nova, Estrela desperta simpatias. Afinal, este livro nada mais é que uma delicada e verdadeira metáfora da vida.
E a princípio somos assim. Grandes admiradores da autenticidade. Capazes de fazer discursos inflamados defendendo a liberdade de cada um fazer o que _____________, respeitar as próprias convicções, seguir o que seu coração manda, persistir nos seus sonhos, manter relações com quem se sente à vontade, construir seu próprio caminho. Lindo, maravilhoso. Se ficar só no discurso, melhor ainda.
Porque, em algum momento, Estrela vai levantar suspeitas. “Ninguém pode ser tão legal assim”. E da suspeita para a rejeição se passa num piscar de olhos. Por que ninguém pode ser “tão legal assim”? Porque ser legal demais implica ser diferente e a gente pode até admirar pessoas que fazem tudo o que “dá na telha”, desde que mantenham uma distância de segurança de nós, por favor. E, veja bem, quando eu falo de gente que faz tudo o que “dá na telha”, eu não estou me referindo a nada que possa machucar ou prejudicar o outro de alguma forma. Estou falando de atitudes inocentes, mas que, por sair da previsibilidade, são tratadas quase como se fossem atos imperdoáveis.
Gente que dança como se ninguém estivesse olhando, que ignora a uniformização das vitrines e faz a própria moda, que se recusa a fazer social em ambientes inóspitos, que fala a verdade quando questionada, que dá abraços de dez minutos, que ri na hora que tem vontade de rir, que chora na hora que tem vontade de chorar, que fala “eu te amo” quando sente que ama, que escolheu não perder tempo com quem lhe faz mal, que muda o rumo da própria vida, que ignora as etiquetas e as convenções. Sabe essa gente louca, sem noção, desvairada, sem juízo, perturbada? Então, elas não são nada disso. São apenas pessoas autênticas e verdadeiras, que se respeitam muito (e só quem se respeita muito é capaz de respeitar o outro). Elas não estão fazendo nada de _________. Nada que irá prejudicar você ou quem quer que seja. E por que te incomodam tanto? Bom, apenas ______________ optaram por fazer o que tinham vontade, e não o que você, preso em seu mundo limitado e previsível, esperava.
Disponível em: <http://www.cronicadodia.com.br/2014/10/o-preco-de-ser-de-verdade-fernanda-pinho.html> Acesso em: 7 abr. 2015.(Adaptado)
TEXTO II
Como Nasrudin criou a verdade
Nasrudin
(Khawajah Nasr Al-Din)
— As leis não fazem com que as pessoas fiquem melhores — disse Nasrudin ao rei.
— Elas precisam, antes, praticar certas coisas de maneira a entrar em sintonia com a verdade interior, que se assemelha apenas levemente à verdade aparente.
O rei, no entanto, decidiu que ele poderia, sim, fazer com que as pessoas observassem a verdade, que poderia fazê-las observar a autenticidade — e assim o faria.
O acesso a sua cidade dava-se através de uma ponte. Sobre ela, o rei ordenou que fosse construída uma forca.
Quando os portões foram abertos, na alvorada do dia seguinte, o chefe da guarda estava a postos em frente de um pelotão para testar todos os que por ali passassem. Um edital fora imediatamente publicado: "Todos serão interrogados. Aquele que falar a verdade terá seu ingresso na cidade permitido. Caso mentir, será enforcado."
Nasrudin, na ponte entre alguns populares, deu um passo à frente e começou a cruzar a ponte.
— Aonde o senhor pensa que vai? — perguntou o chefe da guarda.
— Estou a caminho da forca — respondeu Nasrudin, calmamente.
— Não acredito no que está dizendo!
— Muito bem, se eu estiver mentindo, pode me enforcar.
— Mas se o enforcarmos por mentir, faremos com que aquilo que disse seja verdade!
— Isso mesmo — respondeu Nasrudin, sentindo-se vitorioso. — Agora vocês já sabem o que é a verdade: é apenas a sua verdade.
Disponível em: <http://metaforas.com.br/como-nasrudin-criou-a-verdade> Acesso em: 14 abr.2015. (Adaptado)
Nos textos 1 e 2, aparecem várias palavras acentuadas graficamente.
Em que alternativa as palavras seguem a regra de acentuação das oxítonas?
Questão 5 423823
IFSul - Rio-Grandense 2015/2Leia o texto e responda à questão.
Texto
O preço de ser de verdade
Fernanda Pinho
Acabei de ler um livro que me marcou bastante. Chama-se “A Extraordinária Garota Chamada Estrela”, do autor Jerry Spinelli. Estrela tem um rato de estimação, fica feliz quando seu time faz ___________ no basquete (mas quando o outro time pontua, também), distribui cartões de aniversários para desconhecidos, usa as roupas de que gosta (e isso pode ser um vestido que esteve na moda duzentos anos atrás), tenta trazer um pouco de alegria tirando canções de seu ukulele que leva sempre a tiracolo. Num primeiro momento, junto com o impacto de sua chegada à escola nova, Estrela desperta simpatias. Afinal, este livro nada mais é que uma delicada e verdadeira metáfora da vida.
E a princípio somos assim. Grandes admiradores da autenticidade. Capazes de fazer discursos inflamados defendendo a liberdade de cada um fazer o que _____________, respeitar as próprias convicções, seguir o que seu coração manda, persistir nos seus sonhos, manter relações com quem se sente à vontade, construir seu próprio caminho. Lindo, maravilhoso. Se ficar só no discurso, melhor ainda.
Porque, em algum momento, Estrela vai levantar suspeitas. “Ninguém pode ser tão legal assim”. E da suspeita para a rejeição se passa num piscar de olhos. Por que ninguém pode ser “tão legal assim”? Porque ser legal demais implica ser diferente e a gente pode até admirar pessoas que fazem tudo o que “dá na telha”, desde que mantenham uma distância de segurança de nós, por favor. E, veja bem, quando eu falo de gente que faz tudo o que “dá na telha”, eu não estou me referindo a nada que possa machucar ou prejudicar o outro de alguma forma. Estou falando de atitudes inocentes, mas que, por sair da previsibilidade, são tratadas quase como se fossem atos imperdoáveis.
Gente que dança como se ninguém estivesse olhando, que ignora a uniformização das vitrines e faz a própria moda, que se recusa a fazer social em ambientes inóspitos, que fala a verdade quando questionada, que dá abraços de dez minutos, que ri na hora que tem vontade de rir, que chora na hora que tem vontade de chorar, que fala “eu te amo” quando sente que ama, que escolheu não perder tempo com quem lhe faz mal, que muda o rumo da própria vida, que ignora as etiquetas e as convenções. Sabe essa gente louca, sem noção, desvairada, sem juízo, perturbada? Então, elas não são nada disso. São apenas pessoas autênticas e verdadeiras, que se respeitam muito (e só quem se respeita muito é capaz de respeitar o outro). Elas não estão fazendo nada de _________. Nada que irá prejudicar você ou quem quer que seja. E por que te incomodam tanto? Bom, apenas ______________ optaram por fazer o que tinham vontade, e não o que você, preso em seu mundo limitado e previsível, esperava.
Disponível em: Acesso em: 7 abr. 2015.(Adaptado)
Coloque (V), para verdadeiro, e (F), para falso, nas seguintes afirmações:
( ) A expressão “duzentos anos atrás” é uma maneira branda de dizer que o vestido é antigo e serve como exemplo da figura de linguagem denominada prosopopeia.
( ) Ao dizer que “este livro nada mais é que uma delicada e verdadeira metáfora da vida”, a autora faz uma analogia entre a história narrada e a vida.
( ) A expressão “dá na telha” está empregada em sentido denotativo e significa falar sem pensar, dizer tudo o que vem impulsivamente à cabeça.
( ) Ao dizer “que dá abraços de dez minutos”, a autora sugere que o tempo estabelece a intensidade do abraço, evidenciando, dessa forma, afetividade.
A sequência correta, de cima para baixo, é
Questão 13 416419
IFAL 2015O Texto é a letra de uma música do Accioly Neto. Utilize-o para responder à questão.
A Natureza das Coisas
Se avexe não...
Amanhã pode acontecer tudo
Inclusive nada.
Se avexe não...
A lagarta rasteja
Até o dia em que cria asas.
Se avexe não...
Que a burrinha da felicidade
Nunca se atrasa.
Se avexe não...
Amanhã ela para
Na porta da tua casa.
Se avexe não...
Toda caminhada começa
No primeiro passo.
A natureza não tem pressa
Segue o seu compasso.
Inexoravelmente chega lá...
Se avexe não...
Observe quem vai
Subindo a ladeira
Seja princesa, seja lavadeira...
Pra ir mais alto
Vai ter que suar.
Quanto à tonicidade, apenas uma das palavras destacadas nos versos abaixo não é oxítona. Qual?
Questão 10 169668
IFMT 2015/1TEXTO 2
É PRECISO APOSTAR EM NOSSOS "NATIVOS DIGITAIS"
Em meio a um oceano de notícias negativas recentes sobre nosso país, há um dado que coloca o Brasil entre
os líderes mundiais. Trata-se do índice que mede o percentual da população que é "nativa digital", isto é,
pessoas entre 15 e 24 anos que já acessam a internet há mais de 5 anos.
Segundo um estudo realizado pela União Internacional de Telecomunicações, em parceria com a GeorgiaTech,
[5] existem no mundo apenas 363 milhões de pessoas com esse perfil (5% da população mundial). Países com
grande percentual de nativos digitais são como oásis para a inovação. Contam com uma janela de
oportunidade preciosa.
Esse é o caso do Brasil. Pelo estudo, nosso país figura em 37º lugar no ranking de países com maior
percentual de nativos digitais. Cerca de 10,1% da população brasileira está nessa categoria. O patamar é o
[10] mesmo da Alemanha e está acima do Japão. Batemos de longe também todos os Brics. Na Rússia, o
percentual é 6,3%. Na China, 5,3%. E na Índia, 1,8%.
Esse dado positivo, que ainda passa ao largo de políticas públicas, traz grandes responsabilidades. Em ano
eleitoral, deveria tornar-se prioridade absoluta.
É preciso apostar muitas fichas nesses jovens. Criar modelos para gerar oportunidades e colaboração massiva.
[15] Escolas e universidades precisam estar 100% envolvidas.
Mas é preciso ir além. Gerar um ambiente favorável ao empreendedor jovem e passar um sinal claro que o país
está aberto a ele. Desse grupo dependerá grande parte do desenvolvimento econômico nas próximas décadas.
Somos craques em perder oportunidades. Perder essa seria erro histórico.
(LEMOS, Ronaldo. Folha de São Paulo. São Paulo. 05/05/2014. Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ronaldolemos/2014/05/1448778-e-preciso-apostar-em-nossos-nativos-digitais.shtml. Acesso em 22 de junho de 2014).
O termo em destaque em “Países com grande percentual de nativos digitais são como oásis para a inovação” (linhas 5 e 6) pode ser classificado como uma:
Questão 7 169623
IFMT 2015/2TEXTO 1
COMO E POR QUE TIRAR UMA 'SELFIE'
Nos últimos anos, a "selfie" – aquele autorretrato informal, tirado com smartphone segurado na ponta da mão –
se tornou um hábito. Em praticamente todo lugar público tem alguém fazendo biquinhos e caretas para um
retângulo de vidro. Nas mídias sociais, se o braço é visível, a "selfie" é certa. Para resolver esse problema,
monopés de bolso se tornaram o carro-chefe dos camelôs, permitindo que casais em restaurantes possam
[5] esticar o telefone à distância para tirar sua foto romântica, liberando o pobre garçom.
O hábito já não é mais coisa de adolescentes autocentrados. De astronautas no espaço ao Papa no Vaticano, é
raro quem não tenha seu autorretrato publicado em uma das redes, muitas vezes em ocasiões pra lá de
inoportunas. Mas, se causou polêmica a foto tirada pelo primeiro ministro dinamarquês com Barack Obama e
David Cameron no funeral de Nelson Mandela, quando a Samsung pagou para Bradley Cooper tirar "selfies"
[10] com outros atores na entrega do "Oscar", ninguém estranhou. Nem pediu "royalties".
O autorretrato é anterior à fotografia. Rembrandt e Van Gogh são famosos por usá-lo como técnica de
aprendizado e experimentação. Mas, se nos anos recentes o smartphone facilitou a prática, o resultado ainda
está mais para um feito da tecnologia do que para uma obra de arte.
[15] no banheiro em frente ao espelho, montada para a balada, bacana em uma sala VIP, doidona esperando a
saideira, uniformizada no jogo de futebol, brindando no restaurante, jogando videogames, de pés para o alto na
praia, posando na frente de um carrão, ao lado de celebridades Quem não viu várias dessas hoje? Quem
nunca tirou uma dessas?
Algumas técnicas simples podem melhorar bastante uma "selfie". A escolha de um fundo colorido e uniforme,
[20] como uma parede ou cortina, ajuda a simplificar a imagem e chamar a atenção para a pessoa fotografada.
Outro cuidado importante é com a luz. É importante ficar de frente para ela. E tomar cuidado com o flash, para
que a luz não fique muito forte.
Posar com objetos ajuda a compor a cena. Ângulos inusitados, associados a uma boa linguagem corporal,
tendem a criar fotos bem acima da média. O autorretrato não precisa valer por mil palavras, mas é desejável
[25] que valha mais do que um tuíte.
O que leva a uma questão mais complicada. Por que se tiram "selfies"?
Um pequeno histórico das transformações na mídia talvez ajude a compreendê-las. Até a década de 1990, a
mídia de massa proporcionava uma fuga da realidade transportando leitores e telespectadores para um
universo ficcional de novelas e séries. Depois os reality shows viraram a câmera e a atenção para o indivíduo
[30] banal em todo o esplendor de sua boçalidade. Mídias sociais democratizaram o voyeurismo antes reservado a
celebridades, tornando-o acessível a todos, o tempo todo.
Hoje o segredo do sucesso de cada nova rede social parece estar em um exibicionismo declarado. Facebook
se tornou uma espécie de dicionário ilustrado das pessoas comuns, que embelezam o perfil para tornar suas
vidas especiais. YouTube é a TV de quem não tem muito o que dizer mas adora berrar para uma câmera. Blogs
[35] e Tumblr deram vazão à expressão em GIFs e texto, mesmo que seja só para propagar a zoeira. Twitter criou
audiências cativas e hashtags. LinkedIn se especializou nas análises positivas. Instagram abriu o espaço para
"selfies", consolidadas pelo Tinder. WhatsApp ressuscitou "emojis", aqueles desenhinhos que pareciam
confinados a nerds asiáticos. Snapchat e Vine abriram caminho para o mini-vídeo-selfie. Em comum, todos
transformam seus usuários em espetáculo de si mesmos.
[40] Na era do narcisismo digital, as oportunidades de ostentação são gigantescas. Nunca foi tão fácil, nem tão
popular, ser um fanfarrão. Apesar de todos estarem conectados, a empatia e o interesse pelo outro são
mínimos, a não ser para pedir sua aprovação. Basta examinar o conteúdo das fotografias para perceber que
elas estão lá mais para chamar a atenção dos outros do que para relembrar momentos marcantes.
Há um fascínio curioso em espionar a vida alheia, correspondente a uma tentação exibicionista em ser visto.
[45] Por mais que tais atitudes pareçam brincadeiras inocentes e passageiras, sua prática constante pode criar uma
dependência da rede, mas um falso sentimento de confiança. Em vez de estar bem com o que se é, é comum
ver gente desesperada em busca da foto certa, com os detalhes perfeitos.
Quem condiciona o status social ao desempenho de uma "selfie", corre o risco de se tornar carente, ansioso e
dependente de uma mídia que tem pouco de social. Na competição diária e contínua, ninguém tem paciência
[50] para ouvir histórias pessoais. O que importa são fotos de corpos, lugares e luxos tão supérfluos e inatingíveis
quanto as beldades retocadamente perfeitas do Instagram.
A rede social é concêntrica, e o centro está no umbigo de cada um. Talvez por isso seja tão excêntrica. Mas
ainda é melhor ter um ambiente exibicionista que desafia o comportamento castrador e controlador das
ideologias totalitárias do que um regime hipócrita e que limita escolhas através de códigos de conduta e
[55] decência. Bem dosada, a publicação de autorretratos em redes sociais pode ser questionadora e libertária.
Contanto que tenha algo a dizer.
(LULI RADFAHRER, FOLHA DE S.PAULO - 03/03/2015).
O uso de expressões estrangeiras como o: Facebook, YouTube, Twitter, hashtags, LinkedIn, Instagram, selfies e WhatsApp mostra que o autor
Questão 7 169229
IFPE 2015O candidato honesto
Na trama, Hassum vive José Ernesto, um candidato à presidência da República que se vê no segundo turno das eleições e com larga vantagem sobre o seu opositor. Sua popularidade é imensa, mas o deputado é tudo o que o povo não gostaria que seu representante no poder fosse: corrupto e mentiroso. Tudo parecia perfeito quando, na reta final de sua campanha, Ernesto recebe um comunicado de que sua avó está à beira da morte e gostaria de vê-lo uma última vez. O que ele não esperava é que, como último ato em vida, ela lhe joga uma praga, fazendo-o prometer que nunca mais mentiria, seja dentro de casa ou na vida política. (...)
Acostumado com um mundo de lavagem de dinheiro, helicópteros e secretárias sensuais, o deputado se vê como um peixe fora d'água, sem conseguir ambientar-se novamente ao lado de seus colegas no Palácio. (...)
No final, o filme nos apresenta uma grande discussão: a culpa de ser corrupto é apenas do indivíduo ou do sistema como um todo? A tentativa de Santucci de tratar um tema quente dentro de um longa de humor é bem-sucedida, apesar de alguns exageros característicos das comédias brasileiras. E serve como um leve toque para o espectador pensar muito bem antes de apertar o botão "confirmar" na hora de votar.
ZULIANI, André Disponível em: Acesso em: 01 out. 2014 (adaptado).
Em “um candidato à presidência da República”, a palavra “candidato” exige a preposição “a”, por isso há o acento grave indicador de crase. Em qual das alternativas, a seguir, a regência nominal foi empregada de acordo com o que preceitua a norma culta?
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