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Questão 15 11117018
IFSC Integrados 2022/1Leia o TEXTO, a seguir, para responder à questão.

Fonte: BLOG HUMOR DO NOVAES. A. C. Teen. 2008. Disponível em: https://novacharges.wordpress.com/2008/09/07/acteen/. Acesso em: 04 dez. 2021.
Assinale a alternativa CORRETA, de acordo com a leitura e interpretação do TEXTO.
Questão 14 11116997
IFSC Integrados 2022/1Leia o TEXTO, a seguir, para responder à questão.
TEXTO
GPS
Entrei no táxi e falei o meu destino.
— Rua Araribóia, por favor.
— Araribóia? Espera um minuto!.. — rebateu o homem.
Programou então seu GPS e arrancou.
[5] — Não precisa de GPS, amigo. Sei mais ou menos onde fica. Posso lhe orientar.
— Ah, não. Não saio mais de casa sem isto — declarou.
Resmunguei em silêncio. E lá se foi o taxista seguindo seu brinquedinho falante — “vire à
esquerda”; “a 50 metros você vai virar à direita", “daqui a 300 metros faça o retorno à
esquerda”...
[10] De repente, entre uma e outra prosa, vi ele se afastando da direção que eu julgava ser a
correta.
— Amigo, acho que você está na direção contrária. Tinha que ter entrado naquela rua à
direita, melhor fazer o retorno na frente.
— Não, não, olha aqui — apontou pra geringonça, orgulhoso como ele só. É esse
[15] mesmo o caminho.
Cocei a cabeça irritado. Embora eu não soubesse exatamente qual o trajeto a seguir,
sabia que aquele caminho que ele fazia era estupidamente mais longo e complexo.
Argumentei mais uma vez, já na iminência de explodir.
— Moço, desculpe, mas tenho quase certeza de que você está fazendo um caminho
[20] muito mais longo do que devia.
— Não esquenta a cabeça não, companheiro. Tá aqui no GPS, ó. Não vou discutir com
a tecnologia, né, amigo?
“Não vou discutir com a tecnologia." Sim, eu havia ouvido aquilo. E mais que uma
frase de efeito de um chofer de praça, aquilo era uma senha que explicava muita coisa,
[25] talvez explicasse até toda uma época.
O sujeito deixava de lado sua inteligência (se é que a tinha), a experiência de anos
perambulando a bordo do seu táxi pelas quebradas da cidade e o próprio poder de dedução
para seguir uma engenhoca surda e cega — mas “tecnológica” — sem questioná-la, e sem
que eu também pudesse fazê-lo.
[30] Não quero parecer um dinossauro (embora por vezes eu inevitavelmente pareça), mas
sempre defendi um uso inteligente, comedido e crítico dos apetrechos eletrônicos. Conheço
pessoas que, por comodidade, condicionamento ou deslumbramento com o novo mundo
cibemético, não se deslocam mais à esquina para comprar pão sem que façam uso de GPS,
Google Maps e o escambau.
[35] Tenho um sobrinho, um pensador irreverente de botequim, que gosta de dizer o
seguinte:
— As rodas de bar ficaram muito chatas depois do iPhone. Ninguém mais pode ter
dúvida alguma. Se alguém perguntar: "como é o nome daquele cantor que cantava aquela
música?”; ou então: “quem era o centroavante da seleção de 867”, logo algum bobo alegre
[40] vai acessar a internet e buscar a resposta. E aí acabar com a graça, a mágica e o mistério...
Não sobra assunto pro próximo encontro.
Outro amigo, filósofo de padaria, tem uma tese/profecia tenebrosa sobre o uso sem
critério dos tecnobreguetes: Diz ele:
— Num futuro próximo, as pessoas deixarão de ter memória. Para que lembrar, se tudo
[45] caberá num HD externo?
É. Faz bastante sentido a tese do meu amigo. Aliás, há tempos não o vejo, o... o...
Como é mesmo o nome dele, gente? Aníbal, não. Átila, não... É um nome assim, meio
histórico... Desculpem aí, vou ter que espiar na agenda do meu celular.
Fonte: BALEIRO, Zeca. GPS. In: Isto É, 2011. Disponível em: https://istoe.com.br/133775_GPS/. Acesso em: 04 dez. 2021.
Analise os itens abaixo, de acordo com a leitura e interpretação do TEXTO:
I. Em: “vire à esquerda” (linhas 7 e 8), a forma verbal em destaque está no presente do indicativo.
II. Em: “Moço, desculpe, mas tenho quase certeza de que você está fazendo um caminho muito mais longo do que devia” (linhas 19 e 20), a forma verbal em destaque está entre vírgulas para separar o sujeito da oração.
III. Em: “para seguir uma engenhoca surda e cega – mas ‘tecnológica’ – sem questioná-la, e sem que eu também pudesse fazê-lo” (linhas 27, 28 e 29), os termos em negrito são pronomes oblíquos.
IV. Em: “como é o nome daquele cantor que cantava aquela música?” (linha 38), o termo em destaque exerce a função de um pronome interrogativo.
V. Em: “a experiência de anos perambulando a bordo do seu táxi pelas quebradas da cidade” (linhas 26 e 27), o termo em destaque pode ser substituído por “estradas”, sem modificação de sentido na oração.
Estão CORRETAS (assinale apenas uma alternativa):
Questão 12 11116953
IFSC Integrados 2022/1Leia o TEXTO, a seguir, para responder à questão.
TEXTO
GPS
Entrei no táxi e falei o meu destino.
— Rua Araribóia, por favor.
— Araribóia? Espera um minuto!.. — rebateu o homem.
Programou então seu GPS e arrancou.
[5] — Não precisa de GPS, amigo. Sei mais ou menos onde fica. Posso lhe orientar.
— Ah, não. Não saio mais de casa sem isto — declarou.
Resmunguei em silêncio. E lá se foi o taxista seguindo seu brinquedinho falante — “vire à
esquerda”; “a 50 metros você vai virar à direita", “daqui a 300 metros faça o retorno à
esquerda”...
[10] De repente, entre uma e outra prosa, vi ele se afastando da direção que eu julgava ser a
correta.
— Amigo, acho que você está na direção contrária. Tinha que ter entrado naquela rua à
direita, melhor fazer o retorno na frente.
— Não, não, olha aqui — apontou pra geringonça, orgulhoso como ele só. É esse
[15] mesmo o caminho.
Cocei a cabeça irritado. Embora eu não soubesse exatamente qual o trajeto a seguir,
sabia que aquele caminho que ele fazia era estupidamente mais longo e complexo.
Argumentei mais uma vez, já na iminência de explodir.
— Moço, desculpe, mas tenho quase certeza de que você está fazendo um caminho
[20] muito mais longo do que devia.
— Não esquenta a cabeça não, companheiro. Tá aqui no GPS, ó. Não vou discutir com
a tecnologia, né, amigo?
“Não vou discutir com a tecnologia." Sim, eu havia ouvido aquilo. E mais que uma
frase de efeito de um chofer de praça, aquilo era uma senha que explicava muita coisa,
[25] talvez explicasse até toda uma época.
O sujeito deixava de lado sua inteligência (se é que a tinha), a experiência de anos
perambulando a bordo do seu táxi pelas quebradas da cidade e o próprio poder de dedução
para seguir uma engenhoca surda e cega — mas “tecnológica” — sem questioná-la, e sem
que eu também pudesse fazê-lo.
[30] Não quero parecer um dinossauro (embora por vezes eu inevitavelmente pareça), mas
sempre defendi um uso inteligente, comedido e crítico dos apetrechos eletrônicos. Conheço
pessoas que, por comodidade, condicionamento ou deslumbramento com o novo mundo
cibemético, não se deslocam mais à esquina para comprar pão sem que façam uso de GPS,
Google Maps e o escambau.
[35] Tenho um sobrinho, um pensador irreverente de botequim, que gosta de dizer o
seguinte:
— As rodas de bar ficaram muito chatas depois do iPhone. Ninguém mais pode ter
dúvida alguma. Se alguém perguntar: "como é o nome daquele cantor que cantava aquela
música?”; ou então: “quem era o centroavante da seleção de 867”, logo algum bobo alegre
[40] vai acessar a internet e buscar a resposta. E aí acabar com a graça, a mágica e o mistério...
Não sobra assunto pro próximo encontro.
Outro amigo, filósofo de padaria, tem uma tese/profecia tenebrosa sobre o uso sem
critério dos tecnobreguetes: Diz ele:
— Num futuro próximo, as pessoas deixarão de ter memória. Para que lembrar, se tudo
[45] caberá num HD externo?
É. Faz bastante sentido a tese do meu amigo. Aliás, há tempos não o vejo, o... o...
Como é mesmo o nome dele, gente? Aníbal, não. Átila, não... É um nome assim, meio
histórico... Desculpem aí, vou ter que espiar na agenda do meu celular.
Fonte: BALEIRO, Zeca. GPS. In: Isto É, 2011. Disponível em: https://istoe.com.br/133775_GPS/. Acesso em: 04 dez. 2021.
Leia e analise os fragmentos abaixo, retirados do TEXTO:
I. “De repente, entre uma e outra prosa, vi ele se afastando da direção que eu julgava ser a correta”. (linhas 10 e 11)
II. Conheço pessoas que, por comodidade, condicionamento ou deslumbramento com o novo mundo cibernético, não se deslocam mais à esquina para comprar pão sem que façam uso de GPS, Google Maps e o escambau. (linhas 31, 32, 33 e 34)
III. “Outro amigo, filósofo de padaria, tem uma tese/profecia tenebrosa sobre o uso sem critério dos tecnobreguetes”. (linhas 42 e 43)
Com base na leitura do TEXTO e nos fragmentos acima, assinale a alternativa CORRETA:
Questão 20 11024945
IFRR Integrados 2022/1Considere o fragmento textual abaixo para responder à questão.
“A experiência do Axé prova que é possível educar os meninos de rua e transformá-los em cidadãos produtivos. Basta dar-lhes na prática o que a Constituição já lhes garante no papel: direito à educação, assistência médica, alimentação. Basta, enfim, tratá-los com o respeito que merecem.”
Ainda sobre o excerto retirado do livro “O cidadão de papel”.
“A experiência do Axé prova que é possível educar os meninos de rua e transformá-los em cidadãos produtivos. Basta dar-lhes na prática o que a Constituição já lhes garante no papel: direito à educação, assistência médica, alimentação. Basta, enfim, tratá-los com o respeito que merecem.”
Observe os termos destacados, no excerto, e assinale a opção correta.
Questão 16 11024880
IFRR Integrados 2022/1Observe o fragmento textual abaixo.
“Se o homem do campo aprendesse melhores técnicas agrícolas, teria uma colheita maior, sem gastar tanto. Com isso, os alimentos custariam menos. E um aumento de produtividade é muito importante em um país onde a fome é um dos principais problema.”
Em relação à estrutura das palavras, julgue as afirmações.
I – Aprendesse: aprend – radical; e – vogal temática; aprende – tema; sse – Desinência Modotemporal.
II – Gastar: gast – radical; a – vogal temática; gasta – tema; r – Desinência de Gerúndio.
III – Custariam: cust – radical; a – vogal temática; custa – tema; ria – Desinência Modo-temporal; m – Desinência Número-pessoal.
Assinale a opção correta.
Questão 12 11024828
IFRR Integrados 2022/1Considere o fragmento textual abaixo, retirado do livro “O cidadão de papel”, para responder à questão.
“Paz social significa poder andar na rua sem ser incomodado por pivetes. Isso porque num país civilizado não existe pivete. Existem crianças desenvolvendo suas potencialidades. Paz é não ter medo de sequestradores. É nunca desejar comprar uma arma para se defender ou querer se refugiar em Miami. É não considerar normal a ideia de que o extermínio de crianças ou adultos garanta a segurança.”
Observe, novamente, o trecho do livro indicado para leitura.
“Paz social significa poder andar na rua sem ser incomodado por pivetes. Isso porque num país civilizado não existe pivete. Existem crianças desenvolvendo suas potencialidades. Paz é não ter medo de sequestradores. É nunca desejar comprar uma arma para se defender ou querer se refugiar em Miami. É não considerar normal a ideia de que o extermínio de crianças ou adultos garanta a segurança.”
Julgue as afirmações.
I – A palavra paz é um substantivo concreto.
II – A palavra pivete é o complemento verbal de “existe”.
III – “De sequestradores” é o complemento nominal da palavra medo.
Está correto o que se diz em:
06
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