Questões de EFAF Português - Sintaxe
1.422 Questões
Questão 4 10254100
IFSertãoPE 2017
Considerando os aspectos de concordâncias verbal e nominal, analise as seguintes afirmações:
I- Na primeira placa há um erro de concordância nominal, devendo, então, ser reescrita da seguinte forma: “PROIBIDO ENTRADA DE ANIMAIS”.
II- Todas as placas apresentadas acima estão de acordo com a norma culta, uma vez que só estariam erradas caso apresentassem erros ortográficos.
III- Na terceira placa há um erro de concordância verbal, portanto, o correto seria “ALUGAM-SE APARTAMENTOS”
Em relação a essas afirmações, é correto afirmar:
Questão 5 10235213
CMR 1°ano - Prova de Português 2017No corpo da notícia, o autor empregou vários recursos, entre eles, a transcrição direta de uma fala.
Em que item consta isso?
Questão 3 10235128
CMR 1°ano - Prova de Português 2017TEXTO
Pela primeira vez, mulher conclui curso de oficial dos fuzileiros navais nos EUA (4 Em Washington 25/09/2017 17h49)
Uma mulher membro do corpo de fuzileiros navais da Marinha dos Estados Unidos, conhecido como 'Marines', se tornou, nesta segunda-feira, a primeira a completar o rigoroso curso de treinamento para ser oficial desse corpo.
Muitas mulheres servem na infantaria da Marinha e em outros ramos das Forças Armadas americanas, mas esta mulher, que não foi identificada publicamente a pedido dela mesma, é a primeira a concluir o curso de 13 semanas para se tornar oficial de infantaria.
"Estou orgulhoso desta oficial e de todos da sua turma", disse o comandante-geral do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, Robert Neller, em um comunicado.
"Os infantes da Marinha esperam e merecem líderes competentes e capazes, e estes graduados cumpriram cada um dos requerimentos do treinamento ao se prepararem para seu próximo desafio: dirigir os infantes da Marinha, finalmente, em combate", acrescento Robert Neller.
Como oficial de infantaria, a mulher, uma tenente, será encarregada de liderar uma unidade de cerca de 40 membros. (...)
(Fonte:https:/noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2017/09/25/eua-pela-primeira-vez-mulher-conclui-curso-de-oficial-dos- marines.htm Acesso: 25/09/2017)
Do penúltimo parágrafo do texto, destacamos a seguinte informação: “ao se prepararem para seu próximo desafio:" Trata-se de uma oração adverbial com ideia de tempo.
Desenvolvendo tal oração, em que item se empregou uma locução conjuntiva, mantendo o mesmo valor temporal?
Questão 20 10181689
CMM 1º Prova de Lingua Português 2017Analise a oração destacada: “Recentemente foi divulgado que o Facebook usa pessoas para selecionar assuntos.” (adaptada)
A oração destacada é subordinada substantiva, pois desempenha a função que, no período simples, normalmente é desempenhada por substantivos.
De posse dessa informação, marque a alternativa CORRETA sobre ela:
Questão 8360757
CN CN 2016 1 FaseU Demais 2017O desaparecimento dos livros na vida cotidiana e a diminuição da leitura(26) são preocupantes quando sabemos que os livros são dispositivos fundamentais(18) na formação subjetiva das pessoas. Perguntamo-nos sobre o que os meios de comunicação fazem conosco: da televisão ao computador, dos brinquedos ao telefone celular, somos formados por objetos e aparelhos.
Se, em nossa época, a leitura diminui vertiginosamente, ao mesmo tempo, cresce o elogio da ignorância,(15) nossa velha conhecida. Há, nesse contexto, dois tipos de ignorância(25) em relação às quais os livros são potentes ou impotentes.(2) Uma é a ignorância filosófica, aquela que em Sócrates se expunha(9) na ironia do "sei-que-nada-sei". Aquele que não sabe e quer saber(19) pode procurar os livros, esses objetos que guardam tantas informações, tantos conteúdos, que podemos esperar deles muita coisa: perguntas e, até mesmo, respostas. A outra é a ignorância prepotente, à qual alguns filósofos deram o nome de "burrice". Pela burrice, essa forma cognitiva impotente e, contudo, muito prepotente,(22) alguém transforma o não saber em suposto saber, a resposta pronta é transformada em verdade. Nesse caso, os livros são esquecidos. Eles são desnecessários como "meios para o saber". Cancelada a curiosidade como sinal de um desejo de conhecimento, os livros tornam-se inúteis.(10) Assim, a ignorância que nos permite saber se opõe à que nos deforma(1) por estagnação.(23) A primeira gosta dos livros, a segunda os detesta.(13)
[ ... ]
Para aprender a perguntar, precisamos aprender a ler. Não por que o pensamento dependa da gramática(16) ou da língua formal, mas porque ler é um tipo de experiência que nos ensina(12) a desenvolver raciocínios, nos ensina a entender, a ouvir e a falar para compreender. Ensina-nos a interpretar. Ajuda-nos, portanto, a elaborar questões(8) e a fazer perguntas. Perguntas que nos ajudam a dialogar,(6) ou seja, a entrar em contato com o outro. Nem que esse outro seja,(20) em primeiro momento, apenas cada um de nós mesmos.
Pensar, esse ato que está faltando entre nós, começa aí, muitas vezes em silêncio, quando nos dedicamos a esse gesto(4) simples(17) e ao mesmo tempo complexo que é ler um livro. É lamentável que as pessoas sucumbam ao clima programado da cultura(14) em que ler é proibido. Os meios tecnológicos de comunicação são insidiosos nesse momento, pois prometem uma completude que o ato de ler(5) um livro nunca prometeu. É que o ato da leitura nunca nos engana.(3) Por isso também muitos se afastam dele.(11) Muitos que foram educados para não pensar(24) passam a não gostar do que não conhecem.(7) Mas há quem tenha descoberto esse prazer(21) que é o prazer de pensar a partir da experiência da linguagem – compreensão e diálogo – sempre ofertada em um livro. Certamente, para essas pessoas, o mundo todo – e ela mesma – é algo bem diferente.
Em "Há, nesse contexto, dois tipos de ignorância[...]."(25), a concordância verbal, de acordo com a variedade padrão da língua, é feita na 3ª pessoa do singular. Em que opção isso também deve ocorrer?TIBURI, Márcia. Potência do pensamento: por uma filosofia política da leitura. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br. Acesso em: 31 jan. 2016 (adaptado).
Questão 10 618260
COTIL 1° Ano 2017Textos para a questão
Posto, logo existo, de Martha Medeiros
Começam a pipocar alguns debates sobre as consequências de se passar tanto tempo conectado à internet. Já se fala em saturação social, inspirado pelo recente depoimento de um jornalista do The New York Times que afirmou que sua produtividade no trabalho estava caindo por causa do tempo consumido pelo Facebook, Twitter e agregados, e que hoje ele se vê diante da escolha entre cortar seus passeios de bicicleta ou alguns desses hábitos digitais “que estão me comendo vivo”.
Antropofagia virtual. O Brasil, pra variar, está atrasado (aqui, dois terços dos usuários ainda atualizam seus perfis semanalmente), pois no resto do mundo já começa a ser articulado um movimento de desaceleração dessa tara por conexão: hotéis europeus prometem quartos sem wi-fi como garantia de férias tranquilas, empresas americanas desenvolvem programas de software que restringem o acesso à web e na Ásia crescem os centros de recuperação de viciados em internet. Tudo isso por uma simples razão: existir é uma coisa, viver é outra. Penso, logo existo. Descartes teria que reavaliar esse seu cogito, ergo sum, pois as pessoas trocaram o verbo pensar por postar. Posto, logo existo.
Tão preocupadas em existir para os outros, as pessoas estão perdendo um tempo valioso em que poderiam estar vivendo, ou seja, namorando, indo à praia, trabalhando, viajando, lendo, estudando, cercadas não por milhares de seguidores, mas por umas poucas dezenas de amigos. Isso não pode ter se tornado tão obsoleto.
Claro que muitos usam as redes sociais como uma forma de aproximação, de resgate e de compartilhamento – numa boa. Se a pessoa está no controle do seu tempo e não troca o real pelo virtual, está fazendo bom uso da ferramenta. Mas não tem sido a regra. Adolescentes deixam de ir a um parque para ficarem trancafiados em seus quartos, numa solidão disfarçada de socialização. Isso acontece dentro da minha casa também, com minhas filhas, e não adianta me descabelar, elas são frutos da sua época, sua turma de amigos se comunica assim, e nem batendo com um gato morto na cabeça delas para fazê-las entender que a vida está lá fora. Lá fora!
O grau de envolvimento delas com a internet ainda é mediano e controlado, mas tem sido agudo entre muitos jovens sem noção, que se deixam fotografar portanto armas, fazendo sexo, mostrando o resultado de suas pichações, num exibicionismo triste, pobre, desvirtuado. São garotos e garotas que não se sentem com a existência comprovada, e para isso se valem de bizarrices na esperança de deixarem de ser “ninguém” para se tornarem “alguém”, mesmo que alguém medíocre.
Casos avulsos, extremos, mas estão aí, ao nosso redor. Gente que não percebe a diferença entre existir e viver. Não entendem que é preferível viver, mesmo que discretamente, do que existir de mentirinha para 17.870 que não estão nem aí.
(MEDEIROS, Martha. “Posto, logo existo”. O Globo: 25/03/2012.)
“Não entendem que é preferível viver, mesmo que discretamente, do que existir de mentirinha...” (último parágrafo)
Nesse período, ocorre erro de regência, pois preferível exige a preposição a, não de.
A frase que apresenta erro de regência, levando-se em consideração o padrão formal, é:
06
![[Marketing] Questao Topo - deslogado](https://storage.estuda.com.br/banners/0_9254036bace1df786bf2f5978b4a35d7_combo_enem_meme_home_treineiro_desk.png)
