Questões de EFAF Português
15.488 Questões
Questão 12 15395641
FIRJAN 2025Citando-se numeral, coloque (V) verdadeiro ou (F) falso e marque a alternativa correta.
( ) Numeral é a palavra que indica os seres em termos numéricos, isto é, que atribui quantidade aos seres ou os situa em determinada sequência.
( ) Os numerais classificam-se em cardinais, ordinais, fracionários e multiplicativos.
( ) Os numerais fracionários indicam parte de um inteiro, ou seja, a divisão dos seres.
( ) Os numerais cardinais indicam a ordem ou lugar do ser numa série dada.
Questão 40 15355329
CMBH 1 Ano 2025Leia a charge abaixo e responda:
TEXTO

Disponível em: https://blogdoaftm.com.br/charge-beneficiarios-do-bolsa-familia-e-apostas/. Acesso em: 13 ago. 2025.
Assinale a alternativa que identifica corretamente o elemento linguístico que, na situação comunicativa da charge, indica que a mulher se dirige ao homem, evocando sua presença e responsabilidade.
Questão 37 15355232
CMBH 1 Ano 2025Leia a charge abaixo e responda à questão de número.
TEXTO
Tirinhas Apostas

Disponível em: https://gaming365.com.br/blog/2025/04/17/moralismo-charge/. Acesso em: 13 ago. 2025.
É possível observar na tirinha, em seu primeiro quadrinho, uma ocorrência de concordância nominal.
Assinale a alternativa abaixo que substitui a ocorrência sem prejuízo semântico e gramatical.
Questão 10 14931507
ONHB 3 Fase 2025Leia um trecho do romance A Hora dos Ruminantes, de José Veiga, publicado no ano de 1966.
A hora dos ruminantes
“Fazia dias que os bois vinham aparecendo aqui, ali, nas encostas das serras, nas várzeas, na beira das estradas (...) São bois vadios, desgarrados de boiadas; qualquer dia os donos vêm buscar, ou eles mesmos desaparecem assim como vieram — sem aviso, sem alarde. Isso pensava-se, mas não foi o que aconteceu. Longe de ir embora, os bois se chegaram mais e em grande número. Ganharam as estradas, descendo.
Atravessaram o rio, de um lado, o córrego, de outro, convergindo sempre. Em pouco já lambiam as paredes das casas de arrabalde, mansos, gordos, displicentes. Encheram os becos, as ruas, desembocaram no largo. A ocupação foi rápida e sem atropelo; e quando o povo percebeu o que estava acontecendo, já não era possível fazer nada: bois deitados nos caminhos, atrapalhando a passagem, assustando senhoras.
(...)
Não se podia mais sair de casa, os bois atravancavam as portas e não davam passagem, não podiam; não tinham para onde se mexer. Quando se abria uma janela não se conseguia mais fechá-la, não havia força que empurrasse para trás aquela massa elástica de chifres, cabeças e pescoços que vinha preencher o espaço.
(...)
Nem dentro de casa as pessoas ficavam tranquilas. Aqueles que não tiveram a prevenção de fechar as janelas logo no início — a maioria — agora eram obrigados a viver e fazer tudo observados por dois, três pares de olhos bovinos
(...)
As pessoas mais ponderadas procuravam acalmar as outras explicando que (...) a longo prazo a libertação era certa: tantos bois juntos não tinham condições de ficar ali por tempo dilatado; precisavam de pastagem e de muita água; e não as tendo, mais dia menos dia teriam de sair para as campinas de onde tinham vindo. (...) A quem pertenciam, a quem obedeciam?
(...)
Quem ainda tinha ânimo para chegar à janela e olhar o céu via rodas esparsas de urubus voando alto, em giros preguiçosos, pacientes. (...) Os cheiros misturados de chifres molhados, de pelo e de urina, despercebidos nos primeiros dias, agora empestavam o ar, tonteavam as pessoas. Dores de cabeça, enjoos e vômitos eram frequentes, principalmente nas crianças. Tudo o que se comia ou bebia, até aguardente, vinha com aquele cheiro azedo que o povo foi associando a cheiro de morte. Para abafá-lo queimavam casca de laranja, erva-cidreira, fumo, tudo o que encontrassem em casa ou pudessem apanhar no quintal debruçando-se na janela da cozinha. Enfraquecidas pela fome e pelos vômitos frequentes, as pessoas passavam a maior parte do tempo deitadas, caladas, olhando as telhas, as paredes, sem ânimo até para pensar. As cadeiras em volta das mesas, os bancos, os armários, as vassouras atrás das portas, as estampas de santos nas paredes, os potes vazios nos cantos pareciam sobrevivências inúteis de uma época já distante e irrecuperável. Tudo ia perdendo rapidamente o valor.”
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Romance ORIGEM: José J. Veiga. A hora dos ruminantes (1966). São Paulo, Cia das Letras, 2015.p. 50-55. CRÉDITOS: José J. Veiga PALAVRAS-CHAVE: literatura brasileira, a hora dos ruminantes
“A Hora dos Ruminantes”“A Hora dos Ruminantes”
Questão 25 14900805
OP 6 e 7 Ano - 1 fase 2025A língua portuguesa guarda, em muitas palavras, partes que vieram da língua grega antiga. Uma dessas partes é a raiz, que é o núcleo da palavra — a parte que carrega seu significado principal.
Por exemplo, nas palavras portuguesas filosofia, filantropo e cinéfilo (aquele que gosta muito de ver filmes), encontramos a mesma raiz do verbo grego φιλέω (philéō), que significa “amar” ou “ter afeição por”. Essa raiz aparece como fil- em português e carrega o sentido de “amor ou apreço por algo”, sendo muito comum em vocábulos que expressam afinidade ou interesse.
Observe, no quadro a seguir, verbos do grego antigo e, ao lado, palavras do português com a mesma raiz.

Que palavra tem a mesma raiz do verbo γράφω?
Questão 22 14900780
OP 6 e 7 Ano - 1 fase 2025Ontem, houve uma confusão no colégio Oba-oba. Carlinhos, que presenciou o ocorrido, contou sua versão dos acontecimentos ao inspetor:

Após ouvir o relato de Carlinhos, o inspetor entendeu um pouco melhor a situação, mas alguns acontecimentos ainda não ficaram bem explicados.
Com base no relato apresentado, o inspetor pôde concluir que...
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