Questões de EFAF Português
15.488 Questões
Questão 11 15408043
FIRJAN 2020Leia o texto a seguir para responder a questão
Até Quando Esperar
Não é nossa culpa
nascemos já com uma benção
mas isso não é desculpa
pela má distribuição
Com tanta riqueza por aí
onde é que está, cadê sua fração?
Até quando esperar?
E cadê a esmola
que nos damos sem perceber
que aquele abençoado
poderia ter sido você
Até quando esperar?
A plebe ajoelhar esperando a ajuda de Deus
Posso, vigiar o seu carro, te pedir cigarro, engraxar o seu sapato?
Até quando esperar?
A plebe ajoelhar esperando a ajuda do divino Deus?
Philipe Seabra, André X, Gutje. Sony/ATV Music Publishing LLC Dispinivel em https://www.cifraclub.com.br/plebe-rube/ate-quando-esperar Acesso em 22/08/2019
Não é nossa culpa / nascemos já com uma benção / mas isso não é desculpa / pela má distribuição.
Tal declaração, na música da banda Plebe Rude, demonstra que a intenção dos autores era
Questão 10 15408042
FIRJAN 2020Leia o texto a seguir para responder à questão.
O que um juiz aprende ao trabalhar como faxineiro por um dia
Projeto da Escola Judicial do TRT do RJ quer ampliar a empatia de juízes e desembargadores ao fazê-los passar um dia na pele de outros trabalhadores - faxineiros, garis, telefonistas, cobradores, ajudantes gerais.
Em alguns dos processos que chegam ao Tribunal do Trabalho do Rio de Janeiro, há "situações relatadas pelos trabalhadores que a gente fica na dúvida se são verdade ou não", diz a juíza do trabalho Adriana Leandro, de 50 anos. Na primeira sexta-feira de agosto, a juíza pôde ver por conta própria que algumas delas são mesmo reais.
Ela foi telefonista de uma agência bancária por um dia, sem que colegas e superiores diretos soubessem de sua verdadeira profissão. E viu uma colega passar as seis horas de expediente sem tomar um gole d'água. "Não porque houvesse alguém impedindo, mas porque ela tinha tanto medo de perder o emprego, e se se levantasse não haveria ninguém pra fazer o atendimento, que ela simplesmente não tinha coragem de ir beber água", conta Adriana.
A magistrada foi uma das 23 participantes deste ano de um projeto da Escola Judicial do TRT-RJ que visa a melhorar a empatia dos juízes e desembargadores. Para isso, eles passam um dia na pele de outros trabalhadores. Os magistrados fazem aulas teóricas, um dia de treinamento e depois trabalham por um dia como faxineiros, garis, telefonistas, cobradores, ajudantes gerais.
"A empatia é essencial para todos, mas para nós especialmente, diariamente, a gente tem que se colocar no lugar do outro, se colocar na pele tanto do trabalhador, quanto do empregador, para entender as dificuldades que eles enfrentam", diz o juiz Thiago Mafra da Silva, também do TRT do Rio de Janeiro, que trabalhou um dia como gari para a Comlurb, a empresa de limpeza da cidade.
Adaptado de http://www.g1.globo.com Acesso em 19/08/2019.
Há uma linguagem conotativa na frase:
Questão 9 15408041
FIRJAN 2020Leia o texto a seguir para responder à questão.
O que um juiz aprende ao trabalhar como faxineiro por um dia
Projeto da Escola Judicial do TRT do RJ quer ampliar a empatia de juízes e desembargadores ao fazê-los passar um dia na pele de outros trabalhadores - faxineiros, garis, telefonistas, cobradores, ajudantes gerais.
Em alguns dos processos que chegam ao Tribunal do Trabalho do Rio de Janeiro, há "situações relatadas pelos trabalhadores que a gente fica na dúvida se são verdade ou não", diz a juíza do trabalho Adriana Leandro, de 50 anos. Na primeira sexta-feira de agosto, a juíza pôde ver por conta própria que algumas delas são mesmo reais.
Ela foi telefonista de uma agência bancária por um dia, sem que colegas e superiores diretos soubessem de sua verdadeira profissão. E viu uma colega passar as seis horas de expediente sem tomar um gole d'água. "Não porque houvesse alguém impedindo, mas porque ela tinha tanto medo de perder o emprego, e se se levantasse não haveria ninguém pra fazer o atendimento, que ela simplesmente não tinha coragem de ir beber água", conta Adriana.
A magistrada foi uma das 23 participantes deste ano de um projeto da Escola Judicial do TRT-RJ que visa a melhorar a empatia dos juízes e desembargadores. Para isso, eles passam um dia na pele de outros trabalhadores. Os magistrados fazem aulas teóricas, um dia de treinamento e depois trabalham por um dia como faxineiros, garis, telefonistas, cobradores, ajudantes gerais.
"A empatia é essencial para todos, mas para nós especialmente, diariamente, a gente tem que se colocar no lugar do outro, se colocar na pele tanto do trabalhador, quanto do empregador, para entender as dificuldades que eles enfrentam", diz o juiz Thiago Mafra da Silva, também do TRT do Rio de Janeiro, que trabalhou um dia como gari para a Comlurb, a empresa de limpeza da cidade.
Adaptado de http://www.g1.globo.com Acesso em 19/08/2019.
O pronome sublinhado em: "Não porque houvesse alguém impedindo, mas porque ela tinha tanto medo de perder o emprego (...)" refere-se à
Questão 8 15408040
FIRJAN 2020Leia o texto a seguir para responder à questão.
O que um juiz aprende ao trabalhar como faxineiro por um dia
Projeto da Escola Judicial do TRT do RJ quer ampliar a empatia de juízes e desembargadores ao fazê-los passar um dia na pele de outros trabalhadores - faxineiros, garis, telefonistas, cobradores, ajudantes gerais.
Em alguns dos processos que chegam ao Tribunal do Trabalho do Rio de Janeiro, há "situações relatadas pelos trabalhadores que a gente fica na dúvida se são verdade ou não", diz a juíza do trabalho Adriana Leandro, de 50 anos. Na primeira sexta-feira de agosto, a juíza pôde ver por conta própria que algumas delas são mesmo reais.
Ela foi telefonista de uma agência bancária por um dia, sem que colegas e superiores diretos soubessem de sua verdadeira profissão. E viu uma colega passar as seis horas de expediente sem tomar um gole d'água. "Não porque houvesse alguém impedindo, mas porque ela tinha tanto medo de perder o emprego, e se se levantasse não haveria ninguém pra fazer o atendimento, que ela simplesmente não tinha coragem de ir beber água", conta Adriana.
A magistrada foi uma das 23 participantes deste ano de um projeto da Escola Judicial do TRT-RJ que visa a melhorar a empatia dos juízes e desembargadores. Para isso, eles passam um dia na pele de outros trabalhadores. Os magistrados fazem aulas teóricas, um dia de treinamento e depois trabalham por um dia como faxineiros, garis, telefonistas, cobradores, ajudantes gerais.
"A empatia é essencial para todos, mas para nós especialmente, diariamente, a gente tem que se colocar no lugar do outro, se colocar na pele tanto do trabalhador, quanto do empregador, para entender as dificuldades que eles enfrentam", diz o juiz Thiago Mafra da Silva, também do TRT do Rio de Janeiro, que trabalhou um dia como gari para a Comlurb, a empresa de limpeza da cidade.
Adaptado de http://www.g1.globo.com Acesso em 19/08/2019.
Em: "Na primeira sexta-feira de agosto, a juíza pôde ver por conta própria que algumas delas são mesmo reais", o verbo destacado tem sentido de uma ação que
Questão 6 15408037
FIRJAN 2020Leia a tirinha a seguir para responder a questão.

Fonte: https//tirasarmandinho.tumblr.com Acesso em 24/08/2019
Em "Não se preocupe, filho...", qual o termo da oração da palavra destacada?
Questão 5 15408035
FIRJAN 2020Leia a tirinha a seguir para responder a questão.

Fonte: https//tirasarmandinho.tumblr.com Acesso em 24/08/2019
Conjunção é uma das classes de palavras definidas pela gramática geral. As conjunções são palavras invariáveis que servem para conectar orações ou dois termos de mesma função sintática, estabelecendo, entre eles, uma relação de dependência ou de simples coordenação.
O último quadrinho da tira apresenta
06
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