Questões de EFAF Português
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Questão 8370563
MACK MACK 2006 2 FaseU PFQ 2006
01 Parabéns. Estou encantado com seu sucesso. Chegar aqui não foi
02 fácil, eu sei. Na verdade, suspeito que foi um pouco mais difícil do
03 que você imagina. Para início de conversa, para você estar aqui
04 agora, trilhões de átomos agitados tiveram de se reunir de uma
05 maneira intrincada e intrigantemente providencial a fim de criá-lo.
06 Essa é uma organização tão especializada e particular que nunca
07 antes foi tentada e só existirá desta vez. Nos próximos anos, essas
08 partículas minúsculas se dedicarão totalmente aos bilhões de esforços
09 jeitosos e cooperativos necessários para mantê-lo intacto e deixá-lo
10 experimentar o estado agradabilíssimo, mas ao qual não damos o
11 devido valor, conhecido como existência.
(Fonte: Adaptado de Bill Bryson)
"Essa é uma organização tão especializada e particular que nunca antes foi tentada e só existirá desta vez."
Considerando o período acima, é correto afirmar que
Questão 8370562
MACK MACK 2006 2 FaseU PFQ 2006
01 Parabéns. Estou encantado com seu sucesso. Chegar aqui não foi
02 fácil, eu sei. Na verdade, suspeito que foi um pouco mais difícil do
03 que você imagina. Para início de conversa, para você estar aqui
04 agora, trilhões de átomos agitados tiveram de se reunir de uma
05 maneira intrincada e intrigantemente providencial a fim de criá-lo.
06 Essa é uma organização tão especializada e particular que nunca
07 antes foi tentada e só existirá desta vez. Nos próximos anos, essas
08 partículas minúsculas se dedicarão totalmente aos bilhões de esforços
09 jeitosos e cooperativos necessários para mantê-lo intacto e deixá-lo
10 experimentar o estado agradabilíssimo, mas ao qual não damos o
11 devido valor, conhecido como existência.
(Fonte: Adaptado de Bill Bryson)
Na verdade, suspeito que foi um pouco mais difícil do que você imagina.
Considerando o período acima, assinale a alternativa em que a substituição proposta mantém o sentido original.
Questão 8370561
MACK MACK 2006 2 FaseU PFQ 2006
01 Parabéns. Estou encantado com seu sucesso. Chegar aqui não foi
02 fácil, eu sei. Na verdade, suspeito que foi um pouco mais difícil do
03 que você imagina. Para início de conversa, para você estar aqui
04 agora, trilhões de átomos agitados tiveram de se reunir de uma
05 maneira intrincada e intrigantemente providencial a fim de criá-lo.
06 Essa é uma organização tão especializada e particular que nunca
07 antes foi tentada e só existirá desta vez. Nos próximos anos, essas
08 partículas minúsculas se dedicarão totalmente aos bilhões de esforços
09 jeitosos e cooperativos necessários para mantê-lo intacto e deixá-lo
10 experimentar o estado agradabilíssimo, mas ao qual não damos o
11 devido valor, conhecido como existência.
(Fonte: Adaptado de Bill Bryson)
Considere as afirmações seguintes.
O emprego de Parabéns é estratégia do autor para, já no primeiro contato, requisitar a adesão do leitor.
Expressões como não foi fácil e estado agradabilíssimo constituem marcas de subjetividade do autor.
Expressões como Parabéns e para início de conversa imprimem ao texto um tom informal, ainda que o assunto implique referências de natureza científica.
Assinale:
Questão 8370560
MACK MACK 2006 2 FaseU PFQ 2006
Assinale a alternativa que sintetiza corretamente o texto.01 Parabéns. Estou encantado com seu sucesso. Chegar aqui não foi
02 fácil, eu sei. Na verdade, suspeito que foi um pouco mais difícil do
03 que você imagina. Para início de conversa, para você estar aqui
04 agora, trilhões de átomos agitados tiveram de se reunir de uma
05 maneira intrincada e intrigantemente providencial a fim de criá-lo.
06 Essa é uma organização tão especializada e particular que nunca
07 antes foi tentada e só existirá desta vez. Nos próximos anos, essas
08 partículas minúsculas se dedicarão totalmente aos bilhões de esforços
09 jeitosos e cooperativos necessários para mantê-lo intacto e deixá-lo
10 experimentar o estado agradabilíssimo, mas ao qual não damos o
11 devido valor, conhecido como existência.
(Fonte: Adaptado de Bill Bryson)
Questão 8370449
EFOMM EFOMM 2006 1 FaseU MATPOR 2006
O Outro
Na redação, o secretário fazia sua cozinha, quando a senhora, não primaveril, mas ainda não invernosa, dele se aproximou timidamente. E sacando da bolsa um recorte de jornal, perguntou-lhe se sabia o endereço de Emílio Moura, autor dos versos ali estampados.
O secretário explicou-lhe que o assunto era de competência do Silva, encarregado do suplemento literário. O Silva não ia demorar, estava na hora dele. Não queria sentar-se, esperar?
Ela recolheu cuidadosamente o fragmento e dispôs-se a aguardar o Silva, que, como acontece nessas ocasiões, tardou um pouquinho. Mas que tardasse dois anos, não fazia diferença, a julgar pelo semblante da senhora, de paciente determinação.
Diante do Silva, exibiu novamente o papelzinho e fez-lhe a pergunta.
– Endereço do Emílio Moura? Pois não, minha senhora. Com licença, deixe ver aqui no caderninho: rua tal, número tantos, em Belo Horizonte ...
O rosto da senhora se transfigurou:
– Belo Horizonte" O senhor tem certeza de que ele está em Belo Horizonte"
– Se está, no momento, não sei, minha senhora. Mas sempre morou lá, isso eu posso lhe garantir.
Nova mutação se operou na fisionomia da visitante, onde o desaponto parecia querer instalar-se, mas era combatido pela dúvida:
– O senhor ... o senhor conhece pessoalmente Emílio Moura?
– Conheço, sim. Há muitos anos.
– Muitos" Que idade tem ele, mais ou menos"
– Fez cinquenta há pouco tempo, a senhora não leu nos jornais a comemoração?
– Tem certeza de que não está enganado" Perdoe a insistência, mas podia me fazer o retrato físico de Emílio Moura"
– Perfeitamente. Trata-se de um senhor alto, magro, cabelos ainda pretos, pequena costeleta, bigodinho, usa piteira e fuma cigarro de palha. Que mais? Meio calado, extremamente simpático, muito querido por todos. Completo a ficha: professor da Universidade, casado, com filhos.
A senhora olhava para o papel, dobrava-o, esboçava o gesto de jogá-lo fora, depois o desdobrava e alisava com carinho. E, na ponta de longo silêncio:
– Senhor Silva, este pedacinho de jornal me trouxe uma grande esperança e agora uma profunda decepção. Muito obrigada. Desculpe.
Ia retirar-se, sem que o Silva compreendesse níquel, mas voltou-se, e rapidamente desfolhou esta confidência:
– Há quatro anos ando à procura de Emílio Moura. Éramos muito amigos, ele fazia versos lindos, que eu, na qualidade de sua melhor amiga, lia em primeira mão. Um dia, contou-me que ia viajar para Montevidéu, onde ficaria algum tempo. Escreveu-me de lá duas vezes, e da segunda anunciava que seguiria para o Canadá. Nunca mais recebi a menor notícia. Ninguém sabe informar nada. Quando li no jornal esta poesia com o nome dele, fiquei cheia de esperança, mas agora não sei o que pensar. O senhor me diz que Emílio Moura tem cinquenta anos e é professor em Belo Horizonte. O que eu conheço tem trinta e dois anos e nunca morou em Minas, que eu saiba, mas como os versos dele são parecidos com estes que o seu jornal publicou! A mesma doçura, uma sensação de fim de tarde, meio triste, o senhor não imagine ... Enganei-me. Desculpe mais uma vez, e passe bem, Sr. Silva.
Saiu, levando nas mãos o papelzinho, como uma flor.
Carlos Drummond de Andrade
O Outro
Na redação, o secretário fazia sua cozinha, quando a senhora, não primaveril, mas ainda não invernosa, dele se aproximou timidamente. E sacando da bolsa um recorte de jornal, perguntou-lhe se sabia o endereço de Emílio Moura, autor dos versos ali estampados.
O secretário explicou-lhe que o assunto era de competência do Silva, encarregado do suplemento literário. O Silva não ia demorar, estava na hora dele. Não queria sentar-se, esperar?
Ela recolheu cuidadosamente o fragmento e dispôs-se a aguardar o Silva, que, como acontece nessas ocasiões, tardou um pouquinho. Mas que tardasse dois anos, não fazia diferença, a julgar pelo semblante da senhora, de paciente determinação.
Diante do Silva, exibiu novamente o papelzinho e fez-lhe a pergunta.
– Endereço do Emílio Moura? Pois não, minha senhora. Com licença, deixe ver aqui no caderninho: rua tal, número tantos, em Belo Horizonte ...
O rosto da senhora se transfigurou:
– Belo Horizonte" O senhor tem certeza de que ele está em Belo Horizonte"
– Se está, no momento, não sei, minha senhora. Mas sempre morou lá, isso eu posso lhe garantir.
Nova mutação se operou na fisionomia da visitante, onde o desaponto parecia querer instalar-se, mas era combatido pela dúvida:
– O senhor ... o senhor conhece pessoalmente Emílio Moura?
– Conheço, sim. Há muitos anos.
– Muitos" Que idade tem ele, mais ou menos"
– Fez cinquenta há pouco tempo, a senhora não leu nos jornais a comemoração?
– Tem certeza de que não está enganado" Perdoe a insistência, mas podia me fazer o retrato físico de Emílio Moura"
– Perfeitamente. Trata-se de um senhor alto, magro, cabelos ainda pretos, pequena costeleta, bigodinho, usa piteira e fuma cigarro de palha. Que mais? Meio calado, extremamente simpático, muito querido por todos. Completo a ficha: professor da Universidade, casado, com filhos.
A senhora olhava para o papel, dobrava-o, esboçava o gesto de jogá-lo fora, depois o desdobrava e alisava com carinho. E, na ponta de longo silêncio:
– Senhor Silva, este pedacinho de jornal me trouxe uma grande esperança e agora uma profunda decepção. Muito obrigada. Desculpe.
Ia retirar-se, sem que o Silva compreendesse níquel, mas voltou-se, e rapidamente desfolhou esta confidência:
– Há quatro anos ando à procura de Emílio Moura. Éramos muito amigos, ele fazia versos lindos, que eu, na qualidade de sua melhor amiga, lia em primeira mão. Um dia, contou-me que ia viajar para Montevidéu, onde ficaria algum tempo. Escreveu-me de lá duas vezes, e da segunda anunciava que seguiria para o Canadá. Nunca mais recebi a menor notícia. Ninguém sabe informar nada. Quando li no jornal esta poesia com o nome dele, fiquei cheia de esperança, mas agora não sei o que pensar. O senhor me diz que Emílio Moura tem cinquenta anos e é professor em Belo Horizonte. O que eu conheço tem trinta e dois anos e nunca morou em Minas, que eu saiba, mas como os versos dele são parecidos com estes que o seu jornal publicou! A mesma doçura, uma sensação de fim de tarde, meio triste, o senhor não imagine ... Enganei-me. Desculpe mais uma vez, e passe bem, Sr. Silva.
Saiu, levando nas mãos o papelzinho, como uma flor.
Carlos Drummond de Andrade
Lido o texto, observe atentamente cada quesito e assinale somente UMA alternativa correta em cada questão.
“E sacando da bolsa um recorte de jornal, perguntou-lhe se sabia do endereço de Emílio Moura, autor dos versos ali estampados”.
A função sintática da expressão destacada é
Questão 8370445
EFOMM EFOMM 2006 1 FaseU MATPOR 2006
O Outro
Na redação, o secretário fazia sua cozinha, quando a senhora, não primaveril, mas ainda não invernosa, dele se aproximou timidamente. E sacando da bolsa um recorte de jornal, perguntou-lhe se sabia o endereço de Emílio Moura, autor dos versos ali estampados.
O secretário explicou-lhe que o assunto era de competência do Silva, encarregado do suplemento literário. O Silva não ia demorar, estava na hora dele. Não queria sentar-se, esperar?
Ela recolheu cuidadosamente o fragmento e dispôs-se a aguardar o Silva, que, como acontece nessas ocasiões, tardou um pouquinho. Mas que tardasse dois anos, não fazia diferença, a julgar pelo semblante da senhora, de paciente determinação.
Diante do Silva, exibiu novamente o papelzinho e fez-lhe a pergunta.
– Endereço do Emílio Moura? Pois não, minha senhora. Com licença, deixe ver aqui no caderninho: rua tal, número tantos, em Belo Horizonte ...
O rosto da senhora se transfigurou:
– Belo Horizonte" O senhor tem certeza de que ele está em Belo Horizonte"
– Se está, no momento, não sei, minha senhora. Mas sempre morou lá, isso eu posso lhe garantir.
Nova mutação se operou na fisionomia da visitante, onde o desaponto parecia querer instalar-se, mas era combatido pela dúvida:
– O senhor ... o senhor conhece pessoalmente Emílio Moura?
– Conheço, sim. Há muitos anos.
– Muitos" Que idade tem ele, mais ou menos"
– Fez cinquenta há pouco tempo, a senhora não leu nos jornais a comemoração?
– Tem certeza de que não está enganado" Perdoe a insistência, mas podia me fazer o retrato físico de Emílio Moura"
– Perfeitamente. Trata-se de um senhor alto, magro, cabelos ainda pretos, pequena costeleta, bigodinho, usa piteira e fuma cigarro de palha. Que mais? Meio calado, extremamente simpático, muito querido por todos. Completo a ficha: professor da Universidade, casado, com filhos.
A senhora olhava para o papel, dobrava-o, esboçava o gesto de jogá-lo fora, depois o desdobrava e alisava com carinho. E, na ponta de longo silêncio:
– Senhor Silva, este pedacinho de jornal me trouxe uma grande esperança e agora uma profunda decepção. Muito obrigada. Desculpe.
Ia retirar-se, sem que o Silva compreendesse níquel, mas voltou-se, e rapidamente desfolhou esta confidência:
– Há quatro anos ando à procura de Emílio Moura. Éramos muito amigos, ele fazia versos lindos, que eu, na qualidade de sua melhor amiga, lia em primeira mão. Um dia, contou-me que ia viajar para Montevidéu, onde ficaria algum tempo. Escreveu-me de lá duas vezes, e da segunda anunciava que seguiria para o Canadá. Nunca mais recebi a menor notícia. Ninguém sabe informar nada. Quando li no jornal esta poesia com o nome dele, fiquei cheia de esperança, mas agora não sei o que pensar. O senhor me diz que Emílio Moura tem cinquenta anos e é professor em Belo Horizonte. O que eu conheço tem trinta e dois anos e nunca morou em Minas, que eu saiba, mas como os versos dele são parecidos com estes que o seu jornal publicou! A mesma doçura, uma sensação de fim de tarde, meio triste, o senhor não imagine ... Enganei-me. Desculpe mais uma vez, e passe bem, Sr. Silva.
Saiu, levando nas mãos o papelzinho, como uma flor.
Carlos Drummond de Andrade
O Outro
Na redação, o secretário fazia sua cozinha, quando a senhora, não primaveril, mas ainda não invernosa, dele se aproximou timidamente. E sacando da bolsa um recorte de jornal, perguntou-lhe se sabia o endereço de Emílio Moura, autor dos versos ali estampados.
O secretário explicou-lhe que o assunto era de competência do Silva, encarregado do suplemento literário. O Silva não ia demorar, estava na hora dele. Não queria sentar-se, esperar?
Ela recolheu cuidadosamente o fragmento e dispôs-se a aguardar o Silva, que, como acontece nessas ocasiões, tardou um pouquinho. Mas que tardasse dois anos, não fazia diferença, a julgar pelo semblante da senhora, de paciente determinação.
Diante do Silva, exibiu novamente o papelzinho e fez-lhe a pergunta.
– Endereço do Emílio Moura? Pois não, minha senhora. Com licença, deixe ver aqui no caderninho: rua tal, número tantos, em Belo Horizonte ...
O rosto da senhora se transfigurou:
– Belo Horizonte" O senhor tem certeza de que ele está em Belo Horizonte"
– Se está, no momento, não sei, minha senhora. Mas sempre morou lá, isso eu posso lhe garantir.
Nova mutação se operou na fisionomia da visitante, onde o desaponto parecia querer instalar-se, mas era combatido pela dúvida:
– O senhor ... o senhor conhece pessoalmente Emílio Moura?
– Conheço, sim. Há muitos anos.
– Muitos" Que idade tem ele, mais ou menos"
– Fez cinquenta há pouco tempo, a senhora não leu nos jornais a comemoração?
– Tem certeza de que não está enganado" Perdoe a insistência, mas podia me fazer o retrato físico de Emílio Moura"
– Perfeitamente. Trata-se de um senhor alto, magro, cabelos ainda pretos, pequena costeleta, bigodinho, usa piteira e fuma cigarro de palha. Que mais? Meio calado, extremamente simpático, muito querido por todos. Completo a ficha: professor da Universidade, casado, com filhos.
A senhora olhava para o papel, dobrava-o, esboçava o gesto de jogá-lo fora, depois o desdobrava e alisava com carinho. E, na ponta de longo silêncio:
– Senhor Silva, este pedacinho de jornal me trouxe uma grande esperança e agora uma profunda decepção. Muito obrigada. Desculpe.
Ia retirar-se, sem que o Silva compreendesse níquel, mas voltou-se, e rapidamente desfolhou esta confidência:
– Há quatro anos ando à procura de Emílio Moura. Éramos muito amigos, ele fazia versos lindos, que eu, na qualidade de sua melhor amiga, lia em primeira mão. Um dia, contou-me que ia viajar para Montevidéu, onde ficaria algum tempo. Escreveu-me de lá duas vezes, e da segunda anunciava que seguiria para o Canadá. Nunca mais recebi a menor notícia. Ninguém sabe informar nada. Quando li no jornal esta poesia com o nome dele, fiquei cheia de esperança, mas agora não sei o que pensar. O senhor me diz que Emílio Moura tem cinquenta anos e é professor em Belo Horizonte. O que eu conheço tem trinta e dois anos e nunca morou em Minas, que eu saiba, mas como os versos dele são parecidos com estes que o seu jornal publicou! A mesma doçura, uma sensação de fim de tarde, meio triste, o senhor não imagine ... Enganei-me. Desculpe mais uma vez, e passe bem, Sr. Silva.
Saiu, levando nas mãos o papelzinho, como uma flor.
Carlos Drummond de Andrade
Lido o texto, observe atentamente cada quesito e assinale somente UMA alternativa correta em cada questão.
“– Perfeitamente, trata-se de um senhor alto, magro, cabelos ainda pretos, pequena costeleta, bigodinho, usa piteira e fuma cigarro de palha. Quer mais? Meio calado, extremamente simpático, muito querido por todos. Completo a ficha: professor da Universidade, casado, com filhos.”
Na passagem, vê-se um exemplo, quanto ao modo de organização do discurso, de texto:
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